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terça-feira, 22 de outubro de 2019

POLUIÇÃO ATMOSFÉRICA

OI GALERA!!
VAMOS DE POLUIÇÃO ATMOSFÉRICA!
DEFINIÇÃO :
Poluição do ar ocorre quando se coloca qualquer substância que, dependendo da sua concentração- ou quantidade- possa se tornar nociva à saúde e ao meio ambiente. Conhecida também como poluição atmosférica, refere-se à contaminação do ar por gases, líquidos e partículas sólidas em suspensão, material biológico e até mesmo energia.
Essa forma de poluição se dá com o acúmulo das substâncias chamadas de poluentes atmosféricos que são gases ou partículas provenientes de fontes naturais (vulcões e neblinas) ou fontes artificiais produzidas pelas atividades humanas. De acordo com um estudo da Organização Mundial de Saúde (OMS) de 2014, a poluição do ar causou a morte de mais de 7 milhões de pessoas no mundo em 2012.

A poluição do ar

poluição do ar já estava presente na Roma Antiga, quando as pessoas queimavam madeira, por exemplo. Porém, a Revolução Industrial ampliou de forma acelerada o impacto humano sobre a qualidade do ar, já que a intensidade da combustão de carvão aumentou de modo alucinante no século XIX, principalmente na Grã-Bretanha. A queima de carvão mineral despejava toneladas de gases poluentes, causando danos à população, que sofria de doenças respiratórias, responsáveis por milhares de mortes na época.
DEFINIÇÃO DE CARVÃO MINERAL:
Carvão mineral é um material rochoso, fóssil, encontrado em jazidas localizadas no subsolo e que pode ser extraído por meio do processo de mineração. Tem em sua composição o carbono, o oxigênio, o hidrogênio, o enxofre e cinzas.
TIPOS DE POLUENTES ATMOSFÉRICOS:
-MONÓXIDO DE CARBONO :
Um gás incolor, inodoro e tóxico. Produzido principalmente pela queima não completa de combustível. Ele causa interferência no transporte do oxigênio no nosso corpo, podendo causar asfixia. 
-DIÓXIDO DE CARBONO:
É uma substância fundamental para os seres vivos. Os vegetais utilizam o dióxido de carbono para realizar sua fotossíntese, processo no qual eles usam a energia solar e o CO2 para produzir energia. O gás é produzido no processo de respiração celular, mas possui outras fontes, que são causa de boa parte da poluição do ar, como o processo de decomposição e a queima de combustíveis fósseis. Esse gás é muito conhecido atualmente por ser um dos causadores do CHAMADO EFEITO ESTUFA que ocorre devido ao fato do CO2 absorver parte da radiação emitida pela superfície da terra, retendo o calor, resultando em um aumento da temperatura.
CFC
Costumavam ser emitidos a partir de produtos como aparelhos de ar-condicionado, refrigeradores, sprays de aerossol, etc. Atualmente, esses compostos estão banidos em quase todo o mundo. Quando em contato com outros gases, os CFCs causam danos à camada de ozônio, sendo as grandes responsáveis pelo seu buraco, permitindo assim que os raios ultravioletas alcancem a superfície da Terra, causando problemas como câncer de pele. Atualmente há fortes indícios que a China vem utilizando esse gás em muitas de suas fábricas.

ÓXIDOS DE ENXOFRE

O mais nocivo é o SO2 ou dióxido de enxofre, que é produzido em diversos processos industriais e por atividades vulcânicas. Na atmosfera, o dióxido de enxofre forma o ácido sulfuroso, causando a chuva ácida.

ÓXIDOS DE NITROGÊNIO

Em especial o dióxido de nitrogênio (NO2) é um grande fator de poluição do ar. Esses óxidos são gases altamente reativos, formados durante a combustão pela ação microbiológica ou por raios. Na atmosfera, o NOx ( óxidos de nitrogênio) reage com compostos orgânicos voláteis e monóxido de carbono, produzindo ozônio troposférico. É também oxidado em ácido nítrico, que contribui para a chuva ácida.

COMPOSTOS ORGÂNICOS VOLÁTEIS

Esses elementos que integram a poluição do ar são químicos orgânicos emitidos por várias fontes, incluindo a queima de combustível fóssil, atividades industriais e emissões naturais da vegetação e de queimadas. Alguns COVs (ou VOCs, na sigla em inglês) de origem antropogênica, como o BENZENO, são poluentes cancerígenos. O METANO é um composto orgânico volátil que contribui para o efeito estufa e é cerca de 20 vezes mais potente que o monóxido de carbono.

AMÔNIA – NH3

Emitida principalmente pela agricultura devido ao uso de fertilizantes.
Na atmosfera, a amônia é um tipo de poluição do ar que reage formando poluentes secundários.

MATERIAL PARTICULADO

São partículas finas de sólidos ou líquidos suspensos. Esse material ocorre naturalmente a partir de erupções vulcânicas, tempestades de areia, formação de nevoeiros e outros processos naturais. A ação humana produz MP em atividades industriais, mineração e combustão de combustíveis fósseis, entre outros. Na atmosfera, esse material causa danos à saúde. Quanto menor a partícula, maiores os efeitos provocados. Alguns efeitos causados pelo material particulado são os problemas respiratórios e do coração.Atualmente estão sendo encontrados materiais particulados nos pulmões de animais, no sangue e no sistema digestório.

OZÔNIO TROPOSFÉRICO

Apesar de ser extremamente necessário na atmosfera para bloquear a radiação solar, o ozônio que é formado na troposfera (mais perto da superfície da Terra), a partir de reações com outros poluentes, é uma forma de poluição do ar que causa diversos danos para a nossa saúde, como irritação e problemas respiratórios. .
para maiores esclarecimentos e imagens vá para : 

segunda-feira, 5 de junho de 2017

FORÇAS INTERMOLECULARES - A SALVAÇÃO

ALÔ PESSOAL!!!
Nessa postagem vamos fazer uma revisão das forças moleculares, tentando tirar as dúvidas!
Vamos lá?
Voces sabem que os átomos possuem campos magnéticos. É só lembrar dos elétrons e a rapidez com que se deslocam. Claro que vai gerar um campo em torno do núcleo  do átomo.
Agora, se os átomos se juntam para formar  moléculas, vai depender de que tipo de molécula estamos falando.
Quando 2 átomos iguais formam uma molécula diatômica, você vai concordar  que os átomos tem iguais campos magnéticos. Então essa molécula não se polariza, porque os campos ficam iguais. Ela é apolar.
Mas, e se os átomos forem diferentes? A história  muda! Um átomo pode ter seu campo mais forte e trazer para seu lado a maior parte do campo magnético. Então você tem uma molécula polar, com um lado mais negativo ( cheio de elétrons) e um lado positivo- com muito menos elétrons.
Mas, quando se juntam moléculas?
educacaouol.com.br


No exemplo acima as moléculas de água estão ligadas pela força intermolecular ( entre moléculas)  mais forte: PONTES DE HIDROGÊNIO !
Essa força só ocorre quando as moléculas possuem Hidrogênio ligado a  Flúor, Oxigênio ou Nitrogênio.
Veja que as forças são entre as moléculas!

Agora, observe o desenho abaixo:
educacaouol.com.br 
Nesse desenho tem uma molécula polar, que pode ser a água e outra que é apolar- pode ser H2. Nesse caso, a molécula polar vai induzir uma leve diferença de polaridade na molécula apolar.
Essa força intermolecular é DIPOLO INDUZIDO.
E se as moléculas forem , as duas, polares?
educacaouol.com.br 

Então há um verdadeiro campo magnético sendo formado, com forças que se atraem, formando  DIPOLOS PERMANENTES.
Uma pode ser HCl e a outra pode ser  H2O . 

Olha a diferença: entre as moléculas de água temos pontes de hidrogênio, mas entre as moléculas de água e as moléculas de ácido clorídrico temos dipolos permanentes: porque estamos falando da interação da força molecular entre as moléculas!

 Mas qual a importância de saber isso???
Quando você pega uma folha de papel e coloca uma ponta dentro de um copo com água, essa água vai "subindo" até molhar toda a folha: isso é capilaridade e é explicada pelas forças intermoleculares que vão puxando as moléculas.
Se não existissem as pontes de hidrogênio, o ponto de ebulição da água seria de - 90°C, então, bye, bye vida! 
São as forças intermoleculares que explicam a capilaridade dos vasos condutores , em geral.
E a tensão superficial: como o inseto anda sobre a água?
Deu para tirar a dúvidas?
 

 
Onde atuam as forças intermoleculares A força intermolecular é responsável por alguns fenômenos muito comuns, como a capilaridade e a tensão superficial. Quando pegamos uma toalha de papel e colocamos apenas uma de suas pontas ... - Veja mais em https://educacao.uol.com.br/disciplinas/quimica/forcas-intermoleculares-as-forcas-de-interacao-entre-as-moleculas.htm?cmpid=copiaecola
Onde atuam as forças intermoleculares A força intermolecular é responsável por alguns fenômenos muito comuns, como a capilaridade e a tensão superficial. Quando pegamos uma toalha de papel e colocamos apenas uma de suas pontas ... - Veja mais em https://educacao.uol.com.br/disciplinas/quimica/forcas-intermoleculares-as-forcas-de-interacao-entre-as-moleculas.htm?cmpid=copiaecola
Onde atuam as forças intermoleculares A força intermolecular é responsável por alguns fenômenos muito comuns, como a capilaridade e a tensão superficial. Quando pegamos uma toalha de papel e colocamos apenas uma de suas pontas ... - Veja mais em https://educacao.uol.com.br/disciplinas/quimica/forcas-intermoleculares-as-forcas-de-interacao-entre-as-moleculas.htm?cmpid=copiaecola
 

segunda-feira, 22 de maio de 2017

OS NOVOS VIDEOS DO CANAL XQUIMICA

ALÔ PESSOAL!
Estamos tentando cobrir a maior área possível para que você se dê bem nos exames de sua vida.
Conhecimento não ocupa espaço e como você vai usá-lo,depende do próprio saber!!!
Assim, no CANAL XQUIMICA,  dois novos vídeos:















Solubilidade e Exercícios com número de mol.
 Bemmmmm simples, para entender mesmo!!!

quarta-feira, 14 de setembro de 2016

VELOCIDADE DE UMA REAÇÃO- COMO CALCULAR

ALÔ PESSOAL!
Pensando sobre os vestibulares, vamos fazer um exercício de velocidade de uma reação e perceber a diferença entre velocidade de um reagente, de um produto e velocidade média.
 Você já sabe que a reação, para ocorrer, depende de condições. É só olhar nos posts anteriores.
Mas, quando é dado um exercício, ainda mais com gráficos ou tabelas, fica difícil visualizar como fazer.
Vamos lá?

Observe a transformação do acetileno em benzeno



Calcule a velocidade do reagente, acetileno, no intervalo de 0 a 4 minutos.

  Dados:
[C2H2] (mol)
3,5
2,7
2,0
1,5
0,9
t (min)
0
1
2
3
4

Resolução:
  1. cálculo da velocidade ao final de 4 minutos:
 
            
Observe :



Onde:
Vm = velocidade média (mol/L/s)
variação de concentração (mol/L)
variação de tempo (s, min)



Assim, entre 0 e 4 minutos a variação de molaridade ( mol/ litro ) do acetileno corresponde a 0,9-3,5=-2,6 mol/ litro.
Essa diminuição se deve ao fato de ser um reagente, e durante o processo, ele vai sendo consumido.
Se, no lugar do acetileno estivesse o benzeno na tabela, seria o contrário: começaria com zero de produto e depois iria aumentando.


O cálculo da velocidade de um produto ou reagente, é feita dessa maneira, mas quando o assunto é VELOCIDADE MÉDIA DA REAÇÃO, temos uma colocação diferente, pois vamos levar em conta os coeficientes que estão na frente de cada reagente e de cada produto.
Na reação:            a A + b B--> c C + d D
temos: A e B reagentes
C e D produtos
a,b,c,d - coeficientes da reação que representam o número de mols de cada um dos componentes.


Assim, o cálculo da Velocidade média desta reação seria:






As unidades podem ser:




  Vamos a um exercício:
De acordo com a reação de síntese da amônia      :


De acordo com a reação da síntese da amônia, veja o problema seguinte:
O gás hidrogênio é consumido a uma taxa de 18mols a cada 4 minutos. Calcule:
a)  a velocidade de consumo do N 2
1 N2 precisa de------------ 3 H2 
   Xmol consumido ------18 mol  } X= 6 mol de N2   , sendo estes em 4 minutos.
em um minuto = 1,5 mol / minuto velocidade de consumo do N 2  b) a taxa de formação do NH3
   3 H2  formam----------------- 2 NH3
  18 mol de H2 formam--- X mol de NH3 }  X= 18 x 2 / 3 = 12 mol de NH3 em 4 minutos, para um minuto 12/4= 3 mol / minuto de NH3  taxa de formação de amônia


c) a massa consumida de H2 por minuto

d) a massa obtida de NH3 por minuto

Durante uma reação química, a concentração dos reagentes (B) vai diminuindo, enquanto a concentração dos produtos vai aumentando (A).
 

  fonte: http://cesarmauriciosantos-fisqui.blogspot.com/2008_09_01_archive.html
 
A concentração dos reagentes pode ou não chegar a zero. Se a concentração dos reagentes for diminuindo, a velocidade da reação também vai diminuindo. Quando terminar a reação, a velocidade será zero.


fonte: www.soq.com.br




quarta-feira, 7 de setembro de 2016

AS CORES DOS ELEMENTOS QUÍMICOS

ALÔ PESSOAL!
Vocês sabem que podem detectar um elemento químico pela cor?
 Vamos ao texto, da revista SUPER:




Por que a cor do fogo varia de um material para outro?
A temperatura também é diferente?


A cor depende basicamente do elemento químico em maior abundância no material que está sendo queimado. A mais comum, vista em incêndios e em simples velas, é a chama amarelada, resultado da combustão do sódio que emite luz amarela quando aquecido a altas temperaturas. “Vemos com mais frequência esse tipo de labaredas porque o sódio é o elemento químico mais comum nas atividades humanas”, explica o químico Atílio Vanin, da Universidade de São Paulo.
Muitas vezes a base da chama é azul por causa da falta de oxigênio nessa região, que induz à formação de monóxido de carbono. Quando, durante a combustão, são liberados átomos de cobre ou bário, como em incêndios de fiação elétrica, a cor da chama fica esverdeada.
Nas queimadas é comum encontrar labaredas de cor violeta, resultado do potássio liberado pela madeira das árvores.
 Outro tipo de fogo, que dificilmente é produzido pela queima de materiais, mas geralmente aparece nos fogos de artifício, é o vermelho vivo, produto da combustão de cálcio.
Algumas vezes a chama pode ser também invisível, como a produzida pelo metanol, um álcool bastante puro que não apresenta nenhum dos quatro elementos químicos citados. Na Fórmula Indy, que usa esse combustível, são comuns acidentes nos quais os pilotos se queimam sem que o fogo seja visto.
A temperatura depende da constituição química e da quantidade de material que está sendo queimado, mas não tem relação com a cor.
 Por exemplo, nas substâncias formadas por hidrocarbonetos (carbono e hidrogênio), quanto maior a cadeia de átomos mais quente será a labareda.
 A chama de uma vela, por exemplo, tem 800 graus e a de um fogão 1 200.
A queima do metanol é bem mais fria. Geralmente fica entre 400 e 500 graus.
 “Existem ainda chamas produzidas pela queima da mistura de substâncias químicas, como tetracloreto de carbono e éter de petróleo, que atingem apenas 50 graus e podem ser acesas na palma da mão”, diz Vanin.


Agora, preste atenção ao vídeo e aos testes de chama!






segunda-feira, 15 de agosto de 2016

SOLUÇÕES III - DENSIDADE E TÍTULO

ALÔ PESSOAL!
Continuamos com as várias maneiras de calcular quanto de soluto está em determinada quantidade de solvente!
Mas existe um item complexo no entendimento: densidade.
Afinal, que é densidade?
Densidade é a relação entre a massa de solução e seu volume, ou seja:


d= Massa da solução ( soluto + solvente )     ou d = m / v  g/ litro;  g/ ml;
     Volume da solução




Se um rótulo de um frasco diz 1,5 g/ ml , quer dizer, 1,5 g de solução ( soluto + solvente) por mililitro.
Lembre que a soma de soluto e solvente é a massa total da solução.
Em soluções aquosas, podemos dizer que o volume do solvente , em litros, corresponde à quantidade de solvente em quilos :
1 litro = 1 quilo
Isso ajuda muito como no exemplo abaixo:


420 ml de uma solução aquosa foram preparados pela adição de certa quantidade de NaOH a 400 ml de água. Determine a massa de soluto presente nessa solução. Densidade da solução = 1,19 g/ ml ; densidade da água = 1.0g/ ml
Vamos pensar:


a solução tem 420 ml de volume e a densidade é de 1,19 g/ ml
1 ml -----------------------1,19 gramas
420 ml ------------------- x gramas    onde x = 400x1,19 = 499,8 gramas.
mas esse resultado , dentro da densidade, é a soma de soluto e solvente;
499,8 gramas é o total.
Deste valor temos 420 gramas de água ( veja, se a densidade é 1 g/ ml se temos 400 ml, temos 400 gramas)
499,8g -  400 g = 99,8 gramas de soluto presentes na solução.
Para quem AMA fórmulas, aí vai uma bem interessante:


                                                  C = d . T
             onde C = concentração, d = densidade e T = título


E titulo, o que significa?


T = massa do soluto
       massa do soluto + massa do solvente


E quando multiplicamos o T x 100 = % em massa!


EXEMPLO:
O rótulo de um soro fisiológico indica que a porcentagem em massa é de 0,9 %, ou seja , existe 0,9 gramas de soluto NaCl em cada  100 gramas de solução.
Se você tiver 0,5 litro, é só calcular!!!
lembre que 0,5 litro = 500 gramas
se em 100 gramas tem 0,9 g de sal, em 500 gramas tem 0,9 x 500 = 45 gramas de NaCl
                                                                                              100


Dúvidas? Perguntem!

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

MORDO OU NÃO MORDO A MOEDA?

ALÔ PESSOAL!!!
Quem nunca viu filme de piratas onde eles cravam os poucos dentes em pedaço de ouro, que se escondam!!!
A cena é clássica!
Mas por que fazem isso?
O ouro é um metal mole, que pode ser marcado com uma mordida.
Além disso, se ele estiver misturado ao cobre, prata, ficará mais resistente e não será marcado!
Assim os piratas ficavam mordendo tudo que parecia ouro e descobriam o que continha somente ouro e o que estava misturado!
Se era um banho de ouro somente, em um metal qualquer, raspavam com os dentes ou em uma parede; o banho saia revelando a verdade!



foto: g1.globo.com


E ainda havia o ouro de tolo, pedras amarelas de pirita, muito confundidas com o ouro, só que mais duras que ele.



foto:www.culturamix.com




E que tal ficar assim?





foto:andrealves.blog.br


Pelo menos você vai chamar a atenção!!!!
Mas não mais que o melhor pirata de todos os tempos:

foto:estranhomundodeic.blogspot.com

UMA EXPERIÊNCIA FANTÁSTICA!

ALÔ PESSOAL!!!
Mais uma vez, estamos por aqui!
Hoje mostrando um vídeo do "Manual do Mundo" , super bem bolado!
Assistam e se divirtam!






segunda-feira, 16 de março de 2015

METANO X GÁS CARBÔNICO - QUAL É O PIOR?

ALÔ PESSOAL!!!!
Em clima de piores estragos à atmosfera os dois grandes guerreiros, metano e gás  carbônico, travam uma batalha para saber qual o pior!!!
Vamos às indicações:
METANO:
CH 4metano é um gás incolor, sua molécula é tetraédrica e apolar (CH4), de pouca solubilidade na água e, quando adicionado ao ar se transforma em mistura de alto teor inflamável. É o mais simples dos hidrocarbonetos.
As principais fontes do gás Metano são:
  • Emanação através de vulcões de lama e falhas geológicas.
  • Decomposição anaeróbica de resíduos orgânicos
  • Fontes naturais (ex: pântanos)
  • Extração de combustível mineral
  • Processo de digestão de animais herbívoros, carnívoros e onívoros
  • Bactérias
  • Aquecimento ou combustão de biomassa anaeróbica.
O metano encontra-se como componente principal nas exalações naturais de regiões petrolíferas, existindo também encerrado em cavidades nos estratos de jazidas de carvão mineral
60% da emissão de metano no mundo é produto da ação humana, vindo principalmente da agricultura. Durante os últimos 200 anos, a concentração deste gás na atmosfera aumentou de 0,8 para 1,7 ppm. O metano era originariamente chamado gás dos pântanos e é o principal constituinte do biogás, pois pode ser produzido pela digestão anaeróbica de matéria orgânica, como lixo e esgotos, através de micro-organismos . A altas pressões, como as encontradas no fundo dos oceanos, o metano forma um composto sólido com a água. Uma quantidade desconhecida, mas provavelmente enorme de metano, está presa no sedimento marinho nesta forma.
Existem dois tipos de fontes de gás metano: as naturais e as alternativas. A maior fonte de metano para extração são depósitos geológicos conhecidos como campos de gás natural. No entanto, as fontes de metano relacionadas com os hidratos de gás submarinos e sob as geleiras/glaciares são muito maiores. Na terra, a maior quantidade de metano encontra-se no manto. Ele é associado com outros hidrocarbonetos e algumas vezes acompanhado de hélio e nitrogênio. Em níveis rasos (baixa pressão) é formado decaimento anaeróbico da matéria orgânica e liberado em forma de metano em profundidades abaixo da superfície da Terra. Em geral, sedimentos que produzem gás natural são aqueles situados em camadas mais profundas e com maiores temperaturas do que aqueles sedimentos que são reservatórios de petróleo.
Quanto às fontes alternativas, um método para a obtenção de metano é via biogás, gerado pela fermentação de matéria orgânica, incluindo esterco, esgoto, lixo urbano e outros estoques de material biodegradável, em condições anaeróbicas. Significantes quantidades de metano também são produzidas por gado – não pela flatulência, como é erroneamente dito, mas 50% é produzido no processo de ruminação. A pecuária em geral (principalmente bois, galinhas e porcos) produz 37% de toda a emissão antropogênica de metano. Industrialmente, o metano pode ser produzido e utilizado na indústria, assim como na natureza (vulcões e campos geológicos), em processos químicos, como processo Sabatier,Fischer-Tropsch, e reforma de vapor. Recentemente, experimentos científicos tiveram vastos resultados apontando para o fato de que todas as plantas produzem metano, e que com o clima mais quente elas produzem mais. No caso de serem produzidos 600 milhões de toneladas métricas de metano ao ano, 225 desse total seriam produzidos por plantas
 Um dos maiores desafios é determinar o nível de esforço necessário para deter vazamentos de gás metano na atmosfera. Essa questão pode parecer obscura, mas os vazamentos poderão ter um efeito enorme sobre o clima atual. Nos Estados Unidos, alguns acadêmicos reclamam que o plano do presidente Obama para aumentar o uso de gás natural, cujo principal componente é o metano, prejudicará o país, pois essa suposta solução para a mudança climática será pior que a queima de carvão.
O metano é um gás de efeito estufa bem mais potente que o gás carbônico. Mas, ao contrário deste, o metano se decompõe rapidamente na atmosfera. Toda vez que alguém liga o interruptor de luz, fazendo mais carvão ser queimado e CO2 ser liberado, há uma leve alteração no clima da Terra por milhares de anos. Segundo cientistas, uma baforada de metano terá sua influência climática sentida durante poucas décadas.
.
GÁS CARBÔNICO CO2:
O dióxido de carbono é essencial à vida no planeta. Visto que é um dos compostos essenciais para a realização da fotossíntese - processo pelo qual os organismos fotossintetizantes transformam a energia solar em energia química. Esta energia química, por sua vez é distribuída para todos os seres vivos por meio da teia alimentar. Este processo é uma das fases do ciclo do carbono e é vital para a manutenção dos seres vivos.
O carbono é um elemento básico na composição dos organismos, tornando-o indispensável para a vida no planeta. Este elemento é estocado na atmosfera, nos oceanos, solos, rochas sedimentares e está presente nos combustíveis fósseis. Contudo, o carbono não fica fixo em nenhum desses estoques. Existe uma série de interações por meio das quais ocorre a transferência de carbono de um estoque para outro. Muitos organismos nos ecossistemas terrestres e nos oceanos, como as plantas, absorvem o carbono encontrado na atmosfera na forma de dióxido de carbono (CO2). Esta absorção se dá através do processo de fotossíntese. Por outro lado, os vários organismos, tanto plantas como animais, libertam dióxido de carbono para a atmosfera mediante o processo de respiração. Existe ainda o intercâmbio de dióxido de carbono entre os oceanos e a atmosfera por meio da difusão.
Atualmente muito se fala do dióxido de carbono, uma vez que esse gás é um dos causadores do efeito estufa, processo que contribui com o aumento da temperatura do planeta (aquecimento global). Isso ocorre porque o dióxido de carbono (entre outros gases) é capaz de absorver parte da radiação infravermelha emitida pela superfície Terra, evitando que elas escapem para o espaço, o que resulta num aumento significativo da temperatura. O dióxido de carbono está em excesso na atmosfera, devido principalmente ao desmatamento e à queima de combustíveis fósseis (petróleo, carvão mineral e gás natural)
CONCLUSÃO:
Os fatos científicos básicos são bem claros. O principal gás de efeito estufa emitido por humanos na atmosfera é o gás carbônico, que se deve à queima de combustíveis fósseis. Em segundo lugar fica o metano, que provém de diversas fontes. Ele é liberado pela mineração de carvão; escapa quando poços são cavados para obter petróleo ou gás natural; e vaza de gasodutos. Certas práticas agrícolas também liberam quantidades imensas de gás metano...
Mas ainda teremos muitos embates antes da comprovação final!!!
fontes: Wordpress, Wikipédia, Infoescola

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

TEORIA DO FLOGISTO

ALÔ PESSOAL!!!
Entre as muitas teorias que são elaboradas para  explicar os mais diversos fenômenos, essa tem uma importância peculiar.
Lavoisier, inconformado com essa explicação, fez seus mais brilhantes experimentos e "descobriu" o Oxigênio, que mudou todo o rumo da Química, no século do Iluminismo.


"Durante muito tempo o mistério da origem do fogo foi objeto de especulação filosófica. Várias teorias surgiram para explicar o que ocorre com os materiais no momento em que entram em combustão.

Uma delas foi desenvolvida pelo  químico alemão Georg Ernst Stahl (1660-1734). Ao ler um livro de Johann Joachim Becher (1635-1682), publicado em Viena, em 1667, com o título “Physica subterranea”,algo lhe chamou a atenção. Neste livro, Becher apresentou sua própria teoria dos elementos. Segundo ele todas as substâncias eram compostas de três tipos de terras. Uma delas era a terra pinguis (literalmente, “terra gorda”), que dava à substância qualidades oleosas e a propriedade de ser combustível. Ou seja, para exemplificar, pense em uma madeira que é queimada. No inicio ela era composta de cinzas e terra pinguis, no final da combustão ela liberava a terra e permaneciam apenas as cinzas.
Ao ler este livro, Stahl, deu à terra pinguis um novo nome: “flogístico”; de origem grega “phlogios”, que significa “ígneo”. Então, ele criou uma nova teoria: a “teoria do flogístico”;  e segundo ela os materiais combustíveis, como papel, madeira, enxofre, carvão e óleos vegetais, possuíam um princípio comum inflamável presente apenas nos materiais combustíveis. Se algum material não queimasse, é porque não teria flogístico em sua composição.
Esta teoria permaneceu satisfatória por muito tempo porque explicava vários dos maiores mistérios das transformações dos materiais. Além de explicar fenômenos envolvendo a combustão, englobava também os referentes à oxidação. Vejamos dois deles:
* Sem ar a combustão não ocorre- Segundo Stahl, o flogístico precisa sair para o ar durante a combustão. Mas, certa quantidade de ar só encerra uma parte de flogístico; assim, se retirássemos o ar do sistema a combustão cessaria porque o flogístico não teria para onde ir. Exemplo: se  colocarmos um copo sobre uma vela acesa, ela apagará. Além disso, ele indicou o ar como imprescindível na combustão porque seria ele que transportaria o flogístico de um corpo para outro.
* Os metais aumentam sua massa depois da queima, de sua corrosão ou enferrujamento, isto é, sua oxidação – O flogístico era repelido pela terra, assim quanto mais flogístico um material possuísse, mais leve ele seria. Por isso, ao sofrer combustão o metal ficava mais pesado. Outro ponto que apoiava sua ideia era o fato de o óxido ter maior massa que o metal; desse modo, ele concluiu que o metal possuía mais flogístico que o óxido.

No entanto, esta teoria foi abandonada, pois alguns fatores entraram em contradição coma sua explicação. Por exemplo, o papel ficava com menor massa depois que era queimado, ao contrário do metal.
Um ponto culminante para a queda desta teoria foi o fato de que no século XVIII, Antoine Laurent Lavoisier (1743-1794) descobrir, por meio de inúmeras experiências bem elaboradas e controladas, a importância de um elemento químico no processo da combustão. Este elemento era o oxigênio (O). Foi desse modo que a teoria do flogístico foi abandonada." ( Jennifer Fogaça)

Experiência de Lavoisier:


Um de seus experimentos mais famosos consistiu em colocar, em uma retorta, uma amostra cuidadosamente pesada de mercúrio metálico e introduzir o tubo da retorta em uma redoma ou cuba de vidro contendo ar e também mercúrio em sua base.
Ele aqueceu essa retorta com mercúrio por meio de um forno, causando sua calcinação. Lavoisier observou que à medida que a reação ia ocorrendo, formava-se nas paredes da retorta um pó vermelho, o óxido de mercúrio II, e ao mesmo tempo o volume do mercúrio na cuba ia subindo. Isso significava que o volume de ar estava diminuindo, pois ele estava sendo substituído pelo mercúrio, conforme pode ser visto na figura abaixo. Ao pesar o sistema inicial e o final, Lavoisier viu que a massa não havia mudado.
Assim, Lavoisier concluiu que a combustão não ocorria por causa da presença de um flogístico misterioso, mas sim porque o mercúrio ou qualquer outro material combustível reagia com outro elemento presente no ar.


Esquema do experimento de Lavoisier que o levou à importância do oxigênio para a combustão

Por exemplo, ele colocou uma cuba de vidro sobre uma vela acesa em uma boia com água. Ele notou que à medida que a vela ia se apagando, a água subia. E quando a água atingia um quinto do volume, a vela apagava totalmente. A conclusão foi a seguinte:
(1º) A água subia porque a vela estava consumindo o ar;
(2º) O "ar" não era o ar atmosférico todo, mas sim a quinta parte dele.
Assim, Lavoisier descobriu que esse ar estava misturado com todo o ar atmosférico e que ele era necessário para a combustão; sem ele a combustão não ocorria.


 Experimento de Lavoisier com vela

  Lavoisier foi até mesmo o primeiro a fazer uma determinação experimental da composição do ar, chegando ao resultado de 21% de oxigênio e 79% de outro componente, que ele chamou de azoto, um “tipo de ar” que não participava na combustão. Hoje sabemos que se tratava do gás nitrogênio.
Inicialmente ele chamou o "ar" de “ar respirável” e depois mudou para “ar vital”. Somente em 1778 é que Lavoisier decidiu batizar o “ar vital” de oxigênio (palavra que vem do grego oxy, que significa “ácido”; e gen, “gerador ou produto”). Ele deu esse nome porque até então seus experimentos o haviam levado à conclusão de que esse novo gás estava presente em todos os ácidos; o que depois se comprovou ser uma conclusão errada, mesmo assim o nome permaneceu.
Até então o oxigênio não era considerado como um elemento químico, conforme conhecemos hoje, porque na época ainda não havia uma definição concisa para elemento.
( Jennifer Fogaça)




quinta-feira, 3 de julho de 2014

VIDRO- SUA OBTENÇÃO E RECICLAGEM

OLÁ PESSOAL!!
Hoje vamos abordar um tema interessante: vidro!
Como é obtido? Ou seja, como se faz "vidro"?





O vidro é um material obtido pela fusão de compostos inorgânicos como areia, barilha, calcário e feldspato, a temperaturas da ordem de 1500°C. A sílica, SiO2 é o principal componente do vidro encontrada sob a forma de areia. Depois de fundido o vidro é moldado em formas metálicas e resfriado sob temperaturas escalonadas.
A temperatura de fusão do vidro varia de acordo com o tipo de vidro, entre 1000°C a 1500°C. Os tipos de vidro mais comuns são:
- vidro de soda-cal , vidro comum, mais fabricado
- vidro de borossilicato, componente essencial para a fabricação do pirex
- vidro de chumbo, que é o cristal, feito com óxido de chumbo
- vidros especiais, produzidos com fórmulas específicas, como os tipo blindex.



A indústria vidreira abastece o mercado com extensa linha de vasilhas para alimentos, como potes, garrafas, garrafões, copos, além de utensílios domésticos, incolores ou coloridos, brilhantes ou foscos, e recipientes resistentes ao choque térmico.
Podem ser reciclados garrafas de refrigerantes, cervejas, sucos, água mineral, vinho e outras bebidas alcoólicas; frascos de molho, condimentos, produtos alimentícios, remédio, perfume e produtos de limpeza.
Alguns objetos obtidos a partir do vidro apresentam dificuldades técnicas para reciclagem como espelhos, vidros de janela, box de banheiro, vidros de carros, potes de cristal lâmpadas, travessas e utensílios de vidro temperado.
A reciclagem do vidro se dá sem perdas de volume ou das propriedades: 1 kg de cacos de vidro pode ser transformado infinitas vezes em 1 kg de vidro.
O emprego de 1/3 de cacos de vidro na mistura , resulta em 20% de economia de energia, pois esse material recuperado necessita de menos calor para fundir do que a matéria prima. Nesse processo os cacos são reduzidos de tamanho, lavados e totalmente liberados de impurezas. Depois são adicionados à mistura de matérias primas, que é totalmente transformado em garrafas, potes e frascos novos.
O recipiente reciclado apresenta as mesmas propriedades do material produzido a partira da matéria virgem: continua impermeável, puro, inerte, nõ deixa sabor no conteúdo, não sofre restrições quanto ao uso e pode acondicionar alimentos, bebidas e medicamentos.
fonte: "Meio ambiente, poluição e reciclagem"- editora Blucher

 Vidro é sólido ou líquido?
Existem controvérsias quanto aos mecanismos de caracterização do vidro na transição do estado líquido para o sólido. Em meados da década de 1980 Plumb, R.C propôs que os vidros de antigas catedrais eram mais grossos na base, pois teriam escoado com o tempo[ . Essa ideia perdura até os dias de hoje, muito embora já tenha sido provada matematicamente falsa. Edgar D. Zanotto em 1998 publicou artigo na revista American Association of Physics, com um calculo a partir da seguinte equação:
τ = η / G
Onde τ é o tempo de relaxação, η é viscosidade (Pa·s) e G o Módulo de cisalhamento (Pa). Em 1999 foi publicada uma revisão do cálculo tomando como base o valor de viscosidade de equilíbrio do vidro na temperatura ambiente. O novo resultado foi de 10²³ anos  anos, ou seja bem mais que uns 2 nonilhões , sendo assim impossível qualquer escoamento perceptível nos poucos milhares de anos de uma catedral... ( Wikipédia)


VIDRO NATURAL: OBSIDIANA
Obsidiana é um tipo de vidro vulcânico, formado quando o magma solidifica rapidamente, por exemplo, arrefecendo sob água. Consiste em 70% ou mais de sílica (SiO2 - dióxido de silício). A obsidiana não é um mineral por não ser cristalino e, além disso, é muito similar na composição do aço, granito e riólito. É classificada às vezes como um mineralóide.


OBSIDIANA
fotos: Wikipédia



quarta-feira, 14 de maio de 2014

OS GASES MAIS TÓXICOS

ALÔ PESSOAL!!!!!!!!!
Nesses tempos de total seca, parece que SP virou o Nordeste, o mapa está e cabeça para baixo!!!!!!!!!!!
Nunca as represas estiveram com tão pouca água!!!!!!!
E, se não chove, como fica o ar?????
Então vamos ver alguns gases tóxicos????


Esta é uma relação com alguns dos gases mais perigosos e mortais para os trabalhadores envolvidos com esses compostos. Os limites de exposição ocupacional foram retirados dos sites da Occupational Safety and Health Administration (OSHA), National Institute for Occupational Safety and Health (NIOSH), American Conference of Industrial Hygienists (ACGIH) e do portal do Ministério do trabalho e emprego (MTE).  É apresentado ainda os limites IPVS (imediatamente perigoso a vida e a saúde) de exposição para cada gás alvo da lista, ou Immediately Dangerous To Life or Health Concentrations (IDLH). São comentados as características gerais desses gases, como por exemplo a densidade de cada um em relação ao ar atmosférico, odor, cor, inflamabilidade e condições de desprendimento ou liberação dos mesmo. A densidade relativa é uma característica interessante pois mostra como o gás se comporta na atmosfera, se é mais leve ou mais pesado que o ar atmosférico. Isso é importante para saber se em caso de vazamento, esse gás permanece próximo ao chão ou se se dissipa rapidamente.




AMÔNIA:
A amônia é um gás alcalino, oxidante e tóxico. Sua densidade é quase metade da densidade do ar e tem um odor característico. O nível de segurança máxima é 25 ppm (ACGIH) e 20 ppm pela NR 15 e, a sua alcalinidade torna altamente reativos com os gases ácidos e o cloro e, a sua presença em atmosferas contendo outros gases é frequentemente mascarado por este. O nível imediatamente perigoso a vida e a saúde (IPVS) para o gás amônia é de 300 ppm (IDLH).

A amônia é inflamável com um
limite inferior de explosividade (LIE/LEL) de 15%. Ele é produzido em grandes quantidades em todo o mundo para fornecer fertilizantes, ureia para resinas, explosivos e fibras (como nylon). É também usado como um gás refrigerante e essa aplicação tem aumentado com o desaparecimento dos CFCs.
Geralmente se utiliza sensores eletroquímicos para detectar esse gás mas também pode ser utilizado detectores por fotoionização (PID).

Limites de exposição ocupacional
NIOSH REL: 25 ppm / TWA, 35 ppm STELOSHA PEL: 50 ppm (35 mg/m3) TWAIPVS / IDLH: 300 ppmNR 15: 20 ppm (jornada de 48 horas / semana)


ARSINA


Arsina é um gás incolor, inflamável e altamente tóxico. Possui um odor semelhante ao de alho ou de peixe que pode ser detectado em concentrações acima de 0,5 ppm. Como a arsina não é irritante e não produz sintomas imediatos, pessoas expostas a níveis perigosos podem não estar cientes de sua presença. É geralmente fornecido em cilindros como um gás comprimido liquefeito. O gás arsina é gerado quando metais ou minérios em estado bruto contendo impurezas de arsênio são tratados com ácido. O gás arsina é também usado na indústria de semicondutores para a fabricação de microchips.

Limites de exposição ocupacional
OSHA (PEL): 0.2 mg/m3 TWA
ACGIH (TLV): 0.005 ppm, TWA
NIOSH (REL): 0.002 mg/m3 Ceiling (15 min); Potencialmente carcinogênico.
IPVS / IDLH: 3 ppm
NR 15: 0,04 ppm (jornada de 48 horas / semana)










BROMO
O Bromo é usado para a fabricação de uma variedade de compostos ​​na indústria e na agricultura. O bromo é também utilizado na fabricação de fumigantes, agentes à prova de chama, compostos para purificação de água, corantes, medicamentos, desinfetantes, brometos inorgânicos para a fotografia, etc.
O bromo é usado para fazer óleo vegetal bromado, o qual é usado como emulsionante em muitos refrigerantes aromatizados com citrinos.
O bromo elementar é um elemento muito irritante quando em forma concentrada, irá produzir bolhas dolorosas na pele e mucosas caso ocorra exposição dessas partes. Mesmo em baixas concentrações, o vapor de bromo (≤ 10 ppm) pode afetar a respiração, e a inalação de quantidades significativas de bromo pode danificar seriamente o sistema respiratório. Possui cor marrom-avermelhado escuro, é um líquido fumegante e sufocante e sua fumaça é irritante.

Limites de exposição ocupacional
NIOSH REL: 0.1 ppm TWA, 0.3 ppm STEL
OSHA PEL: 0.1 ppm (0.7 mg/m3) TWA
IPVS / IDLH: 3 ppm
NR 15: 0,08 ppm (jornada de 48 horas / semana

DIÓXIDO DE CARBONO








Apesar de expiramos o dióxido de carbono e que o mesmo está presente na atmosfera, em cerca de 400 ppm, o nível de segurança máxima é 5000 ppm (0,5%) e 3900 ppm (NR 15). É produzido durante a combustão e na fabricação da cerveja, destilação e outros processos de fermentação, e é um dos principais constituintes, junto com o metano, de gases de aterro sanitário e de biodigestores. O CO2 apresenta um risco significativo na indústria cervejeira, sobretudo porque o gás é mais pesado que o ar e acumula em níveis baixos. Não tem cor, nem cheiro e não é inflamável. Há algum grau de risco, em lugares lotados, mal ventilados, e este problema é muitas vezes agravado pela deficiência de oxigênio. O CO2 também é utilizado para aumentar o crescimento da planta por meio da elevação dos níveis normais em estufas.
É inodoro e incolor, e difícil de medir na faixa de ppm. Absorção de infravermelho é a técnica de detecção de costume adotada mas também são utilizados detectores óticos de chama (ótica flame detector).

Limites de exposição ocupacional
NIOSH REL: 5,000 ppm TWA, 30,000 ppm STEL
OSHA PEL: 5,000 ppm TWA
IPVS / IDLH: 50,000 ppm
NR 15: 3900 ppm (jornada de 48 horas / semana)


MONÓXIDO DE CARBONO


O monóxido de carbono é incolor e inodoro e o gás tóxico mais abundante. Tendo uma densidade semelhante à do ar, mistura-se com facilidade e é facilmente inalado. Ele é conhecido como "assassino silencioso", em ambientes domésticos.  Comparativamente, o CO se liga muito mais fortemente à hemoglobina do que o oxigênio (O2) e faz dele um gás extremamente tóxico e letal.
Qualquer processo onde não há combustão incompleta de combustível orgânico é susceptível a produzir o monóxido de carbono como produto (indesejável). A queima de gasolina, diesel, caldeiras de carvão, gás natural e outros derivados de petróleo, e até mesmo o cigarro produzem CO quando a queima do combustível é pobre em oxigênio. A sua presença em minas é devido à combustão lenta de carvão.
 Também é utilizado em grandes quantidades como um agente redutor químico barato, por exemplo, na produção de aço e noutros processos de refinação de metais e de tratamento térmico, e na produção de metanol por meio de reação com hidrogênio.
Geralmente se utiliza sensores eletroquímicos para a detecção desse gás (CO).

Limite de exposição ocupacional
OSHA (PEL):50 ppm TWA
ACGIH (TLV): 25 ppm TWA
NIOSH (REL): 35 ppm,  TWA: 200 ppm
NR 15: 39 ppm (jornada de 48 horas / semana)
IPVS / IDLH: 1500 ppm

CLORO









O cloro tem cheiro pungente, corrosivo e um líquido verde / gás amarelo. O uso mais conhecido é na purificação de água para abastecimento doméstico e em piscinas. É usado para fazer os compostos clorados, tais como o PVC, e para o branqueamento de papel e tecidos. É um gás muito pesado e é facilmente absorvido pela maioria dos materiais.
O comportamento de cloro faz dele um gás muito difícil de detectar (tão difícil que ainda requer técnicas especiais de calibração).
Geralmente se utiliza sensores eletroquímicos para a detecção desse gás (Cl2).

Limites de exposição ocupacional
NR 15: 0,8 ppm
ACGIH TLV-TWA – 8 h: 1 ppm
OSHA PEL: 1 ppm
IPVS / IDLH: 300 ppm
fonte:http://www.protecaorespiratoria.com

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