quarta-feira, 19 de junho de 2013

GORDURAS TRANS- TIRE SUAS DÚVIDAS!

ALÔ PESSOAL!
Tendo em vista os vestibulares que estão chegando agora no meio do ano, vamos entender essa história de gordura trans e seus vários aspectos.
A reportagem é da veja.abril.com.br
 


A gordura trans foi inventada pelas indústrias para deixar mais saborosos vários tipos de alimentos.
1. O que é gordura trans?
É um tipo de gordura produzida industrialmente a partir de um processo químico, a hidrogenação. Usada desde o início do século passado, ela passou a ser consumida com mais freqüência, e sem culpa, a partir dos anos 50. Por ser proveniente de óleos vegetais, acreditava-se que a gordura trans era uma opção mais saudável à gordura animal - que comprovadamente aumenta o LDL (colesterol ruim) no sangue. A partir da década de 80, estudos científicos provaram que a trans é um dos grandes venenos da alimentação moderna.
 

2. Como funciona o processo de produção?
Os óleos de origem vegetal são colocados em uma câmara de hidrogênio. Eles são submetidos a alta pressão e temperatura e, assim, transformados em uma pasta preta de odor ruim. Depois, esta pasta é alvejada até ficar sem cor e é desodorizada para perder o cheiro. A gordura, agora semi-sólida, fica com a textura ideal para o processamento e preparo industrial de alimentos.
 

3. Por que ela recebe este nome?
Gordura trans são ácidos graxos insaturados. A designação "trans" vem de "transversos" e o nome é referente à ordem da cadeia de átomos do ácido graxo. Em um óleo encontrado na natureza, por exemplo, os átomos estão distribuídos em posição paralela. No entanto, quando é submetido ao tratamento industrial de hidrogenação, a estrutura química do óleo é modificada, fazendo com que os ácidos graxos fiquem com os átomos em disposição "diagonal" - ou em alinhamento transversal (trans).
 

4. Quais alimentos possuem essa gordura?
A maior concentração dela está nas bolachas, pipocas de microondas, chocolates, sorvetes, salgadinhos, pastéis, folhados, tortas, bolos, tudo o que utiliza as margarinas nas receitas. Os combos servidos nos restaurantes de fast-food estão no topo da lista de alimentos com gordura trans. Até alguns produtos diet e light não escapam da vilã. A carne e o leite de animais ruminantes, como bovinos e caprinos, possuem gorduras trans em quantidades mínimas, quase inexpressivas. Neste caso, ela se forma a partir do processo de hidrogenação natural no rúmen dos animais. Como a quantidade é insignificante, especialistas nunca se referem a estes itens quando criticam e restringem a gordura trans.
 

5. Há necessidade de consumi-la? Quais são as taxas de ingestão recomendadas?
Os especialistas explicam que a gordura trans não é sintetizada no organismo humano, por isso permanece depositada no corpo. Como não é essencial para a saúde, não há um valor recomendado de ingestão. O ideal é não consumi-la nunca, mas os médicos, cientes da impossibilidade da restrição no mundo atual, recomendam o consumo mínimo. A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que a ingestão de gordura trans não ultrapasse 1% do valor calórico da dieta. O que numa alimentação de 2.000 calorias equivale a dois gramas diários de gordura trans - quantidade equivalente a três biscoitos recheados de morango. Até as aparentemente inofensivas bolachas tipo cream cracker ou água e sal contêm gordura trans. Seis unidades, por exemplo, equivalem a 1,2 g e meio pacote a 4,1 g. As crianças, grandes fãs das guloseimas trans, devem ter o consumo vigiado e controlado. Uma vez que a obesidade infantil é hoje considerada um problema de saúde pública. Já se sabe também que a mulher grávida que come gordura trans pode prejudicar o desenvolvimento neurológico do feto e também tem mais tendências a ter um filho obeso.
 

6. Por que ela é tão prejudicial à saúde? O que o consumo excessivo dessa gordura pode causar?
A lista de problemas é enorme. O fato mais conhecido é que a gordura trans aumenta o LDL (colesterol ruim) e diminui o HDL (colesterol bom) no sangue. Ela também é responsável pela produção da gordura visceral, que se acumula na região da cintura. Isso leva à síndrome metabólica, uma conjunto de doenças graves: diabetes, pressão alta, alto nível de colesterol ruim e de triglicérides no sangue. Essa combinação causa acúmulo de placas de gordura na parede dos vasos sangüíneos, fator que pode resultar em ataque cardíaco e AVC (acidente vascular cerebral). Pesquisas sugerem que as mulheres que consomem altos índices de gordura trans têm duas vezes mais chances de sofrer de câncer de mama. Já outros estudos indicam que a gordura trans faz com que as membranas percam sua flexibilidade, dificultando a transmissão de impulsos nervosos, que podem estar ligados com o aumento da incidência de depressão.
 

7. Se ela faz mal, então qual a vantagem de produzi-la?
Embora pareça não ter nenhum ponto positivo, a gordura trans é a grande responsável por fazer com que os alimentos fiquem saborosos. Ela também valoriza a aparência dos alimentos, deixando-os mais dourados e crocantes - no caso de salgadinhos de pacote e alguns tipos de bolachas. Além disso, a gordura trans aumenta o prazo de validade, permitindo que os produtos permaneçam muito mais tempo nas prateleiras sem estragar.
 

8. Existe alguma alternativa à gordura trans?
Algumas indústrias alimentícias já dispõem de óleo de palma em substituição à trans. A utilização desse óleo tornou-se viável já que ele conseguia manter as características de conservação, sabor e crocância sem precisar passar pelo processo de hidrogenação. Apesar de ser menos nocivo que a gordura trans, o óleo de palma não é a opção mais saudável. Alternativas como óleos de oliva e canola fariam melhor ao organismo humano, porém, como são líquidos, os fabricantes argumentam que o custo para transformá-los em gordura sólida não compensaria.
 

9. Como posso saber se o alimento é rico em gordura trans?
Em 2006, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou que o item "gordura trans" passasse a ser impresso na tabela nutricional do rótulo dos alimentos. Com isso, as empresas foram obrigadas a especificar, além do teor de lipídeos e de gorduras saturadas, a quantidade total de ácidos graxos trans presentes nos produtos. Os dados nutricionais, que já não são fáceis de serem interpretados por um consumidor leigo, às vezes são maquiados e até falsos. Os fabricantes chegam a informar, por exemplo, que a metade de uma bolacha tem a quantia total de 0,2 g de gordura trans. O problema é que as pessoas não costumam comer apenas meio biscoito e a informação acaba passando despercebida. No caso de restaurantes e lanchonetes, não há obrigatoriedade de informar sobre a quantidade de gordura trans. Alguns deixaram de usá-la voluntariamente em suas receitas.
 


10. Já existem alimentos sem essa gordura?
Nas prateleiras dos supermercados é possível encontrar produtos denominados "trans free", como sorvetes, bolachas e margarinas. Não há, necessariamente, um destaque desse fato na embalagem. Para ter certeza, é preciso checar a tabela nutricional. Segundo a Anvisa, o alimento que tiver quantidade menor ou igual a 0,2 grama de gordura trans pode se promover como "zero trans". Para se ter uma idéia, de acordo com a Associação Brasileira das Indústrias da Alimentação (Abia), apenas 30% dos biscoitos vendidos no Brasil são livres de gordura trans.
 



11. Ela é proibida em algum lugar do mundo?
Há um esforço global para que a gordura trans suma do cardápio. Alguns países optam por adotar apenas medidas educativas para informar as pessoas. A Dinamarca resolveu proibir e considerar a gordura trans uma substância ilegal no seu país - exemplo seguido pela Suíça. O Ministério da Saúde australiano anunciou que colocará prazo para que as indústrias a substituam, assim como foi feito no Canadá - onde o governo deu três anos. Nos Estados Unidos, as cidades de Nova York, Filadélfia e Seattle já proíbem o uso deste tipo de gordura. Recentemente, o estado da Califórnia se tornou o primeiro do país a aprovar uma lei proibindo os restaurantes e comerciantes de alimentos de usar gordura trans. A lei, que entra em vigor em 2010, poderá multar os estabelecimentos que descumprirem a ordem.
 

12. E no Brasil, qual a posição das indústrias em relação a eliminação da gordura trans?
As indústrias não aceitam qualquer prazo para eliminar a gordura trans dos alimentos consumidos no país. A Associação Brasileira das Indústrias da Alimentação (Abia) alega que há falta opções para substituir esse tipo de gordura. Ela justifica que está se empenhando em novas pesquisas. O presidente da Abia, Edmund Klotz, chegou a ironizar o prazo sugerido pelo ministro da Saúde, José Gomes Temporão. Em entrevista ao jornal Folha de S. Paulo ele disse que se fosse fixada uma data para acabar com a gordura trans, seria necessário voltar à época da "velha banha de porco". 

QUANTIDADE DE GORDURA TRANS EM ALGUNS ALIMENTOS:

terça-feira, 18 de junho de 2013

COMPOSIÇÃO DA POMADA MINANCORA

ALÔ PESSOAL!
A pedidos, vamos falar da pomada Minâncora:
 A pomada de cheiro forte composta de cânfora, óxido de zinco e cloreto de benzalcônio ainda é encontrada no armário de muitas mocinhas que seguem a risca as dicas de belezas das mulheres mais velhas da família.
Segundo o dermatologista Fernando Passos de Freitas, a Minâncora normalmente é utilizada para remover a oleosidade da pele, minimizando problemas como cravos e espinhas, que costumam aparecer em peles mais oleosas.
A vantagem é que a pomada não tem contraindicação e pode ser usada em todos os tipos de pele. "A Minâncora também tem indicação  antisséptica e para tratamento de frieiras", acrescenta o especialista.
Por conta do aroma de cânfora, que proporciona uma leve sensação de refrescância, é comum que a pomada seja utilizada como desodorante ou para evitar o mau cheiro nos pés após um longo dia ( fonte: http://vilamulher.terra.com.br)
Ela também age como secante nas frieiras, antipruriginosa e desodorante.

[IMG]

Veja que a composição e a quantidade de cada composto químico está na própria embalagem
Cloreto de bezalcônio :
Cloreto de Benzalcônio (cloreto de alquil dimetil benzil amônio) é um agente de tensão superficial para aumentar o contato nitrogenoso e catiônico pertencente ao grupo de compostos de amônio quaternário. É um sal facilmente solúvel em água, álcool e acetona.
É utilizado como antiséptico, espermicida, descongestionante nasal, e historicamente como bactericida. Seu uso varia desde desinfecção de pele e limpeza de membranas mucosas passando por esterilização de instrumentos, por cultivo de pessegos e até como conservante.(Wikipédia)

Ficheiro:Benzalkoniumchloride.png

Óxido de zinco:
O óxido de zinco é um composto químico de cor branca. Sua fórmula é ZnO e é pouco solúvel em água, porém muito solúvel em ácidos. É utilizado como inibidor do crescimento de fungos em pinturas e como pomada antisséptica na medicina.
Óxido de zinco é o produto de corrosão inicial do zinco em atmosfera relativamente seca e é formado pela reação entre o zinco e o oxigênio presente na atmosfera, conforme a reação:

\mathrm{2 \ Zn_{(s)} + O_{2(g)} \longrightarrow 2 \ ZnO_{(s)}}
Cânfora: 
A cânfora é uma planta medicinal originária do sul da China e do Japão que contém um óleo essencial.
 Cânfora (C10H16O), uma substância branca, cristalina, com um forte odor característico e obtida a partir da seiva. A extração é feita pela oxidação do pineno (parte principal da essência de terebentina). É uma combinação acíclica. Apresenta-se em grandes massas brancas, grano-cristalinas, translúcidas de cheiro particular penetrante e de um sabor um tanto amargo. É pouco solúvel na água, dissolvendo-se facilmente no álcool, éter e demais solventes orgânicos. Volatiliza-se à temperatura comum.(Wikipédia)

DIFERENTES DENSIDADES, DIFERENTES EFEITOS!

ALÔ PESSOAL!!!!!!!!! Muitas experiências interessantes mostram as diferentes densidades dos líquidos. No caso do video abaixo, água com corante, mais pesada, e óleo vegetal. Veja o efeito da pastilha efervescente colocada!

quarta-feira, 12 de junho de 2013

MAKE OFF DAS SALSICHAS!

Voce tem idéia de como as salsichas são feitas?? Não? Então veja esse vídeo e depois encare um hot dog, na boa!

terça-feira, 11 de junho de 2013

ÓLEOS E GORDURAS- O QUE INTERESSA SABER!

ALÔ PESSOAL!
Então, prontos para saber tudo sobre óleos e gorduras?
Vamos buscar na fonte: SUPERINTERESSANTE!
 

Por Gonzalo Navarrete

De tão ostensivamente associadas aos efeitos negativos, elas são temidas por quem pretende ter uma alimentação saudável. Mas a verdade é que as gorduras têm um papel fundamental nas nossas vidas. Se isso não bastasse, elas são excelentes condutoras de sabor e meios fantásticos de cocção – atire a primeira pedra quem não gosta de uma fritura bem-feita!

O que são gorduras?
Vamos voltar no tempo e relembrar um pouco as aulas de química do ensino médio. Gorduras, conhecidas também como lipídeos, são substâncias químicas formadas basicamente por ácidos graxos e glicerol (a proporção é de três moléculas de ácidos graxos ligadas a um glicerol). Elas podem ser encontradas na natureza sob a forma sólida (gordura) ou líquida (óleos). Mas por que elas acabaram ocupando um papel tão importante na nossa alimentação? Basicamente porque são essenciais para o nosso organismo. Em primeiro lugar, é uma importante fonte de energia, altamente concentrada. São nove calorias por grama, mais que o dobro da quantidade de energia existente nos carboidratos e proteínas (4 cal/g), as outras substâncias básicas que compõem a nossa alimentação. Também fornecem vitaminas (A, D, E e K), revestem e protegem órgãos vitais. A digestão das gorduras é mais lenta, o que garante uma sensação de saciedade e um intervalo maior entre as refeições.
Os ácidos graxos são formados por cadeias de carbono (18 ou mais átomos). Alguns desses átomos de carbono se ligam a um par de átomos de hidrogênio, formando o grupo CH2. O grau de saturação da gordura está diretamente ligado ao número de pares de hidrogênio existentes – quanto mais ligações, mais saturada a gordura. As chamadas gorduras saturadas são encontradas em estado sólido na temperatura ambiente, geralmente na gordura animal, como carne, banha e derivados do leite.
A manteiga, derivada do leite, é rica em gordura saturada, sólida

É verdade que óleo de oliva faz bem para a saúde?
S im. O óleo de oliva é rico em gordura monoinsaturada, mais que qualquer outro óleo vegetal. Uma gordura monoinsaturada é aquela em que falta só um par de átomos de hidrogênio na cadeia carbônica do seu ácido graxo – por decorrência, poliinsaturada é aquela em que faltam dois ou mais pares. Na sua composição, o óleo de oliva tem 77% de gordura monoinsaturada. No óleo de canola, a porcentagem é de 62% e no de amendoim, 49%. A sua principal característica é manter o nível do bom colesterol no sangue, que, por sua vez, retira de circulação o mau colesterol. Cientificamente, já ficou provado que as gorduras monoinsaturadas ajudam a reduzir o risco de doenças cardiovasculares, como infarto do miocárdio e problemas coronarianos. A oliveira é originária da região banhada pelo Mar Mediterrâneo e seu óleo já era consumido na antigüidade pelos povos que habitavam essa área – gregos, hebreus, etruscos.
O azeite extravirgem, considerado o mais nobre de todos, é obtido da prensagem mecânica das azeitonas, com acidez máxima de 1%. Há ainda o azeite virgem, feito também por métodos mecânicos, com até 2% de acidez, e o azeite refinado, que são azeites virgens de qualidade inferior tratados quimicamente. O que se chama simplesmente de azeite de oliva é uma mistura de azeites virgens e refinados. O azeite é muito usado para temperar pratos, dado o seu aroma e sabor extremamente agradáveis, mas também pode fritar. Se for usado para esse fim, ele tem um problema: queima a temperaturas mais baixas que outros óleos vegetais. Outro problema do azeite é o preço elevado, que faz mal ao bolso.
O azeite de oliva é um dos pilares da chamada dieta mediterrânea, considerada muito saudável

O que é ranço?
Uma gordura rançosa é aquela que teve sua estrutura química degenerada por um destes fatores: água, sal, ar, temperatura ou resíduos de frituras anteriores. O gosto característico do ranço pode ser sentido em qualquer alimento rico em lipídeos, como nozes ou queijos. No caso dos óleos, o mau cheiro, a cor escura e a alteração da viscosidade podem ser encarados como um alerta de que ele entrou em decomposição. Geralmente isso ocorre quando o óleo ultrapassa a sua temperatura máxima de 200ºC. Ele começa a queimar e libera compostos acres e uma fumaça picante. Além da temperatura, o ranço também pode ser causado por outros dois tipos de reações químicas, que resultam principalmente da reutilização excessiva do óleo. A primeira reação é a hidrólise, que ocorre na hora do contato da água dos alimentos com o óleo. Quimicamente, a gordura libera ácidos graxos e glicerina, aumentando a acidez e desprendendo um odor desagradável.
É por isso que não se recomenda tampar a frigideira durante o processo de fritura. A fumaça quente na superfície fria da tampa forma gotas d’água, que caem no óleo. Esse processo acelera a deterioração do óleo. Já a oxidação ocorre pela reação das enzimas da gordura com metais ou com o próprio ar. Para aumentar a vida útil do óleo, é preciso filtrá-lo e mantê-lo em ambiente fechado e escuro o que evita a oxidação da substância, segundo a nutricionista Viviane Lourenço Braz, especialista em frituras.

Por que algumas frituras são sequinhas e outras, encharcadas?
Porque as frituras encharcadas não foram bem-feitas. Para fazer uma boa fritura, o óleo deve estar bem quente (cerca de 180ºC) e os alimentos, preferencialmente secos. Isso impede que a água, ao entrar em contato com alta temperatura, evapore rapidamente e espirre óleo. Ajuda muito se o alimento estiver picado miúdo e completamente mergulhado no óleo. Quando a peça é muito grande, ela irá provocar uma queda na temperatura do óleo. A crosta vai demorar mais tempo para se formar e o alimento vai ficar encharcado de óleo por causa da demora no cozimento. O óleo novo, por incrível que pareça, não é a melhor alternativa para a fritura. O ideal é acrescentar duas colheres (sopa) de óleo usado. Dessa forma, a reação entre o óleo e a água dos alimentos não será tão brusca – o óleo velho tem substâncias residuais que propiciam um certo grau de mistura entre água e gordura. Há alimentos que parecem predestinados ao processo de fritura – o caso mais clássico é o das batatas.
Elas têm os açúcares e o amido que se transformam em uma casquinha dourada rapidamente. Como regra geral, para nossa saúde, é sempre melhor fritar em gordura vegetal (insaturada), do que na animal. Em termos de paladar, frituras em gordura animal são mais saborosas. Os belgas têm a fama de fazerem a melhor batata frita do mundo. O segredo? Banha de cavalo.
Por ser rica em amido, a batata é um alimento ideal para frituras
O que é colesterol?

O colesterol é uma gordura produzida pelo organismo humano e de outros animais – não existe colesterol vegetal. Ao consumir uma quantidade excessiva de gorduras saturadas (encontradas em frituras, hambúrgueres e salgadinhos), a produção de colesterol aumenta. Como toda gordura, o colesterol não se dissolve na água e não pode se deslocar sozinho pelo sangue. Ele é encapado por proteínas e se transporta na forma de lipoproteínas. Quando produzidas em grande número, as lipoproteínas ficam depositadas nas artérias e provocam o seu entupimento, aumentando o risco de acidentes cardiovasculares.
Por que algumas frituras precisam ser passadas na farinha?
O caso do bife à milanesa (que usa farinha de rosca) e da lula à doré (com farinha de trigo). Os mais apressados diriam que é apenas uma questão estética, para formar uma casquinha marrom. Na verdade, os alimentos podem ser empanados por duas razões. A mais simples é também a mais óbvia: proteger a integridade dos alimentos (como os peixes, que se despedaçam facilmente). A farinha de rosca ou trigo, que adere ao alimento com a ajuda dos ovos, também é usada para produzir “artificialmente” a característica crocante em alimentos como a carne – que não tem nem açúcar nem amido para produzir uma crosta externa. A grande desvantagem dos alimentos fritos com farinha é que eles absorvem muito mais gordura que a maioria das frituras comuns.
O que é gordura hidrogenada?


A produção mundial de óleos líquidos é maior que a de gordura sólida. Só que a indústria usa mais gordura sólida – em bolachas, manteiga, bolos. A saída foi solidificar o óleo com a adição de hidrogênio, que satura artificialmente a gordura, deixando sua estrutura molecular mais estável. É o caso da margarina e da banha vegetal, tão prejudiciais à saúde quanto a gordura animal.
A capa de farinha faz com que carnes fritas tenham uma casquinha crocante!!!

quarta-feira, 5 de junho de 2013

AUTOPRESERVAÇÃO QUÍMICA- ANTIOXIDANTES

OLÁ PESSOAL!
Muitas pessoas se preocupam com os tais radicais livres, oxidantes, e o mal que causam no nosso organismo.
Podemos fazer alguma coisa ?
Primeiro saber o "que" para depois o " como"!
Gingko biloba
Em praticamente qualquer farmácia, supermercado ou loja de suplementos podemos encontrar frascos de antioxidantes, como óleos de peixes, folhas de Gingko biloba ou de trigo.
Esses suplementos alimentares são usados para ajudar a controlar a população de radicais livres do corpo humano e reduzir a velocidade de envelhecimento precoce e aparecimento de doenças degenerativas como ataque cardíaco e câncer.
os radicais ocorrem naturalmente no corpo, em parte como subproduto do metabolismo. Eles tem funções importantes mas podem causar problemas se não forme eliminados quando não são mais necessários.
Eles contém, com frequência,átomos de oxigênio e oxidam as moléculas de lipideos que formam a membrana celular e outros tecidos vitais. Essas oxidações mudam a estrutura das moléculas de lipideos e afetam a s funções das membranas que quando alteradas não protegem adequadamente a célula contra as doenças.Existem evidencias que o processo de envelhecimento é acelerado pelos radicais.
Quando os ácidos nucleicos DNA e RNA são atacados pelos radicais, eles não podem se replicar corretamente, e isso produz alterações que podem levara a células defeituosas e com menor capacidade de autoproteção contra o câncer, por exemplo.
O organismo mantém uma rede de antioxidantes, vitaminas A,E,C, e um grupo de compostos relacionados, chamados de coenzima Q. 


 Os antioxidantes são moléculas que são facilmente oxidadas e reagem com os radicais antes que eles possam agir no organismo.
Muitos alimentos como vegetais verdes, suco de laranja e chocolate contém antioxidantes e o mesmo ocorre com o café e o chá.
Condições ambientais agressivas como luz ultravioleta, ozônio no ar, má nutrição, fumaça de cigarros, podem causar estresse oxidativo, um condição em que a concentração  dos radicais fica tão alta que os antioxidantes naturais do organismo não podem mais proteger.
Ervas medicinais que contém certos produtos fotoquímicos, derivados de plantas e óleos de peixes estão sendo cotados para ajudar a complementar a dieta e aumentar a proteção contra os radicais livres.
fonte:Princípios da Química- P.Atkins e L. Jones



segunda-feira, 3 de junho de 2013

INFORMAÇÕES LEITOSAS!

ALÔ PESSOAL!
Estava dando uma olhada na SUPER ( arquivo) e vi essa matéria sobre o leite!
Bem interessante!
"Cola aí"!
reportagem de Yuri Vasconcelos:
O leite materno é o primeiro alimento que uma pessoa experimenta na vida. Há alguns milênios, o homem descobriu que não precisaria parar de tomá-lo quando deixasse de ser um bebê – para obter leite, era só roubá-lo de outros animais, como a vaca e a cabra. Descobriu também um universo de possibilidades culinárias decorrentes das propriedades do leite, como a fabricação de queijos e iogurtes
Por que existem leites A, B, C?
O leite de vaca é uma solução aquosa de proteínas, gordura, açúcar e sais minerais. A quantidade desses componentes varia de acordo com diversos fatores, mas a classificação “alfabética” – A, B e C –, determinada pelo Ministério da Agricultura, diz respeito somente ao grau de higiene da ordenha. Para ser classificado como do tipo A, exige-se que o leite cru contenha, no máximo, 10.000 bactérias por mililitro; para o leite B, até 500.000 bactérias; para o leite C, não há limite definido. Mas isso não significa que o leite vendido no supermercado pode ter uma infestação bacteriana que tende ao infinito. Para ser vendido, todo leite precisa ser pasteurizado: é aquecido a temperaturas entre 72ºC a 75ºC por 12 a 15 segundos, para que o número de microorganismos patogênicos seja sensivelmente reduzido. A classificação considera também outros fatores: o leite do tipo A, por exemplo, deve ser de origem conhecida.
É o chamado leite de granja, em que a ordenha, a pasteurização e o envasamento acontecem na fazenda. O leite B é uma mistura de leites de diferentes rebanhos leiteiros. Ambos são obtidos por ordenha mecânica e possuem gordura integral (entre 3,5% e 4%), destinando-se ao consumidor final e não à indústria. Já o leite C tem menores exigências de produção, sua gordura é padronizada em 3% e ele é usado pela indústria na fabricação de derivados, como manteiga e queijo.
Os leites são classificados de acordo com o grau de assepsia na hora da ordenha



Por que o leite derrama quando é fervido?
É simples. Quando o leite é aquecido e sua temperatura chega próxima dos 100ºC, a água presente no leite se transforma em vapor. O fenômeno ocorre inicialmente no fundo da panela, onde a temperatura é maior. As bolhas de ar sobem para a superfície da panela, mas quando chegam lá encontram uma barreira física formada pela camada de gordura e proteínas, que dão origem a uma espécie de película. Sem outra alternativa, as bolhas de vapor de água empurram para cima essa camada superficial derramando-a em forma de espuma. O mesmo fenômeno não ocorre com a água porque as bolhas de vapor não encontram nenhuma resistência na superfície. Quando atingem esse ponto, elas, naturalmente, arrebentam e escapam para a atmosfera. Para evitar que o leite derrame – se você quiser, por exemplo, cozinhá-lo a ponto de ele virar doce de leite – a única solução é mexer constantemente com uma colher para impedir a consolidação da película.
Gorduras e proteínas são culpadas por essa lambança
O que é leite integral, homogeneizado, em pó, condensado e evaporado?
O leite integral tem o teor de gordura original produzido pela vaca, como os leites A e B. Quanto à gordura, os leites podem ser classificados ainda de semidesnatados e desnatados. O leite homogeneizado passa por processos mecânicos que evitam o surgimento da nata. “Esse leite é mais fácil de ser digerido, embora o leigo, ao não enxergar a nata, possa pensar que se trata de leite adulterado”, diz o veterinário Wladimir Padilha da Silva, da Universidade Federal de Pelotas (UFPel), do Rio Grande do Sul. O leite em pó nada mais é que o leite desidratado, do qual se retirou toda a água por meio de aquecimento. O processo dura poucos segundos, evitando o cozimento do leite, o que alteraria suas propriedades. No leite condensado é retirada parte da água, acrescentando-se açúcar para prevenir ou retardar alterações. O leite evaporado, por fim, é parcialmente desidratado, acondicionado em embalagens hermeticamente fechadas e esterilizado – por essa razão, não precisa ser armazenado sob refrigeração. E
Como o leite se transforma em queijo?
O queijo é produzido a partir da coagulação do leite. Ela acontece graças ao coalho, uma enzima obtida no estômago do bezerro, também chamada de renina ou quimiosina. Quando o coalho é adicionado ao leite, ele age sobre a caseína, uma proteína que corresponde a 80% do total das proteínas do leite. No leite in natura, a caseína se mantém em suspensão no líquido. O coalho faz ela perder a solubilidade. “Assim, elas se associam entre si, coagulando o leite”, diz Ernani Porto, responsável pelo setor de laticínios da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq), da USP, em Piracicaba. Nesse momento, o leite fica firme, com a consistência de um pudim, retendo o soro no seu interior. O passo seguinte é separar a massa do soro, o que é feito por um processo simples de drenagem, e a colocação desta em fôrmas para dar o formato final do queijo. A última etapa consiste na maturação, quando o queijo desenvolve sabor e aroma.
O mesmo leite pode fazer uma infinidade de tipos de queijo
É seguro comer o bolor azul?
Determinados tipos de queijo sofrem um processo denominado maturação, que pode ser desencadeado por bactérias e/ou por fungos. Esses microorganismos têm enzimas que degradam componentes do queijo, liberando ácidos graxos, que possuem um odor acentuado. Como eles são voláteis, nós detectamos sua presença pelo olfato. A “quebra” (hidrólise) desses compostos deixa o queijo mais macio e mais saboroso. “Em alguns tipos de queijo, como roquefort, gorgonzola e camembert, a maturação é feita por bolores (fungos), que podem ser consumidos sem problema algum, pois são culturas microbianas selecionadas a partir de pesquisas que comprovam sua completa inocuidade”, diz o médico-veterinário Celso Medina Fagundes, do Departamento de Ciência e Tecnologia Agroindustrial da Universidade Federal de Pelotas (UFPel), do Rio Grande do Sul. “Mas quando o queijo mofa naturalmente, na geladeira, por exemplo, não sabemos qual é o tipo de microorganismo que está presente e, por isso, seu consumo não é indicado”, afirma.
O bolor do gorgonzola é seguro (e gostoso), mas o daquele queijo esquecido na geladeira pode ser um risco à sua saúde
Por que alguns queijos derretem bem e outros não?
Quando aquecidos, praticamente todos os queijos derretem, como vemos ao preparar a fondue, prato típico suíço que consiste de uma mistura de queijos derretidos. No entanto, são os queijos de massa filada, como a mussarela, que derretem melhor, dando aquela consistência elástica da cobertura de uma pizza quente. Isso acontece porque esses queijos, após sua fabricação, são colocados em água quente, entre 70ºC e 80ºC, para amolecer. Sua massa, então, é esticada e espichada, formando fios como um chiclete. Depois, o queijo é enformado e resfriado, mantendo a estrutura de fios na sua massa. Quando aquecidos, eles amolecem sem se desmanchar porque mantêm a sua estrutura de fios. Isso não ocorre com queijos como o minas e o parmesão, que não passam pelo processo de puxa-e-estica.
Como é possível fazer vários litros de iogurte a partir de um potinho?
O iogurte é produzido a partir da ação de dois tipos de lactobacilos (bactérias) que se multiplicam no leite quando ele é incubado na temperatura entre 42ºC e 45ºC. Nesse processo, elas utilizam o açúcar do leite para produzir ácido láctico. Quando o leite atinge o pH 4,5 (ácido), ele coagula, ficando firme. Nesse ponto, o iogurte contém cerca de 1 milhão de bactérias/ml. Essas bactérias permanecem vivas no iogurte, mas ficam “adormecidas” sob refrigeração. Assim, quando despejamos um potinho de 200 ml de iogurte no leite, começamos uma nova cultura bacteriana. Basta manter esse leite aquecido que as bactérias reiniciam seu crescimento e o processo de fermentação, fazendo um novo iogurte.”
O iogurte que você come é lotado de criaturas vivas!
 Gostaram?
É ou não uma experiência láctea????
 

COBALTO- MAIS UM ELEMENTO DA FAMÍLIA 8B

ALÔ PESSOAL!!!!
TUDO BEM?
Mais uma vez vamos insistir na família 8B, pois há muitos elementos interessantes como o cobalto.
Primeiro tem uma  cor azulada muito linda e muitas aplicações.
Vamos lá:
O cobalto é um elemento metálico relativamente raro, mas que ocorre na natureza associado a outros minérios, como prata, chumbo e cobre. A principal utilização é na produção de ligas metálicas. Vários sais de cobalto, como acetato de cobalto II ou III, naftenato e octanato, são usados como pigmentos na indústria de vidro e de cerâmica e como agente secante de tintas e vernizes. Os óxidos são utilizados como catalisadores nas indústrias química e de óleos (Figura 1). O nome do elemento é proveniente do alemão kobalt ou kobold, que significa espírito maligno ou demônio das minas, chamado assim pelos mineiros devido a sua toxicidade, e os problemas que ocasionava eram semelhantes aos do níquel, contaminando e degradando os elementos que se desejava extrair. Uma importante utilização do metal é na forma Cobalto-60, que é aplicado para tratamentos médicos e no método de irradiação de alimentos. Essa última utilização tem revelada importância diferencial para os produtores de frutas e hortaliças. A irradiação tem como objetivo destruir os organismos que causam a deterioração e envenenamento do alimento. Além disso, o cobalto em pequena quantidade é um elemento químico essencial para numerosos organismos, incluindo os humanos, além de ser um componente central da vitamina B12.


O cobalto é encontrado naturalmente em rochas, solos, águas, plantas e animais em quantidades-traço. As fontes naturais de emissão do composto para a atmosfera são vulcões e incêndios florestais. As fontes antropogênicas incluem queima de combustíveis fósseis, uso de biossólidos e fertilizantes fosfatados, mineração e fundição de minérios contendo cobalto e processos industriais que utilizam compostos de cobalto.
O cobalto liberado para a atmosfera é depositado no solo e água superficial por deposição seca e úmida. No solo, o metal geralmente apresenta baixa mobilidade e forte adsorção, porém a adsorção aumenta em solos ácidos. A precipitação mineral e a adsorção são dois processos que limitam as concentrações do metal na água.
2. Exposição humana e efeitos à saúde
As vitaminas do complexo B são as maiores responsáveis pela manutenção da saúde emocional e mental do ser humano e o cobalto faz parte da composição química da vitamina B12 .
No organismo o cobalto tem como principal função prevenir a anemia, por meio da produção de células. Outra função importante é que o cobalto regula o sistema nervoso parassimpático. Observa-se deficiência do cobalto em doenças como anemias, ansiedades, diarreias, fadigas físicas e mentais, nas hipertensões arteriais, nas palpitações e tremores de extremidades. O que pode inibir sua presença no organismo humano são as deficiências de vitamina B-6 e ferro. Deste modo, recomenda-se a ingestão de vegetais, em especial a lentilha, produtos à base de soja e seus derivados, pêras, cerejas, leites, laticínios, amendoim, ervilha, manteiga, sardinha, salmão, entre outros .
Pessoas que mantêm uma dieta vegetariana possuem níveis de cobalto inferiores aos de uma pessoa que tem o hábito de comer carne o que pode levar à anemia e aos outros efeitos já mencionados.
A quantidade insuficiente de ácido clorídrico no estômago, dificulta a digestão e a assimilação do cobalto que está sendo ingerido. A insuficiência do pâncreas, responsável pela produção de várias enzimas digestivas também acarreta redução nos níveis de cobalto.
Outro exemplo são os diabéticos, que, além do baixo teor de cobalto no organismo, também possuem deficiência de vitamina B-12. No período menstrual, mulheres que têm náuseas, enxaquecas e cólicas fortes podem apresentar baixos níveis desse mineral.
O baixo teor de cobalto no organismo é responsável pelos seguintes sintomas: fadiga crônica, falta de resistência a pequenos esforços ou resfriados, alergia e coriza, perda de sensibilidade física e emocional, estado de depressão e anemia.
fonte: http://www.cienciasparalelas.com.br

QUEM DIRIA QUE O COBALTO TINHA TANTAS APLICAÇÕES????
E o azul de cobalto? O que é????
Próximo post!

segunda-feira, 27 de maio de 2013

RISCO PARA ESSES ELEMENTOS!

OLÁ PESSOAL!!!!!!!!!
Estava procurando mais informações sobre o hássio e encontrei essa reportagem.
Nela são identificados os minerais que estão entrando em risco :

O Serviço Geológico Britânico divulgou uma lista de “elementos ameaçados de fornecimento”. Não é uma lista de elementos raros ou “ameaçados de esgotamento”, mas daqueles elementos mais importantes economicamente com risco de sofrerem quebra na cadeia de fornecimento global.
Elementos de risco
“A lista dá uma indicação do risco relativo para o fornecimento dos elementos químicos ou grupos de elementos que precisamos para manter nossa economia e nosso estilo de vida,” afirma o órgão britânico, em tom pouco diplomático.

E a participação de cada país , produtor desses elementos:


Arquivo do blog