quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

FELIZ NATAL A TODOS E UM EXCELENTE ANO NOVO!


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ALÔ PESSOAL!!!!
COMO TODOS , O XQUÍMICA TAMBÉM VAI SAIR DE FÉRIAS!!!
MAS SÓ ATÉ O ANO NOVO!
ENTÃO VOLTAMOS COM FORÇA TOTAL!!!!!!!
BOAS FESTAS A TODOS!

domingo, 15 de dezembro de 2013

SUPER BARATA!

ALÔ PESSOAL!!!!!
Sabem da super barata?
Uma espécie de barata que consegue suportar temperaturas muito baixas e até o frio congelante foi descoberta em Nova York pela primeira vez. A Periplaneta japonica, encontrada principalmente no Japão, é capaz de sobreviver a invernos rigorosos, ao contrário das espécies nativas da cidade americana. Cientistas da Universidade de Rutgers afirmam que a espécie nunca havia sido vista nos Estados Unidos até agora. As informações são do The Independent.
A criatura foi detectada pela primeira vez por um funcionário do setor de controle de pestes em Manhattan no ano passado. Ele trabalhava na High Line, uma área de transporte ferroviário inutilizada que foi transformada em parque. Foi cogitado na época que a barata havia chegado aos EUA junto com a terra de uma planta oriental importada para a decoração do parque.

A Periplaneta japonica consegue sobreviver em temperaturas abaixo de zero e é conhecida por hibernar durante os meses de inverno. A descoberta foi descrita no Journal of Economic Entomology, que publica artigos científicos sobre insetos.

Cientistas garantem, no entanto, que não há motivos para temer uma infestação repentina das baratas japonesas neste fim de ano. Eles acreditam que a competição por alimento e espaço com as espécies nativas vai manter a população sob controle no continente americano, apesar do inverno rigoroso.( fonte:Terra notícias)
Macho (esq.) e fêmea da espécie Periplaneta japonica, que invadiu NY e é capaz de resistir ao frio congelante Foto: AP

CÂNCER DE MAMA E COLESTEROL

Alô pessoal!!!
Cuidando da saúde:
 Entidades que combatem câncer de mama não recomendam uso de estatina e pedem mais estudos Foto: BBCBrasil.com
Um estudo feito por cientistas nos Estados Unidos afirma que um subproduto do colesterol pode ajudar o câncer de mama a crescer e se espalhar pelo corpo. A pesquisa sugere que o uso de medicamentos que diminuem o nível de colesterol - as chamadas estatinas - pode prevenir tumores.

O trabalho, que foi publicado na revista científica Science, ajuda a explicar por que a obesidade é um dos principais fatores de risco da doença. No entanto, organizações que trabalham na conscientização e combate ao câncer de mama alertaram que ainda é muito cedo para recomendar o uso de estatinas na prevenção de tumores.

Hormônios
A obesidade já é considerada um fator de risco em diversos outros tipos de câncer, como mama, intestino e útero. A gordura em pessoas acima do peso faz com que o corpo produza mais hormônios como o estrogênio, que pode facilitar a disseminação de tumores.

O colesterol é "quebrado" pelo corpo em um subproduto chamado 27HC, que tem o mesmo efeito do estrogênio. Pesquisas feitas com camundongos por cientistas do Duke University Medical Centre, nos Estados Unidos, demonstraram que dietas ricas em colesterol e gordura aumentaram os níveis de 27HC no sangue, provocando tumores que eram 30% maiores, se comparados a animais que estavam com uma alimentação regular.
Além de uso estatinas, colesterol pode ser reduzido evitando dietas com muita gordura Foto: BBCBrasil.com
Além de uso estatinas, colesterol pode ser reduzido evitando dietas com muita gordura
Foto: BBCBrasil.com

Nos camundongos com dieta rica em gordura, os tumores também se espalharam com maior frequência. Testes feitos com tecidos humanos contaminados com câncer de mama também cresceram mais rapidamente quando injetados com 27HC.

"Vários estudos mostraram uma conexão entre obesidade e câncer de mama, e mais especificamente que o elevado colesterol está associado ao risco de câncer de mama, mas nenhum mecanismo foi identificado", afirma o pesquisador Donald McDonnell, que liderou o estudo.

"O que achamos agora é uma molécula, não o próprio colesterol, mas um subproduto abundante do colesterol, chamado 27HC, que imita o hormônio estrogênio e consegue de forma independente provocar o crescimento do câncer de mama."
(fonte:BBC Brasil.com)

quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

TÓRIO - UMA ALTERNATIVA NUCLEAR

ALÔ PESSOAL!
Depois de uma semana super corrida com recuperações, vai aí um post bem interessante: a troca do urânio pelo tório nas usinas nucleares.
Entenda por que é importante:
amostra-torio-metal-flickr-bionerd
O Urânio-235 e o -238 usados nos reatores modernos de fissão nuclear são as fontes com mais densidade de energia conhecidas pela humanidade (1.546.000.000 MJ/L), mas este potencial de energia vem a um preço caro – e não apenas durante desastres naturais. Seus derivados de plutônio radioativo permanecem irradiando letalmente por milênios. É por isso que uma pioneira empresa nórdica está desenvolvido um combustível alternativo que não vai produzir o plutônio radioativo.
Quando o urânio é usado em um reator de água leve convencional, ele é convertido em plutônio (e se o isótopo U238 for usado, o resultado por ser o Pu239). Mesmo sem o perigo de plutônio para armas se proliferando dos depósitos de lixo radioativo dos países, não há uma maneira realmente fácil de eliminar o subproduto. A melhor alternativa encontrada até agora foi enterrá-lo e torcer pelo melhor. Mas a Thor Energy – uma subsidiária da Scatec, de Oslo – quer queimar os depósitos de plutônio para gerar energia aos reatores que os criaram. Tudo o que esse sistema precisa é de tório. Muito tório.
Felizmente, o tório (Th232) é abundante – apesar de radioativo. Estima-se que seja quatro vezes mais comum do que o urânio e 500 vezes mais do que o isótopo U238. É tão comum que atualmente ele é tratado como um subproduto da extração de terras-raras. O problema é que o tório que ocorre na natureza não contém o suficiente do seu isótopo fissionável (Th231) para manter a criticidade. É aí que entra o plutônio. O que a Thor fez foi misturar óxido de tório (ThO2) com óxido de plutônio (lixo nuclear) numa proporção 90:10 para criar o tório-MOX (óxido misto). O óxido de tório age como a matriz que segura o plutônio enquanto ele é utilizado.
Essa coisa pode revolucionar a energia nuclear. O Tório-MOX pode formar bastões e ser usado na geração atual de reatores nucleares com poucas alterações. O tório cerâmico tem condutividade térmica e ponto de fusão maiores do que o urânio, o que significa que pode ser operado a temperaturas internas menores (e mais seguras) sem chance de derreter, com menos emissão de gás de fissão, e com ciclo de combustível prolongado.
O mais importante é que o tório não é convertido em plutônio – acontece o oposto, na verdade. Isso é, o processo consome o plutônio. Nós podemos estar olhando para algo que não apenas pode controlar o crescimento de lixo nuclear no mundo, mas também reduzir os depósitos de plutônio ao mesmo tempo que reduz os riscos de uma proliferação nuclear. Claro, o sistema do tório cria seu próprio lixo, mas o tório irradiado não oxida e se mantém mais estável enquanto deteriora. O que mais você pode querer?
A Thor Energy atualmente está testando a nova tecnologia em pequena escala. Um reator protótipo vai alimentar uma fábrica de papel em Halden, na Noruega, pelos próximos cinco anos. Se o combustível se provar comercialmente viável durante o teste, podemos estar próximos a uma grande mudança na energia nuclear até o fim desta década. [Extreme Tech - Thor Energy - Thorium 100 - Thor Energy - Wikipedia - Britannica]

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

FUVEST- QUÍMICA- 1° FASE -2014

ALÔ PESSOAL!
Conforme prometi, aqui estão as restantes questões de química, resolvidas.
Ah! As resoluções são minhas, conferi com o gabarito oficial, mas pode haver outros meios de se chegar à mesma resposta!



31- A tabela a seguir contém dados sobre alguns ácidos carboxílicos.
Nome
Fórmula
Ponto de ebulição a 1 atm (ºC)
Densidade a 20 ºC (g/mL)
Ácido etanoico
H3CCO2H
118
1,04
Ácido n-butanoico
H3C(CH2)2CO2H
164
0,96
Ácido n-pentanoico
H3C(CH2)3CO2
186
0,94
Ácido n-hexanoico
H3C(CH2)4CO2
205
0,93
Assinale a alternativa que apresenta uma afirmação coerente com as informações fornecidas na tabela:
a) A 20°C, 1 mL de ácido etanoico tem massa maior do que 1 mL de ácido n-pentanoico.
b) O ácido propanoico (H3CCH2CO2H) deve ter ponto de ebulição (a l atm) acima de 200°C.
c) O acréscimo de um grupo — CH2 — à cadeia carbônica provoca o aumento da densidade dos ácidos carboxílicos.
d) O aumento da massa molar dos ácidos carboxílicos facilita a passagem de suas moléculas do estado líquido para o gasoso.
e) O ácido n-butanoico deve ter pressão de vapor menor que o ácido n-hexanoico, a uma mesma temperatura.
Resposta: A  Se d = M/V, considerando-se o mesmo volume, a maior massa será da maior densidade, no caso o ácido etanoico 

32- O rótulo de uma lata de desodorante em aerosol apresenta, entre outras, as seguintes informações: “Propelente: gás butano. Mantenha longe do fogo”. A principal razão dessa advertência é:
a) O aumento da temperatura faz aumentar a pressão do gás no interior da lata, o que pode causar uma explosão.
b) A lata é feita de alumínio, que, pelo aquecimento, pode reagir com o oxigênio do ar.

c) O aquecimento provoca o aumento do volume da lata, com a consequente condensação do gás em seu interior.

d) O aumento da temperatura provoca a polimerização do gás butano, inutilizando o produto.
e) A lata pode se derreter e reagir com as substâncias contidas em seu interior, inutilizando o produto.
Resposta: A – aumentando a temperatura exterior faz aumentar a temperatura interior com o consequente aumento da pressão do gás , que ao se chocar com as paredes do recipiente pode fazê-lo explodir.

33- A adição de um soluto à água altera a temperatura de ebulição desse solvente. Para quantificar essa variação em função da concentração e da natureza do soluto, foram feitos experimentos, cujos resultados são apresentados abaixo. Analisando a tabela, observa-se que a variação de temperatura de ebulição é função da concentração de moléculas ou íons de soluto dispersos na solução:
Volume de água (L)
Soluto
Quantidade de matéria de soluto (mol)
Temperatura de ebulição (ºC)
1
-
-
100,00
1
NaCl
0,5
100,50
1
NaCl
1,0
101,00
1
sacarose
0,5
100,25
1
CaCl2
0,5
100,75

Dois novos experimentos foram realizados, adicionando-se 1 mol de Na2SO4 a 1 L de água (experimento A) e 1,0 mol de glicose a 0,5 L de água (experimento B). Considere que os resultados desses novos experimentos tenham sido consistentes com os experimentos descritos na tabela.

Assim sendo, as temperaturas de ebulição da água, em °C, nas soluções dos experimentos A e B, foram, respectivamente, de:

a) 100,25 e 100,25                c) 100,75 e 10,50                    e) 101,50 e 100,50

b)100,75 e 100,25                 d) 101,50 e 101,00

Resposta: D- A adição de um soluto a uma substancia pura, aumenta seu ponto de ebulição

34-Estudos recentes parecem indicar que o formato do olho humano e a visão são influenciados pela quantidade da substância X, sintetizada pelo organismo. A produção dessa substância é favorecida pela luz solar, e crianças que fazem poucas atividades ao ar livre tendem a desenvolver dificuldade para enxergar objetos distantes. Essa disfunção ocular é comumente chamada de miopia.

Considere a fórmula estrutural da substância X e os diferentes formatos de olho:



Observação: As linhas tracejadas representam o feixe de luz incidente no olho.

Com base nessas informações, conclui-se que a miopia poderá atingir crianças cujo organismo venha a produzir ......... X em quantidade insuficiente, levando à formação de olho do tipo ..........

As lacunas da frase acima devem ser preenchidas, respectivamente, por:

a) o aminoácido; III

b) a amina; II

c) o aminoácido; I

d) o fenol; I

e) a amina; III

resposta:E  Baseado no composto X temos as funções amina e fenol. Miopia é a formação da imagem antes da retina.- olho III
  35-
35-No processo tradicional, o etanol é produzido a partir do caldo da cana-de-açúcar por fermentação promovida por leveduras naturais, e o bagaço de cana é desprezado.
Atualmente, leveduras geneticamente modificadas podem ser utilizadas em novos processos de fermentação para a produção de biocombustíveis. Por exemplo, no processo A, o bagaço de cana, após hidrólise da celulose e da hemicelulose, também pode ser transformado em etanol.
No processo B, o caldo de cana, rico em sacarose, é transformado em farneseno que, após hidrogenação das ligações duplas, se transforma no "diesel de cana". Esses três processos de produção de biocombustíveis podem ser representados por:
 

Com base no descrito acima, é correto afirmar:
a) No Processo A, a sacarose é transformada em celulose por micro-organismos transgênicos.
b) O Processo A, usado em conjunto com o processo tradicional, permite maior produção de etanol por hectare cultivado.
c) O produto da hidrogenação do farneseno não deveria ser chamado de “diesel”, pois não é um hidrocarboneto,   
d) A combustão do etanol produzido por micro-organismos transgênicos não é poluente, pois não produz dióxido de carbono.
e) O Processo B é vantajoso em relação ao Processo A, pois a sacarose é matéria-prima com menor valor econômico do que o bagaço de cana.
Resposta: B- o próprio texto diz que o bagaço da cana e da hemicelulose podem ser transformados em etanol através do uso de leveduras geneticamente modificadas, o que aumenta a produção de etanol.Observe que o farneseno é um hidrocarboneto de cadeia insaturada, com ramificações.

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