segunda-feira, 18 de junho de 2018

OLIVINAS - PEDRAS QUE JORRAM DO KILAUEA

ALÔ PESSOAL!




O vulcão Kilauea, no Havaí, fez estragos nesse último mês e agora "cospe" pedras consideradas  preciosas- as olivinas.


O vulcão
A erupção do Kilauea tem preocupado moradores da ilha. Desde o início da erupção, há mais de um mês, o fenômeno já destruiu 600 casa e deslocou mais de 2,5 mil pessoas.
Além disso, a erupção evaporou um lago inteiro. Considerado o maior lago de água doce, o Green Lake evaporou em menos de duas horas após ser atingido pela lava quente.









Em erupção desde a primeira semana de maio, o vulcão Kilauea, no Havaí, não trouxe apenas devastação para a região, mas também um “presente” curioso. Considerado o maior desastre recente na área, ele passou a expelir, além de lava, jóias.
As pedras transparentes, de tom verde oliva, são olivinas — um dos minerais mais comuns e conhecidos. A existência delas não se restringe ao fundo da cratera, ocorrendo também na Lua e até em Marte.
Moradores da região que não foram afetados pela lava passaram a encontrar as pedras nos arredores e fizeram registros em redes sociais.
Apesar de ser tratada por jóia, a olivina possui um valor baixo de venda: uma pedrinha pode custar R$ 20.
Olivina é um grupo de minerais da família dos nesossilicatos cujos membros são constituídos por silicatos de magnésio e ferro, com fórmula química (Mg,Fe)2SiO4, formando uma solução sólida em que a razão Fe/Mg varia entre dois extremos constituídos pela forsterite (Mg2SiO4) e a faialite (Fe2SiO4). Este mineral dá ainda o nome a um grupo de minerais com estrutura semelhante (o grupo da olivina) que inclui os minerais monticellite e kirschsteinite. Os minerais do grupo da olivina cristalizam no sistema ortorrômbico, e são nesossilicatos.
É um dos minerais mais comuns na Terra, tendo também sido encontrada em rochas lunares, em meteoritos e inclusive em rochas de Marte.
A olivina apresenta-se geralmente com cor verde-oliva (daí o seu nome) ou amarelo-claro, apesar de poder apresentar uma cor avermelhada devido à oxidação do ferro.
A sua dureza é igual a 6.5-7, com peso específico 3.27-3.37 e aspecto vítreo.
 Pensa-se que a cor verde seja devida à presença de pequenas quantidades de níquel. A forma das olivinas é normalmente granular e maciço.
A olivina transparente é por vezes usada como gema em joalheria, sendo geralmente designada como peridoto ou, por vezes, crisólito. As melhores amostras de olivina de qualidade gemológica têm sido obtidas de um jazigo constituído por rochas do manto, na ilha Zabargad, no Mar Vermelho.
A olivina ocorre em rochas ígneas  e ainda como mineral primário em algumas rochas metamórficas pois cristaliza a partir de magma rico em magnésio e pobre em sílica.
Abaixo, olivina, antes e depois de lapidada.






fontes: https://www.geocaching.com
Wikipédia
Yahoo https://br.yahoo.com


quarta-feira, 13 de junho de 2018

SERÁ QUE OS NOVOS ELEMENTOS ADICIONADOS NA TABELA PERIÓDICA FICAM ?

OLÁ PESSOAL!


Em uma recente postagem de maio de 2018 a revista Nature fala sobre o fato dos novos elementos adicionados à tabela Periódica.


" Quatro novos elementos foram adicionados em 2015 com grande alarde - mas alguns pesquisadores reclamam que o anúncio foi prematuro.
O clima no Castelo de Bäckaskog, no sul da Suécia, deveria ter sido otimista quando químicos e físicos se reuniram para um simpósio em maio de 2016. O encontro, patrocinado pela Fundação Nobel, ofereceu aos pesquisadores uma chance de fazer um balanço dos esforços globais para investigar os limites do nuclear. ciência e celebrar quatro novos elementos que haviam acrescentado à tabela periódica alguns meses antes. Os nomes dos elementos deveriam ser anunciados em poucos dias, uma grande honra para os pesquisadores e países responsáveis ​​pelas descobertas.
Embora muitos participantes da reunião tenham ficado entusiasmados com o desenvolvimento de seu campo - e as manchetes que estava gerando -, um número significativo estava preocupado. Eles temiam que houvesse falhas no processo de avaliação de alegações sobre novos elementos e estavam preocupados com o fato de que as resenhas das recentes descobertas tivessem sido insuficientes.
Alguns achavam que não havia provas suficientes para justificar a consagração dos elementos mais polêmicos, números 115 e 117. A integridade científica da tabela periódica estava em jogo.
No final da reunião, um cientista pediu que os participantes indicassem se deveriam ou não anunciar os nomes dos elementos conforme planejado. A questão expôs a profundidade de preocupação entre a multidão. A maioria dos pesquisadores votou pelo adiamento do anúncio, diz Walter Loveland, químico nuclear da Universidade do Estado de Oregon, em Corvallis. E isso desencadeou uma reação notável de alguns cientistas russos que lideraram esforços que resultaram em três dos elementos. "Eles apenas pisaram os pés e saíram", diz Loveland.
"Eu nunca vi isso em uma reunião científica."
Apesar das preocupações, os nomes dos elementos foram anunciados logo depois. Nihônio (número atômico 113), moscovium (115), tennessine (117) e oganesson (118) juntaram os 114 elementos previamente descobertos como adições permanentes à tabela periódica.
Quase 150 anos após Dmitri Mendeleev ter sonhado com essa estrutura organizacional, a sétima linha da tabela estava oficialmente completa.
No entanto, o modo como os eventos se desenrolaram perturbou profundamente alguns pesquisadores. Claes Fahlander, físico nuclear da Universidade de Lund, na Suécia, espera que os resultados experimentais apoiem ​​as reivindicações por moscovium e tennessine. No entanto, ele afirma que foi "prematuro" aprovar os elementos. "Somos cientistas", diz ele.
"Não acreditamos - queremos ver provas".
Enquanto o mundo se prepara para celebrar o Ano Internacional da Mesa Periódica em 2019, o debate sobre as quatro adições forçou reformas no processo de verificação de outros novos elementos no futuro. E a controvérsia lançou uma nuvem de incerteza sobre a linha inferior dos elementos: é possível que os órgãos diretivos da mesa reavaliem algumas das mais recentes descobertas.
Como se cria um novo elemento químico:


maiores informações:
 

O 4° ELEMENTO DA TABELA PERIÓDICA A TER PROPRIEDADES MAGNÉTICAS - Ru

ALÔ PESSOAL!
Química sempre com novidades:
Leiam:




Um experimento realizado na Universidade de Minnesota nos Estados Unidos resultou na descoberta de um novo elemento magnético. A pesquisa comprovou que o rutênio (Ru) é o quarto elemento da tabela periódica a ter propriedades magnéticas em temperatura ambiente.
Um elemento como este pode colaborar para várias funções na sociedade, como a melhoria de sensores, dispositivos relacionados à memória de computadores e, claro, materiais magnéticos. Até o momento, apenas três elementos tinham esta capacidade: ferro, cobalto e o níquel. Outro, o gadolínio, também tem essa capacidade, mas não em temperatura ambiente. Aos 8ºC, o elemento já passa a não ter mais esta propriedade.
Atualmente, estes elementos são constantemente usados para a indústria de eletrônicos, sobretudo para funções relacionadas a eletromagnetismo — ou seja, a capacidade de criar correntes elétricas a partir da variação do campo magnético, por indução. Na indústria, são utilizados para aplicações como sensores, motores elétricos, geradores, HDs e, mais recentemente, memórias spintrônicas. Contudo, a grande colaboração do material se mantém para produção de novas tecnologias para armazenamento de dados.
"O magnetismo é sempre incrível. Ele se prova incrível novamente. Estamos empolgados e agradecidos por ser o primeiro grupo a demonstrar experimentalmente e adicionar o quarto elemento ferromagnético à temperatura ambiente à tabela periódica", disse Robert F. Hartmann, professor de eletricidade da Universidade de Minnesota. Ele é supervisor do projeto encabeçado pelo Ph.D Patrick Quatermann, da National Research Council (NRC).
A busca por novos elementos magnéticos é uma demanda da indústria de eletrônicos, que vê nas matérias-primas tradicionais como o ferro uma limitação para o desenvolvimento de novos aparelhos. A descoberta desta propriedade do rutênio abre um leque de novos caminhos para estudos relacionados a armazenamentos de dados.


fonte:https://canaltech.com.br



cristal de rutênio de alta pureza ( Wikipédia)


elemento químico de símbolo Ru de número atômico 44 (44 prótons e 44 elétrons) e de massa atómica igual a 101 u.m.a. À temperatura ambiente, o rutênio encontra-se no estado sólido. É um elemento do grupo do ferro (8 ou 8b) da classificação periódica dos elementos. É um metal de transição, pouco abundante, encontrado normalmente em minas de platina. É empregado como catalisador e em ligas metálicas de alta resistência com platina ou paládio. O rutênio foi descoberto por Karl Klaus em 1844.

sexta-feira, 1 de junho de 2018

COMO TRANSFORMAR MORTOS CREMADOS- HUMANOS OU ANIMAIS- EM DIAMANTES

ALÔ PESSOAL!
Esse é um assunto que tenho discutido em sala e sempre todos ficam surpresos com a possibilidade de ter um parente ou animal de estimação convertido em um belo diamante azul.
Mas é verdade mesmo?
Sim, é!
Aqui está a reportagem que mostra como isso pode ser feito e onde!
Por , em 12.08.2017



A cremação tem se tornado uma opção cada vez mais popular na hora do luto. Mas ao invés de armazenar as cinzas de um ente querido em uma urna ou jogá-las em algum lugar simbólico, um número crescente de pessoas está fazendo algo um pouco mais ousado: transformar as cinzas em um diamante.
Isso é possível porque o carbono é o segundo elemento atômico mais abundante no corpo humano, e os diamantes são feitos de carbono cristalizado. Os pesquisadores também melhoraram maneiras de cultivar diamantes em laboratório nos últimos anos.
Pelo menos cinco empresas oferecem o serviço.
 A Algordanza, na Suíça, é uma das líderes da indústria – seus serviços estão disponíveis em 33 países e a empresa disse ao portal Business Insider que vendeu cerca de 1.000 gemas corporais em 2016. A Algordanza também afirma ser a única empresa desse tipo que opera seu próprio laboratório de criação de diamantes a partir de cinzas – na verdade ela é uma entre duas no mundo – a outra fica na Rússia.
“Isso permite que alguém mantenha seu ente querido para sempre”, diz Christina Martoia, porta-voz da Algordanza US. “Estamos trazendo alegria de algo que é, para muitas pessoas, muito dolorido”.
Veja como a empresa usa calor e pressão extremos para transformar pessoas mortas – e às vezes animais – em gemas brilhantes de todos os tamanhos, cortes e cores.
Fazer um diamante a partir de uma pessoa morta começa com a cremação. O processo normalmente deixa para trás cerca de 2 a 4,5 quilos de cinzas, a maioria das quais é carbono. Os estilos de cremação diferem de cultura para a cultura. Alguns usam temperaturas mais altas por mais tempo, o que permite que mais carbono escape no ar como dióxido de carbono (o que pode significar que mais cinzas são necessárias para formar um diamante). Martoia diz que a Algordanza exige um mínimo de 450g de cinzas. “Esse é o número mágico, onde nossos engenheiros podem garantir que haverá carbono suficiente para fazer um diamante”, explica. Quando a empresa recebe cinzas de um cliente, um técnico coloca uma amostra em um forno especial para ver se há carbono suficiente para criar um diamante. Se não houver o suficiente, a quantidade de carbono em um maço de cabelo pode compensar a diferença.
Uma vez que haja carbono suficiente, o elemento é extraído e purificado de contaminantes, como sais. “Usamos um produto químico ácido para eliminar as impurezas”, diz Martoia. Isso leva a pureza do carbono das cinzas processadas para cerca de 99% ou mais. O outro 1% contém impurezas como o boro – um elemento e micronutriente que ajuda os seres humanos (e outros animais) a desenvolver ossos, curar feridas e regular o sistema imunológico.
O boro é a impureza que colora os raros diamantes azuis encontrados na natureza – e é por isso que muitos “diamantes memoriais” também são azuis. “Os diamantes podem variar de azul claro a muito azuis”, diz Martoia. “Quanto mais boro, mais profundo é o azul”. Ela acrescenta que é impossível prever a cor exata que um diamante memorial assumirá.
“Mas uma coisa interessante a notar é que nossos técnicos estão achando uma correlação em pessoas que passaram por quimioterapia. Seus diamantes tendem a sair muito mais leves”, conta Martoia. Isso pode ser porque a quimioterapia retira o boro e outros micronutrientes importantes do corpo.

Para purificar ainda mais o carbono para 99,9% ou mais, os técnicos o embalam em uma célula que contém ferro e cobalto – aditivos que ajudam a remover contaminantes. A célula também contém um minúsculo diamante para ajudar o carbono a se cristalizar em uma forma áspera, já que o carbono cristaliza melhor quando ele toca um diamante existente. O diamante fornece um “modelo” para que o carbono funcione, o que significa que o novo diamante que eventualmente se formará exigirá menos corte e polimento.
O passo de purificação final converte o carbono em folhas escorregadias de grafite – o mesmo tipo de carbono nos lápis. As folhas planas microscópicas de carbono do grafite são um material de iniciação ideal para sintetizar diamantes. Os diamantes naturais se formam a partir do carbono que fica preso em tubos de lava a cerca de uma milha de profundidade na crosta terrestre.
Para emular esse ambiente, a Algordanza insere a célula (agora empacotada com grafite) em um prato e desliza-a para uma máquina de alta pressão.Essa máquina pode aquecer uma célula de crescimento a cerca de 1.400 graus Celsius. Ele também espreme a célula sob 870.000 libras por polegada quadrada de pressão. Isso é como a massa inteira da Estação Espacial Internacional se deslocando em cima de um relógio de pulso – além de aquecê-lo até uma temperatura superior à da lava. Dependendo de quão grande um cliente quer que seu diamante seja, pode levar de seis a oito semanas em uma máquina HPHT para o grafite cristalizar em uma gema. “Quanto maior o diamante, mais tempo leva para crescer”, diz Martoia. Quando o tempo passa, os técnicos removem o grafite e o abrem. Dentro está um diamante áspero, não cortado e não polido.
Alguns clientes pegam a gema áspera mesmo, mas muitos optam por ter seus diamantes memoriais cortados, facetados e polidos por um joalheiro na Suíça.
Os preços da Algordanza começam em 3.000 dólares por um diamante de 0,3 quilates. Martoia diz que a ordem média é de 0,4 a 0,5 quilates, embora os clientes dos EUA geralmente solicitem diamantes maiores, de 0,8 quilates.
Mas a Algordanza pode torná-los muito maiores: a empresa recentemente recebeu um pedido de 48.000 dólares para diamantes de 2 quilates. Após 10 meses de crescimento, a gema resultante na verdade acabou tendo 1,76 quilates – mas ainda é o maior diamante memorial já feito pela empresa.
Pedidos de diamantes feitos de cinzas humanas não são o único tipo que a Algordanza recebe. “Primeiro, tivemos as cinzas de um Shepard alemão e agora temos cinzas de um gato”, conta Martoia.

segunda-feira, 14 de maio de 2018

CURIOSITY- 4 GRANDES REVELAÇÕES SOBRE MARTE

ALÔ PESSOAL!
Vamos publicar uma reportagem que saiu no site Nova Escola :( https://novaescola.org.br/conteudo/426/as-quatro-principais-descobertas-do-curiosity-sobre-marte)
Além de interessante deixa margem para muita especulação!




Por: Aurélio Amaral
Em operação desde 2012, o Curiosity é uma sonda ou veículo robotizado desenvolvido pela Agência Espacial Norte-Americana (Nasa) para obter dados para uma futura missão tripulada a Marte. Para tanto, ele investiga as condições de habitabilidade, como composição do ar, temperatura, ventos, tipo de solo etc., e informa sobre a possibilidade de existência de vida no planeta vermelho.
A reportagem Curiosity Encontra Nitrogênio Essencial à Vida em Marte (VEJA Edição Digital, 25 de março de 2015) relata a descoberta recente de nitrogênio na superfície marciana. Enio Frota da Silveira, professor do Departamento de Física da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio), lembra que o robô já havia encontrado água, moléculas orgânicas (como o metano) e nitratos - elementos úteis para os seres vivos. Entretanto, não foram registrados indícios de vida, presente ou passada. "É importante destacar, na discussão com os alunos que, apesar dos avanços no que sabemos sobre o planeta vermelho, até o momento estamos sós no Sistema Solar. Só a Terra oferece as condições para a existência e é bom que cuidemos de não perdê-las", afirma.
Conheça abaixo quatro descobertas recentes e aproveite para abordar a importância de missões como essa.
 

1- Cristais de água sugerem condições favoráveis à vida

Análises das rochas da cratera Gale apontaram para a existência de cristais de água misturados aos minerais. Segundo relatório da School of Science at Rensselaer Polytechnic Institute, dos Estados Unidos, cerca de 2% da superfície do planeta seria formada por água - o que reforça a hipótese de que, no passado, houvesse o líquido em maior abundância. A descoberta é importante, pois a vida, tal qual a conhecemos e podemos imaginar, necessita desse elemento. Seja um humano, um vegetal ou uma bactéria, todos precisam de água para suas funções biológicas.

Concepção artística do lago que preenchia a cratera Gale | Crédito: Divulgação/Nasa

 

2- Há nitrogênio, um elemento essencial à alimentação

Em análise de amostras do solo dos sítios Cumberland e John Klein (onde o Curiosity posou para a selfie acima), foram encontrados nitratos, que são fontes de nitrogênio - componente do DNA e, assim, um dos elementos necessários na alimentação dos seres vivos. E embora seja abundante em atmosferas de alguns planetas e satélites, o gás N2 é extremamente estável e não se presta à alimentação. Para tal, ele tem de ser buscado na forma de outros compostos, como os nitratos. Por isso, a descoberta na superfície de Marte é uma boa noticia para uma possível agricultura naquele planeta.

Curiosity posa para selfie no sítio John Klein | Crédito: Divulgação/Nasa

 

3- O planeta abriga moléculas orgânicas

Moléculas orgânicas mais complexas podem se degradar e se transformar em metano, que é mais simples. Por isso, fontes de metano são boas pistas da existência de vida no presente ou no passado. No entanto, a substância encontrada pelo Curiosity no Monte Sharp (na foto acima) não vem necessariamente de biomoléculas. O metano também pode ser obtido por outros meios, como a partir da reação química entre dióxido de carbono e água (CO2 + H2O).

Foto do Monte Sharp | Crédito: Divulgação/Nasa

 

4- A radiação na superfície é alta

A exposição à radiação, medida em Sieverts (Sv), aumenta o risco de câncer. Por meio de seu detector de avaliação de radiação (RAD, na sigla em inglês), o Curiosity captou uma média de 1,8 miliSv por dia em sua viagem a Marte. Isso corresponde a quase metade da radiação da Terra ao longo de um ano inteiro, que é de 4 miliSv. Ou seja, uma expedição humana a Marte seria pouco viável atualmente. Para isso, a Nasa teria de melhorar a eficácia de seus escudos antirradiação. Foto à direita, Detector de radiação do Curiosity | (Crédito: Divulgação/Nasa)
 
Consultoria: Enio Frota da Silveira, professor do Departamento de Física da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio) e do Departamento Educativo da Nasa.

terça-feira, 1 de maio de 2018

LIGAÇÕES IÔNICAS - CANAL XQUIMICA

ALÔ PESSOAL!

Mais um vídeo do nosso CANAL XQUIMICA, sobre ligações iônicas.
Aproveitem e tirem suas dúvidas!


quarta-feira, 18 de abril de 2018

EXERCÍCIOS COM A TABELA PERIÓDICA

ALÔ PESSOAL!
Vamos resolver alguns exercícios que utilizam a Tabela Periódica .
Eles são importantes porque podem te ajudar na hora em que tudo parece perdido e você encontra a tabela na sua avaliação.


Vamos partir do principio que a Tabela foi fornecida, com o número atômico e o número de massa, como é feito na grande maioria dos vestibulares e avaliações.
Sem essa de ficar decorando famílias e períodos inteiros.
Claro que você precisa ter uma noção geral , mas isso está na postagem anterior. Leia antes de resolver esses exercícios!


1)  Um elemento X apresenta a configuração 5s2 5p3 na camada de valência. Indique o grupo e a família desse elemento na tabela periódica.
R: O grupo, ou período é indicado pelo número de camadas. Lembre sempre que a última camada é aquela que apresenta os maiores números na frente das letras.
Nesse caso o grupo é 5.
Quanto à família: conte todos os elétrons que estiverem no mesmo grupo, mesmo que não estejam juntos, devido ao níveis de energia do diagrama de Pauling
Nesse caso temos 5s2 5p3  , então 5 elétrons na ultima camada ou camada de valência.
Família 5 A ou 15 A - família do nitrogênio .


2) Indique a família e o período do elemento químico de número atômico 37
R: Aqui você precisa fazer a distribuição eletrônica, usando o diagrama de Pauling:


1s2 2s2 2p6 3s2 3p6 4s2 3d10 4p6 5s1
período : 5° porque a ultima camada é a 5.


família s1          representa a família 1A- metais alcalinos 




3) O número atômico do elemento que se encontra no período III, família 3A é:      
          
R :  para estar na família  3 A , a distribuição tem que terminar em :3s2  3p1   


Assim o número atômico pode ser dado por: 1s2 2s2 2p6 3s2 3p1  contando os elétrons que forma distribuídos dá o número 13. Se é um átomo , o número de elétrons é o mesmo número de prótons, logo o número atômico é 13.

4) O aço tem como um dos componentes que lhe dá resistência e ductibilidade o elemento vanádio; sobre o vanádio podemos afirmar que seu subnível mais energético e seu período são, respectivamente: (Dado: 23V.)



R: Existe uma diferença entre o período da camada de valência e o subnível mais energético.
O subnível mais energético é o ultimo que você coloca quando faz a distribuição.
O período da camada de valência é o que fica mais distante do núcleo.
No caso do vanádio temos: 1s2 2s2 2p6 3s2 3p6 4s2 3d3  .
O último subnivel escrito foi 3d3 logo esse é o mais energético.
O período é aquele mais distante do núcleo: 4s2 , então quarto período com 2 elétrons na camada de valência.


5) Suponha que um elemento químico esteja localizado na coluna 15 da Tabela Periódica e no 3º período. Sem consultá-la, responda:
a)      Qual é a configuração eletrônica desse elemento?
b)      Qual é o seu número atômico?
c)      Qual será o número atômico do elemento que estiver localizado no mesmo período e no grupo seguinte (16) a esse elemento?


R: coluna 15 significa 5A, ou seja, tem 5 elétrons na ultima camada.
a)Se está no terceiro período temos a finalização 3s2 3p3 .
b) Fazendo a distribuição eletrônica, 1s2 2s2 2p6 3s2 3p3 = 15 elétrons , então 15 prótons que é o número atômico.
c) a tabela foi construída com o número atômico crescente, logo depois do 15 vem o 16, pois estão no mesmo período.
6) Um átomo apresenta normalmente 2 elétrons na primeira camada, 8 elétrons na segunda, 18 elétrons na terceira camada e 7 na quarta camada. A família e o período em que se encontra esse elemento são:
camada K = 2 elétrons 1s2
camada L = 8 elétrons  2s2 2p6
camada M = 18 elétrons 3s2 3p6  3d10
camada N = 7 elétrons  4s2 4p5
Período = 4 o mais distante do núcleo
Família = 7A ou 17 A - família dos halogênios  porque soma todos os elétrons da ultima camada.
fontes:www.brasilescola.uol.com.br




segunda-feira, 2 de abril de 2018

TABELA PERIÓDICA - O QUE É PRECISO SABER

ALÔ PESSOAL!
Hoje vamos de tabela periódica.
Assunto que tem lá sua importância, em certos momentos da realização dos testes.
Vamos aos pontos interessantes:


 TABELA ATUAL :


periodic_table_large




Nessa tabela você vê o número atômico, que é crescente, partindo do H = 1 até Uuo = 118.( 32 naturais e 26 artificiais).
O número de massa está ao lado. Em algumas tabelas está abaixo do elemento. Mas a representação é sempre o numero de massa ( A )  acima do elemento e o número atômico ( Z )  abaixo do elemento:
                                                  11Na23


São 7 períodos, sete linhas horizontais. E 18 famílias, ou linhas verticais. As famílias possuem propriedades que são iguais para todos os componentes.
Por isso recebem nomes diferenciados:


As Famílias ou Grupos são as colunas verticais, no qual os elementos possuem o mesmo número de elétrons na camada mais externa, ou seja, na camada de valência. Muitos elementos destes grupos estão relacionados de acordo com suas propriedades químicas.
São dezoito Grupos (A e B), sendo que as famílias mais conhecidas são do Grupo A:
  • Família 1A: Metais Alcalinos (lítio, sódio, potássio, rubídio, césio e frâncio).Possui 1 elétron na camada de valência.
  • Família 2A: Metais Alcalino-Terrosos (berílio, magnésio, cálcio, estrôncio, bário e rádio).
  • Família 3A: Família do Boro (boro, alumínio, gálio, índio, tálio e unúntrio).
  • Família 4A: Família do Carbono (carbono, silício, germânio, estanho, chumbo e fleróvio).
  • Família 5A: Família do Nitrogênio (nitrogênio, fósforo, arsênio, antimônio, bismuto e ununpêntio).
  • Família 6A: Calcogênios (oxigênio, enxofre, selênio, telúrio, polônio, livermório).
  • Família 7A: Halogênios (flúor, cloro, bromo, iodo, astato e ununséptio).
  • Família 8A: Gases Nobres (hélio, neônio, argônio, criptônio, xenônio, radônio e ununóctio).
As famílias A sempre terminam em s ou sp.



Tabela Periódica




As famílias B terminam em d ou f :


Elementos de Transição


Os elementos de transição, também chamados de metais de transição, representam as 8 famílias do Grupo B:
  • Família 1B: cobre, prata, ouro e roentgênio.
  • Família 2B: zinco, cádmio, mercúrio e copernício.
  • Família 3B: escândio, ítrio e sério de lantanídeos (15 elementos) e actinídeos (15 elementos).
  • Família 4B: titânio, zircônio, háfnio e rutherfórdio.
  • Família 5B: vanádio, nióbio, tântalo e dúbnio.
  • Família 6B: cromo, molibdênio, tungstênio e seabórgio.
  • Família 7B: manganês, tecnécio, rênio e bóhrio.
  • Família 8B: ferro, rutênio, ósmio, hássio, cobalto, ródio, irídio, meitnério, níquel, paládio, platina, darmstádio.


Os elementos químicos da Tabela Periódica são classificados em cinco grandes grupos: metais, ametais (ou não metais), semimetais, gases nobres e hidrogênio.



Elementos representativos: são os elementos das famílias A . São divididos em:


Família 1A - metais alcalinos
Os metais alcalinos são sólidos, porém, macios; além disso, podem ser cortados com uma faca, mas são altamente reativos. Como é o caso do sódio, que explode violentamente ao ser colocado em contato com a água


Família 2 A- metais alcalinos terrosos


Metais alcalinoterrosos, sendo que o termo “terroso” refere-se a “existir na terra”.
Os mais importantes entre esses metais são o magnésio e o cálcio, sendo muito abundantes na natureza. Por exemplo, o cálcio está presente na forma de seus vários minerais, como o carbonato de cálcio do mármore e do calcário, e na gipsita (sulfato de cálcio di-hidratado) usada como gesso.


Família 13A- família do alumínio
O alumínio é o mais importante deles, pois é bastante utilizado em estruturas e em objetos em vários setores da sociedade, tais como na construção civil, nos transportes (como em carrocerias de automóveis, embarcações, fuselagens de aviões e em aros de bicicletas), em eletroeletrônica, na indústria petroquímica e metalúrgica, em tampas de iogurte, frigideiras, papel alumínio e assim por diante.


Família 14 A - família do carbono
O carbono é o mais importante porque ele é tetravalente, sendo capaz de formar quatro ligações com vários elementos, inclusive com ele próprio, formando as chamadas cadeias carbônicas. Em virtude da enorme quantidade de compostos do carbono, que são chamados de compostos orgânicos, criou-se um ramo na Química dedicado somente ao estudo dessas substâncias, a Química Orgânica


Família 15 A- nitrogênio
O nitrogênio forma o gás (N2) mais abundante na atmosfera, possui grande importância para a manutenção da vida e é usado como gás refrigerante.


Família 16 A - calcogênios
Palavra que significa “formadores de cobre”, porque os minérios de cobre contêm oxigênio ou enxofre que são elementos dessa família.
O elemento mais importante é o oxigênio utilizado nas funções respiratórias e fotossíntese.


Família 17 A - halogênios
Tem esse nome porque são formadores de sais. O elemento mais importante é o cloro
usado em desinfecção .


Família 18 A- gases nobres
Eles são os únicos elementos encontrados, em sua forma isolada, estáveis na natureza.


Metais de transição: são 32 elementos pertencentes às colunas 3 a 12 ou 3B, 4B, 5B, 6B, 7B, 8B, 1B e 2B*.
  •   Metais de transição interna: são 26 elementos da série dos Lantanídeos e dos Actinídeos.
  •   10 metais não se encaixam em nenhum desses.

  •   Ametais ou Não metais: são os 11 elementos indicados na Tabela acima pela cor rosa: Carbono (C), Nitrogênio (N), Fósforo (P), Oxigênio (O), Enxofre (S), Selênio (Se), Flúor (F), Cloro (Cl), Bromo (Br), Iodo (I) e Astato (At).
Esses elementos possuem as características opostas dos metais, ou seja, não são bons condutores de calor e eletricidade. Pelo contrário, a maioria funciona como isolante (apenas a grafita (Cn(s)) é boa condutora de calor e eletricidade). Eles não possuem brilho característico (com exceção do iodo (I2(s)) e da grafita, já mencionada), e fragmentam-se.
  •   Semimetais: esta nomenclatura está em desuso, pois a IUPAC (União Internacional de Química Pura e Aplicada) não reconhece mais essa classificação desde 1986. Entretanto, em muitas Tabelas sete elementos ainda são classificados dessa forma, pois possuem características intermediárias às dos metais e às dos ametais.
Nas Tabelas Periódicas em que essa classificação não é mais usada, os elementos Germânio (Ge), Antimônio (Sb) e o Polônio (Po) são considerados metais. E os elementos Boro (B), Silício (Si), Arsênio (As) e o Telúrio (Te) são não metais.

  •  Gases Nobres: representam os elementos da família 18 (0 ou VIII A), que são, respectivamente: hélio, neônio, argônio, criptônio, xenônio e radônio. Esses elementos são gasosos na temperatura ambiente e, normalmente, são encontrados na natureza em sua forma isolada, pois assim são mais estáveis. Além disso, eles não formam compostos com outros elementos espontaneamente.
  •  Hidrogênio : esse elemento não se enquadra em nenhum grupo da Tabela Periódica. Em algumas Tabelas ele aparece na família dos alcalinos, por possuir um elétron em sua camada de valência. Aliás, essa é sua única camada eletrônica. Porém, suas características não são semelhantes às dos elementos dessa família.
O hidrogênio é o elemento mais abundante no universo, pois pode se combinar com metais, ametais e semimetais. É um gás extremamente inflamável, em temperatura ambiente, e normalmente é encontrado nas altas camadas da atmosfera ou combinado com outros elementos.


fontes: www.riocities.com
www.todamateria.com.br
http://mundoeducacao.bol.uol.com.br

quarta-feira, 14 de março de 2018

EXERCÍCIOS RESOLVIDOS DE NÚMERO DE MASSA, NÚMERO ATÔMICO E SEMELHANÇAS ATÔMICAS

ALÔ PESSOAL!
Viram a Teoria no post passado e agora vamos fazer exercícios!
Lembre sempre: quando aplicamos aprendemos melhor!


1) Qual o número de massa (A) de um átomo de cálcio (Z = 20) com 20 nêutrons?
R: A = p + n ( por definição o número de prótons é o número  atômico representado pela letra Z.)
 A= 20 prótons + 20 nêutrons  = 40


2) O número atômico (Z) e o número de massa (A) de um íon monoatômico com carga 3+ que contém 10 elétrons e 14 nêutrons são:
R: Se a carga do íon é + 3 significa que perdeu 3 elétrons. Logo o número de elétrons do átomo é 13.Como em um átomo o número de prótons é igual ao número de elétrons, Z=13
Para saber a massa :
A = 13 + 14 nêutrons = 27.




3)  Dentre as espécies químicas:
5B9 5B10 5B11           6C10 6C12 6C14

as que representam átomos cujos núcleos possuem 6 nêutrons são:
 R: Os átomos que tiverem 6 nêutrons são átomos isótonos. O número de nêutrons se conhece através da subtração:


A-Z , ou seja, massa- número atômico.


Na sequencia do B temos: 9-5= 4 nêutrons; 10- 5= 5 nêutrons; 11- 5= 6 nêutrons
Na sequencia de C temos: 10- 6= 4 nêutrons; 12-6= 6 nêutrons; 14-6= 8 nêutrons.


Os átomos que possuem 6 nêutrons no núcleo são 5B11        6C12     


 4) O número de prótons, nêutrons e elétrons representados por é:


O bário é um íon positivo, logo perdeu 2 elétrons, mas seu número atômico e seu numero de massa não se alteram.
Logo esse íon terá 138- 56 = 82 nêutrons , 56 prótons e 54 elétrons.




5) Determine o número atômico e o número de massa dos átomos A e B, que são isóbaros e apresentam a seguinte representação:
10+x 5xA                    11+x4x+8B



R: Átomos isóbaros são aqueles que possuem o mesmo número de massa:
5x = 4x+ 8 ==>    x=8  ( lembre-se que você achou o valor de x, que agora tem que ser substituído nas ´fórmulas para saber os números de massa!)

Para o elemento A = 5x = 5.8 = 40 ( Massa atômica )
Para o elemento B= 4x+ 8= 4.8 + 8= 32+8= 40 ( Massa atômica )
Para saber o número atômico de A = 10 + x = 10 + 8 = 18 ( Z )
Para saber o número atômico de B = 11+x = 11+ 8 = 19 ( Z )

6) X é isótopo de 2041Ca e isótono de 1941K. Portanto, o seu número de massa é :

R: Vamos construir o elemento X a partir das informações dadas:

         tem o mesmo número atômico do cálcio:         20 x
      tem  41- 19= 22 nêutrons  porque é isótono do potássio.

Cálculo da Massa atômica = p+ n =>  20 + 22= 42
Logo nosso átomo X tem A= 42  e Z = 20

7)  Isótopos são átomos que apresentam o mesmo número atômico, mas diferentes números de massa. O magnésio possui isótopos de números de massa iguais a 24, 25 e 26. Os isótopos do magnésio possuem números de nêutrons:  (Dado: Mg possui Z = 12)

R: Vamos lembrar que os isótopos tem o mesmo número atômico e diferente número de massa . Essa diferença é por conta de nêutrons, uma vez que o número de prótons não se altera!  

Calculando:
Mg de massa 24 tem: 24-12= 12 nêutrons
Mg de massa 25 tem : 25-12= 13 nêutrons
Mg de massa 26 tem : 26-12= 14 nêutrons.

Dúvidas?
Perguntem, comentem! XQUIMICA responde!

fontes: alunosonline e brasilescola.com.br

segunda-feira, 12 de março de 2018

NÚMERO ATÔMICO - NÚMERO DE MASSA- SEMELHANÇAS ATÔMICAS

ALÔ PESSOAL!
Mais uma vez com as definições básicas!

Vamos pensar na estrutura de um átomo: núcleo e eletrosfera.
No núcleo ficam as partículas positivas, chamadas prótons e as partículas neutras, os nêutrons.
A função dos nêutrons é estabelecer condições para que as cargas positivas não sejam repelidas.
Na eletrosfera ficam os elétrons, partículas praticamente   sem carga, negativas, muito rápidas, que giram em torno do núcleo de acordo com órbitas bem determinadas.
Quando falamos em átomos, falamos de uma entidade neutra. Ou seja, o número de cargas positivas é igual ao número de cargas negativas. Logo número de prótons é igual ao numero de elétrons.

Define-se Número Atômico ( e representa-se por Z )  como o número de prótons de um átomo.
Define-se Massa Atômica ( e representa-se por A ) como a soma de prótons e nêutrons dentro do núcleo.

Graficamente:

 z X A

Lembre que o número de massa sempre fica acima do elemento e o número atômico, abaixo do elemento.
Na Tabela Periódica temos o número atômico em cima, pois ela foi construída com os números atômicos em forma crescente: assim o hidrogênio é Z= 1, hélio Z=2, Lítio Z=3,  e por ai vai.
 Quando temos um íon, a diferença será sempre no número de elétrons, ou seja, a massa e o número atômico do elemento não mudam. Não existe dois elementos diferentes com o mesmo número atômico.
Se tiverem o mesmo número atômico são chamados átomos ISÓTOPOS, ou seja, mesmo elemento químico na composição, com massas diferentes. Oxigênio--O2 --  e Ozônio -O3 - são bons exemplos.
Ambos são elemento Oxigênio, mas um tem massa 32 u ( 2 átomos de oxigênio, cada um com 16 g/ mol)  e outro tem massa 48 u ( 3 átomos de oxigênio com 16 g/ mol cada um )    , o que significa maior número de nêutrons, uma vez que o número de prótons não se altera.
O número atômico do oxigênio é 8. Então Z = 8 = 8 prótons , tanto na molécula de gás oxigênio como na molécula de gás ozônio.
Veja a configuração do carbono e seus isótopos:
Isótopos do Carbono




Agora, imagina que você tem dois átomos com o mesmo número de massa.
Assim como
20Ca40, 19K40, 18Ar40  são elementos diferentes, com números atômicos diferentes, mas com o mesmo número de massa. A = 40
Esses átomos são chamados ISÓBAROS.


Se o número de elétrons for o mesmo - e isso acontece entre átomos e íons- temos os átomos ISOELETRÔNICOS, como abaixo:
Isoeletrônicos onde o íon positivo de sódio tem o mesmo número de elétrons do átomo de neônio.




ISOTÓNOS : átomos com o mesmo número de nêutrons.
Para isso precisamos calcular o número de nêutrons de cada átomo pela diferença entre massa e número atômico ou seja: A - Z = N
Isótonos    fazendo a diferença: 37 - 17 = 20 nêutrons no cloro


40 - 20 = 20 nêutrons no cálcio. Logo tem o mesmo número de nêutrons e são isoeletrônicos.


Quanto aos íons temos:
-ION POSITIVO = átomo que perde elétrons , como Na+1 significa que perdeu 1 elétron.
- ION NEGATIVO = átomo que ganha elétrons , com S -2   significa que ganhou 2 elétrons.


fontes: blog XQUIMICA e alunosonline.com.br



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