quarta-feira, 18 de abril de 2012

XQUIMICA NO PARANÁ!



ALÔ PESSOAL!

Uma reportagem sobre o "limão" e suas utilidades, onde o XQUIMICA e eu entramos como consultores, está nesse jornal de Londrina, Paraná, que tem um edição digital muito bacana.

No caderno SHOW 495, pág 12.

Agradeço à jornalista Walkiria Vieira !

QUÍMICA ANALÍTICA E SEUS ERROS

ALÔ PESSOAL!
Recebi uma pergunta, via email, sobre erros na análise quantitativa.Essa é uma área da química estudada em cursos superiores, visando experimentos e seu desenvolvimento.
Encontrei um texto, que achei muito apropriado para quem quer saber algo sobre o assunto:
UNIVERSIDADE ESTADUAL DA PARAÍBA CENTRO DE CIÊNCIAS E TECNOLOGIA DEPARTAMENTO DE QUÍMICA
DISC.: Química Analítica Quantitativa
Profª: Márcia Izabel Cirne França
Todas as medidas físicas possuem um certo grau de incerteza. Quando se faz uma medida procura-se manter essa incerteza em níveis baixos e toleráveis de modo que o resultado possua confiabilidade aceitável, sem a qual a informação obtida não terá valor.
A medida de uma quantidade física envolve três elementos:
• O sistema material em estudo
• O instrumental para realização da medida
• O observador
Os resultados podem ser apreciados sob dois diferentes prismas: a exatidão e a precisão.
A exatidão ou fidelidade indica o grau de concordância do valor achado experimentalmente com o valor verdadeiro, relaciona-se com o erro absoluto da medida.
Já o termo precisão, também chamado reprodutibilidade, indica o grau de concordância dos resultados individuais dentro de uma série de medidas, quanto maior a grandeza dos desvios, menor a precisão.
Precisão não implica obrigatoriamente em exatidão. A exatidão e a precisão em uma série de medidas podem ser definidas quantitativamente.
1. Média de uma série de medidas:
2 Pegar as medidas, somá-las e dividir pelo número de procedimentos
E = x - xv xv – valor verdadeiro, x – valor de uma medida
3. Erro relativo: E/xv (normalmente expresso em percentagem)
4. Desvio: d = x – m
Os erros são classificados em determinados e indeterminados.
Os determinados são um tipo de erro que possui um valor definido, em princípio capaz de ser avaliado e, portanto corrigido ou computado no resultado final. Os erros indeterminados são aqueles que apresentam valores indefinidos, não são mensuráveis e flutuam ao acaso na repetição das medidas.
São erros devido a causas definidas, que se repetem sistematicamente e ocasionam resultados persistentemente mais altos ou mais baixos do que o valor verdadeiro. São classificados em quatro tipos:
1. Erros de método:
Erros inerentes ao método aplicado, ou seja, ao processo analítico usado.Tem suas origens nas propriedades físicas e químicas do sistema material envolvido. Ex: uma análise volumétrica usando um indicador inadequado; aplicação dos métodos volumétricos a concentrações inadequadas, ocorrência de reações incompletas ou em paralelo; em gravimetria podem ser causas de erros de método a solubilidade dos precipitados, a decomposição ou higroscopicidade da forma de pesagem, etc.
2. Erros operacionais:
destampado,usar vidrarias sujas, etc
Erros relacionados às manipulações feitas durante a realização das análises, dependem da capacidade técnica do analista. Ocorrem sempre que a técnica correta não é obedecida. Exs: amostras não representativas, perda mecânica de material no decorrer da análise, lavagem incompleta ou excessiva de precipitados.
Decorrem da inaptidão de algumas pessoas em fazerem corretamente certas observações. Ex: alguns não conseguem visualizar corretamente a mudança de cor de um indicador, ultrapassando o ponto final.
Erros relacionados com as imperfeições dos instrumentos, aparelhos volumétricos e reagentes. Exs: vidrarias mal calibradas, reagentes com impurezas, balança descalibrada, etc.
• Erros indeterminados
Qualquer medida de uma quantidade física pode ser afetada por fatores variáveis fora de controle, como por exemplo: ruídos, vibrações causadas por tráfego urbano, variações de temperatura e umidade, etc. Esses erros são conhecidos como indeterminados, acidentais ou estatísticos, não podendo ser localizados nem corrigidos. Porém, podem ser submetidos a um tratamento estatístico que permite saber qual o valor mais provável e também a precisão de uma série de medidas. Admite-se que os erros indeterminados seguem a lei de distribuição normal (distribuição de Gauss).
Os meios para checar a exatidão dos processos analíticos compreendem:
• Uso de amostras padrões
A exatidão de um método pode ser verificada com o auxílio de amostras padrões que possuam composição global conhecida e muito próxima à do material a ser analisado pelo método em questão.
• Comparação com método independente
A exatidão de um método pode ser verificada pela análise da mesma amostra com outro método, independente, reconhecidamente válido. Esta técnica é particularmente útil naqueles casos para os quais não se dispõe de amostras padrões.
Os resultados analíticos obtidos em determinações paralelas, para serem dignos de confiança, não podem deixar de apresentar um grau de concordância satisfatório, de conformidade com a precisão do método.
• Balanço material
Quando se realiza uma determinação completa, as percentagens de todos os constituintes, em princípio, devem somar 100%. O balanço material é pouco usado, já que raramente são realizadas análises completas.
As soluções de eletrólitos contem cátions e ânions presentes em quantidades equivalentes, conforme exige a eletroneutralidade do sistema. O balanço iônico consiste em comparar a soma dos equivalentes dos constituintes catiônicos e a soma dos constituintes aniônicos.
1. Média como valor mais provável: O tratamento estatístico dos erros indeterminados mostra que a média é o valor mais provável de uma série de medidas repetidas. Quanto maior o número de medidas, menor é o desvio da média com relação ao valor verdadeiro. O número de determinações em paralelo depende da finalidade do trabalho, nas análises ordinárias, a realização de duplicatas é sempre recomendada.
2. Aplicação de correções: Muitas vezes, a exatidão de um resultado analítico pode ser notavelmente melhorada mediante aplicação de correções baseadas na determinação experimental da magnitude do erro determinado. As correções envolvem as provas em branco, provas de controle e provas especiais.
3. Modificações nas condições do processo analítico: Freqüentemente, um método é grandemente melhorado mediante modificações introduzidas no processo de análise. O aperfeiçoamento de um método analítico requer uma clara compreensão do efeito das variáveis do sistema.
A medida experimental de uma quantidade física está sempre sujeita a alguma incerteza. Geralmente considera-se na expressão numérica de uma medida que o último algarismo apresenta uma incerteza de ±1.
XQUIMICA ESPERA TER AJUDADO!

segunda-feira, 16 de abril de 2012

PÓ FACIAL




ALÔ PESSOAL!!!!!!!!!



A pedidos vamos falar de maquiagem, de uma forma química, claro!


O pó facial é considerado um dos mais antigos itens da maquiagem feminina e masculina.


Antigamente, o rosto branco, claro pertencia aos nobres e os queimados pelo sol, eram de camponesas. Esse é um dos motivos das camponesas se cobrirem tanto quando iam para os campos.O uso do pó facial se intensificou nessa época mas já era usado desde a Antiguidade.


A princípio o pó facial é usado para finalizações e não aplicado sozinho no rosto.


Pó facial vem em tons diferentes para combinar com diferentes tons de pele, e é uma boa idéia escolher o tom que mais se aproxima da pele natural. Isso ajudará a dar uma maquiagem de aparência mais natural, que deve ser praticamente imperceptível. Pode ser necessário o uso de pós faciais diferentes para o verão e inverno, como a pele pode ficar mais bronzeada no verão, ou mais seco e precisa de umidade extra no inverno. Além disso, alguns pós faciais são vendidos em vários tons especiais para se adequar às necessidades diferentes da pele, por exemplo, um pó facial com uma coloração esverdeada irá minimizar o aparecimento de vermelhidão, enquanto um pó púrpura-matizada pode ajudar a aparência da pele ou amarelo pálido .
Alguns tipos de pó facial contêm ingredientes extras para benefícios adicionais, tais como ingredientes SPF para se proteger do sol, ou acne .Em geral, mesmo se um pó facial oferece alguma proteção solar, é uma boa idéia de usar um protetor solar debaixo do pó. Outra opção é usar um hidratante com uma classificação SPF.
Para aplicar pó facial, ou com um pincel de maquiagem, esponja de pó, ou uma esponja de maquiagem, é necessário começar com uma rosto limpo. Aplicar qualquer creme hidratante, base líquida, ou corretivo antes de qualquer coisa. Então, pegue uma pequena quantidade de pó no pincel maquiagem e passe no rosto em movimentos rápidos de baixo para cima . Cuidado com a quantidade, pois é necessário que pareça natural.

Os pós faciais contem Carbonato de cálcio ( CACO3) e óxido de zinco ( ZnO), finamente triturados para poderem pulverizar.

Importante:


Os pós faciais consistem de um pó base, misturado com um agente corante (pigmento) e perfume. Um pó para peles normais normais deve possuir as seguintes qualidades:
1. Slip: que dá à pele um toque suave. Esta qualidade vem principalmente do seu conteúdo talco (35% – 79%), mas pode-se adicionar estearato de zinco ou magnésio.


2. Cobertura: equilíbrio entre a opacidade (cobrindo defeitos e brilho da pele) e transparência (para distinguir através dela a cor natural da pele). Os dois ingredientes que proporcionam o equilíbrio na maior parte dos pós são o óxido de zinco e dióxido de titânio.
3. Adesão: determina a persistência de pó no rosto sem ajustar. Talco, estearato de zinco, estearato de magnésio, caulim e giz tem qualidades adesivas.
4. Reflexão: a capacidade de dar à pele um aspecto aveludado. São usados amido e giz.
5. Outros ingredientes: inclui bactericidas, cores e aromas. Bactericidas são adicionados para inibir o crescimento bacteriano e conservar o produto. As cores que aparecem na lista de ingredientes deve ser aprovado e autorizado pela Administração de Alimentos e Farmácia. Perfumes são adicionados para melhorar a comercialização do produto.


E cuidado!


Apesar de todo o desenvolvimento, os pós faciais assim como os pós compactos( que são o mesmo que os faciais, só que compactados e aglutinados) podem gerar sensibilizações na pele.


XQUIMICA E VOCE MAIS BONITA!


fonte:http://www.teucorpo.com.br


foto:delunadelua.wordpress.com

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