quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018

BÓSON DE HIGGS - QUAL SUA IMPORTÂNCIA?

ALÔ PESSOAL!
Agora entrando em um assunto mais específico, que depois de muitas pesquisas e considerações, foi "encontrado" : o bóson de Higgs.
Na realidade essa verificação está ligada ao conceito de Campo de HIGGS, onde o espaço não seria um vazio, sem forças atuantes.
Vamos ao texto da revista  "MUNDO ESTRANHO":


 Qual é a diferença entre você e um raio de luz? “Nenhuma” seria a resposta há 13,7 bilhões de anos, no instante em que o Universo nasceu. Nesse estágio embrionário do Cosmos, a grandeza física a que chamamos massa ainda não existia. Nada tinha peso. A matéria que forma o seu corpo hoje era só uma coleção de partículas subatômicas se movendo à velocidade da luz. E aí é que vem a bênção. Certas partículas, os bósons de Higgs, estavam espalhadas por cada milímetro do Universo. Uma hora elas se uniram e, num processo similar ao vapor d’água se transformando em água líquida, e formaram um “oceano” invisível – o Oceano de Higgs. Para algumas das outras partículas que vagavam por aí não fez diferença, caso dos fótons, que passavam (e ainda passam) batidos por esse oceano. Para outras, fez toda. Caso dos quarks (as que formam basicamente todo o seu corpo). Do ponto de vista delas, o Oceano de Higgs era (e ainda é) como um óleo denso. E à força que os quarks fazem para atravessar esse óleo nós damos o nome de massa. Em suma: sem os bósons de Higgs, a matéria não existiria – já que “matéria” é tudo o que tem massa. E você seria algo tão sem substância quanto uma onda de rádio.
Essa é a teoria de Peter Higgs. Uma teoria complexa, com pinta de ficção científica, mas que saiu do papel! ( SUPER)

BÓSON DE HIGGS


É uma partícula subatômica que os físicos acreditam ser responsável por dar massa às demais. Sabe todo aquele papo de prótons e nêutrons que você aprende no colégio? Isso era tudo que se sabia sobre o mundo subatômico até mais ou menos 1930. De lá pra cá, os cientistas formulam teorias para entender melhor como as partículas subatômicas formam os átomos, a matéria e as forças que agem sobre ela. A principal dessas teorias é conhecida como Modelo Padrão e a descoberta do bóson serviu para comprová-la. A comprovação dessa partícula vinha sendo perseguida desde 1964, até que, em 2012, finalmente um experimento atestou (com 99,9999…% de certeza) sua existência. A descoberta foi importante, porque a confirmação de um modelo hipotético abre novos horizontes para compreender o funcionamento do Universo e até a existência de novas partículas. Porém isso é só o começo, pois o Modelo Padrão só explica 4,6% do conteúdo do Universo.
Após o Big Bang, parte da energia irradiada se congelou, formando um éter que envolve tudo o que há no Universo, chamado de Campo de Higgs. O Campo de Higgs (do qual o bóson é parte) criou uma espécie de viscosidade no vazio do espaço e fez com que as partículas interagissem umas com as outras. Quando o bóson passa por entre as outras partículas, ele causa os efeitos de atração e repulsão entre elas. Resultado: as partículas ganham massa. As partículas com afinidades entre si se combinam, formando os ÁTOMOS.
"Sem esse Campo de Higgs as partículas ficariam soltas e não teriam como interargir "Por isso a constatação de que existe o bóson e o campo, tornam possível a explicação da formação do Universo.
A dificuldade em observar o bóson é enorme: ele só aparece em níveis de energia realmente altos e se transforma em outras partículas muito rapidamente. Por isso foi preciso construir o LHC (Grande Colisor de Hádrons). Cientistas mediram os níveis de energia e interação entre as partículas após a colisão e compararam com as hipóteses já formuladas – os resultados bateram.
 O que ele comprova Segundo o Modelo Padrão, o Universo é formado por 17 partículas básicas: o bóson, 6 quarks, 6 léptons e 4 partículas mediadoras.

As partículas mediadoras:

São responsáveis pela transmissão de força entre dois corpos. Os glúons transmitem a força nuclear forte, os fótons a força eletromagnética, os Bósons W e Z a força nuclear fraca e os grávitons a força gravitacional. O gráviton ainda vai demorar para ser observado. Sua força gravitacional é muito mais fraca do que as outras e isso dificulta a medição
QUARKS:Interagem com todas as quatro forças das partículas mediadoras. São seis: top, bottom, charm, strange, up e down (os dois últimos formam os prótons e os nêutrons)
LÉPTONS:Muito leves, não interagem com a força nuclear forte. São: elétron, múon, tau, neutrino do elétron, neutrino do múon e neutrino do tau.

imagem:http://aprendendoquimicaonline.blogspot.com.br


bóson de Higgs-cds.cern.ch






fontes:Fermi National Accelerator Laboratory, Scientific American, Pesquisa Fapesp

sábado, 17 de fevereiro de 2018

CANAL XQUIMICA- HISTÓRIA DA QUÍMICA PARTE II

ALÔ PESSOAL!!!
Canal XQUIMICA com mais um vídeo contando a história de quem fez a química!
Personagens e obras!












dúvidas?
comentem!!!
erros?
apontem!

terça-feira, 6 de fevereiro de 2018

CANAL XQUIMICA- A HISTÓRIA DA QUÍMICA - PARTE 1

ALÔ PESSOAL!
Mais um vídeo para que vocês se rendam ao sucesso da QUÍMICA!

segunda-feira, 5 de fevereiro de 2018

CANAL XQUIMICA- COMEÇANDO PELOS PRINCÍPIOS!

ALÔ PESSOAL!
Esse ano vamos propor um curso de química, desde as primeiras definições básicas.
Dessa forma, o CANAL XQUIMICA já tem seu primeiro vídeo nessa direção.
Vamos lá:





quarta-feira, 24 de janeiro de 2018

UMA NOVA TABELA PERIÓDICA?

ALÔ PESSOAL!!!
Tabela Periódica todo mundo conhece, pelo menos o visual delas..
Mas essa tabela que está surgindo tem características bem diferentes, pois leva em conta uma série de propriedades atômicas e ligações:
O texto é da revista Science News:


Uma nova versão da tabela periódica mostra as propriedades previstas dos metais 2-D, uma classe obscura de materiais sintéticos. Arrayed em folhas de 1 átomo de espessura, a maioria destes metais 2-D ainda não foram vistos no mundo real. Então Janne Nevalaita e Pekka Koskinen, físicas da Universidade de Jyväskylä na Finlândia, simularam materiais 2-D de 45 elementos metálicos, variando de lítio ao bismuto.
 Para cada folha, os pesquisadores mediram o comprimento médio da ligação química, a força de ligação e a compressibilidade do material, como é difícil "espremer" os átomos mais próximos a equipe criou esses recursos na nova tabela periódica.
O novo trabalho, descrito na Revisão Física B, em 15 de janeiro, poderia ajudar os pesquisadores a identificar quais metais 2-D são mais promissores para várias aplicações, como estimular reações químicas ou detectar gases.Estes metais são semelhantes aos materiais 2-D previamente estudados, como o grafeno supermaterial (SN: 10/3/15, p.7) e o diamante  (SN: 9/2/17, p.12). Mas enquanto esses materiais eram constituídos por ligações covalentes - em que pares de átomos compartilham elétrons - esses metais 2-D são compostos de ligações metálicas, onde os elétrons fluem mais livremente entre os átomos. "É um novo tipo de família de nanoestruturas", diz Koskinen. "O céu é o limite, para  as aplicações "
Alguns metais em potencial de 2-D podem exibir qualidades quânticas exóticas, como o magnetismo 2-D ou a supercondutividade, a capacidade de transmitir eletricidade sem resistência. Tais propriedades podem tornar esses materiais úteis para a computação quântica.
Nevalaita e Koskinen criaram três tabelas periódicas que apresentam as propriedades dos metais 2-D com átomos em configurações triangulares, quadradas ou em favo de mel. Usando seu trio de tabelas, os pesquisadores descobriram que as propriedades dos metais 2-D estavam relacionadas às de seus homólogos 3-D. Por exemplo, os átomos de qualquer dado metal dispostos em uma rede triangular tipicamente tinham cerca de 70 % da força de ligação dos átomos na versão 3-D desse metal. As redes quadradas e de favo de mel geralmente mostraram cerca de 66 % e 54 % a força de ligação de metais tridimensionais, respectivamente.



( Science \News)







AS ESTRELAS E O LÍTIO

ALÔ PESSOAL!
FÉRIAS ACABANDO!
Vamos a um assunto bem interessante da Science News: |Estrelas e o elemento lítio:


É comprovado que as estrelas tem o elemento lítio em sua composição, em pequenas quantidades.
Mas, as últimas análises confirmam que, além de hidrogênio e hélio, as estrelas contém uma quantidade maior de lítio do que o esperado.
Misteriosamente, algumas estrelas envelhecidas possuem quantidades  altas de lítio. Cerca de uma dúzia de estrelas gigantes vermelhas - o estágio de fim de vida para uma estrela parecida com o sol - foram vistos nas últimas décadas com lítio extra em suas superfícies. Não é quantidade suficiente de lítio para explicar um enigma cósmico diferente, no qual o universo geral parece ter muito menos lítio do que deveria (SN: 10/18/14, p.15). Mas basta confundir os astrônomos. Os gigantes vermelhos geralmente destroem esse material que é leve ( lítio) de seus núcleos, tornando suas superfícies mais escassas no elemento.
Encontrar os gigantes vermelhos enriquecidos com lítio "não é esperado dos modelos padrão de evolução da estrela de baixa massa, que normalmente é considerado um campo relativamente bem estabelecido na astrofísica", diz o astrônomo Wako Aoki do Observatório Astronômico Nacional do Japão em Tóquio.
Um gigante vermelho com muito lítio deve ter tido uma enorme quantidade de lítio em sua vida anterior, ou implica  um ajuste necessário para alguma regra fundamental da evolução estelar.
Aoki e seus colegas usaram o Telescópio Subaru no Havaí para encontrar as 12 novas estrelas ricas em lítio, aproximadamente 0,8 vezes a massa do sol. Cinco das estrelas parecem ser relativamente jovens em seus ciclos de vida - um pouco mais velhas do que as estrelas normais do sol, mas um pouco mais jovens que os gigantes vermelhos.
Isso sugere as estrelas ricas em lítio, de alguma forma, pegaram o lítio extra no início de suas vidas, embora não seja claro de onde. As estrelas poderiam ter roubado material de estrelas companheiras ou comidas planetas infelizes (SN: 5/19/01, p. 310). Mas há razões para pensar que eles não fizeram nada - por um lado, eles não têm um excesso de outros elementos.
Dessa forma, ainda não há explicações viáveis para que essas grandes estrelas vermelhas tenham tanto lítio.
Mas alguma coisa deve ter acontecido ou vai acontecer, isso é fato segundo os estudos feitos até hoje.
( Science News|)



STELLAR RICHES  Astronomers using the Subaru Telescope in Hawaii (shown) found 12 new stars with too much lithium, one of which has the largest lithium abundance yet seen for its star type.

segunda-feira, 15 de janeiro de 2018

FUVEST- 3° DIA- 2° FASE- QUÍMICA QUESTÕES 5 E 6

ALÔ PESSOAL!
Ficou faltando a finalização da questão 5 e  questão 6:

5-a amostra era de alfa -pineno:




6- No acidente com o césio_137 ocorrido em 1987 em Goiânia, a cápsula, que foi aberta inadvertidamente, continha 92 g de cloreto de césio_137. Esse isótopo do césio sofre decaimento do tipo beta para bário_137, com meia_vida de aproximadamente 30 anos.
Considere que a cápsula tivesse permanecido intacta e que hoje seu conteúdo fosse dissolvido em solução aquosa diluída de ácido clorídrico suficiente para a dissolução total.
a) Com base nos dados de solubilidade dos sais, proponha um procedimento químico para separar o bário do césio presentes nessa solução.
b) Determine a massa do sal de bário seco obtido ao final da separação, considerando que houve recuperação de 100 % do bário presente na solução.
Note e adote:
Solubilidade de sais de bário e de césio (g do sal por 100 mL de água, a 20 oC).
Cloreto Sulfato
Bário 35,8 2,5 × 10_4
Césio 187 179
Massas molares:
cloro ..... 35,5 g/mol
enxofre ..... 32 g/mol
oxigênio ..... 16 g/mol
 RESPOSTA
a) A partir dos dados apresentados, o sulfato de bário apresenta menor solubilidade dentre os sais possíveis.
Partindo-se da solução de cloreto de bário e de cloreto de césio formada pela dissolução da amostra com HCℓ (aq), pode-se promover a separação dos íons bário e césio pela adição de uma solução contendo íons sulfato, ocorrendo a precipitação do sulfato de bário. Após esse procedimento, pode-se realizar uma filtração, separando o sulfato de bário sólido da solução sobrenadante.
b) Porcentagem de césio presente no cloreto de césio:
 

Massa de césio na amostra:
  

Abrindo-se a cápsula hoje se teria passado um período de meia-vida (30 anos), assim 36,5 g de césio teria se convertido em bário:



na formação do sal:
                                                                                                                                                                                               

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