sexta-feira, 23 de setembro de 2011

HIPOCLORITOS



ALÔ PESSOAL!

Vestibulares chegando ! Vamos entender esse nomezinho também?


O gás cloro em uma reação com água produz ácido hipocloroso e ácido clorídrico:



Cl2 (g) + H2O ( aq) ------> HClO ( aq) + HCl ( aq)



Lembrem que o cloro é usado em váruios processos industriais, inclusive fabricação de plásticos, solventes e pesticidas. O cloro é obtido do cloreto de sódio ( sal de cozinha) por eletrólise do sal fundido ou da salmoura.É um gás amarelo esverdeado pálido formado por moléculas de Cl2 que se condensa a -34°C.

Reage com quase todos os elementos ( exceto carbono, nitrogenio, oxigenio e gases nobres), sendo um oxidante forte.

O hipoclorito junta-se com o sódio formando o hipoclorito de sódio NaClO.

Já com o cálcio forma o hipoclorito de cálcio Ca( HClO)2 que é o principal componente dos pós alvejantes e é usado na purificação de piscinas domésticas. Existe a preferência pelo hipoclorito de cálcio que forma carbonato de cálcio insolúvel, removido pela filtração da piscina.Já o hipoclorito de sódio é solúvel, deixando as água muito salgada, pois os íons sódio permanecem em solução.


Os hipocloritos oxidam a matéria orgãnica e são usados como alvejantes líquidos domésticos e desinfetantes. Essa ação oxidante provém, em parte, da decomposição do ácido hipocloroso em solução:


2 HClO (aq) -----> 2H+ ( aq) + 2Cl-(aq) + O2 (g)


O oxigênio borbulha e sai da solução ou ataca um material oxidável.

Próximo post: flúor!

Esperem por surpresas!!!!!!!!Flúor não serve só para dentes....

fonte: Princípios da Química - questionando o meio ambiente - P. Atkins e L. Jone




segunda-feira, 19 de setembro de 2011

CLORATOS E CLORIDRATOS

ALÔ PESSOAL!
Existem alguns termos em química que nos dão dor de cabeça!
Exemplo são esses nomes, todos com cloro, mas com funções bem diferentes.
Vamos às definições:
CLORIDRATOS: Um cloridrato ou muriato é um sal em que o anion é Cl- (do ácido clorídrico, ou ácido muriático) e o cation deriva de uma base orgânica, normalmente uma amina.
Vários produtos da indústria farmaceutica são apresentados na forma de cloridrato.
CLORATOS: Um clorato é um sal que contém o ânion ClO3-, derivado do ácido clórico HClO3. Contém o cloro no estado de oxidação +5. Trata-se de oxidante forte já que pode ser oxidado a perclorato ClO4-. Devido ao seu elevado caráter oxidante e sua alta instabilidade associada não é encontrado na natureza.
Exemplos de sais de cloratos:
Clorato de potássio, KClO3
Clorato de sódio, NaClO3
Clorato de magnésio, Mg(ClO3)2
Os cloratos são agentes oxidantes úteis.O clorato de potássio é usado como fonte de oxigênio em fogos de artifício e fósforos de segurança.As cabeças dos palitos contém umapata de clorato de potássio,sulfeto de antimônio,enxofre e pó de vidro, para criar atrito quando é riscado.A faixa ativa da caixa contém fósforo vermelho , que inflama a cabeça do fósforo a ser riscada.
O clorato de sódio é usado como fonte de dióxido de cloro que é um gás amarelo, paramagnético,usado para branquear massa de papel ( oxida os vários pigmentos e não degrada as fibras da madeira).
fontes: Wikipédia e "Princípios de Química" de P. Atkins e L. Jones

MÁXIMA E XQUIMICA

OLÁ PESSOAL!
Essa é a MÁXIMA de setembro.Nela voce encontra o "Simples assim" que fala sobre algumas utilidades diferenciadas para a manteiga.
nesta matéria, XQUIMICA atuou como consultora!
Obrigada e estamos sempre á disposição!

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

GARRAFAS PET CONTRA ACIDENTES NUCLEARES



ALÔ PESSOAL!



Essa matéria saiu na barra Superverde da Superinteressante!



Leiam pois é bem diferente e mostra como podemos resolver problemas a partir de soluções simples:



Ah, se Hidehito Nakamura tivesse atentado antes para o potencial das garrafas PET… O pesquisador da Universidade de Kyoto descobriu, recentemente, que as garrafinhas, consumidas aos montes por todo o mundo, podem ser reaproveitadas para fabricar um detector de radiação capaz de evitar acidentes nucleares – inclusive o que aconteceu em Fukushima, no início do ano.
A invenção, batizada de Scintirex, é uma espécie de lâmina, flexível e resistente, produzida com a resina plástica da PET, que emite um brilho fluorescente quando exposta à radiação. A ideia de Nakamura é que a peça seja instalada em lugares estratégicos, para alertar sobre possíveis vazamentos de radiação, que poderiam desencadear acidentes nucleares.
Por ser feito a partir de garrafas recicladas, o Scintirex custa cerca de 90% menos do que os detectores de radiação que estão sendo importados aos montes da França – onde fica a principal empresa fabricante desses sensores –, principalmente depois de março, por conta do acidente em Fukushima.
O preço do produto é tão razoável que Nakamura espera que não só empresas e governo façam uso do Scintirex, como também a população japonesa – sobretudo que reside perto de usinas nucleares –, aumentando a vigilância sob os possíveis vazamentos de radiação. O pesquisador se associou à empresa Teijin para produzir o detector em grande escala e espera colocar o produto à venda a partir de setembro.

sábado, 10 de setembro de 2011

ESTAÇÃO DE RECICLAGEM COM ÁGUA DE REÚSO

ALÔ PESSOAL!!!!!!!
Como estão? Já sentindo o cheirinho de fim de ano?
No jornal "Estado de Saõ Paulo" saiu uma matéria sobre reciclagem bem bacana.
É feita em Israel , país onde falta espaço para armazenar o lixo, a água é bastante escassa e valiosa,e a população tem pouco envolvimento com a coleta seletiva.
O que fazer, então?
A maior estação de tratamento de lixo de Israel partiu de uma idéia simples e inovadora: cada tipo de objeto, quando colocado em água, responde de uma maneira diferente: os plásticos flutuam, os metais vão para o fundo e o material orgânico fica no intermediário. Agora imagina um piscinão com água e contêineres armazenam o lixo que chega é acondicionado e depois é colocado em esteiras.Nestas esteiras vai um jato de ar que separa o papel do resto do lixo. Depois tudo é jogado no piscinão onde ocorre a separação por densidade.
De todo o lixo 20% vira resíduo e mais de 90% do processo é mecanizado, sem separação manual.
O material orgânico é depositado em tanques de fermentação, os resíduos são transformados em adubo para a agricultura e o gás metano( gerado pelo acúmulo desse material) gera eletricidade.
Além do lixo doméstico a estação é capaz de receber e tratar resíduos de construção. Nas piscinas de água , o ferro e madeira são separados dos outros elementos e o que sobra é esmagado virando areia e cascalho.
A água é constantemente tratada para que possa ser reutilizada.
Essa estação chama-se Hiriya, foi construida em 2004, recebe diariamente 800 caminhões de lixo com 3 mil toneladas de resíduos sólidos e 1,5 toneladas de entulhos de construção e demolição.
Esse parque de reciclagem atende cerca de 2 milhões de habitantes.
XQUIMICA PERGUNTA: ISSO NÃO SERIA VIÁVEL PARA NOSSO PAÍS?

terça-feira, 30 de agosto de 2011

ESPUMAS E ESPONJAS- NOVAS IDÉIAS

Quando o assunto é espuma ou esponja, vem à mente maciez, maleabilidade e grande capacidade de retenção de líquidos, por causa da quantidade de poros em toda a extensão. A proposta da pesquisa desenvolvida na Faculdade de Engenharia Mecânica (FEM) da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) é manter as mesmas características em uma versão inédita. Encabeçada pela professora titular Maria Helena Robert, o trabalho mostra que é possível produzir materiais tão diferentes e inovadores com o uso do metal. “Alumínio é alumínio, só que esses (espuma e esponja) têm ar dentro e, por isso, são muito mais leves e com inúmeras possibilidades de aplicação”, revela a pesquisadora.
As espumas e esponjas de alumínio são materiais celulares – possuem até 30% do peso e densidade do material maciço e, por isso, são leves -, têm processos de fabricação e aplicação distintos, são duráveis e até competem com o material maciço em aplicações que utilizam o metal. Pode-se dizer que a diferença entre a espuma e a esponja são os poros (buracos) de cada uma. A primeira tem os poros fechados e a segunda, poros interconectados – vazios – ligados entre si.
Diversas aplicações
Esses novos materiais são excelentes isolantes térmicos, acústico e de vibração, além de possuírem uma capacidade elevada de absorção de impacto/energia. “Eles são como colchões de ar, muito leves e resistentes. Por isso absorvem muito o impacto, quando são utilizados para tal finalidade”, compara a professora Maria Helena.
“Existem diversos tipos de aplicabilidade das esponjas e espumas de alumínio e estes materiais têm um potencial muito grande. Qualquer peça maciça do metal pode ser substituída pelas espumas ou esponjas. A única ressalva é que esses materiais não têm resistência a tração. Se houver qualquer solicitação nessa área, não poderão atender. Em compensação, eles são interessantes para qualquer componente que sofre compressão”, comenta Maria Helena. Um bom exemplo do uso dos materiais celulares é na indústria automotiva, em geral. Eles podem ser utilizados na absorção de impacto, nos pilares de formação dos veículos, nos componentes dos motores, em peças e engrenagens, e até em baterias, por permitir a passagem e troca de fluidos (somente no caso das esponjas). No setor aeronáutico, as esponjas e espumas de alumínio são interessantes para chapas estruturais, e na construção civil podem ser muito bem utilizadas para revestir bases de viadutos (isolante acústico e de vibração), em laterais das estradas (isolante acústico e de vibração), em paredes (isolamento acústico e térmico), em tampões de mesa e de outras inúmeras maneiras. Há também a possibilidade de uso dos materiais em coletes de segurança (coletes à prova de bala).
fonte:http://blogwyda.wordpress.com

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

RIO EMBAIXO DO RIO AMAZONAS!




ALÔ PESSOAL!


Vejam a figura ao lado :



Voce consegue entender o que está acontecendo?


Tem o Rio Amazonas, conhecido e respeitado, depois camadas sedimentares profundas e um outro rio!


Chamado de Rio Hamza tem a velocidade de 100 metros / ao ano, em comparação com o Amazonas , cujo fluxo é de 2 metros/segundo.


Os pesquisadores do observatório Nacional encontraram evidências que esse rio tem 6 mil km de extensão, corre embaixo do Amazonas a uma profundidade de 4000 metros e no mesmo sentido de fluxo: do oeste para o leste.


Ainda está em discussão, se é um rio ou uma bacia , devido à lentidão de fluxo.


mas esse complexo de água doce certamente reserva algumas surpresas!



segunda-feira, 22 de agosto de 2011

METAIS RAROS

ALÔ PESSOAL!!!
Como estão?
Hoje é dia típico de inverno paulista: frio e garoa...
Mas vamos falar de um assunto bem interessante: metais raros.
Eles se tornaram matéria-prima de primeira ordem para a indústria de tecnologia de ponta e para os governos mais poderosos do mundo.
As chamadas terras raras são 17 elementos químicos muito parecidos , usados em superimãs, tablets,computaodres,celulares, no processo de produção da gasolina,painéis solares e por aí vai...
São eles: lantânio,disprósio,térbio,neodímio,praseodímio. cério,hólmio,érbio,samário, európio, escândio, itérbio, lutécio, túlio, promécio e gadolínio.
Eles sãso usados para tornarem produtos menores e mais modernos e são essenciais para a expansão da tecnologia.
Para se ter uma idéia: lantânio é usado em lentes de câmeras fotográficas e telescópios.
Cério, disprósio e neodímio são usados em carros híbridos e elétricos.
Praseodímio é usado para criar metais de alta resistência utilizados em motores de avião.
Todos esses metais são responsáveis pela miniaturização dos equipamentos como smartfones e tablets.
Neodímio e gadolínio são usados em discos rígidos.
O maior exportador mundial é a China que possui 97% das terras raras.
Dois ,deste conjunto de elementos ,estão no Brasil: 90% do total conhecido de nióbio e 50% de tântalo estão em terras nacionais.
Para conferir: o nióbio é essencial em baterias de celulares e responsável pela expansão da sua carga.
Já o tântalo vai na liga metálica de motores de foguetes e está sendo pesquisado para se tornar o mais moderno supercondutor.
Esses metais já são considerados o "ouro" do século 21.
Atenção para esses dados: são lindos para um vestibular!



quarta-feira, 17 de agosto de 2011

COMO A LÃ FICA ASSIM?

ALÔ PESSOAL!
Lembram que eu falei que ia postar sobre a lã dos carneirinhos?
Então aí vai, com texto e fotos de:
http://www.afacourosepeles.com.br/

1. CONSERVAÇÃO: A pele é adquirida do fornecedor (barraqueiros) em estado de seca ao sol (desidratada) ou então salgada (para evitar a proliferação de microorganismos e controlar a colônia, para que não ataquem o colágeno da pele).
2. ARMAZENAMENTO: A pele é selecionada por tamanho, altura de lã, concentração das fibras e estado do carnal. As peles são desgarradas, ou seja, são cortadas as patas e sobras de carnal, e empilhadas por classificação e movimentadas regularmente para aeração e controle dos insetos e microorganismos.
3. REMOLHO: É o processo de eliminação das proteínas solúveis em água (sangue, albuminas, etc.) e remoção dos produtos usados na conservação (sal, biocidas, etc.); Também restabelece o teor de água da pele, eliminada na etapa da conservação. São usadas substâncias tensoativas umectantes, desengraxantes ou emulsionantes e enzimas proteolíticas ou lipolíticas.
4. DESCARNE: É o processo mecânico de retirada dos resíduos de tecido subcutâneo, carnaças e aparas, tendo em sua constituição matérias graxas, proteínas e minerais.
5. LAVAGEM: É a etapa onde a pele é mergulhada em água com produtos específicos para a extração dos seus sais e bases, removendo as impurezas.
6. PIQUEL: As peles são mergulhadas em água com ácidos orgânicos e inorgânicos, cloreto de sódio e alvejantes. É o processo de condicionamento do PH da pele (baixar o PH) para o processo seguinte, que visa preparar as fibras para a penetração do agente curtente (PH baixo).
7. CURTIMENTO: O curtimento consiste em transformar as peles em couro, ou seja, em material resistente à decomposição. Os produtos adicionados são: cloreto de sódio, ácidos e outros curtentes.
8. RECURTIMENTO AO CROMO: Consiste na estabilização das proteínas da pele. O cromo (trivalente – não tóxico) recebe uma carga inorgânica forte, ligando-se às cargas negativas do colágeno, tornando-se resistente à decomposição.
9. ENXAGUE: É o processo complementar de lavagem onde são retirados os excessos de produtos curtentes, onde se utiliza detergentes.
10. TINGIMENTO: É o processo de aplicação de corantes para o tingimento da fibra da lã (pelo), sem tingir o carnal. São aplicados fixadores, ácidos, detergente e pigmento (anilina).
11. CENTRÍFUGA: É o processo mecânico onde as peles são movimentadas em alta velocidade numa máquina que exerce uma força centrífuga na extração da água das peles.
12. ESTIRAMENTO: É o processo onde as peles são colocadas numa máquina com rolos que fazem o alongamento das peles (esticar as peles), buscando o maior aproveitamento de área, preparando-a para a secagem.
13. ESTAQUEAMENTO: É o processo manual onde as peles são esticadas sobre grades, através de grampos, para serem secadas em estufas.
14. SECAGEM: As peles permanecem estaqueadas por um determinado tempo dentro de uma estufa de grande capacidade, onde circula vapor de água.
15. FULONAMENTO: É o processo mecânico onde as peles são colocadas num fulão (cilindro girante), onde se adiciona um composto para a retirada de sujidades e gordura.
16. LIXAMENTO DO CARNAL: O carnal (couro) das peles sofre um processo de limpeza em contato com um rolo coberto de pequenos grânulos de lixa, onde são retirados resíduos fibrosos do carnal e pequenas manchas.
17. REFILAGEM: É o processo manual onde se utiliza um objeto cortante para retirar excessos da borda da pele e fazer a forma natural do animal (patas, axilas, cauda e cabeça).
18. TOSAGEM: É o processo mecânico onde as peles são aparadas numa altura única através do corte de navalhas girantes (para determinadas finalidades, como forros ou tapetes de pequenas alturas de lã).
19. BRILHAGEM: É o processo onde as peles passam por uma máquina com um pequeno cilindro girante aquecido por uma resistência (até 120º) que contém pequenos dentes para abrir as fibras da lã. As peles recebem uma solução de formaldeídos e álcool na lã e o atrito do cilindro nas fibras ativa o brilho da lã.
20. CONFECÇÃO: É o processo onde as peles serão transformadas nos objetos de desejo.
ENTÃO, COISINHA COMPLICADA, NÃO É?

domingo, 14 de agosto de 2011

CURTINDO O COURO




ALÔ PESSOAL!


Para quem ama um "bifinho" já sabe que ele vem de um boi ou de uma vaca.Mas será que voce já pensou como o couro daquela bolsa ( caríssima!) ou o couro daquele sapato ( caríssimo!) se tornaram assim?

Imagine que ele foi retirado do animal: está coberto de pelos, é mole, degrada com facilidade, tem gorduras, e não pode ser usado desta forma...

E aí?

Vamos ler na Wikipédia:


Os processos de um curtume, vão além do curtimento propriamente dito, e são classificados da seguinte maneira:
Salga: Processo este que permite ao couro ser transportado e armazenado por vários dias, já que a vida útil do couro após a esfola é de apenas 6 horas.
Remolho: Neste processo permite a retirada do sal, utilizado para a conserva e inicia-se o primeiro passo para a transformação de pele em couro.
Depilação: Nesta etapa utiliza-se o enxofre em sua forma de sulfato ou sulfeto de sódio para dissolver os pelos, substância esta composta em quase sua totalidade pela queratina, esta a substância atacada pelo enxofre.
Caleiro: Este é o momento onde se adiciona a cal hidratada para provocar o intumescimento das peles, a fim de promover a limpeza entre as fibras, permitindo que os próximos processos tenham maior eficácia.
Desencalagem: Após obter a limpeza entre fibras, retira-se esta cal, e inicia-se a acidificação das mesmas para então se inicar o processo de curtimento, neste momento, utiliza-se também alguns tipos de enzimas para auxiliar neste processo de retirados de substâncias que resistiram ao caleiro, a este processo damos o nome de PURGA.
Acidificação e Curtimento: Neste momento, oferecemos aos couros uma quantidade de ácidos inorgânicos para que possamos acertar o pH destas peles e então inicia-se o processo de curtimento que é a oferta de tanantes minerais (cromo, alumínio, etc...) ou vegetais rico taninos (casca de angico, barbatimão, castanheira, etc). Coloração , tingimento e maleabilidade é o que se deseja com esse processo."



Já dá para perceber que essa história de curtume é bem poluidora: olha a quantidade de efluentes que terminam por chegar a rios.Claro que existe uma legislação a respeito, de como tratar esses "dejetos" mas isso não significa que todos os curtumes seguem a mesma cartilha...

E o couro das ovelhas? como fica macio daquele jeito?

Afinal o que ocorre?

Leia a próxima postagem!



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