quinta-feira, 16 de junho de 2011

ÁCIDO URSÓLICO

ALÔ PESSOAL!!!!!!!
Até parece piadinha o nome do ácdio acima, mas as descobertas sobre ele são de total relevancia!!!!!! Saiu também na Folha.com e agradeço ao Victor pela dica!
O ácido ursólico, uma substância encontrada na casca da maçã, reduz o desgaste muscular e gera o crescimento dos músculos em ratos, aponta um estudo que será publicado nesta quarta-feira pela revista "Cell Metabolism".
O ácido ursólico reduz a gordura, os níveis de açúcar no sangue, o colesterol e os triglicerídeos pelo qual, conforme os pesquisadores, a substância poderia ser útil no tratamento do desgaste muscular e dos transtornos metabólicos como o diabetes.
"A atrofia muscular causa grandes problemas", assinala o endocrinologista da Universidade de Iowa, Christopher Adams, autor principal do estudo.
"É muito comum e afeta a maioria das pessoas em alguma altura da vida", diz Adams. "Mas não há remédios para a atrofia muscular."
ATROFIA
Os pesquisadores estudaram a atividade genética nos músculos de pessoas com atrofias e usaram essa informação para buscar compostos químicos que pudessem impedir esse problema.
"Um destes compostos resultou particularmente interessante, o ácido ursólico, que está concentrado na casca das maçãs", assinalou.
"Já diz o ditado [americano] que uma maçã por dia mantém o médico longe e decidimos provar o ácido ursólico com os ratos", explicou o cientista.
"Comprovamos que houve aumento no tamanho e na força dos músculos, e isso ocorreu pelo auxílio de dois hormônios responsáveis pela musculatura: o fator-1 de crescimento (IGF-1) e a insulina", acrescentou.
Além de fortalecer a musculatura, o tratamento "teve outros efeitos beneficentes surpreendentes, como a redução da gordura no corpo, e a diminuição da glicose no sangue e o colesterol".

Está na hora de comer sua maçã!!!!!!!!

UNIVERSOL

ALÔ PESSOAL!!!!!!!!
O Victor me enviou um link sobre o "Universol".
Sei que ficaram curiosos!!!!!!!!! Leia a resenha abaixo da Folha.com:
Não importa se é pedra, cabelo, madeira ou carne. Pesquisadores da UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais) criaram um composto capaz de dissolver praticamente qualquer material orgânico ou inorgânico em até 30 minutos.
"Outros agentes conhecidos e comuns de solubilização demoram cerca de 12 horas para dissolver, por exemplo, amostras de unhas ou de fios de cabelo, enquanto o nosso realiza essa solubilização em cerca de meia hora", diz um dos autores da descoberta, Claudio Donnici, do Departamento de Química.
Batizado de Universol, o novo produto resolve um antigo problema que envolve muitos solventes: ele é capaz de dissolver sem alterar a composição química das amostras analisadas.
Ou seja, poderia ser usado para testes de controle de qualidade ou mesmo para verificação da presença de substâncias ou elementos tóxicos, como metais pesados.
Além disso, diferentemente do que ocorre em muitas outras técnicas, funciona em temperatura ambiente e não precisa de métodos adicionais, como micro-ondas e ultrassom. Isso economiza tempo e energia no processo.
"Com certeza nossa metodologia torna os métodos analíticos mais baratos e mais eficientes, pois encurta o tempo global de análise e possibilita maior número de análises com menos custos de outros métodos adicionais e de outros agentes que, em geral, também são corrosivos e perigosos" diz Donnici.
A patente do Universol já foi requerida e, por conta disso, os pesquisadores não podem revelar detalhes de sua composição ou de seu processo de fabricação.
Os técnicos de laboratório não precisam ter medo de manusear o Universol: ele não dissolve vidro e plástico.

Vamos ver qual indústria vai fabricar essa descoberta!

quarta-feira, 15 de junho de 2011

SUPERÁTOMOS E NOVOS ÁTOMOS!

ALÔ PESSOAL!!!!!!
E não é que haverá modificações na tabela periódica?
Veja o esquema ao lado e leia o texto da VEJA on line:
Uma equipe de cientistas da Virginia Commonwealth University, nos EUA, descobriu uma nova classe de "superátomos" – agrupamentos estáveis capazes de imitar propriedades de diferentes elementos da tabela periódica. O aglomerado em questão é composto por um átomo de ferro e oito de magnésio, mas com uma peculiaridade: os átomos de magnésio, um elemento que não é considerado magnético, assume um caráter metálico e atua como um pequeno ímã.
A descoberta pode ter implicações importantes na área de eletrônica molecular e, especialmente, nas pesquisas que estão sendo desenvolvidas em busca dos chamados computadores quânticos. Os pesquisadores acreditam que superátomos como este possam ser usados em componentes eletrônicos moleculares.
“Nossa pesquisa abre uma nova forma de infundir características magnéticas em elementos que não são magnéticos por meio da associação controlada com um único átomo magnético”, diz Shiv N. Khanna, responsável pelo trabalho. De acordo com Khanna, o desejo de obter um superátomo com propriedades magnéticas e condutivas determinou a escolha dos átomos: o magnésio é conhecidamente um bom condutor de eletricidade, ao passo que o ferro exibe uma alta sensibilidade magnética. O estudo foi publicado na Proceedings of the National Academy of Sciences.
NOVOS ÁTOMOS!
Altamente radioativos, elementos de número atômico 114 e 116 só podem ser forjados em laboratório - e só duram milésimos de segundo...
Dois novos elementos químicos finalmente serão adicionados à tabela periódica. Após quase três anos de revisão e uma década de estudos, um comitê formado por físicos e químicos anunciou oficialmente a decisão. Ununqudium e ununhexium, como foram provisoriamente chamados até que nomes oficiais sejam escolhidos, são os dois elementos mais pesados da tabela e altamente radioativos. Seus números atômicos (quantidade de prótons) são 114 e 116, respectivamente, e seus números de massa (prótons mais nêutrons), 289 e 292.( fonte: VEJA on line)

segunda-feira, 13 de junho de 2011

OPIÁCEOS



OLÁ PESSOAL!!!!!!



Abaixo há um post sobre a morfina. Então fiquei bem curiosa sobre os opiáceos e resolvi procurar mais informações que passo para voces!
Os opióides incluem tanto drogas opiáceas naturais, quanto as drogas sintéticas relacionadas, como a meperidina e a metadona. Os opiáceos são substâncias derivadas da papoula. A codeína e a morfina são derivadas do ópio, e a partir destas produz-se a heroína.
O uso de opiáceos remonta a séculos atrás. No século XVI, o ópio era utilizado como remédio para os "nervos", contra tosse e diarréia. No fim de século XIX, a heroína foi utilizada como um remédio para a dependência causada pela morfina, no entanto seu uso mostrou-se inadequado. Apesar de ter reconhecidamente um maior efeito contra a dor e contra a tosse, tem também maior probabilidade de causar dependência.
As drogas sintéticas relacionadas aos opiáceos foram criadas para tratar da dor sem causar dependência. Apesar de sua eficiência como analgésicos, essas drogas também podem causar dependência.

Logo após a injeção de opióides, o usuário experimenta um "rush", uma "onda de prazer". Isso ocorre devido à rápida estimulação de centros cerebrais superiores, que pode ser seguido de depressão do sistema nervoso central. A dose necessária para causar esses efeitos pode também causar agitação, náuseas e vômitos. Com o aumento da dose, há a sensação de calor no corpo, boca seca, mãos e pés pesados, e um estado em que o "mundo é esquecido".
Esses efeitos ocorrem devido à ação de opióides "exógenos" como a morfina, e opióides "endógenos" como as beta-endorfinas . Ao se ligarem a esse receptor, essas substâncias causam analgesia, somente com o uso sistemático é que pode ocorrer a depressão do sistema nervoso central.

Mulheres grávidas dependentes de opióides podem ter dificuldades durante a gravidez e o parto. As ocorrências mais comuns são: anemia, doenças cardíacas, diabetes, pneumonia e hepatite. Há também uma maior incidência de abortos espontâneos e nascimentos prematuros.
Os recém-nascidos de mães dependentes de opióides geralmente são menores e mostram sinais de infecção aguda. Os opióides têm capacidade de ultrapassar a barreira placentária e a barreira hematoencefálica imatura do feto, causando depressão respiratória de maneira mais intensa que no adulto. A maioria dos recém-nascidos apresentam variados graus de sintomas de abstinência. A mortalidade entre estas crianças é maior que a normal.( fonte:http://www.unifesp.br)

Muitas vezes falamos em drogas que podem auxiliar e da mesma maneira, acabar com a vida do usuário.

Estar alerta é o principio fundamental de quem necessita de auxílio medicamentoso.

As dosagens devem ser criteriosamente seguidas para que o efeito seja somente o esperado: alívio de um sintoma que está comprometendo o andamento da vida.Qualquer coisa fora disso é um grande risco.

MORFINA - UMA QUESTÃO DE DOR



OLÁ PESSOAL!!!!!!!

Como tem passado a semana?

Tudo bem?

Recebi um email de Coimbra ( Portugal) perguntando sobre a morfina.

Bem, a fórmula ao lado já diz muita coisa: tem fenol, amida, álcool...

A morfina é a primeira droga, ou podemos chamar um fármaco narcótico, derivada do ópio. Foi criada em 1803, pelo farmacêutico alemão Friedrich Wilhelm Adam Serturner, o mesmo deu nome ao remédio em homenagem ao Deus grego do sono, Morfeu.
Esta substância foi e é produzida em laboratórios, é usada para aliviar dores
. Seu uso foi mais difundido a partir de 1853, com a invenção da seringa. É uma droga perigosa, pois pode causar dependência, por de seus sintomas colaterais citando, por exemplo, a euforia, e bem estar
A morfina pode deixar o usuário dependente tanto psicológica quanto fisicamente. Como qualquer droga, os usuários precisam de doses cada vez maiores para poder chegar ao ápice.
Os principais efeitos úteis clinicamente da morfina são:
- Analgésica central com supressão nas dores físicas e emocionais;

- Anestesia para sedação;

- Co-adjuvante nos anestésicos gasosos, quando principal;

- Tratamentos de dores crônicas, e pós-operativa,

- Alivia dores agudas fortes.
.
Os efeitos da morfina duram de 4 a 6 horas dentre os quais podemos citar:
- Alívio da dor e da ansiedade;

- Diminuição do sentimento de desconfiança

- Euforia;

- Tranqüilidade, sensação de bem-estar;

- Letargia, sonolência, depressão;

- Impotência;

- Incapacidade de concentração;

- Obstipação (prisão de ventre)

- Paralisia do estômago (sensação de saciedade)

-Contração da pupila;
O uso da morfina também pode levar o usuário ao coma, com perda de consciência, fraca oxigenação no sangue, queda da pressão arterial, que se não for socorrido rapidamente pode levar a morte.
A falta do uso da droga causa a síndrome da abstinência, onde o usuário começa a sentir, com náuseas e vômitos, diarréia, cólicas intestinais, lacrimejamento, corrimento nasal, calafrios, cãibras musculares, tremores, ansiedade, hipersensibilidade a dor.

Por ser uma droga não muito fácil de ser encontrada no submundo das drogas no Brasil, a dependência química ocorre mais com os médicos que tem um acesso fácil a droga. ( fonte:http://www.infoescola.com)

Espero ter respondido à sua dúvida!

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