sábado, 23 de abril de 2011
AGRADECIMENTOS
Agradeço a todos , que de alguma forma, contribuiram para isso: brasileiros, portugueses, americanos, italianos, canadenses, africanos,ingleses, irlandeses,franceses e se eu for citar todas as nações que já passaram por aqui a lista vai ficar imensa!!!!!!!!
Muito obrigada, de coração!
sexta-feira, 22 de abril de 2011
ATMOSFERA DE MARTE
O estudo revela que a atmosfera do planeta vermelho já foi muito mais densa no passado.
Os fragmentos de gelo seco (dióxido de carbono congelado) encontrados na região do polo sul de Marte evidenciaram esse fato.
Os pesquisadores, liderados pelo professor Roger J. Phillips, analisaram as medições do radar do orbitador de reconhecimento da Nasa (Mars Reconnaissance Orbiter) para calcular a profundidade e a densidade dos depósitos de gelo seco.
Estudos prévios tinham sugerido que o polo sul de Marte estava quase completamente formado por água e que o gelo seco só cobria a camada superior.
No entanto, suas medições revelam que poderia haver grandes quantidades de dióxido de carbono atmosférico em pedaços de gelo seco.
Estas novas descobertas apontam para a evidência de que o polo sul abriga 30 vezes mais gelo seco do que se pensava anteriormente.
Os resultados se somam a uma série de estudos realizados recentemente que sugerem que no passado Marte teve uma atmosfera mais densa, cheia de dióxido de carbono e água.
Estes depósitos de gelo seco podem ser cruciais para ajudar os cientistas a entenderem a evolução da atmosfera de Marte.
Os autores do estudo revelam que durante os períodos de alta inclinação polar, a maioria do dióxido de carbono congelado poderia ter derretido e ter sido liberada para a atmosfera.
Quando o eixo de Marte se inclina, seus pólos recebem luz solar suficiente para descongelar qualquer gelo.
O dióxido de carbono liberado teria tornado a atmosfera mais densa, devido à formação de frequentes e intensas tempestades de pó, e teria permitido que a água líquida permanecesse sem ferver em mais regiões da superfície marciana, apontam os pesquisadores.
O Mars Reconnaissance Orbiter gira em torno do planeta vermelho como complemento do trabalho realizado pelos robôs Spirit e Opportunity.
Ele foi lançado em 12 de agosto de 2005 com o objetivo de estudar a distribuição de água e minerais em Marte, assim como suas características geológicas. (http://br.noticias.yahoo.com)
terça-feira, 19 de abril de 2011
FOME OCULTA
Li um termo esses dias, que me deixou pensativa: fome oculta. Isso devido à uma pesquisa onde, entre os jovens brasileiros, a obesidade está aumentado e o nível nutricional não.
Como pode? Gordinhos e mal nutridos?
Pois é..
Pesquisando sobre fome oculta, vi este texto na SUPER, e resolvi postar:
Dois bilhões dos cinco bilhões de habitantes no planeta têm deficiência de uma ou mais vitaminas. OK, a maioria dessa gente está no Terceiro Mundo e, no prato dos pobres, não faltam apenas vitaminas — falta comida mesmo, com todo tipo de nutriente. Mas o fato é que outro bilhão da população mundial padece da chamada fome oculta. O conceito se aplica a uma multidão que pode reclamar de barriga cheia: afinal, apesar de fazer as refeições normalmente, seu organismo funciona aos trancos e barrancos por falta de vitaminas. E essa falta não é alardeada pela sensação de estômago vazio. Eis o motivo de a fome ser oculta.
Será que os alimentos não são mais os mesmos que forneciam aos nossos avós tudo o que eles precisavam para viver? Não, não são. Mas, principalmente, nós não somos mais como nossos avós. O ritmo da vida moderna é um notório ladrão de nutrientes. Em primeiro lugar, porque quase ninguém tem tempo para fazer uma refeição como manda o figurino dos nutricionistas. Em segundo, porque o estressante corre-corre se traduz no corpo como uma descarga de hormônios que atrapalham — e muito — a ação das vitaminas. Sem contar outros hábitos que prejudicam essas substâncias. Um comprimido de aspirina faz com que a vitamina C de um suco de laranja tenha um prazo três vezes menor para agir, antes de ser eliminada pela urina. Outro exemplo: os componentes das pílulas anticoncepcionais aniquilam boa parte das moléculas de vitamina B disponíveis no sangue.
O pior é que as refeições do nosso dia-a-dia já são desvitaminadas. “A comida pode conter menos vitaminas do que prometem as tabelas nutricionais”, afirma o engenheiro de alimentos Cesar Romeu Araújo, da indústria farmacêutica Roche. “No Brasil, as pessoas preferem uma farinha de trigo branquinha e ela é puro amido”. As vitaminas B1 e B2, de que o trigo seria em tese uma boa fonte, vão se embora com a casca endurecida dos grãos.
Desde a II Guerra Mundial, de olho na saúde de seus soldados, os Estados Unidos passaram a devolver essas vitaminas perdidas à farinha, acrescentando-as depois da refinação. Na década de 50, a maioria dos países europeus copiou a idéia. No Brasil, até hoje, a farinha não é vitaminada.
“Por causa disso, tivemos dificuldades”, conta Regina Helena Braga, da Interbakers, empresa que, desde 1988, produz pães para hambúrgueres do McDonald’s. A maior rede de fast-food do mundo anunciava que o seu sanduíche tinha a mesma qualidade em qualquer parte do globo. E isso não era verdade, porque a farinha brasileira era bem mais pobre que a de outros países. “Levamos dois anos até conseguir incluir o complexo B na receita”, diz Regina. Hoje, o pão de um Big Mac fornece mais de 60% das necessidades diárias desses nutrientes.
“Parece justo repor as perdas”, diz a nutricionista Silvia Franciscato Cozzolino, professora da Universidade de São Paulo. “Mas, em vez de biscoitos e chocolates, os produtos vitaminados deveriam ser aqueles de grande consumo popular, como o arroz e o açúcar.” Os fabricantes alegam que isso afetaria o preço para o consumidor. “O aumento seria inferior a 1% nas gôndolas dos supermercados”, garante Cesar Araújo, da Roche.
Enquanto se discute, a gente pode estar passando fome — a fome oculta. E esta pode ser ainda mais agravada pelo processo de preparo das refeições.
Para a Organização Mundial da Saúde, o Haiti é aqui, como no verso cantado por Caetano Veloso e Gilberto Gil. Pois, em matéria de falta de vitamina A, nós empatamos com os haitianos no primeiro lugar. Em certas regiões brasileiras, metade da população tem menos dessa vitamina do que seria adequado. A primeira conseqüência é a cegueira noturna: à noite, fica impossível enxergar direito. Porque, para formar imagens com nitidez, é necessário um pigmento, fabricado no fundo dos olhos, usando a vitamina A como matéria-prima. Se a deficiência se prolonga, a pessoa perde a visão.
“O irônico é que, no Norte e no Nordeste, onde a situação é mais grave, existem frutas típicas com alto teor dessa substância”, diz a nutricionista Eliete Salomon Tudisco, da Universidade Federal de São Paulo (ex-Escola Paulista de Medicina). “O jeito é ensinar as pessoas a procurar os alimentos certos.” Há quem diga, porém, que essa luta pela boa dieta é inglória. E não apenas por questões econômicas. Nos Estados Unidos, onde as pessoas comem até demais — é o país com o maior índice de obesidade do mundo —, não se come direito. Em cada cem americanos, 35 têm falta de vitaminas.
“Às vezes, os suplementos na forma de cápsulas são inevitáveis, como no caso de grávidas e pessoas sob regimes alimentares severos”, admite, cauteloso, Hélio Vanucchi .
A questão mais difícil, para o médico, é detectar quem está precisando de vitaminas extras — na maioria das vezes, é quem nem dá bola para o assunto. Calcula-se que, para cada caso de deficiência diagnosticado, existam outros nove na mesma situação, sem desconfiar. O problema é que entre um indivíduo sadio e um doente — com algum mal reconhecidamente causado pela ausência de vitaminas — existe uma larga faixa de pessoas com a chamada deficiência marginal. Elas têm vitamina de menos, mas não chegaram ao ponto de apresentar sinais de doença. Sentem coisas tão diversas como cansaço, falta de apetite e irritação constante. Sintomas que os médicos costumam rotular de estresse, sem ver neles uma causa física.
O organismo, nesses casos, é comparável a um carro com carburador sujo e motor mal regulado — até segue em frente, mas engasgando aqui, pifando acolá. Não é à toa. As vitaminas são dignas do nome dado, em 1911, pelo bioquímico polonês Casimir Funk (1884-1967). Vita, em latim, significa vida. Funk acertou: elas são imprescindíveis para várias reações químicas nos seres vivos. Na segunda metade da palavra, amina, Funk se precipitou um pouco: ele pensava que todas elas eram derivadas da amônia, o que não é verdade.
Aliás, divididas em solúveis em água e solúveis em óleo, as vitaminas não são nada parecidas umas com as outras. O único ponto em comum entre elas é que são fundamentais para o organismo em pequenas quantidades. “Há mais de cinqüenta delas, mas só treze são essenciais para o homem, ou pela sua importância ou pelo fato de seu corpo não conseguir produzi-las”, explica Vanucchi.
Infelizmente, está provado: de 2% a 5% do oxigênio que respiramos se transformam em radicais livres. Anarquistas do organismo, esses radicais reagem com tudo o que encontram pela frente para roubar um elétron.E a molécula roubada, então, também passa a ser um radical livre. “Só três substâncias podem quebrar essa cadeia destruidora”, conta o médico ortomolecular paulista Wagner Fiori. “Elas são a vitamina E, a vitamina C e o beta-caroteno, a matéria-prima da vitamina A.”
Por causa disso, os especialistas em Medicina Ortomolecular — área que trata da bioquímica do organismo humano — não se cansam de prescrever o trio. “De fato, vitaminas não são remédios. Mas seu uso contínuo pode evitar uma série de males”, garante Fiori. Essa idéia, que já provocou arrepios na comunidade científica, hoje encontra cada vez menos resistência.
“Estão surgindo diversas evidências de que essas três vitaminas protegem contra enfartes”, admite o médico Claude Lenfant, que dirige o Instituto Nacional do Coração, nos Estados Unidos. “Existe uma explicação: os radicais livres participam das reações que levam o colesterol a se acumular nas artérias.”
Na verdade, essas moléculas bandidas não se limitam a prejudicar o coração. Parece que por trás de todas as doenças degenerativas — e até mesmo do câncer — há uma pilha de estragos feitos pelos radicais livres ao longo da vida. A dúvida dos cientistas é até que ponto se devem aumentar as doses das vitaminas para combatê-los, sem correr riscos.
Quando o tema é nutrição, nada gera mais discussões do que as megadoses vitamínicas e seus efeitos contra doenças causadas pelos radicais livres. “Amanhã ou depois, pode ser que os benefícios dessas doses gigantes se confirmem”, diz a nutricionista Sílvia Cozzolino, da USP. “Por enquanto, quem decide tomá-las está servindo de cobaia.” Para dar um fim à polêmica, o Ministério da Saúde, na França, disparou um enorme projeto, orçado em 12 milhões de dólares, envolvendo 1 100 pesquisadores.
O Suvimax, como está sendo chamado, começou há exatamente um ano, quando os cientistas passaram a escolher voluntários num grupo de 100 000 indivíduos. “Pinçamos apenas 15 000 deles , entre 35 e 60 anos de idade”, explica o médico Serge Wecberg, em entrevista a SUPER. O cuidado com a seleção faz sentido. É difícil comparar os benefícios de um nutriente em cidadãos que levam uma vida completamente diferente entre si. “Se a gente dá vitamina para um executivo estressado, usando como base de comparação alguém que vive calmamente no campo, podemos chegar à conclusão distorcida de que tomar ou não tomar suplementos é indiferente”, diz Wecberg.
“Quem não precisa das megadoses por doenças também deve avaliar a sua nutrição”, diz o médico Wagner Fiori. “E, se for o caso, tomar suplementos apenas para manter a dosagem normal.” Entre os consumidores certamente devem estar os fãs de produtos diet, já que eles quase não contêm as vitaminas A, D, E, e K . A poluição, por sua vez, aumenta a produção de radicais livres nos moradores dos centros urbanos, que já vivem sob estresse. A maioria não pode escapar dos suplementos.
Agora fica aquestão: qual a composição das vitaminas?
Aguardem o próximo XQUIMICA vitaminado!
sábado, 16 de abril de 2011
DETERGENTES BIODEGRADÁVEIS
quarta-feira, 13 de abril de 2011
MISTURAS AZEOTRÓPICAS
- MISTURA AZEOTRÓPICA -----------------PONTO DE EBULIÇÃO
- álcool etílico (95,5%) + água (4,5%)---------78,1° C -----------
- acetona (86,5%) + metanol (13,5%) --------56° C -------------
- álcool etílico (7%) + clorofórmio (93%)----- 60° C --------------
- ácido fórmico (77,5%) + água (22,5%) ----- 107,3° C ------------
domingo, 10 de abril de 2011
ARMADURA LÍQUIDA
sexta-feira, 8 de abril de 2011
UMA NOVA PARTÍCULA ATÔMICA?
quinta-feira, 7 de abril de 2011
BALAS E MUNIÇÃO
ALÔ PESSOAL...
Hoje uma grande tragédia abalou o país: a morte de crianças e adolescentes em uma escola no Rio de Janeiro. Duas armas de fogo e uma grande quantidade de balas.
O que me leva a pensar: como são feitas essas balas e por que o poder delas é tão grande?
A arma, em si, não adianta sem a munição: é ela que faz o estrago todo.
Ao lado como é o design de uma bala
Como isso funciona? A bala tem 4 partes:
O estopim ou espoleta, a cápsula ou estojo, a pólvora ou propelente, e o projétil. A função da espoleta é dar a ignição para a queima do propelente. Ela é a responsável por quando receber um forte impacto (vindo do percursor da arma) gerar faísca e iniciar a queima do propelente. A cápsula tem a função de isolar o propelente do meio, impedindo a entrada ou saída de ar ou qualquer outra substancia. A função do projétil é manter lacrada a cápsula até o momento do disparo e ser impulsionado até o alvo. E o propelente, que é o real responsável pelo disparo, diferente do que é conhecido popularmente, o propelente não explode, então, o projétil não é arremessado devido a explosão. O que ocorre é a queima gradual do propelente, gerando gás em alta temperatura. Este gás aumenta a pressão interna dentro da cápsula, até o ponto em que o projétil não consegue mais manter a cápsula fechada. Neste momento o projétil é empurrado gradualmente para frente pelos gases em alta temperatura, que continuam agindo e aumentando a energia do projétil até que este saia do cano da arma.(http://armasdefogo.amatilha.com.br)
Outra informação:
O projétil é uma massa, em geral de liga de chumbo, que é arremessada à frente quando da detonação da espoleta e consequente queima do propelente. É a única parte do cartucho que passa pelo cano da arma e atinge o alvo. Para arremessar o projétil é necessária uma grande quantidade de energia, que é obtida pelo propelente, durante sua queima. O propelente utilizado nos cartuchos é a pólvora, que, ao queimar, produz um grande volume de gases, gerando um aumento de pressão no interior do estojo, suficiente para expelir o projétil. Como a pólvora é relativamente estável, isto é, sua queima só ocorre quando sujeita a certa quantidade de calor; o cartucho dispõe de um elemento iniciador, que é sensível ao atrito e gera energia suficiente para dar início à queima do propelente. O elemento iniciador geralmente está contido dentro da espoleta .
Propelente
Propelente ou carga de projeção é a fonte de energia química capaz de arremessar o projétil a frente, imprimindo-lhe grande velocidade. A energia é produzida pelos gases resultantes da queima do propelente, que possuem volume muito maior que o sólido original. O rápido aumento de volume de matéria no interior do estojo gera grande pressão para impulsionar o projétil. A queima do propelente no interior do estojo, apesar de mais lenta que a velocidade dos explosivos, gera pressão suficiente para causar danos na arma, mas isso não ocorre porque o projétil se destaca e avança pelo cano, consumindo grande parte da energia produzida. Atualmente, o propelente usado nos cartuchos de armas de defesa é a pólvora química ou pólvora sem fumaça. Desenvolvida no final do século passado, substituiu com grande eficiência a pólvora negra, que hoje é usada apenas em velhas armas de caça e réplicas para tiro esportivo. A pólvora química produz pouca fumaça e muito menos resíduos que a pólvora negra, além de ser capaz de gerar muito mais pressão, com pequenas quantidades. Dois tipos de pólvoras sem fumaça são utilizadas actualmente em armas de defesa: Pólvora de base simples: fabricada a base de nitrocelulose, gera menos calor durante a queima, aumentando a durabilidade da arma: Pólvora de base dupla: fabricada com nitrocelulose e nitroglicerina, tem maior conteúdo energético. O uso de ambos tipos de pólvora é muito difundido e a munição de um mesmo calibre pode ser fabricada com um ou outro tipo.( wikipédia)
A bala entra no corpo a uma velocidade de 250m/s.
O estrago: Essas armas destroem uma grande quantidade de tecidos, aumentando o risco de hemorragia e de lesão de um maior número de órgãos e diminuindo as possibilidades de sucesso da cirurgia.
Pergunta que não quer calar: Por quê?
quarta-feira, 6 de abril de 2011
USOS DO CRISTAL LÍQUIDO
segunda-feira, 4 de abril de 2011
CRISTAL LÍQUIDO
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