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terça-feira, 4 de julho de 2023

FISICO QUÍMICA- AULA 8- PILHAS

 SUPER RESUMO DE PILHAS: 


AÍ VAI O LINK PARA VOCÊS FICAREM PILHADOS:


https://x-xquimica.com.br/fisico-quimica-aula-8-pilhas/


Química sem segredos - pilha de Daniell 








segunda-feira, 30 de março de 2020

EXPERIÊNCIAS QUÍMICAS

OI GALERA!

APROVEITA A QUARENTENA E VEJA ALGUMAS EXPERIÊNCIAS:

https://l-xquimica.com/experiencias-quimicas/


TE AGUARDO NO SITE!

quarta-feira, 16 de agosto de 2017

CANETA ESFEROGRÁFICA: O QUE É ESSA TINTA?

ALÔ PESSOAL!
Duvido que você já não tenha estourado uma canetinha  Bic ou do tipo!
Tinta mais difícil de sair!
E o que tem nessa tinta tão melequenta?


 COMPOSIÇÃO DA TINTA ESFEROGRÁFICA:


 imagem: Wikipédia


Você provavelmente não tem ideia de onde vem a tinta das suas canetas, muito menos se é um processo de fabricação simples ou complexo. Josh Velson, consultor de engenharia química para bio e petroquímica, tem a resposta.


A tinta de canetas esferográficas pretas é feita a partir do negro de fumo (ou negro de carbono): trata-se da fuligem criada ao se queimar certas substâncias químicas. Normalmente, a fuligem é algo indesejável; mas aqui, há processos industriais feitos para criá-la e usá-la.
As partículas do negro de fumo servem como pigmento. É preciso separar essas partículas usando um polímero; e para fazê-las fluir pela caneta, aplica-se um solvente.
E para as cores além do preto? Em canetas vermelhas, utiliza-se a eosina. Nas canetas azuis, é comum usar pigmentos como trifenilmetano ou azul-ftalo (que possui cobre em sua composição).
Para fazer outras tintas, o processo é semelhante: por exemplo, ao criar tinta preta de impressora, também se usa o negro de fumo, polímero e solvente. Mas neste caso, as partículas são otimizadas para atravessarem os poros finos do cartucho, em vez de uma esfera na caneta esferográfica.
E de onde vêm os componentes da tinta?
  • negro de fumo: geralmente vem do carvão ou derivados de petróleo (como o acetileno);
  • polímeros: há diversos tipos, que ou vêm do petróleo, ou são derivados de óleo de pinho ou breu;
  • solventes: geralmente são petroquímicos (derivados do petróleo), e evaporam rapidamente da tinta.
Existem empresas especializadas que se dedicam inteiramente ao negro de fumo. Mais tarde eu descobri que, na indústria, há muitos tipos de negro de fumo, embora só alguns sejam adequados para tinta.
É preciso muito mais engenharia para criar os polímeros da tinta, pois eles geralmente determinam o fluxo, o tamanho das partículas, e (nas tintas coloridas) algumas das propriedades ópticas, tais como o brilho. Por sua vez, essas propriedades impactam a separação de cores e nitidez das tintas.
Tintas de impressão, por exemplo, variam de acordo com o tipo de aplicação. A tinta de jornal é diferente da usada em impressoras a jato de tinta, a laser, em canetas esferográficas, canetas de gel e canetas-tinteiro. O nanquim é totalmente distinto, composto de negro de fumo, água e goma-laca; hoje em dia, ele é usado principalmente para fazer quadrinhos.
O processo usado para fazer cada uma dessas tintas é bastante similar. A maioria das fábricas que formulam as tintas também as inserem em cartuchos, tubos e outros recipientes – eu acho que isto é muito mais mecânica e tecnicamente complexo do que fazer a tinta em si. O segredo das tintas, na verdade, está na pesquisa e desenvolvimento.


imagem: http://segredosdomundo.r7.com
Texto do http://gizmodo.uol.com.br

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

SEDA DE WHEY - VOCE NÃO LEU ERRADO|!

ALÔ PESSOAL!!
Procurando temas novos, entrei em um "pool" de blogs, muito bom!
Aí vai o endereço para vocês : http://scienceblogs.com.br


Essa reportagem veio de lá:


SEDA DE WHEY!
por

O cientista entra na loja de suplementos alimentares, pede um pote de whey protein e sai de lá com seda. Pode parecer uma piada, mas é isso o que está acontecendo num laboratório sueco.

Leve, elástica, elegante e ao mesmo tempo forte, a seda já não é mais o material dos sonhos de estilistas mas também de cientistas. Mas sua produção continua sendo lenta nas fazendas de bicho-da-seda, o que encarece seu uso tanto na moda quanto na ciência. Se pudesse ser fabricada em escala industrial e com algumas modificações, a seda poderia ser base para avanços tecnológicos como biossensores ou curativos biodegradáveis. Por isso, não faltam pesquisas que tentam sintetizar a seda em laboratório.
No Real Instituto de Tecnologia da Suécia, existe uma equipe de pesquisadores chefiada pelos Drs. Christofer Lendel and Fredrik Lundell que é especializada em materiais automontáveis. Isso significa que existem proteínas que se montam sozinhas nas condições certas. O laboratório de Lendel e Lundell já conseguiu a proeza de produzir fibras de madeira artificiais a partir de fibrilas de celulose. Agora, o mesmo método pode servir para produzir seda artificialmente.
O método em questão chama-se focagem hidrodinâmica e é muito parecido com o que as aranhas fazem para produzir suas teias de seda: “Um fluido carregador com essas nanofibrilas de proteínas passa por um pequeno canal. Adiciona-se água perpendicularmente, pelos lados, o que pressiona as fibrilas a se juntar e formar uma fibra”, explica Lundell em comunicado do Phys.org.


Focagem hidrodinâmica: suspensas num líquido, as fibrilas de whey são pressionadas por dois jatos de água até formarem um fio de seda. [Imagem: DESY/Eberhard Reimann]

Para tentar produzir seda, Lundell e seus colegas usaram nanofibrilas extraídas de whey protein de vaca alterada por calor e acidez. Conforme relataram em artigo publicado na Proceedings of the National Academy of Sciences, as características das fibrilas dependem da concentração da proteína utilizada. Eles descobriram que, abaixo de 4% de concentração, formam-se fibrilas longas, grossas, fortes e lisas. Com uma solução de 6% ou mais de proteínas, as fibrilas ficam curtas, finas, macias e recurvadas.
Era de se esperar que as fibrilas longas e fortes formassem uma boa seda, mas observou-se que as fibrilas molengas em forma de vírgula, resultantes de soluções mais concentradas, deram fibras melhores. A explicação veio com a ajuda de raios-X, que mostraram as fibrilas menores se engancham de maneira mais aleatória, porém mais eficiente. Estruturalmente, é como se as fibrilas fosse juntadas por um velcro microscópico.
Embora pareça um feito notável, a produção de seda a partir de whey protein ainda está engatinhando. Tudo o que os cientistas suecos foram capazes de produzir foram fibras de seda artificial com cinco milímetros de comprimento e qualidade mediana. No entanto, Lendel afirma que a whey protein foi usada apenas como prova de conceito. Assim, os monstros de academia de ginástica não precisam se preocupar com cientistas roubando seus estoques de whey protein: a qualidade (e quantidade) da seda artificial deve melhorar com o uso de novas fontes de fibrilas.
Referencia: Fredrik Lundell, Christofer Lendel et. al. Flow-assisted assembly of nanostructured protein microfibers [Montagem assistida por fluxo de microfibras de proteína nanoestruturadas] Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS), Published online before print January 25, 2017; DOI: 10.1073/pnas.1617260114

quinta-feira, 10 de março de 2016

OS ELEMENTOS QUÍMICOS DAS MOEDAS BRASILEIRAS

ALÔ PESSOAL!!!
Hoje estive em uma exposição chamada " Música, Matemática & Dinheiro" na BM&FBOVESPA,
Coleção Spinola- Nomus Brasiliana, que possui raridades como as moedas da época de Cristo.
Aí ficou a pergunta: hoje usamos moedas, guardamos, escondemos, colocamos em qualquer lugar, mas a verdade é que é dinheiro e na sua composição leva metais nobres.



                 COMPONENTES QUÍMICOS DAS MOEDAS BRASILEIRAS


As moedas são usadas no cotidiano de todos os brasileiros. Mas, você já se perguntou do que elas são feitas???

Veja agora a composição de cada moeda em particular:

– Moeda de 1 centavo: composta por Aço e revestida com Cobre (Cu). Aço é uma liga de Ferro e carbono. (Hoje, a moeda está fora de circulação).


– Moeda de 5 centavos: Em circulação desde 1998, as atuais moedas de 5 centavos são feitas  de aço revestido com cobre..


– Moeda de 10 centavos: As prateadas são feita de aço inoxidável (C + Fe + Ni). As amareladas é feita de aço revestido de Bronze (Cu +Sn). A moeda amarelada é similar a de 25 centavos.

 

– Moeda de 25 centavos: As prateadas são feita de aço inoxidável (C + Fe + Ni). As amareladas é feita de aço revestido de Bronze (Cu +Sn)

 

 

– Moeda de 50 centavos: Inicialmente, a moeda era feita de cuproníquel. Mas, devido o aumento significativo no preço dos materiais utilizados na fabricação, o cuproníquel (liga de cobre e níquel) foi substituído por aço inoxidável, material utilizado nas moedas cunhadas a partir de 2002. Hoje a moeda é feita de aço inoxidável (C + Fe+Ni)

  

– Moeda de 1 real: a composição desta moeda é única, ela possui um disco interno formado por uma liga de Cobre e Níquel e um disco externo composto por alpaca.  Alpaca é uma liga metálica de Cobre, Níquel, Estanho e Prata: Cu + Ni + Sn + Ag.


imagens: https://esquadraodoconhecimento.wordpress.com


Só por estas composições já se explica porque as moedas são mais resistentes do que as cédulas. As notas são feitas com papel especial e as moedas, como se viu, são compostas por metais e ligas metálicas, ou seja, as notas ficam velhas e se rasgam com facilidade e as moedas passam apenas por um escurecimento (oxidação).

Fonte: Banco Central do Brasil

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