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sábado, 8 de novembro de 2014

RESOLUÇÃO ENEM 2014- QUÍMICA- CURSO OBJETIVO

RESPOSTA E

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RESPOSTA D

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RESPOSTA A
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RESPOSTA B

segunda-feira, 3 de novembro de 2014

TERMOQUÍMICA- ENTALPIA DE FORMAÇÃO

ALÔ PESSOAL!!!!
Ainda na termoquímica, vamos ao estudo da entalpia de formação:
Em primeiro lugar você tem que saber que a entalpia de formação ocorre com a formação de 1 mol de uma substancia, a partir de substancias simples, no estado padrão.
Ou seja, se não formar 1 mol, não é entalpia de formação !!
.
Vamos a um exemplo:
formação da água H2O ( liquida) 

H2 ( g ) + 1/2 O2 ( g ) --> 1 H2ΔH  = - 286 kj/ mol 

Lembre que substancias simples tem H=0 , a 25°C e 1 atm :
Exemplo de substância simples:
C(grafite), O2(g), N2(g), H2(g), Na(s), S(s).


 Outro exemplo de entalpia de formação:





I
Isto quer dizer que para formar 1 mol de NH3 a reação produz 11 kcal de energia.
Quando o sinal é negativo, houve liberação de energia!
E para determinar a entalpia de formação de uma substancia a partir de uma equação química?
Exemplo:
 
 

 
Esses valores são fornecidos através de tabelas.
E entalpia de combustão???
Próximo post!
fontes: Química, volume único- Usberco e Salvador; http://www.soq.com.br
 

terça-feira, 28 de outubro de 2014

TERMOQUÍMICA- ENTALPIA

ALÔ PESSOAL!
continuamos com a termoquímica!
Conceito de entalpia:
Conteúdo de energia que cada substancia apresenta.Representa-se por H.
Não se sabe como determinar o conteúdo de energia de uma substancia, mas conseguimos medir a variação da entalpia de um processo através do uso de  calorímetros.
Essa quantidade representa a energia liberada ou absorvida durante o processo, à pressão  constante.
A variação de entalpia é dada pela expressão:
∆H = H2 – H1
ou
∆H = HP - HR
REAÇÕES EXOTÉRMICAS:
São aquelas que liberam calor. Desta forma a quantidade final de energia será menor que a quantidade inicial.
 ∆H < 0
 GRÁFICO DAS REAÇÕES EXOTÉRMICAS:



Observe que a quantidade de energia dos reagentes é maior que a energia dos produtos.


REAÇÕES ENDOTÉRMICAS

São aquela que ocorrem com absorção ode calor:assim, a quantidade de energia inicial será menor que a quantidade de energia final:


 ∆H > 0 
GRÁFICO DAS REAÇÕES ENDOTÉRMICAS:


Observe

observe que a quantidade de energia dos produtos é maior que a energia dos reagentes, ou seja, absorveu energia no processo.

E um bem interessante:



http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/termoquimica/imagens/termoquimica-6.jpg
papofisico.tumbrl.com

segunda-feira, 20 de outubro de 2014

TERMOQUÍMICA- PROCESSOS ENDOTÉRMICOS E EXOTÉRMICOS

ALÔ PESSOAL!!!
Um dos assuntos mais pedidos em vestibulares e Enem é Termoquímica!!!
Vamos começar entendendo o que é:
termoquímica estuda a quantidade de calor gerada, obtida, necessária para a realização das reações químicas , seja no nosso organismo ou nas atividades em geral.
Veja, quando você come um sanduiche, ele passa por processos de digestão e reações químicas, cujas funções são obtenção de energia e elementos necessários para a produção de novas células e todas as diversas necessidades que tem o organismo.
Essa energia é medida em calorias e corresponde à quantidade de calor necessária para elevar em 1°C a temperatura de 1,0 grama de água.( o símbolo é cal)
Há dois processos onde há troca de energia na forma de  calor:
processo endotérmico e exotérmico.
Processo endotérmico: aquele que ocorre com absorção de calor
Processo exotérmico: aquele que ocorre com liberação de calor.




(fotos:brasilescola.com)
E ,como fazer para calcular, ou visualizar graficamente???
bom, esse é outro assunto para o próximo post!



segunda-feira, 6 de outubro de 2014

ISOMERIA PLANA

ALÔ PESSOAL!!!!!!!
Caminhando para o ENEM  e vestibulares!
Assunto de hoje:
ISOMERIA PLANA
Difícil? Não!
É só prestar atenção:

 Quando duas ou mais substancias diferentes, tem a mesma fórmula molecular, chamamos de isomeria.
Ela é dividida em isomeria plana e espacial.

ISOMERIA PLANA
São cinco casos:
1- ISOMERIA DE FUNÇÃO:
Mesma fórmula, mas as funções são diferentes.


2- ISOMERIA DE CADEIA-  mesma fórmula molecular, mesma função química, mas tipos de cadeias diferentes.
Exemplo:
http://www.infoescola.com/wp-content/uploads/2010/05/isomeria-cadeia2.jpg
www.infoescola.com
3- ISOMERIA DE POSIÇÃO- mesma fórmula molecular, mesma função, mesma cadeia , mas posição diferente de um grupo funcional, de um ramificação ou de uma insaturação.
Exemplo:
http://www.colegioweb.com.br/wp-content/uploads/8377.jpg
www.colegioweb.com.br

4- ISOMERIA DE COMPENSAÇÃO OU METAMERIA- mesma fórmula molecular, mesma função, mesma cadeia, mas diferente na posição do HETEROÁTOMO.
Exemplo:
http://www.mundoeducacao.com/upload/conteudo/images/dioxanas.jpg
mundoeducacao.com.br



5- ISOMERIA DINÂMICA OU TAUTOMERIA - um caso particular onde os isômeros coexistem em equilíbrio dinâmico; ALDO-ENÓLICA E CETO- ENÓLICA.
Exemplo:
http://quimicasemsegredos.com/images/Teoria/isomeria/iso6.jpg
quimicasemsegredos.com

Agora é fazer exercícios para fixar melhor!!!!!!!!


segunda-feira, 1 de setembro de 2014

FORÇAS INTERMOLECULARES E AS PROPRIEDADES DAS MOLÉCULAS

OLÁ PESSOAL!!!
Assunto muito bom!
Vamos entender o que são forças intermoleculares e como elas podem influenciar algumas propriedades da matéria.
As forças intermoleculares são responsáveis pela existência das varias fases da matéria. Uma fase é uma forma da matéria que tem composição química e estado físico uniforme.
A temperatura na qual um gás se condensa para formar um liquido ou um sólido depende da pressão e das forças atrativas entre as moléculas.
Força íon:
 um íon em água tem um certo número de moléculas de água ligadas a ele. A ligação de moléculas de agua a partículas solúveis, especialmente íons, é chamada de hidratação. E isso é devido ao caráter polar da molécula de água. Exemplo a dissolução de sal de cozinha em água:
Atração entre polos positivos e negativos das moléculas de água e dos íons do cloreto de sódio
www.mundoeducacao.com.br


Forças dipolo dipolo :


São forças que ocorrem devido á diferença de eletronegatividade entre os átomos que compõe a molécula.
Forma-se polos positivos e polos negativos onde o vetor " força" é direcionado para o lado da parte negativa .
Dessa forma, quanto maior a polaridade das moléculas mais fortes serão essas interações.
Ocorre em moléculas polares.Exemplo, HCl ou ácido clorídrico.
A diferença de eletronegatividade entre o H e o Cl estabelece uma força intermolecular dipolo-dipolo
www.alunosonline.com.br


Forças dipolo- dipolo induzido:
São as forças que mantém as moléculas apolares unidas, porque por um momento, criam-se forças de atração, enquanto estão perto umas das outras.
São fracas e se as moléculas são separadas, não se mantem.
Depende da possibilidade de polarização das moléculas. Exemplo: H2


exemplo de força intermolecular dipolo induzido dipolo induzido
www.alunosonline.com.br


Pontes de hidrogênio
São as forças de interação mais fortes, ocorrendo quando o hidrogênio está ligado ao nitrogênio, oxigênio ou flúor. Ela é responsável pelos altos pontos de fusão e ebulição de algumas substancias como a água.
A forma de uma molécula de proteína é governada principalmente por ligações  hidrogênio.
Quando essa ligações se quebram, a molécula de proteína perde sua função: é o que ocorre com a albumina  da clara de ovo, que quando aquecida, se torna branca, quebrando suas pontes de hidrogênio .
As árvores só se mantém eretas por conta das moléculas de celulose, formadas por pontes de hidrogênio.
São elas que mantém a fita de DNA ligada.
Quanto maior a força de interação, maior serão os pontos de fusão e ebulição de uma substancia.
E, dentro do mesmo grupo ou família, quanto maior a massa, maiores os ponto de fusão e ebulição.
ligação de hidrogêio na água
www.alunosonline.com.br
Exemplo de cálculo da " força" entre os átomos de um molécula:
www.infoescola.com




fonte: Princípios da Química - Questionando a Vida moderna e o Meio ambiente- Peter Atkins e Loretta Jones









segunda-feira, 25 de agosto de 2014

NOVOS ELEMENTOS QUÍMICOS: 113,114,115,116,117

ALÔ PESSOAL!!!!
Com os vestibulares chegando, vamos rever tabela periódica?
Novidades na tabela:
Em ciência, aprendemos que nenhum conhecimento é definitivo. Até mesmo a tabela periódica, que classifica os elementos conhecidos segundo suas propriedades atômicas, está sujeita a revisões.

Na mais recente, anunciada por cientistas no dia 8 de junho, dois novos elementos químicos foram adicionados: os de número atômico (quantidade de prótons) 114 e 116. Eles receberam o nome provisório de ununquádio (114) e ununhéxio (116), em referência aos seus números.

Diferente de elementos mais conhecidos, como o chumbo, o ferro, o mercúrio ou o carbono, os novos compostos não podem ser encontrados na natureza. Eles foram criados por cientistas em laboratório, assim como todos os de número atômico superior a 94 na tabela.

Os elementos 114 e 116 são altamente radioativos, pesados e instáveis. Eles duram apenas frações de segundo, após os quais se dividem em substâncias mais leves.

A tabela periódica, elaborada pelo químico russo Dmitri Mendeleiev (1834-1907) em 1869, possui hoje compostos reconhecidos com números atômicos que vão até 112. Os dois mais recentes receberam confirmação da União Internacional de Química Pura e Aplicada (IUPAC, na sigla em inglês) e da União Internacional de Física Pura e Aplicada (IUPAP). Foram necessários três anos de revisões e dez de estudos até que fossem adicionados à lista.

A descoberta é atribuída aos pesquisadores do Instituto Conjunto para Pesquisa Nuclear de Dubna, na Rússia, e do Laboratório Nacional Lawrence Livermore da Califórnia, nos Estados Unidos. Outros elementos de números atômicos 113, 115, 117 e 118, também encontrados nos últimos anos, aguardam comprovação da comunidade científica para serem oficializados.

Os compostos com 114 e 116 prótons , novos elementos, que vêm sendo incorporados à tabela ainda são muito instáveis e de vida muito curta. Todos são radioativos e se desintegram em um curto espaço de tempo, o que faz com que não possamos ainda pensar em aplicações
Cientistas do Japão afirmam ter encontrado o elemento 113 da tabela periódica. Caso a descoberta seja ratificada pela Iupac e pela Iupap, as uniões internacionais de química e física aplicada, respectivamente, os japoneses serão os primeiros asiáticos a terem direito de batizar um novo integrante da tabela periódica, que ainda carrega o provisório nome de unúntrio. Dessa forma, eles passarão a integrar o seleto grupo que conta com Estados Unidos, Rússia e Alemanha, únicas nações que conseguiram feitos semelhantes.


Para fabricar o elemento 113, a equipe coordenada pelo cientista Kosuke Morita usou um acelerador de partículas. Milhões de partículas do elemento zinco, que tem 30 prótons no seu núcleo, foram arremessadas contra uma chapa metálica contendo bismuto (83 prótons). O acelerador fez com que o zinco viajasse a 10% da velocidade da luz, único jeito de vencer a rejeição que dois núcleos repletos de cargas positivas têm um sobre o outro. "O choque precisa gerar mais energia do que eles gastam tentando se repelir", diz a professora da Unesp. Como resultado, alguns núcleos de zinco e de bismuto se uniram, dando origem ao efêmero elemento de número atômico 113. O procedimento foi realizado no dia 12 de agosto de 2012.
Para receber o carimbo da comissão conjunta da Iupac e da Iupap, o mesmo experimento terá de ser repetido por outros laboratórios. Se o resultado for semelhante ao obtido pelo instituto japonês, o país ganha o direito de batizar o novo elemento. Neste ano, por exemplo, as entidades aprovaram os testes realizados por um grupo de pesquisa formado por americanos e russos, que nomearam de fleróvio e livermório os números 114 e 116 da tabela periódica, achados um ano antes.
Todos os componentes da tabela periódica que têm núcleos superpesados não existem na natureza. Desde a década de 1940 são realizados procedimentos com reatores nucleares e com aceleradores de partículas para gerar novos elementos.
Kosuke Morita, do Centro Riken Nishina, já adiantou que quer agora tentar chegar ao elemento 119. O entusiasmo de Morita não é reflexo apenas de uma competição entre países para ver quem tem mais nomes na tabela periódica.

A descoberta do elemento 117 é o ponto alto de um percurso de uma década de pesquisas para expandir a Tabela Periódica e escrever o próximo capítulo nas pesquisas sobre elementos pesados
A equipe encontrou o elemento 117 medindo padrões de decaimento observados depois que um alvo de berquélio radioativo foi bombardeado com íons de cálcio, no síncrotron JINR, em Dubna, na Rússia.
O experimento produziu seis átomos do elemento 117 depois de bombardearem o alvo continuamente por 150 dias.
Para cada átomo, a equipe observou o decaimento alfa do elemento 117 para 115, depois para 113, e assim por diante, até que seu núcleo passasse por um processo de fissão, dividindo-se em dois elementos mais leves.
O elemento 117 era o último elemento que faltava na linha sete da Tabela Periódica
.
Em busca da ilha de estabilidade, os pesquisadores inicialmente ignoraram o elemento 117 devido à dificuldade em obter o material-alvo berquélio.
Agora ele foi obtido em uma irradiação contínua, durante 250 dias, no mais poderoso fluxo de nêutrons do mundo, no Laboratório Oak Ridge, nos Estados Unidos, o que resultou em 22 miligramas de berquélio.
O padrão de decaimento dos novos isótopos, observado neste experimento, demonstrou a tendência constante de aumento da estabilidade conforme os cientistas se aproximam da teórica ilha de estabilidade química, reforçando as evidências de sua existência real.
Mudanças na Tabela Periódica
Esta descoberta eleva para seis o total de novos elementos descobertos pela mesma equipe - 113, 114, 115, 116, 117 e 118, o elemento mais pesado até hoje. Desde 1940, 26 novos elementos acima do urânio foram adicionados à Tabela Periódica.
Agora começa o processo para dar nome ao elemento 117. O último elemento oficialmente batizado pela União Internacional de Química Pura e Aplicada (IUPAC) foi o 112. Os demais continuam sendo discutidos .
Há poucos dias, outros cientistas anunciaram a descoberta de núcleos atômicos compostos de antimatéria que poderão mudar ainda mais a Tabela Periódica, dando- lhe um aspecto tridimensional.
( julho de 2014)
fontes: uol notícias,http://www.quimicafarah.com.br

quarta-feira, 23 de julho de 2014

BANHEIROS QUÍMICOS- COMO SÃO FEITOS?

ALÔ PESSOAL!!!
Depois da decepção da COPA no Brasil, vamos a um item que foi muito usado:
banheiro químico!
 
História:
O primeiro sanitário portátil surgiu nos anos 1940, na Califórnia. Em uma área de construção de barcos, um dos chefes dos operários notou que eles perdiam muito tempo indo até as docas para usar o banheiro. Então ele encomendou uma cabana de madeira, com um pequeno tanque, para colocar nos barcos. A ideia logo foi vista como forma de aumentar a produtividade e os banheiros se espalharam pela construção civil.

O químico do banheiro
Sob o assento dos banheiros, há um tanque que armazena até 264 litros de cocô e xixi. É nele que acontece a reação química: um sanitarizante à base de amônia é misturado com água e desodorizante e colocado ali antes do uso. Essa mistura faz com que as bactérias dos resíduos adormeçam e parem de produzir o gás metano, que causa o mau cheiro.

200 usadas
Em média, os banheiros químicos suportam até 200 usadas antes de precisarem ser esvaziados. Isso se o público for metade feminino e metade masculino. O cálculo é o seguinte: são necessárias duas cabines para cada 500 pessoas e uma hora de evento. Se tiver bebida alcoólica ou se houver mais mulheres do que homem no local, o ideal é pedir cerca de 13% a mais porque elas demoram mais no banheiro.

Sem educação
Em festas e eventos, todo mundo reclama da sujeira dos banheiros. O problema está nos usuários: os foliões não se preocupam em manter o espaço limpo. Já funcionários de obras são mais cuidadosos - os banheiros ficam até uma semana sem manutenção (sete dias!). E olha que cada banheiro é usado por 10 trabalhadores em turnos de 40 horas.

Xixi campeão
Durante o Carnaval carioca de 2011, foram disponibilizados 13 mil banheiros químicos nas ruas, batendo o recorde das 7 mil unidades usadas na posse de Obama, em 2009. A quantidade de resíduo desses sanitários daria para encher uma piscina olímpica - e ainda sobram 10 mil litros.

Fontes Roberto Zeilin, presidente da Associação Latinoamericana de Sanitarização; Associação Internacional de Sanitárização Portátil, Secretaria Especial de Turismo do Rio de Janeiro.

quinta-feira, 3 de julho de 2014

VIDRO- SUA OBTENÇÃO E RECICLAGEM

OLÁ PESSOAL!!
Hoje vamos abordar um tema interessante: vidro!
Como é obtido? Ou seja, como se faz "vidro"?





O vidro é um material obtido pela fusão de compostos inorgânicos como areia, barilha, calcário e feldspato, a temperaturas da ordem de 1500°C. A sílica, SiO2 é o principal componente do vidro encontrada sob a forma de areia. Depois de fundido o vidro é moldado em formas metálicas e resfriado sob temperaturas escalonadas.
A temperatura de fusão do vidro varia de acordo com o tipo de vidro, entre 1000°C a 1500°C. Os tipos de vidro mais comuns são:
- vidro de soda-cal , vidro comum, mais fabricado
- vidro de borossilicato, componente essencial para a fabricação do pirex
- vidro de chumbo, que é o cristal, feito com óxido de chumbo
- vidros especiais, produzidos com fórmulas específicas, como os tipo blindex.



A indústria vidreira abastece o mercado com extensa linha de vasilhas para alimentos, como potes, garrafas, garrafões, copos, além de utensílios domésticos, incolores ou coloridos, brilhantes ou foscos, e recipientes resistentes ao choque térmico.
Podem ser reciclados garrafas de refrigerantes, cervejas, sucos, água mineral, vinho e outras bebidas alcoólicas; frascos de molho, condimentos, produtos alimentícios, remédio, perfume e produtos de limpeza.
Alguns objetos obtidos a partir do vidro apresentam dificuldades técnicas para reciclagem como espelhos, vidros de janela, box de banheiro, vidros de carros, potes de cristal lâmpadas, travessas e utensílios de vidro temperado.
A reciclagem do vidro se dá sem perdas de volume ou das propriedades: 1 kg de cacos de vidro pode ser transformado infinitas vezes em 1 kg de vidro.
O emprego de 1/3 de cacos de vidro na mistura , resulta em 20% de economia de energia, pois esse material recuperado necessita de menos calor para fundir do que a matéria prima. Nesse processo os cacos são reduzidos de tamanho, lavados e totalmente liberados de impurezas. Depois são adicionados à mistura de matérias primas, que é totalmente transformado em garrafas, potes e frascos novos.
O recipiente reciclado apresenta as mesmas propriedades do material produzido a partira da matéria virgem: continua impermeável, puro, inerte, nõ deixa sabor no conteúdo, não sofre restrições quanto ao uso e pode acondicionar alimentos, bebidas e medicamentos.
fonte: "Meio ambiente, poluição e reciclagem"- editora Blucher

 Vidro é sólido ou líquido?
Existem controvérsias quanto aos mecanismos de caracterização do vidro na transição do estado líquido para o sólido. Em meados da década de 1980 Plumb, R.C propôs que os vidros de antigas catedrais eram mais grossos na base, pois teriam escoado com o tempo[ . Essa ideia perdura até os dias de hoje, muito embora já tenha sido provada matematicamente falsa. Edgar D. Zanotto em 1998 publicou artigo na revista American Association of Physics, com um calculo a partir da seguinte equação:
τ = η / G
Onde τ é o tempo de relaxação, η é viscosidade (Pa·s) e G o Módulo de cisalhamento (Pa). Em 1999 foi publicada uma revisão do cálculo tomando como base o valor de viscosidade de equilíbrio do vidro na temperatura ambiente. O novo resultado foi de 10²³ anos  anos, ou seja bem mais que uns 2 nonilhões , sendo assim impossível qualquer escoamento perceptível nos poucos milhares de anos de uma catedral... ( Wikipédia)


VIDRO NATURAL: OBSIDIANA
Obsidiana é um tipo de vidro vulcânico, formado quando o magma solidifica rapidamente, por exemplo, arrefecendo sob água. Consiste em 70% ou mais de sílica (SiO2 - dióxido de silício). A obsidiana não é um mineral por não ser cristalino e, além disso, é muito similar na composição do aço, granito e riólito. É classificada às vezes como um mineralóide.


OBSIDIANA
fotos: Wikipédia



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