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sábado, 5 de outubro de 2013

POR QUE. CHORAMOS?

Alô  pessoal!!!!
E se a questão referente a redação do Enem for sobre o choro?
Você sabe por que choramos? E os animais, também choram?


De todos os animais que existem no mundo, apenas os humanos conseguem produzir lágrimas emocionais e chorar mesmo quando já são adultos.
Há relatos de animais que apresentam padrões de comportamento parecidos com o choro - um filhote de pássaro, por exemplo, emite sons chorosos ao se separar da mãe. Só que animais não soltam lágrimas, e o comportamento deixa de existir após a infância.
Já em humanos, chorar faz parte da vida. Enquanto na maioria das vezes, as crianças choram com mais frequência, emitindo sonoros gritos e lamentos, os adultos bastam-se apenas com as lágrimas.
Outra diferença entre o choro de crianças e adultos é que os pequenos choram, na maioria das vezes, por razões egocêntricas - necessidades de chamar atenção para um problema que está acontecendo com elas, como se dissessem através do 'berreiro' frases como "minha fralda está suja", "estou com fome", ou "quero ganhar este brinquedo".
Nos adultos, o choro pode acontecer não só por razões egocêntricas, como também por empatia a situações externas. Ao assistir a um filme, por exemplo, o adulto experimenta as mesmas emoções que os outros, mesmo que esses outros sejam personagens da ficção.
A empatia é uma capacidade intrínseca ao ser humano de se identificar com as outras pessoas. Ainda não existe um consenso entre estudiosos do assunto, mas há a hipótese de que existe uma relação entre chorar e a evolução natural: nossas lágrimas podem ter facilitado o desenvolvimento de sentimentos empáticos e contribuído para que nós nos tornássemos uma espécie ultrassociável.
Chorar alivia?
Será que chorar pode trazer algum tipo de paz de espírito ou alívio do stress? Os cientistas não sabem ao certo, mas já apontam pistas de que nem sempre é assim. Depende de basicamente duas coisas: por qual motivo a pessoa está chorando e como outras pessoas reagiram a esse choro.
É possível que o choro estimule o sistema nervoso parassimpático, e libere substâncias responsáveis por reduzir o estresse e a ansiedade, como a oxitocina. Só que isso é apenas especulação. Não se sabe muito sobre as características fisiológicas do cérebro no momento do choro - é um quebra-cabeça difícil de montar, já que pouco foi descoberto sobre os complexos mecanismos desse órgão.
O choro pode ser cultural
A cultura pode ter uma relação direta nas razões do choro, na frequência dele e nos seus efeitos. Também pode definir o comportamento de reação de terceiros.
Por exemplo: sociedades que vivem em países frios tendem a chorar mais do que as que estão em regiões mais quentes.
Mesmo que na maioria das vezes, humanos chorem para pedir ajuda, conforto ou reduzir algum tipo de agressão, em algumas sociedades, os adultos não costumam chorar em frente a pessoas desconhecidas - isso pode sugerir que a pessoa é fraca, emocionalmente instável ou até mesmo manipuladora. 
Além disso, nessas sociedades, pessoas que veem alguém desconhecido chorar ficam desconcertadas e raramente sentem-se à vontade para ajudá-la. É por isso que, talvez, o choro de adultos seja tão contido, reservado e só para íntimos.
Consultoria: A.J.J.M. Vingerhoets, professor da Universidade Tilburg, da Holanda, e autor do livro Why only humans weep. Unravelling the mysteries of tears; e prof. doutora Denise Pará Diniz, psicóloga-coordenadora do Setor de Gerenciamento de Estresse e Qualidade de Vida da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo)

terça-feira, 17 de setembro de 2013

GASES E SUAS VARIÁVEIS

ALÔ PESSOAL!!!!
Conforme falei ontem, vamos dar uma olhada em gases?
Tipo um resumo para  você se localizar rapidinho:
Definição:
Gases são compostos moleculares que possuem características como a grande compressibilidade e a capacidade de se expandirem, estes compostos não possuem volume fixo, são miscíveis entre si e em qualquer proporção.
  As moléculas estão sempre em movimento desordenado. Este movimento faz com que algumas partículas se choquem quando estão confinadas em algum recipiente, e este choque gera o que chamamos de pressão que o gás exerce sobre determinadas superfícies.


Variáveis de um gás:
Pressão: a pressão de um gás pode ser definida como a força que o mesmo exerce na direção perpendicular sobre a área de uma dada superfície.
Volume: é impossível determinar o volume exato de um gás, pois sempre ocupam o volume total do recipiente em que estão confinados;
Temperatura: se relaciona com o grau de agitação das partículas, quanto maior a agitação maior será a temperatura do sistema.

Transformações gasosas:
Transformação isobárica: acontece quando a pressão é constante e o volume e a temperatura variam.

Se aumentarmos a temperatura de um gás e mantivermos constante sua pressão, observaremos um aumento do volume ocupado pelo gás.

V = k
T


A relação entre volume e temperatura pode ser demonstrada pela fórmula:

V1 = V2
T1     T2


Essa relação representa a Lei de Charles Gay-Lussac, este nome é uma homenagem aos fundadores desta lei: os químicos franceses Jacques A. César Charles (1746-1823), e Joseph Gay-Lussac (1778-1850).

Transformação isovolumétrica: nesse caso o volume permanece constante e a pressão e temperatura é que variam. Um aumento na temperatura de um gás influi no aumento da pressão por ele exercida, de forma que o quociente seja constante.

P = K
T


Logo se estabelece a relação:

P1 = P2
T1     T2


Transformação isotérmica: a temperatura permanece constante e as variáveis são a pressão e o volume.

Quando aumentamos a pressão sobre um gás, o volume ocupado por ele diminui, o que faz com que o produto dessas grandezas seja constante: PV=K.
K= constante

Essa transformação foi observada de forma experimental pelo químico Robert Boyle (1627-1691) e ficou conhecida como Lei de Boyle.

A partir das equações relacionadas acima, que relatam as três transformações gasosas, é que se chegou à equação que aborda as três variáveis de estado (P, V e T):

P1V1 = P2V2
  T1         T2


Essa é conhecida como a equação geral dos gases.

Vamos estudar!!!ENEM chegando.....
fonte: www.brasilescola.com.br)

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

QUIMICA DOS ALIMENTOS 3- CONSERVANTES E OUTROS

ALÔ PESSOAL!
Estamos terminando esse assunto para entrar em transformações gasosas.
Então, vamos aos conservantes e aditivos utilizados nos alimentos:
 
Gostou da imagem? Deve ter batido uma vontade de comer, não?
Mas, aí eu pergunto: essa cor é natural?
Muitos rótulos de alimentos trazem, em letrinhas miúdas, um monte de nomes que a maior parte de nós não sabe o que significa. São aditivos químicos que estão presentes em todos os alimentos processados pela indústria e que têm as mais diversas finalidades desde conservar por mais tempo até alterar a cor.
O emprego de alguns aditivos nos alimentos, no entanto, é polêmica. O que é realmente necessário? Qual a medida? O que faz mal à saúde? De acordo com a Anvisa, “embora sob o ponto de vista tecnológico haja benefícios alcançados com a utilização de aditivos alimentares, existe a preocupação constante quanto aos riscos toxicológicos potenciais decorrentes da ingestão diária dessas substâncias químicas”.
Saiba mais sobre alguns dos principais aditivos:
Estabilizantes
São fabricados para manter a aparência e condições físicas do alimento. Em outras palavras, mantém a estrutura do produto (o biscoito se mantém crocante, o bolo não murcha…).

Os estabilizantes impedem a separação dos diferentes ingredientes de um produto e a maior parte deles é química. São usados em conservas, doces, laticínios, pães, massas, biscoitos, sorvetes e alimentos processados em geral. Os mais utilizados na indústria alimentícia são a carragena, os alginatos, a caseína, a goma guar, a goma Jataí, a goma xantana e a carboximetil celulose sódica (CMC).
A carragena é extraída de algas marinhas das espécies Gigartina, Hypnea, Eucheuma, Clondrus  e Iridaea e possui a habilidade de formar uma ampla variedade de texturas de gel a temperatura ambiente. É usada em produtos como gelatinas, doces em pasta, mortadela, presunto, patês, sucos em pó, cobertura de bolos e molhos prontos.
A goma xantana é uma das mais utilizadas em alimentos no mundo. É um polissacarídeo sintetizado por uma bactéria fitopatogênica do gênero Xanthomonas, aplicado a inúmeros produtos em diferentes segmentos industriais – alimentos, fármacos, cosméticos, químico e petroquímico. Por exemplo: é usada como agente estabilizante em herbicidas, pesticidas e fungicidas e também faz parte da composição de cremes, sucos artificiais, molhos prontos, xaropes e coberturas para sorvetes.
Já as gomas guar e jataí são retiradas do feijão. A primeira é proveniente do endosperma do feijão do tipo guar (Cyamopsis) e a segunda é do feijão de alfarroba, característico da região do Mediterrâneo.
Aromatizantes e flavorizantes
Dão a sensação de que o alimento é mais “gostoso”, já que aumentam o sabor e o cheiro artificial, como em salgadinhos chips que apresentam sabores variados artificiais como frango e churrasco.

O realçador de sabor glutamato monossódico está presente na maior parte dos alimentos ultraprocessados e é responsável pelo chamado “quinto sabor”, o umami (além dos conhecidos doce, salgado, amargo e azedo). Umami é o gosto do glutamato – com ele, o alimento tem sabor mais forte, mais característico. Muitas pessoas têm o paladar acostumado, o que faz com que alimentos naturais pareçam “sem gosto”.
Alguns estudos mostram que o nosso organismo o utiliza como um transmissor de impulsos nervosos no cérebro e seu consumo tem sido associado com dificuldades de aprendizado, Mal de Alzheimer, Parkinson e câncer.
Os aromatizantes sintéticos são divididos em dois tipos, segundo a Anvisa: aromatizantes idênticos ao natural, substâncias isoladas por processos químicos a partir de matérias-primas de origem animal, vegetal ou microbiana, e aromatizantes artificiais, compostos químicos que ainda não foram identificados em produtos de origem animal, vegetal ou microbiana, utilizados em seu estado primário ou preparados para o consumo humano.
Conservantes
Como o próprio nome sugere, são usados para aumentar a vida útil do alimento e evitar alterações decorrentes de microorganismos. Existem conservantes naturais, usados ao longo da história da humanidade, como o sal, e processos físicos e biológicos de conservação, como refrigeração, secagem e aquecimento.

Atualmente, porém, grande parte dos conservantes usados em produtos alimentícios prontos é obtida a partir de processos químicos. Alguns exemplos são o ácido benzoico, dióxido de enxofre e nitratos e nitritos.
O ácido benzóico e seus sais foram os primeiros conservantes permitidos pelo FDA, dos EUA, e são muito usados em função do baixo custo. Estudos apontam que em alguns casos foram observadas reações de intolerância, como urticária e asma.
Corantes
São as substâncias que dão ou realçam a cor do alimento e, por isso, criam uma aparência mais “bonita”. Cor vistosa nem sempre significa alimento saudável. É como uma maquiagem: muitos alimentos seriam melhores se consumidos sem tanta cor. Bons exemplos são os produtos de aparência rosada, como presuntos, e os multicolores, como gelatinas e balas de goma. O melhor mesmo é fugir de alimentos coloridos demais e com cores muito artificiais.

Além das reações alérgicas que podem acometer qualquer pessoa, estudos recentes apontam que corantes e conservantes podem estar relacionados à hiperatividade e a distúrbios de concentração em crianças, como os corantes amarelos crepúsculo, quinolina e tartrazina, citados pelo Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor).
O Instituto também alerta para o corante Caramelo IV (INS 150d), usado em bebidas como Guaraná Antartica, Kuat, Sukita e Coca-Cola (Veja outros no documento do Idec enviado à Anvisa em 2012). Há, segundo pesquisa do Programa Nacional de Toxicologia do Instituto Nacional de Saúde dos EUA, evidência de que subprodutos da fabricação do corante são cancerígenos.
 Fontes:
Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária)
Idec (Instituto de Defesa do Consumidor)
Revista Food Ingredients Brasil nº 14/2010
Revista Food Ingredients Brasil nº 18/2011

terça-feira, 3 de setembro de 2013

LIGAS METÁLICAS-USOS E OBTENÇÕES

ALÔ PESSOAL!!!
Vamos para mais um assunto de vestibulares, as ligas metálicas.
Prontos?

Definição: 
As ligas metálicas são materiais com propriedades metálicas que contêm dois ou mais elementos, sendo que pelo menos um deles é metal.


Na produção de ligas metálicas, os metais e outros elementos passam por tratamentos térmicos que alteram suas propriedades 

Com certeza voce já ouviu falar de bronze, latão, aço .... e esses não são elementos e não estão na tabela periódica.
Na verdade são todos ligas metálicas, onde os elementos passam por processos que alteram suas propriedades.
Por exemplo, o bronze, citado anteriormente, é uma liga metálica em que se misturaram os metais cobre (Cu – 90%) e estanho (Sn – 10%).
A produção dessa e de outras ligas metálicas se dá normalmente pelo aquecimento conjunto dos metais, até que eles se fundam e se misturem completamente; seguido de seu esfriamento e solidificação.
No nosso cotidiano é muito comum a presença dessas ligas, pois elas podem ter suas propriedades amplamente alteradas por meio do processo utilizado na sua preparação e também pela proporção em que esses elementos são misturados. Em razão desse fator, as ligas muitas vezes acabam sendo mais eficazes que os metais puros e são preparadas com várias finalidades e usos.
Por exemplo, o ferro puro oxida facilmente com o ar, o magnésio é muito reativo e inflamável, o ouro e a prata são moles, etc. Assim, ao misturar esses metais com outros metais ou com outros elementos é possível conseguir materiais com as propriedades desejadas, como maior dureza, menos reatividade e assim por diante.
Veja alguns exemplos de ligas metálicas bem sucedidas:
 
Exemplos de ligas metálicas, suas composições, propriedades e aplicações
fonte: Jennifer Fogaça, Brasil Escola   
Outra coisa:
As indústrias automobilísticas, aeronáuticas, navais, bélicas e de construção civil são as principais responsáveis pelo consumo de metal em grande escala. São também representativos os setores de eletrônica e comunicações, cujo consumo de metal, apesar de quantitativamente inferior, tem importância capital para a economia contemporânea. Ligas metálicas são materiais de propriedade semelhantes às dos metais e que contêm pelo menos um metal em sua composição. Há ligas formadas somente de metais e outras formadas de metais e semimetais (boro, silício, arsênio, antimônio) e de metais e não-metais (carbono, fósforo).
É interessante constatar que as ligas possuem propriedades diferentes dos elementos que as originam. Algumas propriedades são tais como diminuição ou aumento do ponto de fusão, aumento da dureza, aumento da resistência mecânica.( Wikipédia)
Outro fator a ser considerado é se a liga é ferrosa ou não ferrosa.
LIGAS FERROSAS:

O ferro é o constituinte principal. Essas ligas são importantes como materiais de construção em engenharia. As ligas ferrosas são extremamente versáteis, no sentido em que elas podem ser adaptadas para possuir uma ampla variedade de propriedades mecânicas e físicas. A desvantagem dessas ligas é que elas são muito suscetíveis à corrosão. Aços: são ligas ferro-carbono que podem conter concentrações apreciáveis de outros elementos de liga. As propriedades mecânicas são sensíveis ao teor de carbono, que é normalmente inferior a 1%.
  1. Aços com baixo teor de carbono, essas ligas contem geralmente menos que 0,25% de C. como consequência essas ligas são moles e fracas, porém possuem uma ductilidade e uma tenacidade excepcionais; além disso, são usináveis soldáveis e, dentre todos os tipos de aço, são os mais baratos de serem produzidos. Aplicações típicas para este tipo de liga incluem os componentes de carcaças de automóveis e chapas usadas em tubulações, edificações e latas estanhadas.
  2. Aços com médio teor de carbono: esses aços possuem concentrações de carbono aproximadamente de 0,25 e 0,60%p de carbono. As maiores aplicações destas ligas se encontram em rodas de trens, engrenagens, virabrequins e outras peças de alta resistência que exigem uma combinação de elevada resistência, resistência à abrasão e tenacidade.
  3. Aços com alto teor de carbono: esses aços apresentam em média uma concentração de carbono e 0,60 a 1,4%p. são mais duros, mais resistentes e, porem, os menos dúcteis dentre todos os aços de carbono. Esses aços são usados geralmente como ferramentas de corte, bem como para a fabricação de facas, laminas de serras para metais, molas e arames com alta resistência.  
  4. LIGAS NÃO FERROSAS:
  5. São ligas que não possuem como constituinte principal o elemento ferro. Ligas de cobre: o cobre, quando não se encontra na forma de ligas, é tão mole e dúctil que é muito difícil de ser usinado. As ligas de cobre mais comuns são os latões, onde o zinco, na forma de uma impureza substitucional, é o elemento de liga predominante. Ligas de cobre-zinco com concentrações aproximadamente de 35%p de zinco são relativamente moles, dúcteis e facilmente submetidos à deformação plástica a frio. As ligas de latão que possuem um maior teor de zinco são mais duras e mais resistentes.
    Os bronzes são ligas de cobre com vários outros elementos, incluindo o estanho, alumínio, o silício e o níquel. Essas ligas são relativamente mais resistentes do que os latões, porém ainda possui um elevado nível de resistência a corrosão. Alguns outros exemplos de ligas não ferrosas são as ligas de alumínio, que são caracterizadas por uma densidade relativamente baixa, condutividade elétrica e térmica elevada, e uma resistência à corrosão em alguns ambientes comuns, com a atmosfera ambiente.
    Liga de magnésio é caracterizada pela baixa densidade do magnésio que é a mais baixa dentre todos os metais estruturais; dessa forma suas ligas são usadas onde um peso leve é considerado importante, como por exemplo, em componentes de aeronave.
    MÉTODOS DE OBTENÇÃO:

    Processos da fusão

    Fundem-se quantidades adequadas dos componentes da liga, a fim de que estes se misturem perfeitamente no estado líquido. A fusão é feita em cadinhos de ferro, de aço ou de grafite, em fornos de revérbero ou em fornos elétricos. A massa fundida, homogênea, é resfriada lentamente em formas apropriadas. São tomadas precauções especiais para evitar a separação dos componentes da liga durante o resfriamento, para evitar a oxidação dos metais fundidos, para minimizar as perdas dos componentes voláteis, etc. Esse processo também pode ser efetuado na superfície de um corpo. Assim, mergulhando-se folhas de ferro em estanho fundido, forma-se na sua superfície uma liga de ferro e estanho. Obtém-se, assim, a folha-de-flandres, também chamada lata.

    Compressão

    O processo de compressão consiste em submeterem-se misturas em proporções adequadas dos componentes a altíssimas pressões. Esse processo é de importância na preparação de ligas de alto ponto de fusão e àquelas cujos componentes são imiscíveis no estado líquido.

    Processo Eletrolítico

    O processo eletrolítico consiste na eletrólise de uma mistura apropriada de sais, com o fim de se efetuar deposição simultânea de dois ou mais metais sobre cátodos

    Processo de Metalurgia Associada

    O processo de metalurgia associada consiste na obtenção de uma liga constituída de dois ou mais metais, submetendo-se ao mesmo processo metalúrgico uma mistura de seus minérios e etc.

    Oxidação

    A maioria dos metais tende a se oxidar quanto expostos ao ar, especialmente em ambientes úmidos. Entre os vários procedimentos empregados para evitar ou retardar a oxidação, os mais comuns são a aplicação de pinturas protetoras, a formação de ligas com outros elementos que reduzam ou eliminem tal propensão e a conexão a pólos elétricos que impeçam a ocorrência do fenômeno. É interessante o caso do alumínio, que, em presença do oxigênio, forma uma delgada película de óxido que detém a oxidação.
      Acompanhem nossos posts e se atualizem para o vestibular!

     

quinta-feira, 27 de junho de 2013

GÁS LACRIMOGÊNIO- O QUE É, O QUE FAZ!

ALÔ PESSOAL!!!!!
Em tempos como esses, é bom saber a estrutura de certas substancias usadas . Uma delas é o gás lacrimogênio.
Vamos entender sua estrutura química:
Gás lacrimogêneo (do latim lacrima = lágrima) é um nome genérico dado a vários tipos de substâncias irritantes da pele, olhos (pode causar cegueira temporária) e vias respiratórias, tais como o brometo de benzila, ou o gás CS (clorobenzilideno malononitrilo). O uso crescente do gás lacrimogêneo, pela polícia e exército, como arma de "controle de multidões" deveu-se ao fato de, supostamente, ser capaz de dispersar multidões sem causar efeitos letais (mortes). Os primeiros estudos clínicos mostravam que o gás causava irritação e mal-estar e, em concentração controlada, era incapaz de deixar marcas ou causar óbitos. Por isso era chamado de arma não letal. Porém, em crianças de colo o efeito pode ser consideravelmente perigoso.
Gases lacrimogênios populares são os irritantes oculares CS, CN (cloroacetofenona) e CR (dibenzoxazepina), e o irritante respiratório aerossol de pimenta ou gás OC (de oleorresina Capsicum).
A forma mais comum de gás lacrimogêneo, o CS (chlorobenzylidenemalononitrile), foi desenvolvido nos anos 50, na Inglaterra, pelo laboratório CBW (no polêmico centro de pesquisas de armas químicas de Porton Down). Depois, nos anos 1960, foi utilizado em larga escala pelos Estados Unidos durante a Guerra do Vietnam.
Suas fórmulas variam. Podem ser, por exemplo, cloro-acetona (CH3–CO–CH2–Cl), bromo-acetona (CH3–CO–CH2–Br) ou acroleína (CH2=CH–COH). O CS é mais forte que o CN, porém desvanece mais rápido.
Qualquer composto químico que produza estes efeitos pode ser chamado lacrimogêneo, mas a denominação "agente de controle antidistúrbio" ou "gás lacrimogêneo" refere-se um produto químico lacrimogêneo escolhido por sua baixa toxicidade e por, supostamente, não ser letal.
Os efeitos da exposição ao gás lacrimogêneo são reações involuntárias de lacrimação com uma sensação de queimadura na boca e trato respiratório. Coceiras, inflamações, dor de cabeça, sensação de insuficiência respiratória são os efeitos mais comuns.
Atualmente, os gases lacrimogêneos, incluindo o gás de pimenta, são legalizados em alguns países, apenas como armas para auto-defesa, porém tais armas - disponíveis em embalagens portáteis, como latas de spray - necessitam de licença e treinamento para seu porte e seu uso é restrito.
Fórmulas:

veja que essas fórmulas apresentam  haletos: cloro, bromo, nesses casos 

 lata de aerossol liberando o gás.

fontes: Wikipédia, Brasil Escola e Folha de São Paulo

 
 

terça-feira, 25 de junho de 2013

ENEM 2013- QUÍMICA- O QUE ESTUDAR

ALÔ PESSOAL!!!!!
MAIS UM ANO, MAIS VESTIBULARES!
E como sempre, ENEM é um termômetro de como voces se sairão nos vestibulares que vierem.
Então, dê uma olhada no esquema abaixo, das partes de química que devem ser revistas, estudadas e mais que tudo, compreendidas!


1- Transformações Químicas:
·         Sistemas Gasosos.
·         Lei dos gases.
·         Massa molar.
·         Volume molar dos gases.
·         Teoria cinética dos gases.
·         Modelo atômico de Rutherford.
·         Isótopos.
·         Massa atômica.
·         Elementos químicos.
·         Tabela Periódica.
·         Reações químicas.
2- Representação das transformações químicas:
·         Fórmulas químicas.
·         Cálculos estequiométricos.
3- Materiais, suas propriedades e usos:
·         Mudanças de estado.
·         Misturas: tipos.
·         Métodos de separação.
4- Água:
·         Solubilidade.
·         Conceitos de Ácidos.
·         Conceitos de Bases.
·         Conceitos de Sais.
·         Classificação dos ácidos.
·         Classificação dos sais.
·         Propriedades dos ácidos.
·         Nomenclatura dos sais.
·         Nomenclatura das bases.
·         Nomenclatura dos óxidos.
·         Condutibilidade elétrica.
·         Reação com metais.
·         Reação de neutralização.
5- Transformações Químicas e Energia:
·         Equações termoquímicas.
·         Lei de Hess.
·         Reação de oxirredução.
·         Pilha.
·         Eletrólise.
·         Leis de Faraday.
6- Dinâmica das Transformações Químicas
7- Transformação Química e Equilíbrio
8- Compostos de Carbono
·         Fermentação.
9- Relações da Química com as Tecnologias, a Sociedade e o Meio Ambiente
·         Química nos alimentos.
·         Química e ambiente.
·         Hidróxido de sódio.
·         Ácido sulfúrico.
·         Amônia.
10-Energias Químicas no Cotidiano –
·         Petróleo.
·         Gás natural.
·         Carvão.
·         Madeira e hulha.
·         Biomassa.
·         Biocombustíveis.
                      Energia nuclear. Vantagens e desvantagens do uso de energia nuclear.
                      Lixo atômico.
fonte: http://vestibular.brasilescola.com
Vamos , aos poucos, falando sobre essa listinha!!!!!

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

FUVEST- QUIMICA- 2° FASE- 2013

ALÔ PESSOAL!!!! DEPOIS DE RESOVER MUITA QUÍMICA NO SEGUNDO DIA,VAMOS PARA MAIS 6 QUESTÕES DO TERCEIRO DIA!
Sou obrigada a concordar com voces: foi um exame que exigiu conhecimentos consolidados e muito preparo!
As questões foram resolvidas pelo COC vestibulares:











Vamos fazer uma análise básica dos assuntos:
- reações químicas
- mistura de soluções e adição de soluto
-pilhas com as reações de semi oxidação e semi redução
- gráfico de solubilidade
- ação dos indicadores
- isomeria cis trans - polaridade de compostos
- fórmulas organicas e reações
- conhecimento das funções organicas para resolver quais dos compostos apresentados reage com o Mg e prepara compostos de Grignard
Esse é um bom começo para provas que vem por aí...

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

FUVEST 2° FASE- CONHECIMENTOS GERAIS - 2013

ALÔ PESSOAL!
 Mais uma vez estão colocando a química como a grande vilã do segundo dia de provas da Fuvest!
Que é isso????
A primeira questão ENVOLVENDO química ( 7 )  era básica, sobre os óxidos que vão para a atmosfera e os ácidos que são formados na interação desses óxidos com a água da chuva!
E que está sendo feito em para minimizar?
Pense um pouquinho!
Aqui estão as questões e as resoluções do COC vestibulares:


 .









domingo, 6 de janeiro de 2013

VESTIBULAR DA UFS- 2013

ALÔ PESSOAL!
Estou postando o vestibular da UFS, de 2013, assim voces têm mais alternativas !


Vestibular da USF para demais cursos/ 2013

 

16. Um elemento de grande aplicabilidade química, mas talvez pouco conhecido, é o tungstênio

(74W183). Suas aplicações vão desde formar o filamento das lâmpadas incandescentes até as

pontas das canetas esferográficas. Além disso, é utilizado para preparar brocas que quebram

rochas devido a sua alta resistência mecânica. Com relação à estrutura eletrônica dos átomos

desses elemento, é possível afirmar que

I. é um metal de transição do 6.º período da tabela periódica.

II. possui quatro elétrons em sua camada de valência.

III. possui 109 nêutrons em seu núcleo.

IV. seus elétrons mais energéticos estão em um subnível d.

V. pertence à mesma família periódica do elemento bário (56Ba137).

A respeito das afirmações realizadas, são verdadeiras

a) apenas I, II e V.

b) apenas I, III e IV.

c) apenas II e IV.

d) apenas I, II e III.

e) apenas III e IV.

ALTERNATIVA B

 

17. Fazer uma solução é algo bem mais comum do que imaginamos. Realizamos isso praticamente todos os dias ao preparar nossos alimentos, lavar nossas roupas, tomar banho, abastecer os carros, dentre tantas outras atividades. As soluções são padronizadas a partir das unidades de concentração que indicam se determinada solução é mais ou menos concentrada do que outras. Considere duas soluções preparadas cada uma delas com 50 g de açúcar (C12H22O11) e 50 g de sal de cozinha (NaC) em dois recipientes distintos, cada uma com 300 mL de solução.

A respeito desses dois sistemas, são realizadas as seguintes afirmações:

· Dados valores de massa atômica em g/mol: H = 1,0; C = 12,0; O = 16,0; Na = 23,0 e C= 35,5.

I. Ambas as soluções possuem a mesma concentração comum.

II. A concentração molar da solução de NaCℓ é maior que a concentração molar da solução de

açúcar.

III. As soluções formadas nos dois recipientes podem ser classificadas como soluções iônicas.

IV. Se considerarmos que ambos os sistemas aumentam sua solubilidade com o aumento da

temperatura, é possível classificar os dois sistemas como sistemas exotérmicos.

V. Ao se medir o ponto de ebulição das duas soluções, é possível observar que a solução derivada

do sal de cozinha apresenta uma menor pressão de vapor.

A respeito das afirmações realizadas, são verdadeiras

a) apenas II, III e IV.

b) apenas I, II e IV.

c) apenas I e V.

d) apenas I, II e V.

e) apenas I e II.

ALTERNATIVA: D

18. Quando do estudo da eletroquímica, a sensação que nos passam os livros didáticos é a de que

as pilhas formam um processo mais importante do que o seu processo inverso que é a

eletrólise. Essa é uma sensação falsa, pois ainda que as pilhas sejam extremamente

importantes, o fenômeno da eletrólise é substancialmente mais necessário para a sociedade do que o da pilha, pois a partir desse processo conseguimos, por exemplo, transformar os sais eóxidos encontrados nas rochas em metais puros, que serão utilizados para preparação de materiais do nosso cotidiano. Sobre o processo de eletrólise de uma solução aquosa de nitrato de prata com eletrodos inertes, é correto afirmar que:

a) o nitrato de prata, por ser um sal insolúvel, é incapaz de sofrer eletrólise aquosa, sendo somente

possível obter prata a partir desse sal por eletrólise ígnea.

b) no cátodo, há deposição de prata.

c) no polo positivo ocorre uma reação de redução.

d) a solução torna-se básica após finalização do processo.

e) o fluxo de elétrons faz-se do cátodo para o ânodo

Alternativa:B


20. A fluoxetina é um medicamento antidepressivo da classe dos inibidores seletivos da receptação da serotonina. Suas principais indicações são para uso em depressão moderada a grave, transtorno obsessivo-compulsivo (TOC) e bulimia nervosa. É utilizado na forma de cloridrato de fluoxetina, como cápsulas ou em solução oral. A seguir temos a estrutura química da molécula formadora desse medicamento:

 
Considerando a estrutura apresentada, assinale a afirmativa correta.
a) O composto apresentado não apresenta atividade óptica.
b) Sua fórmula química é C17H4F3NO.
c) Possui as funções orgânicas amina, éter e haleto orgânico.
d) É uma amida, pois possui átomos de nitrogênio e oxigênio na mesma cadeia.
e) É um fenol, pelo fato de possuir um átomo de oxigênio ligado diretamente ao anel aromático
Alternativa: C
VESTIBULAR DE MEDICINA- UFS- 2013-
7. O equilíbrio químico ocorre em reações químicas ditas reversíveis e que assumem iguais valores de velocidade para as reações direta e inversa, não necessitando que as substâncias envolvidas apresentem os mesmos valores para suas concentrações ou pressões parciais. O equilíbrio a seguir ocorre de forma bastante comum em grandes cidades, tais como São Paulo e Rio de Janeiro, devido à emissão do monóxido de nitrogênio, dentre outros gases.
N2(g) + O2(g) + 180,8kJ --> 2NO(g)
Sabe-se que a constante de equilíbrio para a formação de um mol de NO a 300 K é igual a 10−13, enquanto à temperatura de 2.400 K o valor da constante é 1013 vezes maior do que na temperatura anterior. Com base nas informações fornecidas e na equação balanceada, analise as afirmações apresentadas a seguir.
I. A formação de monóxido de nitrogênio é um processo exotérmico.
II. Um aumento da temperatura do sistema provocará um deslocamento do equilíbrio para a direita.
III. À temperatura de 2.400 K existirá uma concentração menor de NO no equilíbrio.
IV. Um aumento na pressão não interfere na formação de NO.
V. A constante de equilíbrio, em função das pressões parciais desse sistema seria calculado pela
expressão Kp = p(N2).p(O2)/p(NO)2.
A respeito das afirmações realizadas são verdadeiras
a) apenas I, II e V.
b) apenas I, III e V.
c) apenas II, IV e V.
d) apenas III e IV.
e) apenas II e IV
Alternativa correta: E

 

 


 

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