segunda-feira, 14 de maio de 2018

CURIOSITY- 4 GRANDES REVELAÇÕES SOBRE MARTE

ALÔ PESSOAL!
Vamos publicar uma reportagem que saiu no site Nova Escola :( https://novaescola.org.br/conteudo/426/as-quatro-principais-descobertas-do-curiosity-sobre-marte)
Além de interessante deixa margem para muita especulação!




Por: Aurélio Amaral
Em operação desde 2012, o Curiosity é uma sonda ou veículo robotizado desenvolvido pela Agência Espacial Norte-Americana (Nasa) para obter dados para uma futura missão tripulada a Marte. Para tanto, ele investiga as condições de habitabilidade, como composição do ar, temperatura, ventos, tipo de solo etc., e informa sobre a possibilidade de existência de vida no planeta vermelho.
A reportagem Curiosity Encontra Nitrogênio Essencial à Vida em Marte (VEJA Edição Digital, 25 de março de 2015) relata a descoberta recente de nitrogênio na superfície marciana. Enio Frota da Silveira, professor do Departamento de Física da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio), lembra que o robô já havia encontrado água, moléculas orgânicas (como o metano) e nitratos - elementos úteis para os seres vivos. Entretanto, não foram registrados indícios de vida, presente ou passada. "É importante destacar, na discussão com os alunos que, apesar dos avanços no que sabemos sobre o planeta vermelho, até o momento estamos sós no Sistema Solar. Só a Terra oferece as condições para a existência e é bom que cuidemos de não perdê-las", afirma.
Conheça abaixo quatro descobertas recentes e aproveite para abordar a importância de missões como essa.
 

1- Cristais de água sugerem condições favoráveis à vida

Análises das rochas da cratera Gale apontaram para a existência de cristais de água misturados aos minerais. Segundo relatório da School of Science at Rensselaer Polytechnic Institute, dos Estados Unidos, cerca de 2% da superfície do planeta seria formada por água - o que reforça a hipótese de que, no passado, houvesse o líquido em maior abundância. A descoberta é importante, pois a vida, tal qual a conhecemos e podemos imaginar, necessita desse elemento. Seja um humano, um vegetal ou uma bactéria, todos precisam de água para suas funções biológicas.

Concepção artística do lago que preenchia a cratera Gale | Crédito: Divulgação/Nasa

 

2- Há nitrogênio, um elemento essencial à alimentação

Em análise de amostras do solo dos sítios Cumberland e John Klein (onde o Curiosity posou para a selfie acima), foram encontrados nitratos, que são fontes de nitrogênio - componente do DNA e, assim, um dos elementos necessários na alimentação dos seres vivos. E embora seja abundante em atmosferas de alguns planetas e satélites, o gás N2 é extremamente estável e não se presta à alimentação. Para tal, ele tem de ser buscado na forma de outros compostos, como os nitratos. Por isso, a descoberta na superfície de Marte é uma boa noticia para uma possível agricultura naquele planeta.

Curiosity posa para selfie no sítio John Klein | Crédito: Divulgação/Nasa

 

3- O planeta abriga moléculas orgânicas

Moléculas orgânicas mais complexas podem se degradar e se transformar em metano, que é mais simples. Por isso, fontes de metano são boas pistas da existência de vida no presente ou no passado. No entanto, a substância encontrada pelo Curiosity no Monte Sharp (na foto acima) não vem necessariamente de biomoléculas. O metano também pode ser obtido por outros meios, como a partir da reação química entre dióxido de carbono e água (CO2 + H2O).

Foto do Monte Sharp | Crédito: Divulgação/Nasa

 

4- A radiação na superfície é alta

A exposição à radiação, medida em Sieverts (Sv), aumenta o risco de câncer. Por meio de seu detector de avaliação de radiação (RAD, na sigla em inglês), o Curiosity captou uma média de 1,8 miliSv por dia em sua viagem a Marte. Isso corresponde a quase metade da radiação da Terra ao longo de um ano inteiro, que é de 4 miliSv. Ou seja, uma expedição humana a Marte seria pouco viável atualmente. Para isso, a Nasa teria de melhorar a eficácia de seus escudos antirradiação. Foto à direita, Detector de radiação do Curiosity | (Crédito: Divulgação/Nasa)
 
Consultoria: Enio Frota da Silveira, professor do Departamento de Física da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio) e do Departamento Educativo da Nasa.

terça-feira, 1 de maio de 2018

LIGAÇÕES IÔNICAS - CANAL XQUIMICA

ALÔ PESSOAL!

Mais um vídeo do nosso CANAL XQUIMICA, sobre ligações iônicas.
Aproveitem e tirem suas dúvidas!


quarta-feira, 18 de abril de 2018

EXERCÍCIOS COM A TABELA PERIÓDICA

ALÔ PESSOAL!
Vamos resolver alguns exercícios que utilizam a Tabela Periódica .
Eles são importantes porque podem te ajudar na hora em que tudo parece perdido e você encontra a tabela na sua avaliação.


Vamos partir do principio que a Tabela foi fornecida, com o número atômico e o número de massa, como é feito na grande maioria dos vestibulares e avaliações.
Sem essa de ficar decorando famílias e períodos inteiros.
Claro que você precisa ter uma noção geral , mas isso está na postagem anterior. Leia antes de resolver esses exercícios!


1)  Um elemento X apresenta a configuração 5s2 5p3 na camada de valência. Indique o grupo e a família desse elemento na tabela periódica.
R: O grupo, ou período é indicado pelo número de camadas. Lembre sempre que a última camada é aquela que apresenta os maiores números na frente das letras.
Nesse caso o grupo é 5.
Quanto à família: conte todos os elétrons que estiverem no mesmo grupo, mesmo que não estejam juntos, devido ao níveis de energia do diagrama de Pauling
Nesse caso temos 5s2 5p3  , então 5 elétrons na ultima camada ou camada de valência.
Família 5 A ou 15 A - família do nitrogênio .


2) Indique a família e o período do elemento químico de número atômico 37
R: Aqui você precisa fazer a distribuição eletrônica, usando o diagrama de Pauling:


1s2 2s2 2p6 3s2 3p6 4s2 3d10 4p6 5s1
período : 5° porque a ultima camada é a 5.


família s1          representa a família 1A- metais alcalinos 




3) O número atômico do elemento que se encontra no período III, família 3A é:      
          
R :  para estar na família  3 A , a distribuição tem que terminar em :3s2  3p1   


Assim o número atômico pode ser dado por: 1s2 2s2 2p6 3s2 3p1  contando os elétrons que forma distribuídos dá o número 13. Se é um átomo , o número de elétrons é o mesmo número de prótons, logo o número atômico é 13.

4) O aço tem como um dos componentes que lhe dá resistência e ductibilidade o elemento vanádio; sobre o vanádio podemos afirmar que seu subnível mais energético e seu período são, respectivamente: (Dado: 23V.)



R: Existe uma diferença entre o período da camada de valência e o subnível mais energético.
O subnível mais energético é o ultimo que você coloca quando faz a distribuição.
O período da camada de valência é o que fica mais distante do núcleo.
No caso do vanádio temos: 1s2 2s2 2p6 3s2 3p6 4s2 3d3  .
O último subnivel escrito foi 3d3 logo esse é o mais energético.
O período é aquele mais distante do núcleo: 4s2 , então quarto período com 2 elétrons na camada de valência.


5) Suponha que um elemento químico esteja localizado na coluna 15 da Tabela Periódica e no 3º período. Sem consultá-la, responda:
a)      Qual é a configuração eletrônica desse elemento?
b)      Qual é o seu número atômico?
c)      Qual será o número atômico do elemento que estiver localizado no mesmo período e no grupo seguinte (16) a esse elemento?


R: coluna 15 significa 5A, ou seja, tem 5 elétrons na ultima camada.
a)Se está no terceiro período temos a finalização 3s2 3p3 .
b) Fazendo a distribuição eletrônica, 1s2 2s2 2p6 3s2 3p3 = 15 elétrons , então 15 prótons que é o número atômico.
c) a tabela foi construída com o número atômico crescente, logo depois do 15 vem o 16, pois estão no mesmo período.
6) Um átomo apresenta normalmente 2 elétrons na primeira camada, 8 elétrons na segunda, 18 elétrons na terceira camada e 7 na quarta camada. A família e o período em que se encontra esse elemento são:
camada K = 2 elétrons 1s2
camada L = 8 elétrons  2s2 2p6
camada M = 18 elétrons 3s2 3p6  3d10
camada N = 7 elétrons  4s2 4p5
Período = 4 o mais distante do núcleo
Família = 7A ou 17 A - família dos halogênios  porque soma todos os elétrons da ultima camada.
fontes:www.brasilescola.uol.com.br




segunda-feira, 2 de abril de 2018

TABELA PERIÓDICA - O QUE É PRECISO SABER

ALÔ PESSOAL!
Hoje vamos de tabela periódica.
Assunto que tem lá sua importância, em certos momentos da realização dos testes.
Vamos aos pontos interessantes:


 TABELA ATUAL :


periodic_table_large




Nessa tabela você vê o número atômico, que é crescente, partindo do H = 1 até Uuo = 118.( 32 naturais e 26 artificiais).
O número de massa está ao lado. Em algumas tabelas está abaixo do elemento. Mas a representação é sempre o numero de massa ( A )  acima do elemento e o número atômico ( Z )  abaixo do elemento:
                                                  11Na23


São 7 períodos, sete linhas horizontais. E 18 famílias, ou linhas verticais. As famílias possuem propriedades que são iguais para todos os componentes.
Por isso recebem nomes diferenciados:


As Famílias ou Grupos são as colunas verticais, no qual os elementos possuem o mesmo número de elétrons na camada mais externa, ou seja, na camada de valência. Muitos elementos destes grupos estão relacionados de acordo com suas propriedades químicas.
São dezoito Grupos (A e B), sendo que as famílias mais conhecidas são do Grupo A:
  • Família 1A: Metais Alcalinos (lítio, sódio, potássio, rubídio, césio e frâncio).Possui 1 elétron na camada de valência.
  • Família 2A: Metais Alcalino-Terrosos (berílio, magnésio, cálcio, estrôncio, bário e rádio).
  • Família 3A: Família do Boro (boro, alumínio, gálio, índio, tálio e unúntrio).
  • Família 4A: Família do Carbono (carbono, silício, germânio, estanho, chumbo e fleróvio).
  • Família 5A: Família do Nitrogênio (nitrogênio, fósforo, arsênio, antimônio, bismuto e ununpêntio).
  • Família 6A: Calcogênios (oxigênio, enxofre, selênio, telúrio, polônio, livermório).
  • Família 7A: Halogênios (flúor, cloro, bromo, iodo, astato e ununséptio).
  • Família 8A: Gases Nobres (hélio, neônio, argônio, criptônio, xenônio, radônio e ununóctio).
As famílias A sempre terminam em s ou sp.



Tabela Periódica




As famílias B terminam em d ou f :


Elementos de Transição


Os elementos de transição, também chamados de metais de transição, representam as 8 famílias do Grupo B:
  • Família 1B: cobre, prata, ouro e roentgênio.
  • Família 2B: zinco, cádmio, mercúrio e copernício.
  • Família 3B: escândio, ítrio e sério de lantanídeos (15 elementos) e actinídeos (15 elementos).
  • Família 4B: titânio, zircônio, háfnio e rutherfórdio.
  • Família 5B: vanádio, nióbio, tântalo e dúbnio.
  • Família 6B: cromo, molibdênio, tungstênio e seabórgio.
  • Família 7B: manganês, tecnécio, rênio e bóhrio.
  • Família 8B: ferro, rutênio, ósmio, hássio, cobalto, ródio, irídio, meitnério, níquel, paládio, platina, darmstádio.


Os elementos químicos da Tabela Periódica são classificados em cinco grandes grupos: metais, ametais (ou não metais), semimetais, gases nobres e hidrogênio.



Elementos representativos: são os elementos das famílias A . São divididos em:


Família 1A - metais alcalinos
Os metais alcalinos são sólidos, porém, macios; além disso, podem ser cortados com uma faca, mas são altamente reativos. Como é o caso do sódio, que explode violentamente ao ser colocado em contato com a água


Família 2 A- metais alcalinos terrosos


Metais alcalinoterrosos, sendo que o termo “terroso” refere-se a “existir na terra”.
Os mais importantes entre esses metais são o magnésio e o cálcio, sendo muito abundantes na natureza. Por exemplo, o cálcio está presente na forma de seus vários minerais, como o carbonato de cálcio do mármore e do calcário, e na gipsita (sulfato de cálcio di-hidratado) usada como gesso.


Família 13A- família do alumínio
O alumínio é o mais importante deles, pois é bastante utilizado em estruturas e em objetos em vários setores da sociedade, tais como na construção civil, nos transportes (como em carrocerias de automóveis, embarcações, fuselagens de aviões e em aros de bicicletas), em eletroeletrônica, na indústria petroquímica e metalúrgica, em tampas de iogurte, frigideiras, papel alumínio e assim por diante.


Família 14 A - família do carbono
O carbono é o mais importante porque ele é tetravalente, sendo capaz de formar quatro ligações com vários elementos, inclusive com ele próprio, formando as chamadas cadeias carbônicas. Em virtude da enorme quantidade de compostos do carbono, que são chamados de compostos orgânicos, criou-se um ramo na Química dedicado somente ao estudo dessas substâncias, a Química Orgânica


Família 15 A- nitrogênio
O nitrogênio forma o gás (N2) mais abundante na atmosfera, possui grande importância para a manutenção da vida e é usado como gás refrigerante.


Família 16 A - calcogênios
Palavra que significa “formadores de cobre”, porque os minérios de cobre contêm oxigênio ou enxofre que são elementos dessa família.
O elemento mais importante é o oxigênio utilizado nas funções respiratórias e fotossíntese.


Família 17 A - halogênios
Tem esse nome porque são formadores de sais. O elemento mais importante é o cloro
usado em desinfecção .


Família 18 A- gases nobres
Eles são os únicos elementos encontrados, em sua forma isolada, estáveis na natureza.


Metais de transição: são 32 elementos pertencentes às colunas 3 a 12 ou 3B, 4B, 5B, 6B, 7B, 8B, 1B e 2B*.
  •   Metais de transição interna: são 26 elementos da série dos Lantanídeos e dos Actinídeos.
  •   10 metais não se encaixam em nenhum desses.

  •   Ametais ou Não metais: são os 11 elementos indicados na Tabela acima pela cor rosa: Carbono (C), Nitrogênio (N), Fósforo (P), Oxigênio (O), Enxofre (S), Selênio (Se), Flúor (F), Cloro (Cl), Bromo (Br), Iodo (I) e Astato (At).
Esses elementos possuem as características opostas dos metais, ou seja, não são bons condutores de calor e eletricidade. Pelo contrário, a maioria funciona como isolante (apenas a grafita (Cn(s)) é boa condutora de calor e eletricidade). Eles não possuem brilho característico (com exceção do iodo (I2(s)) e da grafita, já mencionada), e fragmentam-se.
  •   Semimetais: esta nomenclatura está em desuso, pois a IUPAC (União Internacional de Química Pura e Aplicada) não reconhece mais essa classificação desde 1986. Entretanto, em muitas Tabelas sete elementos ainda são classificados dessa forma, pois possuem características intermediárias às dos metais e às dos ametais.
Nas Tabelas Periódicas em que essa classificação não é mais usada, os elementos Germânio (Ge), Antimônio (Sb) e o Polônio (Po) são considerados metais. E os elementos Boro (B), Silício (Si), Arsênio (As) e o Telúrio (Te) são não metais.

  •  Gases Nobres: representam os elementos da família 18 (0 ou VIII A), que são, respectivamente: hélio, neônio, argônio, criptônio, xenônio e radônio. Esses elementos são gasosos na temperatura ambiente e, normalmente, são encontrados na natureza em sua forma isolada, pois assim são mais estáveis. Além disso, eles não formam compostos com outros elementos espontaneamente.
  •  Hidrogênio : esse elemento não se enquadra em nenhum grupo da Tabela Periódica. Em algumas Tabelas ele aparece na família dos alcalinos, por possuir um elétron em sua camada de valência. Aliás, essa é sua única camada eletrônica. Porém, suas características não são semelhantes às dos elementos dessa família.
O hidrogênio é o elemento mais abundante no universo, pois pode se combinar com metais, ametais e semimetais. É um gás extremamente inflamável, em temperatura ambiente, e normalmente é encontrado nas altas camadas da atmosfera ou combinado com outros elementos.


fontes: www.riocities.com
www.todamateria.com.br
http://mundoeducacao.bol.uol.com.br

quarta-feira, 14 de março de 2018

EXERCÍCIOS RESOLVIDOS DE NÚMERO DE MASSA, NÚMERO ATÔMICO E SEMELHANÇAS ATÔMICAS

ALÔ PESSOAL!
Viram a Teoria no post passado e agora vamos fazer exercícios!
Lembre sempre: quando aplicamos aprendemos melhor!


1) Qual o número de massa (A) de um átomo de cálcio (Z = 20) com 20 nêutrons?
R: A = p + n ( por definição o número de prótons é o número  atômico representado pela letra Z.)
 A= 20 prótons + 20 nêutrons  = 40


2) O número atômico (Z) e o número de massa (A) de um íon monoatômico com carga 3+ que contém 10 elétrons e 14 nêutrons são:
R: Se a carga do íon é + 3 significa que perdeu 3 elétrons. Logo o número de elétrons do átomo é 13.Como em um átomo o número de prótons é igual ao número de elétrons, Z=13
Para saber a massa :
A = 13 + 14 nêutrons = 27.




3)  Dentre as espécies químicas:
5B9 5B10 5B11           6C10 6C12 6C14

as que representam átomos cujos núcleos possuem 6 nêutrons são:
 R: Os átomos que tiverem 6 nêutrons são átomos isótonos. O número de nêutrons se conhece através da subtração:


A-Z , ou seja, massa- número atômico.


Na sequencia do B temos: 9-5= 4 nêutrons; 10- 5= 5 nêutrons; 11- 5= 6 nêutrons
Na sequencia de C temos: 10- 6= 4 nêutrons; 12-6= 6 nêutrons; 14-6= 8 nêutrons.


Os átomos que possuem 6 nêutrons no núcleo são 5B11        6C12     


 4) O número de prótons, nêutrons e elétrons representados por é:


O bário é um íon positivo, logo perdeu 2 elétrons, mas seu número atômico e seu numero de massa não se alteram.
Logo esse íon terá 138- 56 = 82 nêutrons , 56 prótons e 54 elétrons.




5) Determine o número atômico e o número de massa dos átomos A e B, que são isóbaros e apresentam a seguinte representação:
10+x 5xA                    11+x4x+8B



R: Átomos isóbaros são aqueles que possuem o mesmo número de massa:
5x = 4x+ 8 ==>    x=8  ( lembre-se que você achou o valor de x, que agora tem que ser substituído nas ´fórmulas para saber os números de massa!)

Para o elemento A = 5x = 5.8 = 40 ( Massa atômica )
Para o elemento B= 4x+ 8= 4.8 + 8= 32+8= 40 ( Massa atômica )
Para saber o número atômico de A = 10 + x = 10 + 8 = 18 ( Z )
Para saber o número atômico de B = 11+x = 11+ 8 = 19 ( Z )

6) X é isótopo de 2041Ca e isótono de 1941K. Portanto, o seu número de massa é :

R: Vamos construir o elemento X a partir das informações dadas:

         tem o mesmo número atômico do cálcio:         20 x
      tem  41- 19= 22 nêutrons  porque é isótono do potássio.

Cálculo da Massa atômica = p+ n =>  20 + 22= 42
Logo nosso átomo X tem A= 42  e Z = 20

7)  Isótopos são átomos que apresentam o mesmo número atômico, mas diferentes números de massa. O magnésio possui isótopos de números de massa iguais a 24, 25 e 26. Os isótopos do magnésio possuem números de nêutrons:  (Dado: Mg possui Z = 12)

R: Vamos lembrar que os isótopos tem o mesmo número atômico e diferente número de massa . Essa diferença é por conta de nêutrons, uma vez que o número de prótons não se altera!  

Calculando:
Mg de massa 24 tem: 24-12= 12 nêutrons
Mg de massa 25 tem : 25-12= 13 nêutrons
Mg de massa 26 tem : 26-12= 14 nêutrons.

Dúvidas?
Perguntem, comentem! XQUIMICA responde!

fontes: alunosonline e brasilescola.com.br

segunda-feira, 12 de março de 2018

NÚMERO ATÔMICO - NÚMERO DE MASSA- SEMELHANÇAS ATÔMICAS

ALÔ PESSOAL!
Mais uma vez com as definições básicas!

Vamos pensar na estrutura de um átomo: núcleo e eletrosfera.
No núcleo ficam as partículas positivas, chamadas prótons e as partículas neutras, os nêutrons.
A função dos nêutrons é estabelecer condições para que as cargas positivas não sejam repelidas.
Na eletrosfera ficam os elétrons, partículas praticamente   sem carga, negativas, muito rápidas, que giram em torno do núcleo de acordo com órbitas bem determinadas.
Quando falamos em átomos, falamos de uma entidade neutra. Ou seja, o número de cargas positivas é igual ao número de cargas negativas. Logo número de prótons é igual ao numero de elétrons.

Define-se Número Atômico ( e representa-se por Z )  como o número de prótons de um átomo.
Define-se Massa Atômica ( e representa-se por A ) como a soma de prótons e nêutrons dentro do núcleo.

Graficamente:

 z X A

Lembre que o número de massa sempre fica acima do elemento e o número atômico, abaixo do elemento.
Na Tabela Periódica temos o número atômico em cima, pois ela foi construída com os números atômicos em forma crescente: assim o hidrogênio é Z= 1, hélio Z=2, Lítio Z=3,  e por ai vai.
 Quando temos um íon, a diferença será sempre no número de elétrons, ou seja, a massa e o número atômico do elemento não mudam. Não existe dois elementos diferentes com o mesmo número atômico.
Se tiverem o mesmo número atômico são chamados átomos ISÓTOPOS, ou seja, mesmo elemento químico na composição, com massas diferentes. Oxigênio--O2 --  e Ozônio -O3 - são bons exemplos.
Ambos são elemento Oxigênio, mas um tem massa 32 u ( 2 átomos de oxigênio, cada um com 16 g/ mol)  e outro tem massa 48 u ( 3 átomos de oxigênio com 16 g/ mol cada um )    , o que significa maior número de nêutrons, uma vez que o número de prótons não se altera.
O número atômico do oxigênio é 8. Então Z = 8 = 8 prótons , tanto na molécula de gás oxigênio como na molécula de gás ozônio.
Veja a configuração do carbono e seus isótopos:
Isótopos do Carbono




Agora, imagina que você tem dois átomos com o mesmo número de massa.
Assim como
20Ca40, 19K40, 18Ar40  são elementos diferentes, com números atômicos diferentes, mas com o mesmo número de massa. A = 40
Esses átomos são chamados ISÓBAROS.


Se o número de elétrons for o mesmo - e isso acontece entre átomos e íons- temos os átomos ISOELETRÔNICOS, como abaixo:
Isoeletrônicos onde o íon positivo de sódio tem o mesmo número de elétrons do átomo de neônio.




ISOTÓNOS : átomos com o mesmo número de nêutrons.
Para isso precisamos calcular o número de nêutrons de cada átomo pela diferença entre massa e número atômico ou seja: A - Z = N
Isótonos    fazendo a diferença: 37 - 17 = 20 nêutrons no cloro


40 - 20 = 20 nêutrons no cálcio. Logo tem o mesmo número de nêutrons e são isoeletrônicos.


Quanto aos íons temos:
-ION POSITIVO = átomo que perde elétrons , como Na+1 significa que perdeu 1 elétron.
- ION NEGATIVO = átomo que ganha elétrons , com S -2   significa que ganhou 2 elétrons.


fontes: blog XQUIMICA e alunosonline.com.br



segunda-feira, 26 de fevereiro de 2018

DIAGRAMA DE PAULING - DISTRIBUIÇÃO ELETRÔNICA E SEUS ORBITAIS

ALÔ PESSOAL!
Vamos ao básico, diagrama de Linus Pauling.
Ou distribuição eletrônica.
Ou distribuição dos elétrons por camada e subnível.
Entendeu?


O Diagrama de Pauling, também conhecido como Diagrama de Energia, é a representação da distribuição eletrônica através de subníveis de energia.
Através do esquema, o químico Linus Carl Pauling (1901-1994) sugeriu algo além do que já havia com relação à distribuição de elétrons dos elementos químicos.
Para melhor organizar os átomos, Pauling propôs subníveis de energia. Através deles, seria possível determinar os elétrons do menor aos de maior energia de um átomo no seu estado fundamental.
De acordo com a distribuição eletrônica, a eletrosfera está dividida em 7 camadas eletrônicas (K, L, M, N, O, P e Q) ao redor do núcleo atômico, sendo que cada uma delas permite um número máximo de elétrons, que são 2, 8, 18, 32, 32,18 e 8, respectivamente.
Pauling, então, acrescentou ao processo de distribuição de eletrônica os subníveis, apresentando primeiro o elétron de menor energia até chegar ao elétron de energia maior.

Conceito de orbital:
Região de maior probabilidade de se encontrar o elétron.

Tipos de orbitais:

s - esférico, ao redor do núcleo, tem até 2 elétrons em sua órbita.Representação do orbital s
p- em forma de halteres, tem até 6 elétrons em suas órbitas .
Representação do orbital p
d- mais complexo, tem até 10 elétrons em suas órbitas.

f- bem mais complexo, tem até 14 elétrons em suas órbitas.
Representação dos orbitais d e f

Representação:

s2   p6   d 10  f 14
DIAGRAMA DE PAULING:
Diagrama de Pauling
Exemplo de distribuição eletrônica:
em átomos:
P ( Z = 15)

1s2 2s2 2p6 3s2 3p3       tem  6 elétrons na última camada

em íons:

  O – 2    ( significa que o Oxigênio ganhou 2 elétrons ) Se o número atômico é 8, então tem 8 elétrons no elemento oxigênio.
No íon oxigênio – 2 temos 10 elétrons:
1S2 2S2 2P6
Próxima postagem: Números quânticos !

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quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018

BÓSON DE HIGGS - QUAL SUA IMPORTÂNCIA?

ALÔ PESSOAL!
Agora entrando em um assunto mais específico, que depois de muitas pesquisas e considerações, foi "encontrado" : o bóson de Higgs.
Na realidade essa verificação está ligada ao conceito de Campo de HIGGS, onde o espaço não seria um vazio, sem forças atuantes.
Vamos ao texto da revista  "MUNDO ESTRANHO":


 Qual é a diferença entre você e um raio de luz? “Nenhuma” seria a resposta há 13,7 bilhões de anos, no instante em que o Universo nasceu. Nesse estágio embrionário do Cosmos, a grandeza física a que chamamos massa ainda não existia. Nada tinha peso. A matéria que forma o seu corpo hoje era só uma coleção de partículas subatômicas se movendo à velocidade da luz. E aí é que vem a bênção. Certas partículas, os bósons de Higgs, estavam espalhadas por cada milímetro do Universo. Uma hora elas se uniram e, num processo similar ao vapor d’água se transformando em água líquida, e formaram um “oceano” invisível – o Oceano de Higgs. Para algumas das outras partículas que vagavam por aí não fez diferença, caso dos fótons, que passavam (e ainda passam) batidos por esse oceano. Para outras, fez toda. Caso dos quarks (as que formam basicamente todo o seu corpo). Do ponto de vista delas, o Oceano de Higgs era (e ainda é) como um óleo denso. E à força que os quarks fazem para atravessar esse óleo nós damos o nome de massa. Em suma: sem os bósons de Higgs, a matéria não existiria – já que “matéria” é tudo o que tem massa. E você seria algo tão sem substância quanto uma onda de rádio.
Essa é a teoria de Peter Higgs. Uma teoria complexa, com pinta de ficção científica, mas que saiu do papel! ( SUPER)

BÓSON DE HIGGS


É uma partícula subatômica que os físicos acreditam ser responsável por dar massa às demais. Sabe todo aquele papo de prótons e nêutrons que você aprende no colégio? Isso era tudo que se sabia sobre o mundo subatômico até mais ou menos 1930. De lá pra cá, os cientistas formulam teorias para entender melhor como as partículas subatômicas formam os átomos, a matéria e as forças que agem sobre ela. A principal dessas teorias é conhecida como Modelo Padrão e a descoberta do bóson serviu para comprová-la. A comprovação dessa partícula vinha sendo perseguida desde 1964, até que, em 2012, finalmente um experimento atestou (com 99,9999…% de certeza) sua existência. A descoberta foi importante, porque a confirmação de um modelo hipotético abre novos horizontes para compreender o funcionamento do Universo e até a existência de novas partículas. Porém isso é só o começo, pois o Modelo Padrão só explica 4,6% do conteúdo do Universo.
Após o Big Bang, parte da energia irradiada se congelou, formando um éter que envolve tudo o que há no Universo, chamado de Campo de Higgs. O Campo de Higgs (do qual o bóson é parte) criou uma espécie de viscosidade no vazio do espaço e fez com que as partículas interagissem umas com as outras. Quando o bóson passa por entre as outras partículas, ele causa os efeitos de atração e repulsão entre elas. Resultado: as partículas ganham massa. As partículas com afinidades entre si se combinam, formando os ÁTOMOS.
"Sem esse Campo de Higgs as partículas ficariam soltas e não teriam como interargir "Por isso a constatação de que existe o bóson e o campo, tornam possível a explicação da formação do Universo.
A dificuldade em observar o bóson é enorme: ele só aparece em níveis de energia realmente altos e se transforma em outras partículas muito rapidamente. Por isso foi preciso construir o LHC (Grande Colisor de Hádrons). Cientistas mediram os níveis de energia e interação entre as partículas após a colisão e compararam com as hipóteses já formuladas – os resultados bateram.
 O que ele comprova Segundo o Modelo Padrão, o Universo é formado por 17 partículas básicas: o bóson, 6 quarks, 6 léptons e 4 partículas mediadoras.

As partículas mediadoras:

São responsáveis pela transmissão de força entre dois corpos. Os glúons transmitem a força nuclear forte, os fótons a força eletromagnética, os Bósons W e Z a força nuclear fraca e os grávitons a força gravitacional. O gráviton ainda vai demorar para ser observado. Sua força gravitacional é muito mais fraca do que as outras e isso dificulta a medição
QUARKS:Interagem com todas as quatro forças das partículas mediadoras. São seis: top, bottom, charm, strange, up e down (os dois últimos formam os prótons e os nêutrons)
LÉPTONS:Muito leves, não interagem com a força nuclear forte. São: elétron, múon, tau, neutrino do elétron, neutrino do múon e neutrino do tau.

imagem:http://aprendendoquimicaonline.blogspot.com.br


bóson de Higgs-cds.cern.ch






fontes:Fermi National Accelerator Laboratory, Scientific American, Pesquisa Fapesp

sábado, 17 de fevereiro de 2018

CANAL XQUIMICA- HISTÓRIA DA QUÍMICA PARTE II

ALÔ PESSOAL!!!
Canal XQUIMICA com mais um vídeo contando a história de quem fez a química!
Personagens e obras!












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terça-feira, 6 de fevereiro de 2018

CANAL XQUIMICA- A HISTÓRIA DA QUÍMICA - PARTE 1

ALÔ PESSOAL!
Mais um vídeo para que vocês se rendam ao sucesso da QUÍMICA!

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