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sexta-feira, 1 de junho de 2018

COMO TRANSFORMAR MORTOS CREMADOS- HUMANOS OU ANIMAIS- EM DIAMANTES

ALÔ PESSOAL!
Esse é um assunto que tenho discutido em sala e sempre todos ficam surpresos com a possibilidade de ter um parente ou animal de estimação convertido em um belo diamante azul.
Mas é verdade mesmo?
Sim, é!
Aqui está a reportagem que mostra como isso pode ser feito e onde!
Por , em 12.08.2017



A cremação tem se tornado uma opção cada vez mais popular na hora do luto. Mas ao invés de armazenar as cinzas de um ente querido em uma urna ou jogá-las em algum lugar simbólico, um número crescente de pessoas está fazendo algo um pouco mais ousado: transformar as cinzas em um diamante.
Isso é possível porque o carbono é o segundo elemento atômico mais abundante no corpo humano, e os diamantes são feitos de carbono cristalizado. Os pesquisadores também melhoraram maneiras de cultivar diamantes em laboratório nos últimos anos.
Pelo menos cinco empresas oferecem o serviço.
 A Algordanza, na Suíça, é uma das líderes da indústria – seus serviços estão disponíveis em 33 países e a empresa disse ao portal Business Insider que vendeu cerca de 1.000 gemas corporais em 2016. A Algordanza também afirma ser a única empresa desse tipo que opera seu próprio laboratório de criação de diamantes a partir de cinzas – na verdade ela é uma entre duas no mundo – a outra fica na Rússia.
“Isso permite que alguém mantenha seu ente querido para sempre”, diz Christina Martoia, porta-voz da Algordanza US. “Estamos trazendo alegria de algo que é, para muitas pessoas, muito dolorido”.
Veja como a empresa usa calor e pressão extremos para transformar pessoas mortas – e às vezes animais – em gemas brilhantes de todos os tamanhos, cortes e cores.
Fazer um diamante a partir de uma pessoa morta começa com a cremação. O processo normalmente deixa para trás cerca de 2 a 4,5 quilos de cinzas, a maioria das quais é carbono. Os estilos de cremação diferem de cultura para a cultura. Alguns usam temperaturas mais altas por mais tempo, o que permite que mais carbono escape no ar como dióxido de carbono (o que pode significar que mais cinzas são necessárias para formar um diamante). Martoia diz que a Algordanza exige um mínimo de 450g de cinzas. “Esse é o número mágico, onde nossos engenheiros podem garantir que haverá carbono suficiente para fazer um diamante”, explica. Quando a empresa recebe cinzas de um cliente, um técnico coloca uma amostra em um forno especial para ver se há carbono suficiente para criar um diamante. Se não houver o suficiente, a quantidade de carbono em um maço de cabelo pode compensar a diferença.
Uma vez que haja carbono suficiente, o elemento é extraído e purificado de contaminantes, como sais. “Usamos um produto químico ácido para eliminar as impurezas”, diz Martoia. Isso leva a pureza do carbono das cinzas processadas para cerca de 99% ou mais. O outro 1% contém impurezas como o boro – um elemento e micronutriente que ajuda os seres humanos (e outros animais) a desenvolver ossos, curar feridas e regular o sistema imunológico.
O boro é a impureza que colora os raros diamantes azuis encontrados na natureza – e é por isso que muitos “diamantes memoriais” também são azuis. “Os diamantes podem variar de azul claro a muito azuis”, diz Martoia. “Quanto mais boro, mais profundo é o azul”. Ela acrescenta que é impossível prever a cor exata que um diamante memorial assumirá.
“Mas uma coisa interessante a notar é que nossos técnicos estão achando uma correlação em pessoas que passaram por quimioterapia. Seus diamantes tendem a sair muito mais leves”, conta Martoia. Isso pode ser porque a quimioterapia retira o boro e outros micronutrientes importantes do corpo.

Para purificar ainda mais o carbono para 99,9% ou mais, os técnicos o embalam em uma célula que contém ferro e cobalto – aditivos que ajudam a remover contaminantes. A célula também contém um minúsculo diamante para ajudar o carbono a se cristalizar em uma forma áspera, já que o carbono cristaliza melhor quando ele toca um diamante existente. O diamante fornece um “modelo” para que o carbono funcione, o que significa que o novo diamante que eventualmente se formará exigirá menos corte e polimento.
O passo de purificação final converte o carbono em folhas escorregadias de grafite – o mesmo tipo de carbono nos lápis. As folhas planas microscópicas de carbono do grafite são um material de iniciação ideal para sintetizar diamantes. Os diamantes naturais se formam a partir do carbono que fica preso em tubos de lava a cerca de uma milha de profundidade na crosta terrestre.
Para emular esse ambiente, a Algordanza insere a célula (agora empacotada com grafite) em um prato e desliza-a para uma máquina de alta pressão.Essa máquina pode aquecer uma célula de crescimento a cerca de 1.400 graus Celsius. Ele também espreme a célula sob 870.000 libras por polegada quadrada de pressão. Isso é como a massa inteira da Estação Espacial Internacional se deslocando em cima de um relógio de pulso – além de aquecê-lo até uma temperatura superior à da lava. Dependendo de quão grande um cliente quer que seu diamante seja, pode levar de seis a oito semanas em uma máquina HPHT para o grafite cristalizar em uma gema. “Quanto maior o diamante, mais tempo leva para crescer”, diz Martoia. Quando o tempo passa, os técnicos removem o grafite e o abrem. Dentro está um diamante áspero, não cortado e não polido.
Alguns clientes pegam a gema áspera mesmo, mas muitos optam por ter seus diamantes memoriais cortados, facetados e polidos por um joalheiro na Suíça.
Os preços da Algordanza começam em 3.000 dólares por um diamante de 0,3 quilates. Martoia diz que a ordem média é de 0,4 a 0,5 quilates, embora os clientes dos EUA geralmente solicitem diamantes maiores, de 0,8 quilates.
Mas a Algordanza pode torná-los muito maiores: a empresa recentemente recebeu um pedido de 48.000 dólares para diamantes de 2 quilates. Após 10 meses de crescimento, a gema resultante na verdade acabou tendo 1,76 quilates – mas ainda é o maior diamante memorial já feito pela empresa.
Pedidos de diamantes feitos de cinzas humanas não são o único tipo que a Algordanza recebe. “Primeiro, tivemos as cinzas de um Shepard alemão e agora temos cinzas de um gato”, conta Martoia.

segunda-feira, 14 de maio de 2018

CURIOSITY- 4 GRANDES REVELAÇÕES SOBRE MARTE

ALÔ PESSOAL!
Vamos publicar uma reportagem que saiu no site Nova Escola :( https://novaescola.org.br/conteudo/426/as-quatro-principais-descobertas-do-curiosity-sobre-marte)
Além de interessante deixa margem para muita especulação!




Por: Aurélio Amaral
Em operação desde 2012, o Curiosity é uma sonda ou veículo robotizado desenvolvido pela Agência Espacial Norte-Americana (Nasa) para obter dados para uma futura missão tripulada a Marte. Para tanto, ele investiga as condições de habitabilidade, como composição do ar, temperatura, ventos, tipo de solo etc., e informa sobre a possibilidade de existência de vida no planeta vermelho.
A reportagem Curiosity Encontra Nitrogênio Essencial à Vida em Marte (VEJA Edição Digital, 25 de março de 2015) relata a descoberta recente de nitrogênio na superfície marciana. Enio Frota da Silveira, professor do Departamento de Física da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio), lembra que o robô já havia encontrado água, moléculas orgânicas (como o metano) e nitratos - elementos úteis para os seres vivos. Entretanto, não foram registrados indícios de vida, presente ou passada. "É importante destacar, na discussão com os alunos que, apesar dos avanços no que sabemos sobre o planeta vermelho, até o momento estamos sós no Sistema Solar. Só a Terra oferece as condições para a existência e é bom que cuidemos de não perdê-las", afirma.
Conheça abaixo quatro descobertas recentes e aproveite para abordar a importância de missões como essa.
 

1- Cristais de água sugerem condições favoráveis à vida

Análises das rochas da cratera Gale apontaram para a existência de cristais de água misturados aos minerais. Segundo relatório da School of Science at Rensselaer Polytechnic Institute, dos Estados Unidos, cerca de 2% da superfície do planeta seria formada por água - o que reforça a hipótese de que, no passado, houvesse o líquido em maior abundância. A descoberta é importante, pois a vida, tal qual a conhecemos e podemos imaginar, necessita desse elemento. Seja um humano, um vegetal ou uma bactéria, todos precisam de água para suas funções biológicas.

Concepção artística do lago que preenchia a cratera Gale | Crédito: Divulgação/Nasa

 

2- Há nitrogênio, um elemento essencial à alimentação

Em análise de amostras do solo dos sítios Cumberland e John Klein (onde o Curiosity posou para a selfie acima), foram encontrados nitratos, que são fontes de nitrogênio - componente do DNA e, assim, um dos elementos necessários na alimentação dos seres vivos. E embora seja abundante em atmosferas de alguns planetas e satélites, o gás N2 é extremamente estável e não se presta à alimentação. Para tal, ele tem de ser buscado na forma de outros compostos, como os nitratos. Por isso, a descoberta na superfície de Marte é uma boa noticia para uma possível agricultura naquele planeta.

Curiosity posa para selfie no sítio John Klein | Crédito: Divulgação/Nasa

 

3- O planeta abriga moléculas orgânicas

Moléculas orgânicas mais complexas podem se degradar e se transformar em metano, que é mais simples. Por isso, fontes de metano são boas pistas da existência de vida no presente ou no passado. No entanto, a substância encontrada pelo Curiosity no Monte Sharp (na foto acima) não vem necessariamente de biomoléculas. O metano também pode ser obtido por outros meios, como a partir da reação química entre dióxido de carbono e água (CO2 + H2O).

Foto do Monte Sharp | Crédito: Divulgação/Nasa

 

4- A radiação na superfície é alta

A exposição à radiação, medida em Sieverts (Sv), aumenta o risco de câncer. Por meio de seu detector de avaliação de radiação (RAD, na sigla em inglês), o Curiosity captou uma média de 1,8 miliSv por dia em sua viagem a Marte. Isso corresponde a quase metade da radiação da Terra ao longo de um ano inteiro, que é de 4 miliSv. Ou seja, uma expedição humana a Marte seria pouco viável atualmente. Para isso, a Nasa teria de melhorar a eficácia de seus escudos antirradiação. Foto à direita, Detector de radiação do Curiosity | (Crédito: Divulgação/Nasa)
 
Consultoria: Enio Frota da Silveira, professor do Departamento de Física da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio) e do Departamento Educativo da Nasa.

segunda-feira, 28 de agosto de 2017

FOGO AZUL

ALÔ PESSOAL!!!




Estamos em épocas de descobertas, portanto, esse vídeo do novo fogo azul é uma delas!




O novo fogo foi descoberto por cientistas da Universidade de Maryland, que conseguiram produzi-lo queimando oxigênio puro.
Ele é 100% azul, o que indica altíssima eficiência (mesmo a chama do fogão doméstico, uma das mais eficientes que existem, tem um pouco de amarelo – um sintoma de combustão incompleta). “Os tornados azuis evoluem de vórtices com o tradicional fogo amarelo. A cor amarela, alias se dá pela irradiação de partículas de fuligem, que se formam quando não há oxigênio o suficiente para queimar o combustível por inteiro”, afirma Elaine Oran, co-autora do estudo






 



Os pesquisadores conseguiram manter o fogo por oito minutos, mas pretendem estender esse tempo. A ideia é usá-lo em caldeiras supereficientes, capazes de gerar calor emitindo menos CO2 do que as chamas tradicionais!
fonte: SUPERINTERESSANTE

quarta-feira, 16 de agosto de 2017

CANETA ESFEROGRÁFICA: O QUE É ESSA TINTA?

ALÔ PESSOAL!
Duvido que você já não tenha estourado uma canetinha  Bic ou do tipo!
Tinta mais difícil de sair!
E o que tem nessa tinta tão melequenta?


 COMPOSIÇÃO DA TINTA ESFEROGRÁFICA:


 imagem: Wikipédia


Você provavelmente não tem ideia de onde vem a tinta das suas canetas, muito menos se é um processo de fabricação simples ou complexo. Josh Velson, consultor de engenharia química para bio e petroquímica, tem a resposta.


A tinta de canetas esferográficas pretas é feita a partir do negro de fumo (ou negro de carbono): trata-se da fuligem criada ao se queimar certas substâncias químicas. Normalmente, a fuligem é algo indesejável; mas aqui, há processos industriais feitos para criá-la e usá-la.
As partículas do negro de fumo servem como pigmento. É preciso separar essas partículas usando um polímero; e para fazê-las fluir pela caneta, aplica-se um solvente.
E para as cores além do preto? Em canetas vermelhas, utiliza-se a eosina. Nas canetas azuis, é comum usar pigmentos como trifenilmetano ou azul-ftalo (que possui cobre em sua composição).
Para fazer outras tintas, o processo é semelhante: por exemplo, ao criar tinta preta de impressora, também se usa o negro de fumo, polímero e solvente. Mas neste caso, as partículas são otimizadas para atravessarem os poros finos do cartucho, em vez de uma esfera na caneta esferográfica.
E de onde vêm os componentes da tinta?
  • negro de fumo: geralmente vem do carvão ou derivados de petróleo (como o acetileno);
  • polímeros: há diversos tipos, que ou vêm do petróleo, ou são derivados de óleo de pinho ou breu;
  • solventes: geralmente são petroquímicos (derivados do petróleo), e evaporam rapidamente da tinta.
Existem empresas especializadas que se dedicam inteiramente ao negro de fumo. Mais tarde eu descobri que, na indústria, há muitos tipos de negro de fumo, embora só alguns sejam adequados para tinta.
É preciso muito mais engenharia para criar os polímeros da tinta, pois eles geralmente determinam o fluxo, o tamanho das partículas, e (nas tintas coloridas) algumas das propriedades ópticas, tais como o brilho. Por sua vez, essas propriedades impactam a separação de cores e nitidez das tintas.
Tintas de impressão, por exemplo, variam de acordo com o tipo de aplicação. A tinta de jornal é diferente da usada em impressoras a jato de tinta, a laser, em canetas esferográficas, canetas de gel e canetas-tinteiro. O nanquim é totalmente distinto, composto de negro de fumo, água e goma-laca; hoje em dia, ele é usado principalmente para fazer quadrinhos.
O processo usado para fazer cada uma dessas tintas é bastante similar. A maioria das fábricas que formulam as tintas também as inserem em cartuchos, tubos e outros recipientes – eu acho que isto é muito mais mecânica e tecnicamente complexo do que fazer a tinta em si. O segredo das tintas, na verdade, está na pesquisa e desenvolvimento.


imagem: http://segredosdomundo.r7.com
Texto do http://gizmodo.uol.com.br

terça-feira, 11 de julho de 2017

AREIA MOVEDIÇA - EXISTE REALMENTE?

ALÔ PESSOAL!!
Espero que estejam todos em férias e aproveitem muito, pois segundo semestre vem bombando!
Certamente você já assistiu a algum filme onde o mocinho ( ou bandido ) caem na areia movediça e :  ou se salvam- com ajuda de alguém- ou morrem!
Será que isso é verdadeiro?
Primeiro: areia movediça existe?
SIM!
 Areia movediça pode se formar em qualquer local que possua pelo menos dois “ingredientes” básicos: um solo arenoso, composto por partículas finas e soltas, e uma fonte de água capaz de supersaturar a área. Dessa forma, ao invadir o terreno, a água acaba agitando as partículas de areia e ocupando os espaços existentes entre elas, fazendo com que a mistura se comporte como um fluido não newtoniano( substancia que pode ser líquida e sólida ao mesmo tempo) , ou seja, que pode ter sua viscosidade alterada de acordo com a pressão exercida sobre ele.
Normalmente, esse tipo de fenômeno acontece em áreas que possuem nascentes ou, então, em solos próximos a margens de rios, pântanos ou praias, quando em maré baixa. Mas também podem surgir repentinamente, durante um terremoto, caso os tremores façam com que águas subterrâneas, como os lençóis freáticos, emerjam para o solo logo acima. Nesse caso, edifícios podem vir ao chão com a liquefação do terreno sobre o qual foram construídos.
A aparência da areia movediça é bastante sólida, mas basta uma pequena pressão para perceber que ela não é capaz de sustentar qualquer peso. Se uma pessoa caminhar, por engano, sobre uma região dessas, começará logo a afundar, correndo o risco de ficar preso por um longo período de tempo.


A areia movediça possui densidade de 2 gramas por milímetro cúbico, enquanto a densidade humana equivale à metade disso. Assim, é provável que uma pessoa afunde até a cintura ou pouco acima disso, mas nunca por completo.
Entretanto, isso não significa que o risco de morte seja inexistente. Afundar em areia movediça é como ficar preso em um tanque de concreto fresco, ou seja, não é fácil sair de lá. Dependendo do caso, pode ser que a pessoa acabe ficando atolada em uma área remota, sem a possibilidade de pedir ajuda. Com isso, a vítima fica exposta aos perigos da desidratação, excesso de radiação solar e hipotermia, podendo morrer por uma dessas causas.
Além disso, a possibilidade de alguém morrer afogado na areia movediça não está totalmente descartada. Além da situação completamente patética de alguém cair de cabeça em uma região dessas, há chances de a vítima estar presa próxima ao mar e não conseguir escapar da maré alta.



E como sair da areia movediça? No vídeo abaixo:






fontes: www.tecmundo.com.br
NatGeo

segunda-feira, 4 de julho de 2016

BUBBLE GUM OU CHICLETES - COMO SE FAZ ??

ALÔ PESSOAL!
Que tal dar uma olhada nesse vídeo e saber como se faz o chiclete que você insiste em mascar na aula?
Vamos lá:


















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