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terça-feira, 24 de junho de 2014

SUPER BONDER - COMPOSIÇÃO

ALÔ PESSOAL!!!!!!!!!!!!
Brasil em clima de Copa do Mundo, meio desligado da vida ....
Mas, estamos aqui para mostrar a vocês os componentes da Super Bonder que serve para fechar partes de uma cirurgia, entre outras coisas.




"Você usa cola para fixar as figurinhas do seu álbum, para consertar a asa da xícara que você acabou de quebrar, para colar etiquetas em cadernos, livros ou para deixar recados no monitor de seu computador. Alguns profissionais usam cola para unir canos e impedir que a água vase pelas junções, para fixar carpetes ou para manter fixas as diferentes partes de um tênis ou sapato. Alguns produtos, como a fita adesiva (durex), o esparadrapo, os curativos adesivos do tipo band-aid, e os selos postais já vêm com cola. Mas, você já parou para pensar como a cola consegue colar?
Para começo de conversa, é bom saber que existem três tipos de cola: as colas baseadas em água (como a cola branca que você usa na escola e a cola que existe no verso do selo postal); as colas baseadas em solventes (como a cola usada pelos sapateiros); e as colas que reagem quimicamente em contato com o ar (como as colas do tipo superbonder). Apesar dessas diferenças, todas elas possuem algo em comum: usam a propriedade adesiva de certos polímeros (naturais ou sintéticos) para manter as coisas unidas. Estes polímeros se ligam uns aos outros e as partes que se deseja unir, colando-as.
Polímeros são moléculas grandes formadas pela ligação de poucos tipos de moléculas menores. O amido de milho, por exemplo, é formado pela ligação de milhares de moléculas menores, chamadas de glicose.
As colas com base em água são formuladas com polímeros, naturais (goma arábica, presente na borda de envelopes e no verso de selos) ou sintéticos (acetato de polivinila, ou PVA, o componente encontrado na cola escolar), dissolvidos em água. Elas devem ser usadas apenas na superfície de materiais porosos (como papel, tecido e madeira), pois não atuam em materiais não porosos (como vidros e plásticos). Na presença da água, os polímeros interagem pouco entre si, e a cola permanece líquida. Entretanto, quando aplicada sobre uma superfície porosa, a cola, além de permanecer entre as duas partes que deve colar, também penetra nos poros existentes na superfície destes materiais. Com o tempo, a água evapora lentamente, e os polímeros começam a interagir entre si e com o material sobre o qual foram aplicados, unindo as duas partes que estavam em contato. As colas com base aquosa são laváveis e perdem sua capacidade de aderência quando expostas à água, pois os polímeros responsáveis pela aderência se dissolvem neste meio.
As colas com base em solvente (como a cola de sapateiro e as colas acrílicas) são formuladas com polímeros sintéticos (acrílico, policarbonato, poliestireno, policloropreno) que não são solúveis em água. Por isso, eles são dissolvidos em um solvente orgânico. Estas colas são capazes de unir superfícies com baixa porosidade, como plásticos, e vidros. Por causa do solvente, estas colas secam rapidamente, mas devem ser usadas apenas por adultos, pois os solventes de sua composição geralmente são tóxicos. Pelo fato de os polímeros que constituem estas colas não serem solúveis em água, elas não descolam quando são molhadas.
As colas “químicas”, do tipo superbonder são formuladas com compostos que reagem quimicamente e formam polímeros em contato com a umidade do ar. Como o cianoacrilato O polímero formado enrijece rapidamente, colando fortemente as partes que se queria unir. Esta cola deve ser manuseada com cuidado, e apenas por adultos, pois além de colar papel, vidro, couro, plástico, cerâmica e metal ela também cola tecidos vivos, como a pele. Esta propriedade faz com que colas químicas formuladas com cianoacrilatos modificados sejam usadas em procedimentos cirúrgicos, substituindo os pontos superficiais para o fechamento da pele de perfurações da córnea.
 AS PAREDES DO RECIPIENTE QUE GUARDA A COLA NÃO SE COLAM :
Porque dentro do recipiente não há umidade, que é justamente o incentivo que o componente da Super Bonder precisa para COLAR!
A base química do produto é o cianoacrilato, resina acrílica que seca instantaneamente. Segundo Victoria Bastian, gerente de marketing da marca, esse componente entra em reação em contato com a umidade, o que faz com que a cola seque e endureça. Quando a Super Bonder está dentro da embalagem, esse contato não existe. Com isso, as moléculas dele permanecem separadas, e a cola continua líquida. “Por isso, aconselhamos a fechar a embalagem de forma apropriada e a não deixá-la aberta por muito tempo”, diz Victoria.
 O problema é quando você fecha e nunca mais consegue abrir de novo porque está tudo grudado –
fonte: http://chc.cienciahoje.uol.com.br

terça-feira, 3 de junho de 2014

BREAKING BAD - A QUÍMICA REINVENTADA EM ALGUNS EPISÓDIOS

ALÔ PESSOAL!!!!!
Estava vendo a série "Breaking Bad" e algumas coisas me deixaram na dúvida.
Pesquisando, achei essas explicações super, que mostram que é possível reproduzir o que o prof. White fez!!!!


1-  Os efeitos nocivos da Ricina
Mr. White mostra pra gente várias formas de matar alguém, uma delas é usando Ricina, uma proteína presente nas sementes da mamona. Em seres humanos, as proteínas desse grupo são capazes de entrar nas células e se ligar a ribossomos, paralisando a síntese de proteínas e causando morte da célula. Uma semente de mamona contém ricina suficiente para levar uma criança à morte. Não existe nenhum teste confiável para confirmar a exposição à ricina. Os sintomas de envenenamento por ricina podem aparecer de 6 a 8 horas após a exposição. Também não existe um tratamento, o envenenamento por ricina é tratado com cuidados médicos de apoio, tais como auxílio para respirar, administração de líquidos por via intravenosa e medicamentos para tratar o inchaço. Sintomas incluem febre, dor de cabeça, dor muscular, tosse seca, vômitos e diarreia.  Fontes: Wikipedia e UOL ciência.






2- Sacos de explosivos
Mr. White chega com um saco que parece conter drogas. Mas não! Ele quase explode gangsters/ajudantes, o Tuco e ele mesmo. O saco continha Fulminato de mercúrio, um sensível explosivo que pode demolir uma casa
Única incoerência seria a aparência dele, na série ele se mostra como cristais grandes. Feito dessa forma seria MUITO instável, seria mais preciso com a realidade se o Walt usasse em alguma textura que lembrasse um pó. Fonte: BBC.


3-- Funcionamento de baterias
Mr. Walt faz uma bateria caseira galvânica usando para o polo negativo (ânodo): metal galvanizado (zinco) coletado com moedas e algumas partes metálicas (parafusos, roscas, etc); e para o polo positivo (cátodo), ele usa grafite e óxido de mercúrio, coletado do freio do veículo. Para eletrólito ele molha uma esponja em hidróxido de potássio. Tá certinho, mas talvez a energia gerada não seja suficiente pra fazer o carro pegar. Mais sobre a bateria que o Mr. Walt fez :



4- Como derreter fechaduras
A reação de thermite que o Mr. Walt mostra dá pra fazer, você mistura um óxido de metal, por exemplo o óxido de ferro com um pó de metal reativo, por exemplo, o de alumínio e forma-se o óxido de alumínio e o ferro. Essa reação é super quente e pode derreter uma fechadura (fonte: BBC). Usando em uma grande quantidade dá pra derreter um carro. A reação de thermite é três vezes mais quente que lava
.
E aí, gostaram?
XQUIMICA agrade ao Uol e garotas geeks, pela pesquisa e vídeos!

quarta-feira, 28 de maio de 2014

QUÍMICA AMBIENTAL

ALÔ PESSOAL!!!!!
Em tempos de quase ENEM, um dos assuntos que mais "caem" desde a primeira edição é a Química Ambiental.
Pense bem: no início da humanidade não havia influências como poluição, desmatamento, áreas de preservação, lixo, radioatividade... e tantos outros assuntos que forma crescendo de acordo com a evolução do ser humano e sua invasão pelo mundo afora.
Claro que a medicina evoluiu e deu condições para que o homem tivesse uma duração de vida maior e com maior qualidade.
Doenças foram erradicadas, outras surgiram. A geografia mundial mudou, lugares foram devastados, o meio ambiente está poluído e o lixo se espalha de maneira assustadora. Novos itens são criados, novas embalagens, novas técnicas de agricultura e pecuária, que geram mais e mais resíduos que ficam por conta da natureza.
Só que não há mais lugar para estocar tanta coisa.
Nós mesmos nos entupimos de descartáveis que vão desde a roupa da moda , passa pelo carro e segue em frente.
E para tentar mudar, arrumar,desembaralhar tudo isso?
A Química não trabalha sozinha.
Ela precisa se unir à Biologia, Geografia, Geologia, Física, Matemática, para tentar estabelecer novos parâmetros que possibilitem uma sobrevida para a Terra, planeta que vivemos.
Tratar do aquecimento global, da poluição, do descarte de resíduos de toda natureza, da fome, doença e pobreza, dos recursos naturais que não são renováveis é responsabilidade da Química Ambiental.
Portanto, se você quiser seguir essa carreira, saiba que tem um enorme desafio pela frente: não menos interessante, mas muito trabalhoso e talvez, recompensador.
ILHAS DE LIXO NO PACÍFICO

MONTANHAS DE PLÁSTICOS
COMIDA NO LIXO


Sugestões não faltam: por onde começar???

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