GALERA, Nosso site agora tem PODCASTS sobre diversos assuntos. Rápido e bem informativo. Chega lá! É só clicar na faixa PODCASTS e você tem uma lista. Escolha e ouça!!! https://l-xquimica.com/podcast/
OI, GALERA!!! OS MEDICAMENTOS, SUPLEMENTOS, ANTIBIÓTICOS COSTUMAM VIR EM EMBALAGENS COM OS NOMES ACIMA. MAS SERÁ QUE SÃO IGUAIS QUANDO VOCÊ INGERE? TEM A MESMA EFICIÊNCIA SE SUBSTITUIR UM PELO OUTRO? A RESPOSTA É NÃO PARA TUDO! VAMOS VER POR QUÊ? O tipo de apresentação do medicamento ou suplemento, vai depender do tipo de ação que se quer e onde ela vai ocorrer: estômago, intestino…
COMPRIMIDOS Mistura do princípio ativo em pó com substâncias que dão liga, como o amido ou a goma arábica. Eles são compactados até ficarem uniformes. DRÁGEAS Bem similares aos comprimidos. A diferença está numa película externa, que impede a degradação dos seus compostos. CÁPSULAS Revestidas de um material gelatinoso para proteger o conteúdo interno e facilitar a deglutição. Podem ser sólidas ou liquidas. MODO DE AÇÃO: 1. Porta de entrada Comprimidos, drágeas e cápsulas acessam o corpo pela boca. Há alguns comprimidos mastigáveis ou sublinguais em que a absorção é bem rápida e ocorre logo de cara. Eles são usados em situações de emergência, como um INFARTO. 2. Túnel até a barriga Os medicamentos passam pela garganta, descem pelo esôfago e chegam ao estômago. Lá, o ácido clorídrico quebra o comprimido em pedaços menores. As drágeas e cápsulas são resguardadas por películas, e isso impede que elas sejam destruídas nessa fase. 3. Prontos para ação A etapa final do processo acontece no duodeno, o primeiro trecho do intestino delgado. Cápsulas e drágeas finalmente perdem seu envoltório e são assimiladas. A digestão dos comprimidos, que se iniciou no estômago, também é finalizada. 4. Missão dada… Os princípios ativos caem na corrente sanguínea e passam a circular pelos vasos. Quando chegam ao local em que vão agir, se ligam a receptores presentes na superfície das células e desencadeiam uma série de reações. Sua missão terapêutica está cumprida. APROFUNDANDO: No caso das cápsulas e pílulas ingeridas pela boca, a primeira parada do princípio ativo é no estômago, após passar pela faringe e esôfago, chegando ao intestino, de onde os vasos sanguíneos absorverão os princípios ativos do medicamento. Pelas artérias e veias, o remédio caminha por longas avenidas até atingir as moléculas conhecidas como receptores, que têm a mesma fórmula química, ou seja, agem diretamente no local onde existe a doença, explicada pela alteração no funcionamento do organismo. Pelo fato do uso ser por via oral, o efeito demora mais para começar a dar resultados, ao contrário de outras formas de aplicação, como injetável ou sublinguais (comprimidos que dissolvem embaixo da língua). São exemplos os analgésicos, antitérmicos e anti-inflamatórios. A maioria dos medicamentos não são absorvidos pelo cérebro, exceto os ansiolíticos, também conhecidos como calmantes. Nesse caso, eles possuem uma estrutura complexa que consegue passar a barreira hematoencefálica, responsável por proteger o órgão das substâncias químicas. Este tipo de medicamento reduz a excitação dos neurônios, diminuindo os impulsos nervosos que causam a ansiedade. Os comprimidos apresentam alta precisão na dosagem e conteúdo, permitindo uma variedade de espessuras e formas. Outra característica é que são invioláveis, ou seja, não possibilitam a adulteração do conteúdo. Já as drágeas são revestidas com uma camada à base de açúcar, com aspecto liso e brilhante. São fáceis de engolir e possuem sabor adocicado. No caso das cápsulas, existe uma mistura do fármaco com os excipientes (substâncias utilizadas na fórmula dos remédios) em um invólucro à base de gelatina, também conhecidos como blindados. São as formas sólidas mais utilizadas nas farmácias de manipulação. Também são eficientes em mascarar sabor e aparência desagradáveis, além de permitirem a rápida liberação dos princípios ativos. DICAS: A ingestão de qualquer um deles sem o uso de líquidos, pode provocar a parada do medicamento na faringe e provocar uma inflamação. Não esqueça que o estômago tem ácido clorídrico, o que quebra os comprimidos , já na chegada . Isso não ocorre com as drágeas , que tem revestimento que suporta o ácido clorídrico e chega até o intestino para degradação e absorção. O mesmo ocorre com as cápsulas gelatinosas. Abrir uma cápsula para tomar o conteúdo dentro dela? Nem pensar!!! O medicamento é inviolável e só pode ser degradado no intestino. Cortar o comprimido ou drágea no meio? Só se houver a especificação para isso,porque uma vez que você quebra, a barreira da drágea também é quebrada e sua absorção e ação podem não ser as esperadas. Tempo para tomar esses medicamentos: se foi estalecido de 8/8 horas; 6/6 horas; 12/12 horas, siga à risca! Esse tempo tem a ver com a ação do medicamento em encontrar o local que necessita dele e fazer a conexão. E como unir duas peças de Lego= tem que ser compatíveis para encaixar. E mais uma vez, atenção para a auto medicação. Nem sempre aquela dor de cabeça tão sua conhecida, é somente uma dor de cabeça depois de um dia estressante. Dores frequentes precisam ser analisadas. Lembre disso na próxima cartela de comprimidos/drágeas/ cápsulas! fontes:Saúde Abril, hipolabor.com.br e Superinteressante
UMA BOA DICA DE RECICLAGEM DE ÓLEO USADO É FAZER SABÃO!
A técnica não exige conhecimento, siga a receita , mas atenção:
USO DA SODA CAUSTICA – NaOH é uma base altamente corrosiva, deve ser manipulada com luvas e com muito cuidado.
DISSOLVA EM ÁGUA FRIA- O processo é exotérmico, libera calor, logo se usar água morna ou quente vai formar um vapor nada agradável.
UTILIZE O ÓLEO RECICLADO PENEIRADO- isso evita que impurezas, como restos de alimentos, venham a prejudicar a qualidade do sabão.
USE UM DETERGENTE NEUTRO OU DE COCO- ajuda na confecção do sabão e dá uma textura mais leve.
AMBIENTE ABERTO-não faça esse sabão em ambiente fechado.
A ventilação é necessária, pois a reação libera calor e álcool.
RECEITA:
1 kilo de soda
5 a 6 litros de óleo
1 vidro de detergente
REAÇÃO QUE OCORRE:
Éster + base forte → sabão + glicerol
Praticamente todos os ésteres são retirados de óleos e gorduras, daí o porquê das donas de casa usarem o óleo comestível para o feitio do sabão caseiro.
Equação genérica da hidrólise alcalina:
A equação acima representa a hidrólise alcalina de um óleo (glicerídeo). Dizemos que é uma hidrólise em razão da presença de água (H2O) e que é alcalina pela presença da base NaOH (soda cáustica). O símbolo ∆ indica que houve aquecimento durante o processo. Produtos da reação de Saponificação: sabão e glicerol (álcool). ( Mundo Educação)
ESSA MISTURA INSANA, QUANDO SAI DO CONTROLE DEIXA A PESSOA TOTALMENTE FORA DE SI.
VAMOS ENTENDER POR QUÊ?
OI GALERA! QUE TAL FALAR DE UM ASSUNTO MEGA BATIDO ? EXCESSO DE ÁLCOOL NO SEU CÉREBRO! Mas atenção! Se seu caminho leva para uns copos a mais, agora tem motivos para pensar antes: leia o texto publicado na revista “Nature Neuroscience” e veja por que álcool e cérebro não são amigos! Olha acima os “tilts” das sinapses! É aí que você se enrola, ri feito bobo, baba, chora…. Após algumas doses a mais, é inevitável que o álcool “suba à cabeça”, como se costuma dizer. Mas se os efeitos inebriantes dessa ingestão são muito conhecidos, o mesmo não ocorre com sua atuação na atividade cerebral. Um novo estudo, feito por cientistas do Instituto Salk de Ciências Biológicas e da Universidade da Califórnia em San Diego, nos Estados Unidos, acaba de dar importante contribuição para entender melhor como o álcool altera o funcionamento das células cerebrais. O trabalho foi publicado pela revista Nature Neuroscience. Paul Slesinger, professor do Laboratório de Peptídeos do Instituto Salk, e colegas descobriram uma área específica para a ação do álcool localizada dentro de proteínas de canais iônicos. A compreensão de como o álcool atua no cérebro pode ajudar no desenvolvimento de tratamentos para problemas como alcoolismo, uso de drogas ou epilepsia, apontam os autores do estudo. Sabe-se que o álcool altera a comunicação entre neurônios. “Há muito interesse em descobrir como o álcool atua no cérebro. Uma das diversas hipóteses é que o álcool funciona ao interagir diretamente com proteínas de canais iônicos, mas não havia estudos que identificassem o local dessa associação”, disse Slesinger. A nova pesquisa demonstra que o álcool interage diretamente com um local específico localizado dentro de um canal iônico, que tem papel fundamental em diversas funções cerebrais associadas com eventos epiléticos e com o abuso de álcool e drogas. Os canais, chamados de canais Girk, são abertos durante períodos de comunicação química entre neurônios e amortecem o sinal entre eles, criando o equivalente a um curto-circuito. Quando os Girks se abrem em resposta à ativação neurotransmissora, íons de potássio são liberados pelo neurônio, diminuindo a atividade neuronal. O estudo é o primeiro a identificar que o álcool estimula os canais Girk diretamente, e não por meio do resultado de outras alterações moleculares nas células. “Achamos que o álcool sequestra o mecanismo de ativação intrínseca dos Girk e estabiliza a abertura dos canais. O álcool pode fazer isso por meio da lubrificação das engrenagens de ativação dos canais”, aponta Slesinger. “Se pudermos encontrar uma droga que se encaixe no ponto específico de atuação do álcool e ative os canais Girk, talvez possamos diminuir a excitabilidade neuronal no cérebro, o que resultaria em uma nova estratégia para o tratamento da epilepsia”, disse o pesquisador.( texto do Yahoo) Em pequenas quantidades, o álcool promove desinibição, mas com o aumento desta concentração, o indivíduo passa a apresentar uma diminuição da resposta aos estímulos, fala pastosa, dificuldade à deambulação, entre outros. Em concentrações muito altas, ou seja, maiores do que 0.35 gramas/100 mililitros de álcool, o indivíduo pode ficar comatoso ou até mesmo morrer. A Associação Médica Americana considera como uma concentração alcoólica capaz de trazer prejuízos ao indivíduo 0.04 gramas de álcool/100 mililitros de sangue. mais informações: https://l-xquimica.com/index.php/2019/08/26/alcool-e-cerebro-nao-combina/
O mercúrio é um metal liquido na temperatura ambiente e não molha!
Ele é conhecido desde os tempos da Grécia Antiga. Seu nome homenageia o deus romano Mercúrio, que era o mensageiro dos deuses. Essa homenagem é devida à fluidez do metal. O símbolo Hg vem do latim "hydrargyrum" que significa prata líquida.
O mercúrio é um elemento químico de número atômico 80 (80 prótons e 80 elétrons) e massa atômica 200,5 g/mol. É um dos seis elementos que se apresentam líquidos à temperatura ambiente ou a temperaturas próximas. Os outros elementos são os metais césio, gálio, frâncio e rubídio e o não metal bromo. Dentre os seis apenas o mercúrio e o bromo são líquidos nas CNTP!
Agora você não vai querer ser "molhado" com mercúrio, mesmo porque ele é tóxico.
Geralmente quem foi intoxicado pelo vapor do mercúrio pode apresentar sintomas como dor de estômago, diarreia, tremores, depressão, ansiedade, gosto de metal na boca, dentes moles com inflamação e sangramento na gengiva, insônia, falhas de memória e fraqueza muscular, nervosismo, mudanças de humor, agressividade, dificuldade de prestar atenção e até demência. Mas pode contaminar-se também através de ingestão. No sistema nervoso, o produto tem efeitos desastrosos, podendo dar causa a lesões leves e até à vida vegetativa ou à morte, conforme a concentração.
Agora quer saber onde ocorre contaminação por exposição de mercúrio?
Mineração de ouro e prata!
E onde se encontra mercúrio? Não vale dizer que tem na farmácia, porque não tem!
Em minas de sulfeto de mercúrio, principalmente na Espanha
Ah!
Mercúrio (Hg°) existe na forma líquida à temperatura ambiente, é volátil e liberta um gás monoatômico perigoso: o vapor de mercúrio. Este é estável, podendo permanecer na atmosfera por meses ou até anos, revelando-se, deste modo, muito importante no ciclo do mercúrio, pois pode sofrer oxidação e formar os outros estados: o mercuroso, Hg+1, quando o átomo de mercúrio perde um elétron e o mercúrico, Hg+2, quando este perde dois elétrons.
É um tanto complicado estudar o núcleo da Terra, principalmente levando em conta que ele está a cerca de 2.900 quilômetros de profundidade. Ainda assim, uma equipe de pesquisa encontrou uma maneira de obter informações das profundezas do planeta, e responde uma pergunta que está em debate na comunidade científica há anos: há troca de material físico entre o núcleo e o manto?
O núcleo externo atinge temperaturas de mais de 5.000℃, e isso deve aquecer o manto, camada que está logo acima. Graças à atividade vulcânica, principal mecanismo de resfriamento do planeta, as coisas não ficam quentes demais. Estima-se que 50% da atividade dos vulcões vem do núcleo, transferindo calor do núcleo para a superfície da Terra.
Agora, novas descobertas publicadas no Geochemical Perspective Letters sugerem que o núcleo tem vazado algum material físico para a base dessas plumas do manto (fenômeno geológico que consiste na ascensão do magma do núcleo, atravessando o manto terrestre até chegar à superfície), e isso tem acontecido nos últimos 2,5 bilhões de anos.
Imagem: Shutterstock / VRVector
Para chegar a essa conclusão, os cientistas observaram variações muito pequenas de isótopos do elemento tungstênio (W). Ele tem como elemento base 74 prótons, e vários isótopos (variação de um mesmo elemento, cada uma com um número diferente de nêutrons em seu núcleo), tais como o 182W (com 108 nêutrons) e 184W (com 110 nêutrons).
O manto deve ter relações 182W/184W muito mais elevadas do que o núcleo, “devido a um outro elemento, o háfnio (Hf), que não se dissolve em liga de ferro-níquel e é enriquecido no manto, e tinha um isótopo agora extinto (182Hf) que decaiu para 182W”, explicam os pesquisadores. “Isto dá ao manto 182W extra em relação ao tungstênio no núcleo”, complementam.
Nosso estudo mostra uma mudança substancial na relação 182W/184W do manto sobre a vida útil da Terra. As rochas mais antigas da Terra têm 182W/184W significativamente mais elevados do que a maioria das rochas da Terra contemporânea.
A mudança na relação 182W/184W do manto indica que o tungstênio do núcleo foi vazando para o manto durante muito tempo.
Já nas rochas vulcânicas mais antigas da Terra não há nenhuma mudança significativa nos isótopos de tungstênio do manto. “Isto indica que de 4,3 bilhões a 2,7 bilhões de anos atrás, pouco ou nenhum material do núcleo foi transferido para o manto superior”, contam os estudiosos. Mas nos 2,5 bilhões de anos que vieram a seguir, a composição do isótopo de tungstênio do manto mudou significativamente.
Nós inferimos que uma mudança na tectônica de placas, no final do Eon Arqueano de cerca de 2,6 bilhões de anos atrás desencadeou grandes correntes convectivas no manto suficientes para mudar os isótopos de tungstênio de todas as rochas modernas.
Por que isso acontece?
Os pesquisadores acreditam que aconteça um tipo de efeito “gangorra” - enquanto as plumas do manto estão subindo do limite do núcleo-manto para a superfície, logo material da superfície da Terra rico em oxigênio também deve descer para o manto profundo. “Experiências mostram que o aumento da concentração de oxigênio no limite do núcleo-manto poderia fazer com que o tungstênio se separe do núcleo e de dentro do manto”, disseram os cientistas.
Diferenças nas proporções de isótopos de tungstênio entre o núcleo da Terra e o manto, e como o núcleo da Terra pode estar vazando material para as plumas do manto. (Imagem: Neil Bennett)
Este estudo pode ser bastante útil para continuar as pesquisas sobre a interação núcleo-manto, e até mesmo nos ajudar a entender melhor como e quando o campo magnético da Terra surgiu.
O ESQUEMA ACIMA CHAMA-SE MAPA MENTAL, OU SEJA, UMA MANEIRA PARA VOCÊ GRAVAR NA SUA CABEÇA!
NESSE MAPA- CLASSIFICAÇÃO DE CADEIAS CARBÔNICAS
Estou falando de classificação de cadeias carbônicas, isso é, você vê a cadeia e me diz se ela é homo ou hetero, sat ou insat, aberta ou fechada, normal ou rami!!
Parece doidice?
Não!
Homogênea ou heterogênea : para ser heterogênea tem que ter um elemento diferente de carbono na cadeia principal ( não valem os hidrogênios!)
Saturada ou insaturada: saturada só tem simples ligações, insaturada tem duplas ou triplas ligações.
aberta ou fechada: cadeia aberta tem duas pontas. Já a cadeia fechada forma um ciclo!
Normal ou ramificada: a cadeia ramificada tem carbonos terciários e quaternários e a cadeia normal tem carbonos primários e secundários.
E aí, entendeu??????
Agora algumas cadeias para você classificar:
1-(PUC-RS) A “fluoxetina”, presente na composição química do Prozac®, apresenta fórmula estrutural:
Com relação a esse composto, é correto afirmar que ele apresenta:
a) cadeia carbônica cíclica e saturada
b) cadeia carbônica aromática e homogênea
c) cadeia carbônica mista e heterogênea
d) somente átomos de carbonos primários e secundários
e) fórmula molecular C17H16ONF
2-( UERJ) Na fabricação de tecidos de algodão, a adição de compostos do tipo N-haloamina confere a eles propriedades biocidas, matando até bactérias que produzem mau cheiro.
O grande responsável por tal efeito é o cloro presente nesses compostos.
A cadeia carbônica da N-haloamina acima representada pode ser classificada como:
a) homogênea, saturada, normal b) heterogênea, insaturada, normal c) heterogênea, saturada, ramificada d) homogênea, insaturada, ramificada
Respostas depois!!!!
fonte dos exercícios: https://brasilescola.uol.com.br
O QUE ESTUDAR PARA A PROVA DO ENEM DE 10/ NOVEMBRO?
SAIBA PRIMEIRO AS MATRIZES:
Matriz de Referência de Ciências da Natureza e suas Tecnologias
Competência de área 1 – Compreender as ciências naturais e as tecnologias a elas
associadas como construções humanas, percebendo seus papéis nos processos de
produção e no desenvolvimento econômico e social da humanidade.
H1 – Reconhecer características ou propriedades de fenômenos ondulatórios ou
oscilatórios, relacionando-os a seus usos em diferentes contextos.
H2 – Associar a solução de problemas de comunicação, transporte, saúde ou outro, com o
correspondente desenvolvimento científico e tecnológico.
H3 – Confrontar interpretações científicas com interpretações baseadas no senso comum,
ao longo do tempo ou em diferentes culturas.
H4 – Avaliar propostas de intervenção no ambiente, considerando a qualidade da vida
humana ou medidas de conservação, recuperação ou utilização sustentável da
biodiversidade.
Competência de área 2 – Identificar a presença e aplicar as tecnologias associadas
às ciências naturais em diferentes contextos.
H5 – Dimensionar circuitos ou dispositivos elétricos de uso cotidiano.
H6 – Relacionar informações para compreender manuais de instalação ou utilização de
aparelhos, ou sistemas tecnológicos de uso comum.
H7 – Selecionar testes de controle, parâmetros ou critérios para a comparação de
materiais e produtos, tendo em vista a defesa do consumidor, a saúde do trabalhador ou a
qualidade de vida.
Competência de área 3 – Associar intervenções que resultam em degradação ou
conservação ambiental a processos produtivos e sociais e a instrumentos ou ações
científico-tecnológicos.
H8 – Identificar etapas em processos de obtenção, transformação, utilização ou reciclagem
de recursos naturais, energéticos ou matérias-primas, considerando processos biológicos,
químicos ou físicos neles envolvidos.
H9 – Compreender a importância dos ciclos biogeoquímicos ou do fluxo energia para a
vida, ou da ação de agentes ou fenômenos que podem causar alterações nesses
processos.
H10 – Analisar perturbações ambientais, identificando fontes, transporte e(ou) destino dos
poluentes ou prevendo efeitos em sistemas naturais, produtivos ou sociais.
H11 – Reconhecer benefícios, limitações e aspectos éticos da biotecnologia, considerando
estruturas e processos biológicos envolvidos em produtos biotecnológicos
H12 – Avaliar impactos em ambientes naturais decorrentes de atividades sociais ou
econômicas, considerando interesses contraditórios.
Competência de área 4 – Compreender interações entre organismos e ambiente, em
particular aquelas relacionadas à saúde humana, relacionando conhecimentos
científicos, aspectos culturais e características individuais.
H13 – Reconhecer mecanismos de transmissão da vida, prevendo ou explicando a
manifestação de características dos seres vivos.
H14 – Identificar padrões em fenômenos e processos vitais dos organismos, como
manutenção do equilíbrio interno, defesa, relações com o ambiente, sexualidade, entre
outros.
H15 – Interpretar modelos e experimentos para explicar fenômenos ou processos
biológicos em qualquer nível de organização dos sistemas biológicos.
H16 – Compreender o papel da evolução na produção de padrões, processos biológicos
ou na organização taxonômica dos seres vivos.
Competência de área 5 – Entender métodos e procedimentos próprios das ciências
naturais e aplicá-los em diferentes contextos.
H17 – Relacionar informações apresentadas em diferentes formas de linguagem e
representação usadas nas ciências físicas, químicas ou biológicas, como texto discursivo,
gráficos, tabelas, relações matemáticas ou linguagem simbólica.
H18 – Relacionar propriedades físicas, químicas ou biológicas de produtos, sistemas ou
procedimentos tecnológicos às finalidades a que se destinam.
H19 – Avaliar métodos, processos ou procedimentos das ciências naturais que contribuam
para diagnosticar ou solucionar problemas de ordem social, econômica ou ambiental.
Competência de área 6 – Apropriar-se de conhecimentos da física para, em
situações problema, interpretar, avaliar ou planejar intervenções científicotecnológicas.
H20 – Caracterizar causas ou efeitos dos movimentos de partículas, substâncias, objetos
ou corpos celestes.
H21 – Utilizar leis físicas e (ou) químicas para interpretar processos naturais ou
tecnológicos inseridos no contexto da termodinâmica e(ou) do eletromagnetismo.
H22 – Compreender fenômenos decorrentes da interação entre a radiação e a matéria em
suas manifestações em processos naturais ou tecnológicos, ou em suas implicações
biológicas, sociais, econômicas ou ambientais.
H23 – Avaliar possibilidades de geração, uso ou transformação de energia em ambientes
específicos, considerando implicações éticas, ambientais, sociais e/ou econômicas. Competência de área 7 – Apropriar-se de conhecimentos da química para, em
situações problema, interpretar, avaliar ou planejar intervenções científicotecnológicas. H24 – Utilizar códigos e nomenclatura da química para caracterizar materiais, substâncias
ou transformações químicas. H25 – Caracterizar materiais ou substâncias, identificando etapas, rendimentos ou
implicações biológicas, sociais, econômicas ou ambientais de sua obtenção ou produção. H26 – Avaliar implicações sociais, ambientais e/ou econômicas na produção ou no
consumo de recursos energéticos ou minerais, identificando transformações químicas ou
de energia envolvidas nesses processos. H27 – Avaliar propostas de intervenção no meio ambiente aplicando conhecimentos
químicos, observando riscos ou benefícios.
Competência de área 8 – Apropriar-se de conhecimentos da biologia para, em
situações problema, interpretar, avaliar ou planejar intervenções científicotecnológicas.
H28 – Associar características adaptativas dos organismos com seu modo de vida ou com
seus limites de distribuição em diferentes ambientes, em especial em ambientes
brasileiros.
H29 – Interpretar experimentos ou técnicas que utilizam seres vivos, analisando
implicações para o ambiente, a saúde, a produção de alimentos, matérias primas ou
produtos industriais.
H30 – Avaliar propostas de alcance individual ou coletivo, identificando aquelas que visam
à preservação e a implementação da saúde individual, coletiva ou do ambiente.