quarta-feira, 5 de junho de 2013

AUTOPRESERVAÇÃO QUÍMICA- ANTIOXIDANTES

OLÁ PESSOAL!
Muitas pessoas se preocupam com os tais radicais livres, oxidantes, e o mal que causam no nosso organismo.
Podemos fazer alguma coisa ?
Primeiro saber o "que" para depois o " como"!
Gingko biloba
Em praticamente qualquer farmácia, supermercado ou loja de suplementos podemos encontrar frascos de antioxidantes, como óleos de peixes, folhas de Gingko biloba ou de trigo.
Esses suplementos alimentares são usados para ajudar a controlar a população de radicais livres do corpo humano e reduzir a velocidade de envelhecimento precoce e aparecimento de doenças degenerativas como ataque cardíaco e câncer.
os radicais ocorrem naturalmente no corpo, em parte como subproduto do metabolismo. Eles tem funções importantes mas podem causar problemas se não forme eliminados quando não são mais necessários.
Eles contém, com frequência,átomos de oxigênio e oxidam as moléculas de lipideos que formam a membrana celular e outros tecidos vitais. Essas oxidações mudam a estrutura das moléculas de lipideos e afetam a s funções das membranas que quando alteradas não protegem adequadamente a célula contra as doenças.Existem evidencias que o processo de envelhecimento é acelerado pelos radicais.
Quando os ácidos nucleicos DNA e RNA são atacados pelos radicais, eles não podem se replicar corretamente, e isso produz alterações que podem levara a células defeituosas e com menor capacidade de autoproteção contra o câncer, por exemplo.
O organismo mantém uma rede de antioxidantes, vitaminas A,E,C, e um grupo de compostos relacionados, chamados de coenzima Q. 


 Os antioxidantes são moléculas que são facilmente oxidadas e reagem com os radicais antes que eles possam agir no organismo.
Muitos alimentos como vegetais verdes, suco de laranja e chocolate contém antioxidantes e o mesmo ocorre com o café e o chá.
Condições ambientais agressivas como luz ultravioleta, ozônio no ar, má nutrição, fumaça de cigarros, podem causar estresse oxidativo, um condição em que a concentração  dos radicais fica tão alta que os antioxidantes naturais do organismo não podem mais proteger.
Ervas medicinais que contém certos produtos fotoquímicos, derivados de plantas e óleos de peixes estão sendo cotados para ajudar a complementar a dieta e aumentar a proteção contra os radicais livres.
fonte:Princípios da Química- P.Atkins e L. Jones



segunda-feira, 3 de junho de 2013

INFORMAÇÕES LEITOSAS!

ALÔ PESSOAL!
Estava dando uma olhada na SUPER ( arquivo) e vi essa matéria sobre o leite!
Bem interessante!
"Cola aí"!
reportagem de Yuri Vasconcelos:
O leite materno é o primeiro alimento que uma pessoa experimenta na vida. Há alguns milênios, o homem descobriu que não precisaria parar de tomá-lo quando deixasse de ser um bebê – para obter leite, era só roubá-lo de outros animais, como a vaca e a cabra. Descobriu também um universo de possibilidades culinárias decorrentes das propriedades do leite, como a fabricação de queijos e iogurtes
Por que existem leites A, B, C?
O leite de vaca é uma solução aquosa de proteínas, gordura, açúcar e sais minerais. A quantidade desses componentes varia de acordo com diversos fatores, mas a classificação “alfabética” – A, B e C –, determinada pelo Ministério da Agricultura, diz respeito somente ao grau de higiene da ordenha. Para ser classificado como do tipo A, exige-se que o leite cru contenha, no máximo, 10.000 bactérias por mililitro; para o leite B, até 500.000 bactérias; para o leite C, não há limite definido. Mas isso não significa que o leite vendido no supermercado pode ter uma infestação bacteriana que tende ao infinito. Para ser vendido, todo leite precisa ser pasteurizado: é aquecido a temperaturas entre 72ºC a 75ºC por 12 a 15 segundos, para que o número de microorganismos patogênicos seja sensivelmente reduzido. A classificação considera também outros fatores: o leite do tipo A, por exemplo, deve ser de origem conhecida.
É o chamado leite de granja, em que a ordenha, a pasteurização e o envasamento acontecem na fazenda. O leite B é uma mistura de leites de diferentes rebanhos leiteiros. Ambos são obtidos por ordenha mecânica e possuem gordura integral (entre 3,5% e 4%), destinando-se ao consumidor final e não à indústria. Já o leite C tem menores exigências de produção, sua gordura é padronizada em 3% e ele é usado pela indústria na fabricação de derivados, como manteiga e queijo.
Os leites são classificados de acordo com o grau de assepsia na hora da ordenha



Por que o leite derrama quando é fervido?
É simples. Quando o leite é aquecido e sua temperatura chega próxima dos 100ºC, a água presente no leite se transforma em vapor. O fenômeno ocorre inicialmente no fundo da panela, onde a temperatura é maior. As bolhas de ar sobem para a superfície da panela, mas quando chegam lá encontram uma barreira física formada pela camada de gordura e proteínas, que dão origem a uma espécie de película. Sem outra alternativa, as bolhas de vapor de água empurram para cima essa camada superficial derramando-a em forma de espuma. O mesmo fenômeno não ocorre com a água porque as bolhas de vapor não encontram nenhuma resistência na superfície. Quando atingem esse ponto, elas, naturalmente, arrebentam e escapam para a atmosfera. Para evitar que o leite derrame – se você quiser, por exemplo, cozinhá-lo a ponto de ele virar doce de leite – a única solução é mexer constantemente com uma colher para impedir a consolidação da película.
Gorduras e proteínas são culpadas por essa lambança
O que é leite integral, homogeneizado, em pó, condensado e evaporado?
O leite integral tem o teor de gordura original produzido pela vaca, como os leites A e B. Quanto à gordura, os leites podem ser classificados ainda de semidesnatados e desnatados. O leite homogeneizado passa por processos mecânicos que evitam o surgimento da nata. “Esse leite é mais fácil de ser digerido, embora o leigo, ao não enxergar a nata, possa pensar que se trata de leite adulterado”, diz o veterinário Wladimir Padilha da Silva, da Universidade Federal de Pelotas (UFPel), do Rio Grande do Sul. O leite em pó nada mais é que o leite desidratado, do qual se retirou toda a água por meio de aquecimento. O processo dura poucos segundos, evitando o cozimento do leite, o que alteraria suas propriedades. No leite condensado é retirada parte da água, acrescentando-se açúcar para prevenir ou retardar alterações. O leite evaporado, por fim, é parcialmente desidratado, acondicionado em embalagens hermeticamente fechadas e esterilizado – por essa razão, não precisa ser armazenado sob refrigeração. E
Como o leite se transforma em queijo?
O queijo é produzido a partir da coagulação do leite. Ela acontece graças ao coalho, uma enzima obtida no estômago do bezerro, também chamada de renina ou quimiosina. Quando o coalho é adicionado ao leite, ele age sobre a caseína, uma proteína que corresponde a 80% do total das proteínas do leite. No leite in natura, a caseína se mantém em suspensão no líquido. O coalho faz ela perder a solubilidade. “Assim, elas se associam entre si, coagulando o leite”, diz Ernani Porto, responsável pelo setor de laticínios da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq), da USP, em Piracicaba. Nesse momento, o leite fica firme, com a consistência de um pudim, retendo o soro no seu interior. O passo seguinte é separar a massa do soro, o que é feito por um processo simples de drenagem, e a colocação desta em fôrmas para dar o formato final do queijo. A última etapa consiste na maturação, quando o queijo desenvolve sabor e aroma.
O mesmo leite pode fazer uma infinidade de tipos de queijo
É seguro comer o bolor azul?
Determinados tipos de queijo sofrem um processo denominado maturação, que pode ser desencadeado por bactérias e/ou por fungos. Esses microorganismos têm enzimas que degradam componentes do queijo, liberando ácidos graxos, que possuem um odor acentuado. Como eles são voláteis, nós detectamos sua presença pelo olfato. A “quebra” (hidrólise) desses compostos deixa o queijo mais macio e mais saboroso. “Em alguns tipos de queijo, como roquefort, gorgonzola e camembert, a maturação é feita por bolores (fungos), que podem ser consumidos sem problema algum, pois são culturas microbianas selecionadas a partir de pesquisas que comprovam sua completa inocuidade”, diz o médico-veterinário Celso Medina Fagundes, do Departamento de Ciência e Tecnologia Agroindustrial da Universidade Federal de Pelotas (UFPel), do Rio Grande do Sul. “Mas quando o queijo mofa naturalmente, na geladeira, por exemplo, não sabemos qual é o tipo de microorganismo que está presente e, por isso, seu consumo não é indicado”, afirma.
O bolor do gorgonzola é seguro (e gostoso), mas o daquele queijo esquecido na geladeira pode ser um risco à sua saúde
Por que alguns queijos derretem bem e outros não?
Quando aquecidos, praticamente todos os queijos derretem, como vemos ao preparar a fondue, prato típico suíço que consiste de uma mistura de queijos derretidos. No entanto, são os queijos de massa filada, como a mussarela, que derretem melhor, dando aquela consistência elástica da cobertura de uma pizza quente. Isso acontece porque esses queijos, após sua fabricação, são colocados em água quente, entre 70ºC e 80ºC, para amolecer. Sua massa, então, é esticada e espichada, formando fios como um chiclete. Depois, o queijo é enformado e resfriado, mantendo a estrutura de fios na sua massa. Quando aquecidos, eles amolecem sem se desmanchar porque mantêm a sua estrutura de fios. Isso não ocorre com queijos como o minas e o parmesão, que não passam pelo processo de puxa-e-estica.
Como é possível fazer vários litros de iogurte a partir de um potinho?
O iogurte é produzido a partir da ação de dois tipos de lactobacilos (bactérias) que se multiplicam no leite quando ele é incubado na temperatura entre 42ºC e 45ºC. Nesse processo, elas utilizam o açúcar do leite para produzir ácido láctico. Quando o leite atinge o pH 4,5 (ácido), ele coagula, ficando firme. Nesse ponto, o iogurte contém cerca de 1 milhão de bactérias/ml. Essas bactérias permanecem vivas no iogurte, mas ficam “adormecidas” sob refrigeração. Assim, quando despejamos um potinho de 200 ml de iogurte no leite, começamos uma nova cultura bacteriana. Basta manter esse leite aquecido que as bactérias reiniciam seu crescimento e o processo de fermentação, fazendo um novo iogurte.”
O iogurte que você come é lotado de criaturas vivas!
 Gostaram?
É ou não uma experiência láctea????
 

COBALTO- MAIS UM ELEMENTO DA FAMÍLIA 8B

ALÔ PESSOAL!!!!
TUDO BEM?
Mais uma vez vamos insistir na família 8B, pois há muitos elementos interessantes como o cobalto.
Primeiro tem uma  cor azulada muito linda e muitas aplicações.
Vamos lá:
O cobalto é um elemento metálico relativamente raro, mas que ocorre na natureza associado a outros minérios, como prata, chumbo e cobre. A principal utilização é na produção de ligas metálicas. Vários sais de cobalto, como acetato de cobalto II ou III, naftenato e octanato, são usados como pigmentos na indústria de vidro e de cerâmica e como agente secante de tintas e vernizes. Os óxidos são utilizados como catalisadores nas indústrias química e de óleos (Figura 1). O nome do elemento é proveniente do alemão kobalt ou kobold, que significa espírito maligno ou demônio das minas, chamado assim pelos mineiros devido a sua toxicidade, e os problemas que ocasionava eram semelhantes aos do níquel, contaminando e degradando os elementos que se desejava extrair. Uma importante utilização do metal é na forma Cobalto-60, que é aplicado para tratamentos médicos e no método de irradiação de alimentos. Essa última utilização tem revelada importância diferencial para os produtores de frutas e hortaliças. A irradiação tem como objetivo destruir os organismos que causam a deterioração e envenenamento do alimento. Além disso, o cobalto em pequena quantidade é um elemento químico essencial para numerosos organismos, incluindo os humanos, além de ser um componente central da vitamina B12.


O cobalto é encontrado naturalmente em rochas, solos, águas, plantas e animais em quantidades-traço. As fontes naturais de emissão do composto para a atmosfera são vulcões e incêndios florestais. As fontes antropogênicas incluem queima de combustíveis fósseis, uso de biossólidos e fertilizantes fosfatados, mineração e fundição de minérios contendo cobalto e processos industriais que utilizam compostos de cobalto.
O cobalto liberado para a atmosfera é depositado no solo e água superficial por deposição seca e úmida. No solo, o metal geralmente apresenta baixa mobilidade e forte adsorção, porém a adsorção aumenta em solos ácidos. A precipitação mineral e a adsorção são dois processos que limitam as concentrações do metal na água.
2. Exposição humana e efeitos à saúde
As vitaminas do complexo B são as maiores responsáveis pela manutenção da saúde emocional e mental do ser humano e o cobalto faz parte da composição química da vitamina B12 .
No organismo o cobalto tem como principal função prevenir a anemia, por meio da produção de células. Outra função importante é que o cobalto regula o sistema nervoso parassimpático. Observa-se deficiência do cobalto em doenças como anemias, ansiedades, diarreias, fadigas físicas e mentais, nas hipertensões arteriais, nas palpitações e tremores de extremidades. O que pode inibir sua presença no organismo humano são as deficiências de vitamina B-6 e ferro. Deste modo, recomenda-se a ingestão de vegetais, em especial a lentilha, produtos à base de soja e seus derivados, pêras, cerejas, leites, laticínios, amendoim, ervilha, manteiga, sardinha, salmão, entre outros .
Pessoas que mantêm uma dieta vegetariana possuem níveis de cobalto inferiores aos de uma pessoa que tem o hábito de comer carne o que pode levar à anemia e aos outros efeitos já mencionados.
A quantidade insuficiente de ácido clorídrico no estômago, dificulta a digestão e a assimilação do cobalto que está sendo ingerido. A insuficiência do pâncreas, responsável pela produção de várias enzimas digestivas também acarreta redução nos níveis de cobalto.
Outro exemplo são os diabéticos, que, além do baixo teor de cobalto no organismo, também possuem deficiência de vitamina B-12. No período menstrual, mulheres que têm náuseas, enxaquecas e cólicas fortes podem apresentar baixos níveis desse mineral.
O baixo teor de cobalto no organismo é responsável pelos seguintes sintomas: fadiga crônica, falta de resistência a pequenos esforços ou resfriados, alergia e coriza, perda de sensibilidade física e emocional, estado de depressão e anemia.
fonte: http://www.cienciasparalelas.com.br

QUEM DIRIA QUE O COBALTO TINHA TANTAS APLICAÇÕES????
E o azul de cobalto? O que é????
Próximo post!

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