terça-feira, 20 de agosto de 2013

FUNCIONAMENTO E COMPONENTES DE UMA USINA NUCLEAR

ALÔ PESSOAL! 
Mais um item para seus estudos: funcionamento de usinas nucleares, onde ocorrem diversas reações de fissão nuclear.
Vamos lá!
Imagem de abril de 2011 mostra a usina nuclear de Cruas, que foi invadida por ativistas do Greenpeace
USINA NUCLEAR - FRANÇA

Reatores nucleares são dispositivos cujos componentes são arranjados de tal forma que uma reação em cadeia auto-sustentada de fissões nucleares pode ocorrer de forma controlada.

Vamos analisar essa frase por partes:

- FISSÃO NUCLEAR:  é o processo pelo qual um núcleo pesado parte-se em dois núcleos menores, liberando nêutrons e energia.

- REAÇÃO EM CADEIA de fissão nuclear: Reação em cadeia, por sua vez, é uma sequência de reações de fissão que dependem do produtos das reações anteriores para ocorrer. Os nêutrons liberados na fissão de um núcleo, por exemplo, podem induzir novas fissões nucleares que, por sua vez, liberam mais nêutrons que podem induzir novas fissões e assim vai!

- Reação em cadeia de fissão nuclear AUTO-SUSTENTADA: Dizemos que a reação em cadeia é auto-sustentada quando o número de fissões nucleares em um certo instante de tempo é igual ou maior ao número de fissões nucleares que ocorreram em um instante de tempo anterior. Para entender melhor isso, vamos imaginar um experimento: no laboratório há um recipiente cheio de água e sal de Urânio dissolvido. Imagine que é possível medir o número de fissões que acontecem a cada intervalo de tempo neste recipiente. Na primeira contagem, ocorrem 1000 fissões em 1 segundo, por exemplo. Na segunda contagem, se o número de fissões medidos em 1 segundo for maior ou igual a 1000, a reação em cadeia é auto-sustentada, podendo ser crescente (no caso em que for maior) ou constante (se for igual). Por outro lado, se o número de fissões medidos na segunda contagem for menor que o medido na primeira, o número de reações vai caindo com o tempo, até que não aconteça mais nenhuma reação de fissão.

Os reatores nucleares operam, na maior parte do tempo, mantendo o número de reações constante com o tempo. Desvios dessa condição podem ocorrer, por exemplo, nas operações de partida (quando o número de fissões aumenta com o tempo) e no desligamento do reator (quando este número diminui com o tempo). Já no caso da bomba atômica, o número de fissões nucleares aumenta MUITO RÁPIDO com o tempo, de forma descontrolada, até culminar na grande explosão.

- Reação em cadeia de fissão nuclear auto-sustentada e CONTROLADA: nos reatores nucleares, além de auto-sustentada, a reação em cadeia é controlada. Uma das maneiras de realizar esse controle é através das chamadas barras de controle que atuam ABSORVENDO OS NÊUTRONS, impedindo-os de induzirem fissões nucleares além daquelas desejadas. Essas barras podem ser inseridas ou retiradas do núcleo dos reatores (isto é, a parte que contém o combustível nuclear) a fim de diminuir ou aumentar o número de nêutrons disponíveis para as fissões.

Para manter a reação em cadeia auto-sustentada e controlada nos reatores nucleares, os nêutrons são a chave: deve haver um equilíbrio, a cada instante, entre o número de nêutrons que são "criados" e o número de nêutrons que "desaparecem" do reator.  Cada fissão nuclear pode liberar de 1 a 4 nêutrons. Logo, a fissão nuclear é um dos mecanismos pelos quais nêutrons são "criados" nos reatores e depende, basicamente, das características do material usado como combustível nuclear e da disposição e características físicas e químicas dos diversos componentes do reator. Por outro lado, os nêutrons podem "desaparecer" de duas formas: ou escapando do núcleo do reator ou sendo absorvidos dentro dele. Esse "desaparecimento" é governado tanto pelo tamanho do reator, quanto pela disposição e características de seus diversos componentes.


Componentes dos reatores nucleares

1. Combustível nuclear: é parte do reator composta pelo material que vai sofrer a fissão nuclear. O material mais utilizado como combustível nuclear no mundo é o Urânio enriquecido, material composto, basicamente, por dois isótopos de Urânio: U-238 (mais abundante na natureza) e U-235 (o mais cobiçado para a fissão nuclear). A razão entre a quantidade de U-235 e a de U-238 é a medida do ENRIQUECIMENTO do material. Esse urânio enriquecido é processado e misturado a outros materiais para formar as estruturas que são de fato usadas nos reatores nucleares. Pastilhas cerâmicas de Óxido de Urânio, por exemplo, podem ser agrupadas dentro de um envoltório metálico de liga de zircônio para formar as varetas combustíveis, tipo de estrutura utilizada nos reatores de Angra dos Reis.

2. Fluido refrigerante: fluido utilizado para remover o calor liberado pelas fissões nucleares no combustível. São utilizados, dependendo do tipo de reator, gases como Hélio e vapor d'água, líquidos como água e água pesada e metais líquidos como sódio. No caso das usinas de Angra, a água é utilizada como líquido refrigerante.

3. Barras de controle e segurança: componentes que absorvem nêutrons a fim de controlar ou até desligar o reator em caso de emergência. Para isso, são frequentemente utilizados Carbeto de Boro e ligas de Prata-Índio-Cádmio. Pode-se usar também ácido bórico diluído no refrigerante.

4. Refletor: materiais refletores são utilizados para minimizar a fuga de nêutrons do núcleo do reator, refletindo parte dos nêutrons fujões para dentro do núcleo novamente. Para esse fim, os principais materiais utilizados são água, água pesada, grafite e Berílio.

5. Moderador: material utilizado para diminuir a velocidade dos nêutrons, requisito necessário em alguns tipos de reatores (como os térmicos). Isso porque o nêutron originado na fissão nuclear apresenta uma velocidade muito alta, atravessando o reator quase sem interagir com o material do combustível. Em outras palavras, a chance desse nêutron rápido induzir uma nova fissão é muito baixa, mas essa chance aumenta se a velocidade do nêutron for menor, daí a necessidade de freá-lo. Materiais como água, grafite e Berílio são frequentemente utilizados como moderadores.

Percebam que cada um desses componentes tem sua importância para o correto funcionamento dos reatores nucleares.

fonte:http://conhecerparadebater.blogspot.com.br
Percebem que uma usina nuclear é muito complexa?

LIXO ATÔMICO NO BRASIL


ALÔ PESSOAL!
Conforme combinado, vamos começar nossa revisão para os vestibulares!
E o assunto " LIXO ATÔMICO " está na nossa primeira pauta.
Vejam o vídeo abaixo e começaremos a discutir:  Os resíduos radioativos são organizados em três classes, segundo o nível de radioatividade que apresentam: de baixa, média e alta atividades. São classificados também em função da meia-vida dos elementos radioativos presentes nos mesmos, como rejeitos de longa e de baixa duração.

Os resíduos de baixa atividade (“Low Level Waste – LLW”) compreendem, principalmente, materiais ligeiramente contaminados como papéis, plásticos, vestimentas e ferramentas. Também são classificados dessa forma a maior parte dos gases e dos líquidos ativados ou contaminados produzidos durante a operação de uma Usina Nuclear. Já os resíduos de média atividade (“Intermediate Level Waste – ILW”) compreendem filtros, resinas e outros materiais que sofreram contaminação.




Atualmente, existem tecnologias seguras para o gerenciamento de resíduos de média e baixa atividades, desde sua coleta até o armazenamento nos depósitos iniciais. No caso do Brasil, os resíduos sólidos de baixa e média atividades são acondicionados em embalagens metálicas, testadas e qualificadas pela Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN) e transferidos para os depósitos iniciais, construídos na própria Central Nuclear de Angra dos Reis (foto à esquerda). Esses depósitos são permanentemente controlados e fiscalizados por técnicos de proteção radiológica e especialistas em segurança da Eletronuclear.

Os resíduos de alta atividade (“High Level Waste – HLW”) têm atividade de vida longa e, como geram quantidades consideráveis de calor (calor de decaimento), necessitam de resfriamento por no mínimo 10 anos. Durante esse período, esses resíduos são mantidos em instalações de armazenamento inicial (piscinas de resfriamento de combustível usado como a de Angra 1 na foto à direita) junto às centrais nucleares que os produziram, obedecendo normas internacionais de segurança. O Brasil é signatário da Convenção Internacional para Gerenciamento Seguro de Rejeitos Radioativos e Combustível Usado, sendo periodicamente auditado pela Agência Internacional de Energia Atômica com base em relatório que bianualmente é encaminhado a essa organização.

Além dos resíduos produzidos pelas usinas nucleares, há aqueles produzidos pela área da saúde e a industrial. A CNEN mantém, armazenadas em seus institutos no Rio de Janeiro, em São Paulo, em Belo Horizonte, em Goiânia e em Recife, fontes radioativas em desuso, recebidas de clínicas médicas, hospitais, indústrias e centros de pesquisa. O transporte, o tratamento e o armazenamento desses materiais também são realizados seguindo padrões internacionais de segurança recomendados pela Agência Internacional de Energia Atômica.

Como a quantidade de resíduos radioativos produzidos no Brasil é pouca quando comparada à de países que têm uma participação maior da energia nuclear em suas matrizes energéticas (França, Japão e os Estados Unidos, por exemplo), os resíduos que estão estocados nos Depósitos Iniciais da Central Nuclear em Angra e nos da CNEN deverão permanecer onde estão até que seja construído um depósito de longo prazo ou definitivo, cuja responsabilidade de implantação é da CNEN.

Segundo a própria Eletronuclear, o esgotamento da capacidade de armazenamento do Centro de Gerenciamento de Rejeitos da Central Nuclear dar-se-á em 2020, quando, segundo planejamento da CNEN e da Eletronuclear, o depósito definitivo de resíduos radioativos já estará implantado. Para os elementos combustíveis usados, a capacidade das piscinas existentes é até 2021. Entretanto, está em andamento a construção de um depósito inicial de combustível irradiado na Central Nuclear para armazenar os combustíveis irradiados que hoje estão nas piscinas anexas aos reatores.
fontehttp://conhecerparadebater.blogspot.com.br
Conforme vocês leram, ainda é pouco divulgado como se controla e armazena o lixo atômico.
Mas ainda veremos mais coisas!!!!

segunda-feira, 12 de agosto de 2013

LIPIDIOS

ALÔ PESSOAL!!!!!!!!!!
Falamos das gorduras marrom, bege, branca e sabemos que são formadas por lipídios .
E aí vem: O que são lipídios?
  • LIPÍDIOS são biomoléculas insolúveis em água, e solúveis em solventes orgânicos
  • Desempenham várias funções no organismo, entre elas:
      1. Reserva de energia
      2. Combustível celular
      3. Componente estrutural das membranas biológicas
      4. Isolamento e proteção de órgãos
A maioria dos lipídios é derivada ou possui na sua estrutura ÁCIDOS GRAXOS
Os ácidos graxos por sua vez:
 
  • São ácidos orgânicos, a maioria de cadeia alquil longa, com mais de 12 carbonos
  • Esta cadeia alquil pode ser saturada ou insaturada;
  • http://docentes.esalq.usp.br/
  • Então lipidios são as " gorduras", óleos, ceras, colesterol!

GORDURA BEGE

ALÔ PESSOAL!
Antes de iniciar nossa revisão para o ENEM e vestibulares, vamos falar da gordura bege:
Cientistas norte-americanos da Harvard Medical School descobriram novas células de gordura que podem ser a chave para o emagrecimento, chamadas ‘gordura bege’. Anteriormente acreditava-se que existiam apenas dois tipos de gordura: a marrom e a branca. E a descoberta desse terceiro tipo de célula pode apontar um novo caminho para a queima de gorduras, tornando os tratamentos para emagrecimento mais eficientes.

Enquanto a gordura branca transforma calorias em células adiposas, a gordura marrom trabalha na queima calorias para produzir calor e evitar queda de temperatura do corpo. E, segundo o Live Science, assim como o segundo tipo, a gordura bege tem a função de queimar as calorias indesejáveis.

Segundo o líder da investigação, Bruce Spiegelman, a gordura bege tem origem a partir da gordura branca. E a principal fonte de ativação destas células é uma molécula chamada irisina, que consegue transformar a gordura ‘má’ em gordura ‘boa’. O artigo, publicado na revista científica Cell, diz que a pesquisa, desenvolvida até então em camundongos, traz indícios de que a irisina seja liberada durante a prática de exercícios, estimulando o corpo a queimar gordura.

  Pesquisadores da Universidade de Nottingham, no Reino Unido, descobriram uma técnica inovadora para detectar a gordura marrom no corpo.
Também chamada de "gordura boa", a gordura marrom ganhou recentemente uma companheira, a gordura bege, que também é capaz de queimar energia, em vez de armazená-la.

         A Dra. Helen Budge e seus colegas descobriram que não é necessário fazer exames invasivos ou coletas de tecidos para ver quanto uma pessoa possui de gordura boa. Basta fazer uma fotografia que mostra o calor do corpo, usando o chamado imageamento termal, um tipo de câmera normalmente usado para vigilância e para observações científicas.

Reservas de gordura boa

Como é queimadora de energia, a gordura marrom gera 300 vezes mais calor do que o tecido adiposo comum - isso é mais calor do que qualquer outro tecido no corpo.Assim, fazendo uma imagem termal - uma imagem que mostra o calor emanado do corpo - é possível medir com precisão a quantidade de gordura marrom presente no organismo.
Quanto mais gordura marrom uma pessoa possui, menor é a chance de que ela transforme o alimento em novas reservas de gordura e ganhe peso.


  nutricionistaalicecarniel.blogspot.com.br

alled "gordura bege", as células são encontradas em depósitos de tamanho de ervilha dispersos abaixo da pele, perto da clavícula e ao longo da coluna vertebral em seres humanos adultos. Porque este tipo de gordura pode queimar calorias – em vez de armazená-los, como células de "gordura branca" do – bege as células de gordura pode gerar novos tratamentos para a obesidade e diabetes, de acordo com os pesquisadores liderados por Bruce Spiegelman, PhD, da Dana-Farber. - See more at: http://dhemo.net/articles/9268.html#sthash.AGclUh39.dpuf
alled "gordura bege", as células são encontradas em depósitos de tamanho de ervilha dispersos abaixo da pele, perto da clavícula e ao longo da coluna vertebral em seres humanos adultos. Porque este tipo de gordura pode queimar calorias – em vez de armazená-los, como células de "gordura branca" do – bege as células de gordura pode gerar novos tratamentos para a obesidade e diabetes, de acordo com os pesquisadores liderados por Bruce Spiegelman, PhD, da Dana-Farber. - See more at: http://dhemo.net/articles/9268.html#sthash.AGclUh39.dpuf
alled "gordura bege", as células são encontradas em depósitos de tamanho de ervilha dispersos abaixo da pele, perto da clavícula e ao longo da coluna vertebral em seres humanos adultos. Porque este tipo de gordura pode queimar calorias – em vez de armazená-los, como células de "gordura branca" do – bege as células de gordura pode gerar novos tratamentos para a obesidade e diabetes, de acordo com os pesquisadores liderados por Bruce Spiegelman, PhD, da Dana-Farber. - See more at: http://dhemo.net/articles/9268.html#sthash.AGclUh39.dpuf

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

GORDURA BRANCA E GORDURA MARROM

ALÔ PESSOAL!
Vamos entender esses termos?
Agora se tornaram " comuns" nos programas de dietas diferenciar uma da outra.
Vamos ver?



A gordura branca se acumula no corpo, principalmente no abdômen e vísceras. Ela tem funções fisiológicas como insulação (manutenção da temperatura corporal) e depósito de energia para uso futuro. Existe também uma gordura menos conhecida, a gordura marrom, muito diferente da sua prima branca. Estruturalmente o tecido adiposo marrom é ricamente vascularizado e possui um número extraordinário de mitocôndrias (o que torna a gordura escura, com um tom marrom-avermelhado) enquanto o tecido adiposo branco possui somente um vaso para cada célula e um numero escasso de mitocôndrias (e por isso a gordura é branca). 
 
MITOCÔNDRIA - Uma pequena estrutura celular que funciona como uma fornalha produtora de energia, e está presente em todas as células existentes em nosso corpo, com exceção dos glóbulos vermelhos.
A gordura marrom é especial porque a sua única finalidade é gerar calor, um fenômeno conhecido como termogênese. No processo de produção de calor há um gasto de calorias, e estas calorias vêm da gordura branca armazenada no corpo. A má notícia é que ela corresponde a apenas 5% do peso corporal do bebê, e vai diminuindo gradualmente com o passar dos anos, até quase desaparecer na terceira idade. Por isso, quanto mais velhos ficamos, maior a dificuldade em se perder peso.
Diversas plantas e ervas têm efeito termogênico, ou seja, aumentam a temperatura corporal e estimulam a produção de gordura marrom, o que leva a uma aceleração do metabolismo e a uma redução da gordura branca acumulada no abdômen. Podemos citar a pimenta vermelha, gengibre, guaraná, mate, laranja amarga, chá verde, café, vinagre de maçã, óleo de coco, mostarda. Vegetais fibrosos, como couve, brócolis, acelga, repolho, agrião e rúcula, também tem ação termogênica, pois fazem o corpo gastar energia durante o processo digestivo. É importante notar que o consumo destes alimentos termogênicos deve ser constante, eles devem fazer parte do cardápio diário para poder haver um efeito palpável sobre a gordura acumulada.( Autor(a): Dra. Tamara Mazaracki)
ENTÃO PARA ENTENDER MELHOR:
Antes de tudo, precisaremos entender o que ocorre com o corpo após a prática regular de atividades físicas. Existem dois tipos de gordura no corpo: a branca e a marrom. A gordura marrom é a mais ativa. É ela que gera calor e queima a gordura. Já a gordura branca é o nosso estoque. Ela é a reserva do corpo e se eleva quando ganhamos peso.
Os recém-nascidos, como precisam permanecer mais aquecidos, têm mais gordura marrom e, ao longo da vida, esta gordura vai sendo substituída pela gordura branca. E é por isso que nos adultos a gordura marrom quase não existe.
No entanto, quando se pratica atividades físicas, o músculo libera algumas substâncias que transformam a gordura branca em gordura marrom. O resultado é o metabolismo mais acelerado e com maior queima de gordura.
E é justamente nesse ponto que entra a Irisina.
Foi descoberto que em exercícios de longa duração, os músculos liberam a Irisina. A Irisina seria então uma dessas substâncias que transformariam o tecido adiposo branco em marrom e, portanto, agiria no aumento do metabolismo e do gasto calórico.( fonte:Dra. Andressa Heimbecher Soares) 
Se voces quiserem saber mais sobre a irisina, procurem aqui no XQUIMICA!


terça-feira, 30 de julho de 2013

NOTÍCIAS DE MARTE

alõ pessoal!!!
Podem ter a certeza que Marte estará nos vestibulares!
Essas notícias são dessa semana e saiu na revista  EXAME:
DESLIZAMENTO DE TERRA NA CRATERA ZUNIL ( MARTE)-cienctec.com.br

São Paulo – Marte não é um planeta agradável para se viver. O planeta vermelho é frio e seco, com uma fina atmosfera dominada por dióxido de carbono. E, de acordo com novos dados coletados pelo jipe-robô Curiosity, a atmosfera do planeta não mudou muito nos últimos 4 bilhões de anos.

Os cientistas suspeitam que, depois de formação violenta do planeta há 4,5 bilhões de anos, algo fez com que Marte perdesse sua atmosfera. Hoje, o planeta tem só 1% da atmosfera da Terra.
Os pesquisadores suspeitam que Marte sofreu uma catástrofe que desligou os campos magnéticos do planeta. O fenômeno deixou o planeta exposto a fortes ventos solares e o fez perder praticamente toda sua atmosfera. Essa descoberta foi possível porque pesquisadores revelaram com uma precisão inédita a composição do ar em Marte. A conclusão está em dois estudos publicados na revista Science.
Os cientistas já suspeitavam que Marte tivesse perdido a atmosfera no passado. A nova análise revelou detalhes na composição de gases no planeta, o que permitiu aos cientistas deduzir que a erosão atmosférica inicial foi muito mais brusca do que o imaginado, e só depois atenuou.
Antes desse evento, Marte tinha uma atmosfera espessa, com pressão centenas de vezes maior do que a da Terra. O planeta vermelho perdeu rapidamente quase todo seu ar e a erosão não cessou. Hoje, o ar de Marte é tão rarefeito que sua pressão é de menos de um centésimo da encontrada na superfície terrestre.
Os pesquisadores deduziram essa perda de atmosfera porque os átomos mais leves de um gás se concentram no alto da atmosfera. O vento solar age os empurrando para fora de Marte com mais facilidade.
Agora, portanto, é praticamente um fato: Marte perdeu sua atmosfera. Resta ter certeza do que causou essa perda tão brusca. Os cientistas ainda discutem o que exatamente causou o fenômeno.
A hipótese mais válida é que o campo magnético do planeta dependia de um fluxo de magma em seu interior. Se esse magma se solidificou, o magnetismo se dissipou e deixou o planeta exposto ao vento solar, que era mais forte naquela época. Há também a teoria de que uma grande colisão desestabilizou o fluxo de magma do planeta vermelho.
Apesar da perda precoce de atmosfera, ainda não se sabe se o fenômeno foi quem impediu que o planeta tivesse condições favoráveis à vida. Mas tudo indica que, ao menos durante um curto período de tempo, a pressão atmosférica do planeta foi adequada para manter água líquida, cujo fluxo deixou sinais em rochas.

segunda-feira, 29 de julho de 2013

TALIDOMIDA- AINDA USADA?

ALÔ PESSOAL!!
 Um estudo ao qual a BBC teve acesso exclusivo mostra que o uso da talidomida continua a causar defeitos físicos em bebês nascidos no Brasil.
A polêmica droga é distribuída na rede pública para tratar pessoas com hanseníase - doença antigamente chamada de lepra, causada pelo bacilo de Hansen, o Mycobacterium leprae, que ataca nervos periféricos e a pele.


 Thalidomide-2D-skeletal-wavy.svg
A talidomida (C13H10N2O4) é uma substância usualmente utilizada como medicamento sedativo, anti-inflamatório e hipnótico. Devido a seus efeitos teratogénicos, tal substância deve ser evitada durante a gravidez e em mulheres que podem engravidar, pois causa má-formação ou ausência de membros no feto
A talidomida esteve ao mercado pela primeira vez na Alemanha em 1 de outubro de 1957. Foi comercializada como um sedativo e hipnótico com poucos efeitos colaterais. A indústria farmacêutica que a desenvolveu acreditou que o medicamento era tão seguro que era propício para prescrever a mulheres grávidas, para combater enjôos matinais.
Foi rapidamente prescrita a milhares de mulheres e espalhada para todas as partes do mundo (46 países), sem circular no mercado norte-americano.
Os procedimentos de testes de drogas naquela época eram muito menos rígidos e, por isso, os testes feitos na talidomida não revelaram seus efeitos teratogénicos. Os testes em roedores, que metabolizavam a droga de forma diferente de humanos, não acusaram problemas. Mais tarde, foram feitos os mesmos testes em coelhos e primatas, que produziram os mesmos efeitos horríveis que a droga causa em fetos humanos.
No final dos anos 1950, foram descritos na Alemanha, Reino Unido e Austrália os primeiros casos de malformações congênitas onde crianças passaram a nascer com focomelia, mas não foi imediatamente óbvio o motivo para tal doença. Os bebês nascidos desta tragédia são chamados de "bebês da talidomida", ou "geração talidomida". Em 1962, quando já havia mais de 10.000 casos de defeitos congênitos a ela associados em todo o mundo, a Talidomida foi removida da lista de remédios indicados . Os Estados Unidos foram poupados deste problema graças à atuação firme de Frances Oldham Kelsey, farmacologista encarregada pelo FDA (Food and Drug Administration) de avaliar os testes clínicos apresentados pela indústria.
Cientistas japoneses identificaram em 2010 como a talidomida interfere na formação fetal. Eles descobriram que o medicamento inativa a enzima cereblon, importante nos primeiros meses de vida para a formação dos membros.
Por um longo tempo, a Talidomida foi associada a um dos mais horríveis acidentes médicos da história. Por outro lado, estão em estudo novos tratamentos com a talidomida para doenças como o cancro, câncer de medula e, já há algum tempo, para a lepra .
Útil em doenças, como lúpus, alívio dos sintomas de portadores do HIV, diminuição do risco de rejeição em transplantes de medula e artrite reumatóide, a talidomina é indicada em cerca de 60 tratamentos. .
Em 2012, a Gruenenthal, empresa produtora da talidomida pediu desculpas pelos danos causados.
 fontes: Wikipédia e uol.com.br

POR QUE A NEVE É BRANCA?

ALÔ PESSOAL!!!!!!!!
Voces estão voltando de férias e antes de iniciar nossas revisões para o ENEM  e vestibulares, vamos ver esse assunto, que pode ser uma questão, ou dissertação, uma vez que nevou em várias localidades do sul do país, neste ano.

E a neve veio...

22 de julho de 2013 

As fotos são do repórter Mateus Schuch, da Rádio Gaúcha Serra, que está em São José dos Ausentes.

Uma das razões pela qual várias pessoas adoram a neve é porque ela envolve tudo com uma camada de gelo clara e "pura". No fim de ano é muito comum ouvir falar em "Natal Branco". Há até mesmo uma canção de mesmo nome que toca várias vezes nesse período. Mas, se você pensar sobre isso, pode parecer estranho que a neve seja branca, já que ela não passa de um monte de cristais de gelo grudados uns aos outros. Então de onde vem essa cor característica?
Para entender de onde vem a cor branca, primeiro precisamos ver por que coisas diferentes têm cores distintas. A luz visível é composta por várias freqüências diferentes de luz. Nossos olhos detectam freqüências diferentes como cores distintas. Objetos diferentes têm cores distintas porque partículas específicas (átomos e moléculas) que formam o objeto possuem freqüências de vibração diferentes. Basicamente, os elétrons da partícula irão vibrar em uma certa freqüência em resposta à energia, dependendo da freqüência da energia. No caso da energia luminosa, as moléculas e os átomos absorvem uma determinada quantidade dessa energia dependendo da freqüência da luz, e depois emitem essa energia absorvida na forma de calor. Isso significa que alguns objetos absorvem mais determinadas freqüências de luz do que outros.
Duas coisas diferentes podem acontecer com as freqüências de luz que não foram absorvidas. Em alguns materiais, quando uma partícula emite novamente os fótons, eles continuam a passar para a partícula seguinte. Nesse caso, a luz viaja por todo o material, então ele é transparente. Na maioria dos materiais sólidos, as partículas emitem novamente a maior parte dos fótons não absorvidos para fora do material, então nenhuma luz (ou pouca luz) passa pelo objeto, o que o torna opaco. A cor de um objeto opaco é apenas a combinação da energia luminosa que as partículas do objeto não absorveram.
Então, como a neve é água congelada e todos nós sabemos que a água congelada é transparente, por que a neve tem uma cor característica? Para entender isso, precisamos voltar e observar um único cubo de gelo. O gelo não é transparente, na verdade ele é translúcido. Isso significa que os fótons de luz não atravessam o material em uma linha reta - as partículas do material alteram a direção da luz. Isso acontece porque as distâncias entre alguns átomos na estrutura molecular do gelo estão próximas do nível dos comprimentos de ondas da luz, o que significa que os fótons de luz irão interagir com as estruturas. O resultado é que o caminho do fóton de luz será alterado e ele sai do gelo por uma direção diferente da que entrou.
A neve é um monte de cristais de gelo colocados ao lado uns dos outros. Quando um fóton de luz entra em uma camada de neve, ele passa por um cristal de gelo no topo, que altera um pouco a direção do fóton de luz e o envia para um outro cristal de gelo, que faz a mesma coisa. Basicamente, todos os cristais rebatem a luz ao redor para que ela saia do monte de neve. Acontece a mesma coisa com todas as freqüências de luz diferentes, então todas as cores de luz são rebatidas para fora. As "cores" de todas as freqüências no espectro visível combinadas igualmente se tornam a cor branca, então essa é a cor que vemos na neve, embora não seja a cor que vemos nos cristais de gelo individuais que a formam. 
fonte: ciencia.hsw.uol.com.br

segunda-feira, 22 de julho de 2013

A FÓRMULA DO KETCHUP- VAI ENCARAR?

ALÔ PESSOAL!!!! tudo bem?
Férias chamam os  lanches e com eles mostarda, ketchup, maionese...
Então, vamos ver como é feito o ketchup?ketchup

COMPOSIÇÃO: polpa de tomate, vinagre, sal, espessantes (goma xantana e pectina) açúcar, conservantes (ácido sórbico e cloreto de cálcio).
Goma xantana
Trata-se de meleca de bactérias. Esse carboidrato gelatinoso vem das bactérias Xanthomonas, uma praga que ataca verduras e a cana-de-açúcar, vivendo de sacarose. Na indústria, elas são criadas para virar uma gosma, que dá consistência a sucos, sorvetes, xaropes, cremes dentais. Também é usada em tintas de parede e até para lubrificar brocas de perfuração de petróleo.
 Goma xantanaXanthan.svg

Ácido sórbico
Sem ele, o ketchup ficaria com uma camada branca ou cinza em poucos dias. O ácido sórbico evita que apareçam bolores e leveduras em alimentos ácidos, como refrigerantes, iogurtes e maionese. Extraído da tramazeira, uma árvore que dá frutinhos vermelhos, é um dos conservantes mais eficientes e menos tóxicos que existem – faz menos mal que o sal de cozinha ou o vinagre.

 Ficheiro:Ácido sórbico.png    
Ácido sórbico



 Cloreto de cálcio
Esconde do sabor a acidez do ketchup – mas não a elimina, já que a acidez inibe microorganismos. O cloreto de cálcio une os ingredientes, evitando que a água se separe da mistura. Fora da cozinha, aparece no extintor de incêndio e até em misturas de concreto, para reduzir o tempo de endurecimento do cimento. Na concentração usada em alimentos, não faz mal à saúde.
  Cloreto de cálcio   CaCl2

Pectina
Sabe aquela casca branca da laranja? Ela é cheia do polissacarídeo pectina, o principal componente da parede celular dos vegetais. Da casca da laranja e dos resíduos da polpa da maçã, se extrai o suco de pectina. Quando está em meios ácidos e doces, como o ketchup, esse suco deixa a massa cremosa, ajudando a goma xantana a tornar o resultado mais consistente.
Pectina 
Vamos encarar um mega X burger com bastante ketchup?
( fonte: SUPERINTERESSANTE;  imagens:sites variados)

terça-feira, 16 de julho de 2013

FRUTAS DIFERENTES!

ALÔ PESSOAL!
Em tempo de folga, porque não experimentar frutas exóticas e diferentes?
No mínimo você pode até gostar!!!!
Veja quais, nesta reportagem da Super:


A físalis tem toda pinta dessas que só existem em outros países. Mas basta uma viagem pela Amazônia para você experimentá-la. E, não se confunda: no norte do Brasil, o nome desta fruta amarela e delicada é camapu. Seu sabor é adocicado e cítrico.







RAMBUTAN

O rambutan é esquisito, a gente sabe. Mas não é muito diferente da lichia, outra frutinha exótica que virou moda no Brasil. O jeito de comer também é parecido: você retira a popa ao redor da semente. O rambutan é nativo do sudeste asiático.

Na verdade, a pitaia é um tipo de cacto. Conhecida em algumas línguas como fruta-dragão, é nativa do México e da América do Sul e também muito cultivada na Ásia.
Considerada a fruta nacional da Jamaica, esta fruta é um ingrediente popular para os pratos caribenhos. Popular e perigoso. A ackee é quase inteiramente tóxica. A única parte que pode ser consumida ao natural é o arilo, uma porção esbranquiçada na base da semente.
Também conhecida como Olho do Dragão, essa fruta asiática chamada longan é semelhante à lichia. Mas menor.

O kiwano é um meio termo entre o pepino e o melão. Nativo da África, é utilizado na decoração de pratos e também como sobremesa.
Dizem que este fruta da Malásia era muito apreciada pela Rainha Vitória. O mangostim tem uma polpa branca de aroma suave e adocicado.

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