quarta-feira, 5 de junho de 2013

AUTOPRESERVAÇÃO QUÍMICA- ANTIOXIDANTES

OLÁ PESSOAL!
Muitas pessoas se preocupam com os tais radicais livres, oxidantes, e o mal que causam no nosso organismo.
Podemos fazer alguma coisa ?
Primeiro saber o "que" para depois o " como"!
Gingko biloba
Em praticamente qualquer farmácia, supermercado ou loja de suplementos podemos encontrar frascos de antioxidantes, como óleos de peixes, folhas de Gingko biloba ou de trigo.
Esses suplementos alimentares são usados para ajudar a controlar a população de radicais livres do corpo humano e reduzir a velocidade de envelhecimento precoce e aparecimento de doenças degenerativas como ataque cardíaco e câncer.
os radicais ocorrem naturalmente no corpo, em parte como subproduto do metabolismo. Eles tem funções importantes mas podem causar problemas se não forme eliminados quando não são mais necessários.
Eles contém, com frequência,átomos de oxigênio e oxidam as moléculas de lipideos que formam a membrana celular e outros tecidos vitais. Essas oxidações mudam a estrutura das moléculas de lipideos e afetam a s funções das membranas que quando alteradas não protegem adequadamente a célula contra as doenças.Existem evidencias que o processo de envelhecimento é acelerado pelos radicais.
Quando os ácidos nucleicos DNA e RNA são atacados pelos radicais, eles não podem se replicar corretamente, e isso produz alterações que podem levara a células defeituosas e com menor capacidade de autoproteção contra o câncer, por exemplo.
O organismo mantém uma rede de antioxidantes, vitaminas A,E,C, e um grupo de compostos relacionados, chamados de coenzima Q. 


 Os antioxidantes são moléculas que são facilmente oxidadas e reagem com os radicais antes que eles possam agir no organismo.
Muitos alimentos como vegetais verdes, suco de laranja e chocolate contém antioxidantes e o mesmo ocorre com o café e o chá.
Condições ambientais agressivas como luz ultravioleta, ozônio no ar, má nutrição, fumaça de cigarros, podem causar estresse oxidativo, um condição em que a concentração  dos radicais fica tão alta que os antioxidantes naturais do organismo não podem mais proteger.
Ervas medicinais que contém certos produtos fotoquímicos, derivados de plantas e óleos de peixes estão sendo cotados para ajudar a complementar a dieta e aumentar a proteção contra os radicais livres.
fonte:Princípios da Química- P.Atkins e L. Jones



segunda-feira, 3 de junho de 2013

INFORMAÇÕES LEITOSAS!

ALÔ PESSOAL!
Estava dando uma olhada na SUPER ( arquivo) e vi essa matéria sobre o leite!
Bem interessante!
"Cola aí"!
reportagem de Yuri Vasconcelos:
O leite materno é o primeiro alimento que uma pessoa experimenta na vida. Há alguns milênios, o homem descobriu que não precisaria parar de tomá-lo quando deixasse de ser um bebê – para obter leite, era só roubá-lo de outros animais, como a vaca e a cabra. Descobriu também um universo de possibilidades culinárias decorrentes das propriedades do leite, como a fabricação de queijos e iogurtes
Por que existem leites A, B, C?
O leite de vaca é uma solução aquosa de proteínas, gordura, açúcar e sais minerais. A quantidade desses componentes varia de acordo com diversos fatores, mas a classificação “alfabética” – A, B e C –, determinada pelo Ministério da Agricultura, diz respeito somente ao grau de higiene da ordenha. Para ser classificado como do tipo A, exige-se que o leite cru contenha, no máximo, 10.000 bactérias por mililitro; para o leite B, até 500.000 bactérias; para o leite C, não há limite definido. Mas isso não significa que o leite vendido no supermercado pode ter uma infestação bacteriana que tende ao infinito. Para ser vendido, todo leite precisa ser pasteurizado: é aquecido a temperaturas entre 72ºC a 75ºC por 12 a 15 segundos, para que o número de microorganismos patogênicos seja sensivelmente reduzido. A classificação considera também outros fatores: o leite do tipo A, por exemplo, deve ser de origem conhecida.
É o chamado leite de granja, em que a ordenha, a pasteurização e o envasamento acontecem na fazenda. O leite B é uma mistura de leites de diferentes rebanhos leiteiros. Ambos são obtidos por ordenha mecânica e possuem gordura integral (entre 3,5% e 4%), destinando-se ao consumidor final e não à indústria. Já o leite C tem menores exigências de produção, sua gordura é padronizada em 3% e ele é usado pela indústria na fabricação de derivados, como manteiga e queijo.
Os leites são classificados de acordo com o grau de assepsia na hora da ordenha



Por que o leite derrama quando é fervido?
É simples. Quando o leite é aquecido e sua temperatura chega próxima dos 100ºC, a água presente no leite se transforma em vapor. O fenômeno ocorre inicialmente no fundo da panela, onde a temperatura é maior. As bolhas de ar sobem para a superfície da panela, mas quando chegam lá encontram uma barreira física formada pela camada de gordura e proteínas, que dão origem a uma espécie de película. Sem outra alternativa, as bolhas de vapor de água empurram para cima essa camada superficial derramando-a em forma de espuma. O mesmo fenômeno não ocorre com a água porque as bolhas de vapor não encontram nenhuma resistência na superfície. Quando atingem esse ponto, elas, naturalmente, arrebentam e escapam para a atmosfera. Para evitar que o leite derrame – se você quiser, por exemplo, cozinhá-lo a ponto de ele virar doce de leite – a única solução é mexer constantemente com uma colher para impedir a consolidação da película.
Gorduras e proteínas são culpadas por essa lambança
O que é leite integral, homogeneizado, em pó, condensado e evaporado?
O leite integral tem o teor de gordura original produzido pela vaca, como os leites A e B. Quanto à gordura, os leites podem ser classificados ainda de semidesnatados e desnatados. O leite homogeneizado passa por processos mecânicos que evitam o surgimento da nata. “Esse leite é mais fácil de ser digerido, embora o leigo, ao não enxergar a nata, possa pensar que se trata de leite adulterado”, diz o veterinário Wladimir Padilha da Silva, da Universidade Federal de Pelotas (UFPel), do Rio Grande do Sul. O leite em pó nada mais é que o leite desidratado, do qual se retirou toda a água por meio de aquecimento. O processo dura poucos segundos, evitando o cozimento do leite, o que alteraria suas propriedades. No leite condensado é retirada parte da água, acrescentando-se açúcar para prevenir ou retardar alterações. O leite evaporado, por fim, é parcialmente desidratado, acondicionado em embalagens hermeticamente fechadas e esterilizado – por essa razão, não precisa ser armazenado sob refrigeração. E
Como o leite se transforma em queijo?
O queijo é produzido a partir da coagulação do leite. Ela acontece graças ao coalho, uma enzima obtida no estômago do bezerro, também chamada de renina ou quimiosina. Quando o coalho é adicionado ao leite, ele age sobre a caseína, uma proteína que corresponde a 80% do total das proteínas do leite. No leite in natura, a caseína se mantém em suspensão no líquido. O coalho faz ela perder a solubilidade. “Assim, elas se associam entre si, coagulando o leite”, diz Ernani Porto, responsável pelo setor de laticínios da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq), da USP, em Piracicaba. Nesse momento, o leite fica firme, com a consistência de um pudim, retendo o soro no seu interior. O passo seguinte é separar a massa do soro, o que é feito por um processo simples de drenagem, e a colocação desta em fôrmas para dar o formato final do queijo. A última etapa consiste na maturação, quando o queijo desenvolve sabor e aroma.
O mesmo leite pode fazer uma infinidade de tipos de queijo
É seguro comer o bolor azul?
Determinados tipos de queijo sofrem um processo denominado maturação, que pode ser desencadeado por bactérias e/ou por fungos. Esses microorganismos têm enzimas que degradam componentes do queijo, liberando ácidos graxos, que possuem um odor acentuado. Como eles são voláteis, nós detectamos sua presença pelo olfato. A “quebra” (hidrólise) desses compostos deixa o queijo mais macio e mais saboroso. “Em alguns tipos de queijo, como roquefort, gorgonzola e camembert, a maturação é feita por bolores (fungos), que podem ser consumidos sem problema algum, pois são culturas microbianas selecionadas a partir de pesquisas que comprovam sua completa inocuidade”, diz o médico-veterinário Celso Medina Fagundes, do Departamento de Ciência e Tecnologia Agroindustrial da Universidade Federal de Pelotas (UFPel), do Rio Grande do Sul. “Mas quando o queijo mofa naturalmente, na geladeira, por exemplo, não sabemos qual é o tipo de microorganismo que está presente e, por isso, seu consumo não é indicado”, afirma.
O bolor do gorgonzola é seguro (e gostoso), mas o daquele queijo esquecido na geladeira pode ser um risco à sua saúde
Por que alguns queijos derretem bem e outros não?
Quando aquecidos, praticamente todos os queijos derretem, como vemos ao preparar a fondue, prato típico suíço que consiste de uma mistura de queijos derretidos. No entanto, são os queijos de massa filada, como a mussarela, que derretem melhor, dando aquela consistência elástica da cobertura de uma pizza quente. Isso acontece porque esses queijos, após sua fabricação, são colocados em água quente, entre 70ºC e 80ºC, para amolecer. Sua massa, então, é esticada e espichada, formando fios como um chiclete. Depois, o queijo é enformado e resfriado, mantendo a estrutura de fios na sua massa. Quando aquecidos, eles amolecem sem se desmanchar porque mantêm a sua estrutura de fios. Isso não ocorre com queijos como o minas e o parmesão, que não passam pelo processo de puxa-e-estica.
Como é possível fazer vários litros de iogurte a partir de um potinho?
O iogurte é produzido a partir da ação de dois tipos de lactobacilos (bactérias) que se multiplicam no leite quando ele é incubado na temperatura entre 42ºC e 45ºC. Nesse processo, elas utilizam o açúcar do leite para produzir ácido láctico. Quando o leite atinge o pH 4,5 (ácido), ele coagula, ficando firme. Nesse ponto, o iogurte contém cerca de 1 milhão de bactérias/ml. Essas bactérias permanecem vivas no iogurte, mas ficam “adormecidas” sob refrigeração. Assim, quando despejamos um potinho de 200 ml de iogurte no leite, começamos uma nova cultura bacteriana. Basta manter esse leite aquecido que as bactérias reiniciam seu crescimento e o processo de fermentação, fazendo um novo iogurte.”
O iogurte que você come é lotado de criaturas vivas!
 Gostaram?
É ou não uma experiência láctea????
 

COBALTO- MAIS UM ELEMENTO DA FAMÍLIA 8B

ALÔ PESSOAL!!!!
TUDO BEM?
Mais uma vez vamos insistir na família 8B, pois há muitos elementos interessantes como o cobalto.
Primeiro tem uma  cor azulada muito linda e muitas aplicações.
Vamos lá:
O cobalto é um elemento metálico relativamente raro, mas que ocorre na natureza associado a outros minérios, como prata, chumbo e cobre. A principal utilização é na produção de ligas metálicas. Vários sais de cobalto, como acetato de cobalto II ou III, naftenato e octanato, são usados como pigmentos na indústria de vidro e de cerâmica e como agente secante de tintas e vernizes. Os óxidos são utilizados como catalisadores nas indústrias química e de óleos (Figura 1). O nome do elemento é proveniente do alemão kobalt ou kobold, que significa espírito maligno ou demônio das minas, chamado assim pelos mineiros devido a sua toxicidade, e os problemas que ocasionava eram semelhantes aos do níquel, contaminando e degradando os elementos que se desejava extrair. Uma importante utilização do metal é na forma Cobalto-60, que é aplicado para tratamentos médicos e no método de irradiação de alimentos. Essa última utilização tem revelada importância diferencial para os produtores de frutas e hortaliças. A irradiação tem como objetivo destruir os organismos que causam a deterioração e envenenamento do alimento. Além disso, o cobalto em pequena quantidade é um elemento químico essencial para numerosos organismos, incluindo os humanos, além de ser um componente central da vitamina B12.


O cobalto é encontrado naturalmente em rochas, solos, águas, plantas e animais em quantidades-traço. As fontes naturais de emissão do composto para a atmosfera são vulcões e incêndios florestais. As fontes antropogênicas incluem queima de combustíveis fósseis, uso de biossólidos e fertilizantes fosfatados, mineração e fundição de minérios contendo cobalto e processos industriais que utilizam compostos de cobalto.
O cobalto liberado para a atmosfera é depositado no solo e água superficial por deposição seca e úmida. No solo, o metal geralmente apresenta baixa mobilidade e forte adsorção, porém a adsorção aumenta em solos ácidos. A precipitação mineral e a adsorção são dois processos que limitam as concentrações do metal na água.
2. Exposição humana e efeitos à saúde
As vitaminas do complexo B são as maiores responsáveis pela manutenção da saúde emocional e mental do ser humano e o cobalto faz parte da composição química da vitamina B12 .
No organismo o cobalto tem como principal função prevenir a anemia, por meio da produção de células. Outra função importante é que o cobalto regula o sistema nervoso parassimpático. Observa-se deficiência do cobalto em doenças como anemias, ansiedades, diarreias, fadigas físicas e mentais, nas hipertensões arteriais, nas palpitações e tremores de extremidades. O que pode inibir sua presença no organismo humano são as deficiências de vitamina B-6 e ferro. Deste modo, recomenda-se a ingestão de vegetais, em especial a lentilha, produtos à base de soja e seus derivados, pêras, cerejas, leites, laticínios, amendoim, ervilha, manteiga, sardinha, salmão, entre outros .
Pessoas que mantêm uma dieta vegetariana possuem níveis de cobalto inferiores aos de uma pessoa que tem o hábito de comer carne o que pode levar à anemia e aos outros efeitos já mencionados.
A quantidade insuficiente de ácido clorídrico no estômago, dificulta a digestão e a assimilação do cobalto que está sendo ingerido. A insuficiência do pâncreas, responsável pela produção de várias enzimas digestivas também acarreta redução nos níveis de cobalto.
Outro exemplo são os diabéticos, que, além do baixo teor de cobalto no organismo, também possuem deficiência de vitamina B-12. No período menstrual, mulheres que têm náuseas, enxaquecas e cólicas fortes podem apresentar baixos níveis desse mineral.
O baixo teor de cobalto no organismo é responsável pelos seguintes sintomas: fadiga crônica, falta de resistência a pequenos esforços ou resfriados, alergia e coriza, perda de sensibilidade física e emocional, estado de depressão e anemia.
fonte: http://www.cienciasparalelas.com.br

QUEM DIRIA QUE O COBALTO TINHA TANTAS APLICAÇÕES????
E o azul de cobalto? O que é????
Próximo post!

segunda-feira, 27 de maio de 2013

RISCO PARA ESSES ELEMENTOS!

OLÁ PESSOAL!!!!!!!!!
Estava procurando mais informações sobre o hássio e encontrei essa reportagem.
Nela são identificados os minerais que estão entrando em risco :

O Serviço Geológico Britânico divulgou uma lista de “elementos ameaçados de fornecimento”. Não é uma lista de elementos raros ou “ameaçados de esgotamento”, mas daqueles elementos mais importantes economicamente com risco de sofrerem quebra na cadeia de fornecimento global.
Elementos de risco
“A lista dá uma indicação do risco relativo para o fornecimento dos elementos químicos ou grupos de elementos que precisamos para manter nossa economia e nosso estilo de vida,” afirma o órgão britânico, em tom pouco diplomático.

E a participação de cada país , produtor desses elementos:


-TABELA PERIÓDICA- FAMÍLIA 8 B - HÁSSIO!

ALÔ PESSOAL!!!!
Vamos  de tabela periódica! Afinal hoje terminam as inscrições do ENEM  e é bom começar a estudar!!!!
Como sempre vamos te dar uma força!
A família VIII B é composta pelos elementos:
  8- Ferro, rutênio, ósmio  hássio,
 9- cobalto, ródio, irídio, meitnério, 
10- níquel, paládio, platina e darmstádio.
Os tres primeiros elementos já estão no blog.
Vamos ao Hássio!
 
O hássio é um elemento químico artificial, símbolo Hs de número atômico 108 (108 prótons e 108 elétrons) e de massa atómica 269 u pertencente ao grupo 8 (8B) da Classificação Periódica dos Elementos. Provavelmente, é um sólido na temperatura ambiente. Não é encontrado na crosta terrestre.
O elemento hássio foi sintetizado pelos pesquisadores alemães liderados por Peter Armbruster e Gottfried Münzenberg no laboratório GSI (Gesellschaft für Schwerionenforschung) do Institute Heavy Íon Research de Darmstadt, em 1984.
O "Hs-265" foi sintetizado incidindo sobre o Pb-208 um feixe de Fe-58 criado no Acelerador Linear Universal (UNIPLAC). Esta síntese foi confirmada posteriormente por pesquisadores russos, em Dubna.As propriedades do hássio não foram determinadas, ainda, devido ao seu decaimento muito rápido. O decaimento ocorre com emissão de partículas alfa ( núcleos de átomos de hélio ) com uma meia-vida de 2 milissegundos. Por isso, presume-se que é um elemento metálico, de transição , sólido, de coloração cinza ou branco prateado, com propriedades químicas semelhantes ao do elemento ósmio
Este elemento não apresenta aplicações práticas e desconhecem-se as suas reações com o ar, a água, os halogéneos, os ácidos e as bases. ( fonte: Wikipédia)
Aí está uma tabela que mostra os elementos!


terça-feira, 21 de maio de 2013

GÁS DE XISTO- UMA ALTERNATIVA?

OLÁ PESSOAL!!!!!!!!
Como estão?
Vamos entender o que é esse gás de xisto?
Ontem,na edição do Estado de São Paulo, o professor José Goldemberg fez algumas colocações sobre a viabilidade do uso do gás de xisto.


Nos EUA, a partir de 2000, houve uma "explosão no aumento da produção do gás de xisto que representava 1% do gás natural produzido nos EUA, em 2010 já eram 20% com estimativa de 50% para 2035.
Com isso , EUA que até recentemente importava gás, estão começando a exportar, os preços caíram muito nesse país  e há menor importação do petróleo.
Qual é essa nova realidade?
Xisto é uma camada de mineral situada a 3 ou 4 km abaixo da superfície do solo, na qual o gá está aprisionado.É preciso fraturar o xisto para liberar o gás, o que é feito com jatos de água a grande pressão, à qual se adicionam certas substancias químicas

Como  voce observa na figura acima, não é tarefa fácil.
Existem camadas de xisto no Brasil, porém há problemas para sua extração:
- viabilidade economica
-duração do gás
-problemas que regulam a autorização para perfurar os poços
- problemas ambientais
Lembrando que no Brasil o  subsolo é da União, o que não ocorre nos EUA onde o subsolo é de propriedade do dono da terra e a decisão de perfurar é dele.
O maior problema, sem dúvida , é ambiental pois grande quantidade de água tem que ser usada, misturada com areia e um coquetel de substancias quimicas para fraturar o xisto.
Cerca de 50% a 70% dessa água volta à superfície, onde é colocada em lagoas que podem poluir o lençol freático.
Além disso o gás liberado do xisto não é metano puro, vem acompanhado de nitrogênio ( que não queima)  e de várias impurezas como sulfato de hidrogênio que é tóxico e corrosivo, tolueno e outros solventes.
Ainda tem o tempo de utilização de um poço que não deve ultrapassar 20 anos.
Logo, o gás de xisto pode ser uma alternativa a curto prazo, com consequências que devem ser analisadas.
E a dependência do petróleo continua....
Veja os produtos e subprodutos do xisto:

 E fica , ainda, a discussão se é válida essa alternativa energética.

quarta-feira, 15 de maio de 2013

DIAMANTE NÃO É O MINERAL MAIS DURO!!!!!!!!!!!

ALÔ PESSOAL!
XQUIMICA vai derrubar o diamante do posto de " mineral mais duro" !

fonte:www.leonardobrum.com.br

Mas voce merece saber como surgiram os diamantes, não é?
 É a estrutura molecular dos diamantes que os torna tão duros. O diamante está organizado em uma estrutura cristalina tridimensional em que cada átomo liga-se a outros 4 formando uma unidade tetraédrica

O diamante é o mineral mais duro encontrado na natureza. O seu grau de dureza é 10, valor máximo atribuído na Escala de Mohs. Assim, ele é capaz até de cortar ferro e aço, serrar pedras, moer, polir e ra
Os diamantes foram supostamente descobertos na Índia, vários séculos antes de Cristo, conforme registros encontrados nos textos Sânscritos  Arthasastra e Ratnapariska. Até o século XVII, a Índia 
  era praticamente o único país produtor mundial de diamante,  segundo relato do francês Tavernier, nas suas diversas viagens ao Oriente, sobre as minas diamantíferas da Região de  Kurnool, na Índia.
A maioria dos diamantes é formada de carbono que estava no  manto desde que a Terra se formou.
 Esse carbono orgânico foi   enterrado em rochas que foram arrastadas para baixo do manto por causa   das placas tectônicas e da deriva continental. Os diamantes  se formam a aproximadamente 161 km abaixo da superfície da Terra, região que proporciona a pressão e o calor adequados 
 para transformar carbono em diamante.Todos os seres vivos da Terra  são feitos de carbono. Atualmente, são conhecidos cerca  de 10 milhões de compostos de carbono.
 
       Se um de nós  caísse por alguma razão em uma vala oceânica na beira 
        de uma placa tectônica onde as rochas são arrastadas para 
        debaixo do continente, poderíamos reaparecer daqui a milhões 
        de anos na forma de diamantes!Para se extrair um quilate de diamante, 
        é preciso extrair cerca de 250 toneladas de cascalho. Para que 
        um diamante seja criado, o carbono deve estar embaixo de, pelo menos, 
        435.113 libras por polegada quadrada (psi ou 30 kilobars) de pressão 
        a uma temperatura de, pelo menos, 400º C. Se as condições 
        estiverem abaixo destes dois pontos, será formado o grafite. Em 
        profundidades de 150 km ou mais, a pressão vai para 725.189 psi 
        (50 kilobars) e o calor pode exceder 1.200º C.
        Os diamantes ascenderam à superfície através de erupções  vulcânicas.
 Mais tarde, quando as atividades vulcânicas diminuíram  e a era glacial tomou lugar, 
os diamantes permaneceram encaixados em um magma solidificado conhecido como "blue ground" ou "kimberlite". 
        O nome Kimberlito vem da cidade de Kimberley, na África do Sul de onde foram extraídos 
diamantes pela primeira vez nos anos 1870 .
 Ainda hoje são produzidos alguns dos maiores diamantes do mundo e uma das 
substancias mais baratas da natureza: o grafite (aquela das pontas dos lápis, lembra?). 
Ademais, sendo carbono puro, o diamante arde quando exposto a uma chama,
 transformando-se em dióxido de carbono. É solúvel em diversos ácidos e infusível, exceto a altas pressões.
É a estrutura molecular dos diamantes que os torna tão duros. O diamante está organizado em uma estrutura cristalina tridimensional em que cada átomo liga-se a outros 4 formando uma unidade tetraédrica
 
O diamante é o mineral mais duro encontrado na natureza ( até as pesquisas abaixo serem realizadas) . O seu grau de dureza é 10, valor máximo atribuído na Escala de Mohs. Assim, ele é capaz até de cortar ferro e aço, serrar pedras, moer, polir e raspar diversos tipos de instrumentos. Curiosamente, sua estrutura é composta de apenas um elemento: o carbono, a mesma composição de uma das substâncias mais frágeis e baratas da natureza: o grafite.

 Agora  aquele que é mais duro que o diamante: lonsdaleíte

fonte:http://ies.martaguisela3.climantica.org

E sua estrutura que explica sua alta capacidade de dureza, muito superior ao diamante:
fonte:http://pt.depositphotos.com

Lonsdaleite , também chamado de diamante hexagonal , em referência à sua estrutura cristalina , é um alotropo do carbono com uma estrutura hexagonal. Na natureza, ele se forma quando os meteoritos que contêm grafite chegam à  Terra. O grande calor e estresse do impacto transforma o grafite em diamante, mas mantém o hexagonal do grafite na rede cristalina . Lonsdaleite foi identificado pela primeira vez em 1967 a partir do meteorito Canyon Diablo , onde ocorre como cristais microscópicos associados ao diamante. 
Esse diamante hexagonal também tem sido sintetizado em laboratório (1966, ou mais cedo, publicada em 1967)  por compressão e aquecimento de grafite ,quer numa prensa estática ou utilizam explosivos . Também foi produzido por deposição de vapor químico , e também pela decomposição térmica de um polímero, poli (hydridocarbyne) , à pressão atmosférica, com argônio à temperatura de 110 ° C (230 ° F).
É translúcido, amarelo-acastanhado, e tem um índice de refracção de 2,40-2,41, uma gravidade específica de 3,2 a 3,3 e uma dureza de Mohs de 7-8. A dureza de Mohs de diamante é de 10, e a menor dureza de lonsdaleite é principalmente atribuída a impurezas e imperfeições do material que ocorre naturalmente. Uma amostra pura pode ser  58% mais dura  do que o diamante.( fonte: en.wikipedia.org )

terça-feira, 14 de maio de 2013

AQUÍMICA DOS ADOÇANTES- CICLAMATO

ALÔ PESSOAL!!!
Esse é o ciclamato de sódio, próximo de nossa lista de adoçantes artificiais.
O ciclamato de sódio é um substância química utilizada em adoçantes, na indústria farmacêutica e na composição de alimentos light, diet e zero açúcar.
Sabe-se que 1 dose de ciclamato de sódio adoça 50 vezes mais que 1 dose de açúcar e por isso deve ser consumido com moderação, a dose diária recomendada é de 11mg por kilo corpóreo, por dia.
Segundo estudos, o uso exagerado deste edulcorante pode causar diarreia, alterações genéticas e atrofia testicular.
O ciclamato de sódio é liberado no Brasil, apesar de ser proibido em países como Japão, França e Estados Unidos.( fonte:http://www.tuasaude.com)

O Ciclamato é o nome comum do ciclohexilsulfamato, identificado na indústria alimentícia com as siglas E 952. O ciclamato é amplamente utilizado na indústria de alimentos e farmacêuticos como edulcorante..
Ao ciclamato e a ciclohexina (seu principal metabólito) são atribuidos efeitos carcinogenos.( fonte : wikipédia)
Aparece na composição dos produtos como ciclamato de sódio, ciclamato de cálcio e ácido ciclâmico. O ciclamato e a ciclohexilamina, seu principal metabólito, atravessam a barreira placentária em humanos e desse modo podem ser expostos ao feto. O rim de ratos pode ser afetado por elevadas doses de ciclamato de sódio. Estudos sobre efeitos do ciclamato de sódio na espécie humana são necessários, pois, além de poder substituir a sacarose - prejudicial em casos de diabetes ou quando o controle e a redução do peso corporal são essenciais para a saúde dos pacientes - não propicia desenvolvimento de cárie dentária.
O ciclamato, sal do ácido N-ciclo-hexil-sulfâmico (CHS), é usado como adoçante artificial não calórico em diversos alimentos e bebidas, e na indústria farmacêutica. Aparece na composição dos produtos em três diferentes formas: ciclamato de sódio (C6H11NHSO3Na), ciclamato de cálcio (C12H24N2S2O6Ca) e ácido ciclâmico (C6H13NO3S).1 É inodoro, solúvel em água, álcool e propilenoglicol;2 é mais estável que o aspartame e a sacarina, podendo por isso ser levado a altas e a baixas temperaturas.
( fonte:http://www.scielo.br)
É importante que se faça a leitura dos rótulos dos produtos que voce utiliza,porque exceder a quantidade permitida não é difícil.
XQUIMICA ADVERTE: CUIDADO COM TODOS OS ADOÇANTES ARTIFICIAIS
 

segunda-feira, 13 de maio de 2013

A QUÍMICA DOS ADOÇANTES- ASPARTAME

OLÁ PESSOAL!!!!!!!!
Todos sabem que, para perder peso, é necessário evitar o consumo excessivo de açúcar.
E nessa onda entram os adoçantes.
Muito já se falou deles, ora causavam males, ora eram ótimos aliados.
Vamos ver as novidades, as fórmulas e como usar cada um deles! Começando pelo aspartame:

Nessa imagem voces veem: aspartame, ciclamato, sacarina, sal de potássio e sucralose.

ASPARTAME:
O aspartamo ou aspartame é um aditivo alimentar utilizado para substituir o açúcar comum e foi criado em 1965 pela empresa americana G.D. Searle & Company e comprada posteriormente pela Monsanto. Ele tem maior poder de adoçar e é menos denso. 
Fórmula: C14H18N2O5
Massa molar: 294,3 g/mol
IUPAC: N-(L-α-Aspartyl)-L-phenylalanine, 1-methyl ester
Ponto de fusão: 246 °C
Densidade: 1,35 g/cm³
(Wikipédia)
Segundo a Agência Nacional de Vigilância Sanitária:( http://www.anvisa.gov.br )

O aspartame é seguro?
Sim, existe consenso entre inúmeros comitês internacionais sobre a segurança do aspartame.
O que acontece com o aspartame no nosso organismo?

Ele é metabolizado no trato gastro intestinal liberando dois aminoácidos, o ácido aspártico e a fenilalanina, e metanol.
O ácido aspártico liberado pelo aspartame representa risco à saúde?

Não. Doses de aspartame acima da dose diária recomendada resultam em aumento pequeno de ácido aspártico no sangue, bem abaixo de doses consideradas como prejudiciais à saúde.
Alimentos em geral podem conter ácido aspártico. Por exemplo, um hambúrguer de 100 g pode conter até 40 vezes a quantidade de ácido aspártico presente em uma lata de refrigerante (350 ml) adicionado de aspartame.
A fenilanina liberada pelo aspartame representa risco à saúde?

Não. Após uma dose única de aspartame equivalente a 20 latas de refrigerante com este adoçante, o nível de fenilalanina no sangue permanece dentro da faixa normal , bem abaixo de níveis que possam causar toxicidade. Mesmo para indivíduos com capacidade reduzida de metabolizar a fenilanina (portadores heterozigotos de fenilcetonúria), uma dose semelhante não eleva os níveis plasmáticos de fenilanina a valores que possam ser considerados um risco à saúde.
O metanol liberado pelo aspartame representa risco à saúde?

Não. A quantidade de metanol liberada pelo aspartame é muito pequena e mesmo doses elevadas, equivalentes à ingestão diária recomendada para este adoçante, resulta em uma ingestão de metanol 200 vezes inferior à dose tóxica. A quantidade de metanol proveniente do aspartame contido em uma lata de refrigerante (350 ml) equivale à quantidade liberada pelo mesmo volume de suco de laranja e de maçã, sendo de 4 a 6 vezes inferior àquela presente no suco de tomate e de uva.
Quem não deve consumir o aspartame?

Os portadores de uma deficiência rara, fenilcetonúria, não metaboliza o aminoácido fenilalanina, devendo evitar o consumo de aspartame.
Esses indivíduos também são incapazes de metabolizar a fenilalanina de qualquer alimento, devendo ser submetidos a uma dieta rigorosa.
A legislação brasileira obriga que os alimentos que contém aspartame tragam no rótulo a seguinte advertência em destaque e negrito: CONTÉM FENILALANINA
O aspartame pode ser consumido por grávidas e crianças?

Sim. O metabolismo do aspartame já foi estudado nestes grupos da população, não havendo até o presente evidências científicas de que gestantes e crianças metabolizem o aspartame diferentemente de um adulto normal.
Existe alguma relação entre o consumo de aspartame e esclerose múltipla, Lúpus sistêmico, mal de Alzheimer ou aparecimento de tumor cerebral?

Não. Esclerose múltipla é uma doença causada por muitos fatores, não existindo qualquer associação entre sua ocorrência e o consumo de aspartame.
Também não existem evidências científicas associando o aspartame com Lúpus sistêmico, mal de Alzheimer e ocorrência de tumor cerebral.
O aspartame prejudica o diabético?

Não. Estimativas de ingestão de aspartame por diabéticos indicam um consumo considerado seguro pela Organização Mundial de Saúde (OMS).
Foram realizadas pesquisas para verificar o efeito do aspartame no organismo humano?

Sim. Há inúmeros dados na literatura sobre ensaios clínicos realizados em indivíduos normais, diabéticos e indivíduos com problemas no metabolismo da fenilalanina, não tendo sido evidenciados danos à saúde.
Qual a quantidade de adoçante a base de aspartame que pode ser ingerida diariamente?

A quantidade máxima de aspartame que um adulto com 60 kg pode ingerir diariamente, com segurança, é de 2.400 mg, o que equivale, aproximadamente, ao consumo de 48 envelopes de 1 g de um adoçante dietético com 5% de aspartame, ou a 4 litros de refrigerante adoçado apenas com aspartame.
No caso de uma criança com 30 kg, as quantidades máximas correspondem a 24 envelopes do mesmo adoçante ou a 2 litros de refrigerante.
 

quinta-feira, 9 de maio de 2013

LEITE CONTAMINADO COM FORMOL

ALÔ PESSOAL!!!!!!!!!!
Mas que notícia preocupante! Não se respeita a vida alheia, o pensamento é somente lucro!
Atenção para esse informe do G1- Portal de notícias da Globo:
Centro Estadual de Vigilância em Saúde, da Secretaria da Saúde do Rio Grande  do Sul, divulgou na tarde desta quarta-feira (8) uma nota técnica sobre a possível fraude no leite, investigada pelo Ministério Público na Operação Leite Compensado.
 O texto contém orientações sobre a intoxicação por formaldeído, substância encontrada nos lotes não recomendados para consumo.

Segundo o CEVS, a intoxicação por formaldeído por ocorrer por inalação, ingestão e contato com pele e olhos. O órgão orienta quem apresentar os sintomas a procurar atendimento médico, contatar a Vigilância em Saúde do município onde mora ou ligar para o Disque-Vigilância do CEVS pelo telefone 150, e manter o produto na embalagem original na geladeira. Quem tiver embalagens fechadas dos produtos dos lotes não recomendados para consumo deve guarda-los e comunicar Ministério Público pelo e-mail consumidor@mp.rs.gov.br.
Inalar o produto pode causar dor de cabeça, tosse, falta de ar, vertigem, dificuldade para respirar e edema pulmonar, além de irritação nos olhos, nariz, mucosas e trato respiratório superior. Em altas concentrações, pode provocar  bronquite, pneumonia ou laringite.
Já quem ingerir formaldeído pode ter dor na boca e faringe, dores abdominais com náuseas, vômito e perda de consciência. Ainda pode ocorrer proteinúria (perda de proteína), acidose (diminuição do pH), hematemesis (vômito de sangue), hematúria (sangue na urina), anúria (diminuição na urina), vertigem, coma e morte por parada respiratória.
Contato com o vapor ou com o próprio formaldeído pode deixar a pele esbranquiçada e áspera e causar sensações de anestesia e necrose. Em longos períodos, os sintomas são dermatite e hipersensibilidade, ressecamento e ulcerações. Já o contato com os olhos pode causar conjuntivite.
Lotes não recomendados para o consumo, segundo o MP
Leite Líder - UHT Integral
SIF 4182 - Fabricação: 17/12/12
Lote: TAP 1 MB

Leite Italac - UHT Integral
Goiás Minas - SIF 1369
Fabricação: 30/10/12 - Lote: L05 KM3
Fabricação: 5/11/12 - Lote: L13 KM3
Fabricação: 7/11/12 - Lote: L18 KM3
Fabricação: 8/11/12 - Lote: L22 KM4
Fabricação: 9/11/12 - Lote: L23 KM1

Leite Italac - UHT semidesnatado
Goiás Minas - SIF 1369
Fabricação: 5/11/12 - Lote: L12 KM1

Leite Mu-Mu - UHT Integral
Vonpar - SIF 1792


Fabricação: 18/01/13
Lote: 3 ARC
Leite Latvida - UHT Desnatado
VRS - Latvida - CISPOA 661
Fabricação: 16/2/2013 Validade: 16/6/2013
O MP não divulgou o número do lote

A fraude acontecia no transporte entre o produtor e a indústria. De acordo com a investigação, suspeitos de cinco transportadoras compraram 98 toneladas de ureia, quantidade suficiente para adulterar 100 milhões de litros de leite em um ano.
 As investigações apontam para adição de ureia agrícola com formaldeído, acrescido no leite cru por fazer parte da composição do produto. A adulteração tinha como objetivo aumentar o volume com água e tentar manter os padrões do leite.


FÓRMULA E ASPECTTO DA URÉIA


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