quinta-feira, 26 de maio de 2011

O MUNDO DAS SACOLAS PLÁSTICAS

ALÔ PESSOAL!!!!!!!
Hoje vamos de sacolas plásticas.
Voces devem ter ouvido que até janeiro de 2012 , as sacolas plásticas devem ser banidas do comércio paulista, e exemplo de outras cidades.
Claro que, como em toda boa discussão, há os prós e contra .
De um lado , os ambientalistas que sabem que os plásticos tem mais de 100 anos para degradar-se.
Do outro lado, a facilidade com que são transportados alimentos e acondicionados os mais diversos tipos de lixo.
mas alguém já se perguntou o que era a vida antes das sacolas plásticas?
Havia mercados, padarias, açougues, e todo mundo ia com sua sacolinha fazer compras.
E o lixo era acondicionado em latões, que os lixeiros esvaziavam nos dias determinados.
O número de pessoas era bem menor e a a produção de lixo não tinha esses números estratosféricos de hoje.
No mundo das sacolas plásticas existem 4 tipos de plásticos utilizados:
-reciclado: fabricado com plásticos usados e descartados. A maioriados sacos pretos de lixo são desse material.
-pástico de cana- o "plástico verde" feito de cana-de-açúcar, foi desenvolvido no Brasil pela petroquímica Braskem. Embora a matéria prima seja renovável- ajuda a absorver o carbono da atmosfera no processo de produção - leva o mesmo tempo para se decompor do qlue o plástico feito de petróleo.
biodegradável ou bioplástico- feito com materia prima renovável, como milho e mandioca, decompõe-se na natureza mais rapidamente.Em até 6 meses esse tipo de plástico é decomposto. Outra vantagem da matéria prima de origem vegetal é a substituição do petróleo, que produz mais gases de efeito estufa em sua extração e no seu refino .
oxibodegradável- bastante difundido no comércio brasileiro é feito de petróleo e recebe um aditivo químico que acelera o processo de degradação das moléculas: o plástico pode se desfazer em 18 meses.Mas as substancias permanecem na água e no solo.
(foto:http://eco4planet.uol.com.br) fonte: Estado de São PAulo, 22/ maio/2011

segunda-feira, 23 de maio de 2011

TENSOATIVOS

ALÔ PESSOAL!!!!!!!
Ficou faltando falar dos tensoativos, que entra na formulação do Lysoform e na composição dos detergentes:
Então vamos a eles:
Os tensoativos são responsáveis pela característica mais importante e desejada em um detergente, a capacidade de remoção das sujidades. Este fato é possível devido a sua estrutura, que possui uma parte hidrofílica( gosta de água) e uma parte hidrofóbica( não gosta de água ). Eles reduzem a tensão superficial da água, permitindo que a sujeira possa ser removida facilmente através da formação de micelas.Numa micela, a extremidade apolar do tensoativo fica voltada para o centro, interagindo com o óleo (ou substâncias hidrofóbicas) enquanto a extremidade polar para fora (interagindo com a água).As micelas são estruturas geralmente esféricas, de natureza coloidal, formadas de tal modo que as partes não polares do detergente se orientam para o interior da mesma, criando assim, uma superfície iônica. Podemos dizer que as soluções de tensoativos formam sistemas dinâmicos onde as micelas estão continuamente sendo formadas e destruídas. Essa característica das soluções de detergentes é importante para o processo de remoção das sujidades, que envolve o deslocamento das partículas de sujeiras de natureza lipofílica( gosta de gorduras) para o interior das micelas e a estabilização das mesmas de modo a mantê-las em suspensão, evitando que a sujeira volte a depositar-se sobre a superfície que está sendo limpa.Os tensoativos são divididos em aniônicos, catiônicos, anfóteros e não iônicos.A associação de alguns deles pode, além de outras coisas, melhorar o poder de limpeza do detergente e diminuir sua irritabilidade, ou seja, aumentar sua suavidade.
De um modo geral, na grande maioria dos casos, podemos dizer que um tensoativo apresenta ao mesmo tempo características de agente molhante, de agente emulsionante, de detergente e de espumante. Entretanto, uma destas características é sempre mais marcante em um determinado tensoativo do que as demais. É esta característica dominante que determina a sua classificação como detergente, emulsionante, etc., conforme o caso.
Tensoativo catiônico:
- Aminas Oxidas
Em meio ácido, adquirem características catiônicas mais acentuadas, podendo apresentar incompatibilidades com alguns tensoativos aniônicos. Em pH neutro ou alcalino são totalmente compatíveis com os aniônicos.Proporcionam efeitos como aumento de viscosidade, condicionamento e efeito antiestático. Estes variam em função da cadeia utilizada. Normalmente, as cadeias C12-C14 influenciam na espuma e enquanto a C16-C18 proporcionam emoliência e condicionamento.(fonte:http://www.freedom.inf.br)
A QUIMICA EXPLICA TUDO!

COMPOSIÇÃO DO LYSOFORM













  1. ALÔ PESSOAL!!!!!!!!

Tudo bem?


Semana passada uma aluna me perguntou de que era feito o "Lysoform" !Bem quem pergunta quer resposta, não?


Assim fui atrás do frasco e li os componentes: um deles é a fórmula aí em cima: cloreto de cocobenzilalquildimetilamônio!




E o que que é isso???????
É o mais conhecido, e de uso difundido, como germicida, dos quaternários de amônio, está inscrito em quase todas as farmacopéias e corresponde á notação química genérica "CLORETOS DE ALQUIL DIMETIL BENZIL AMÔNIO".O CLORETO DE BENZALCÔNIO, geralmente assim mencionado, é obtido a partir de ácidos graxos do óleo de coco de alta pureza, a fim de seguir as rígidas especificações da farmacopéia internacional, representando o radical ALQUIL a mistura de C8 H17 até C18 H37, .


No óleo de coco estes ácidos graxos se apresentam em uma proporção constante, e o radical ALQUIL corresponde à mistura contendo aproximadamente 67 % C12, 25 % C14, 7% C16 e 1% DE C8 + C10 + C18. O coeficiente fenólico do Cloreto de Benzalcônio das farmacopéias é STAPHILOCOCCUS AUREOS, 275 e SALMONELA TYPHOSA, 250.Com o advento da tecnologia moderna, foi possível destilar e separar os ácidos graxos do óleo de coco e enriquecer a mistura com a maior percentagem de C14, este reconhecidamente como o de maior ação germicida e resistência à água dura.

APLICAÇÕES
É usado nas preparações de uso tópico na industria farmacêutica, veterinária e cosmética. Como bactericida, é um Ingrediente ativo nas formulações de detergentes - desinfetantes, desinfetantes domésticos e hospitalares, bem como no tratamento de água de piscinas e torres de resfriamento
. ( fonte e foto:http://www.hesterquimica.com.br)
Além dessa substancia tem tensoativo catiônico, sequestrante, alcalinizante e conservante.
Mas essa é uma história que fica para uma outra vez!

quinta-feira, 19 de maio de 2011

AMIDO E CELULOSE














1.amido----------------------------------------------------------- 2.celulose

ALÔ PESSOAL!!!!!!
Fim de trimestre é uma correria!!!!!!!! Notas voando para todos os lugares...

Mas, enfim, posso voltar ao que gosto de fazer: mostrar a química!

Houve uma dúvida sobre celulose e amido.

Vamos esclarecer:

Os carboidratos tem fórmula empírica CH2O .Eles incluem os amidos, a celulose e os açúcares os carboidaratos tem muitos grupos OH e podem ser considerados álcoois.

A presença desse grupo OH permite que els formem numerosas ligações hidrogenio uns com outros e com a água.

Os polissacarídeos são polímeros da glicose: eles incluem o amido - que podemos digerir- e acelulose, que não podemos.- ingerimos celulose, mas não digerimos.

O amido tem dois componentes a amilose e a amilopectina. A amilose, que corresponde a 20% a 25% da maior parte dos amidos é uma grande cadeia de glicose, com milharess de unidades.

A amilopectina também é formada por cadeias de glicose, mas as cadeias são ramificadas e as moléculas muito maiores.

A celulose é o material estrutural das plantas. Ela é um polímero que utiliza o mesmo monômero ( glicose) que o amido, mas as ligações são diferentes e as cadeias de celulose foramam cordões chatos , como fitas.As ligações de hidrogenio desta fita formam uma estrutura rígida que não podemos digerir. A celulose é a substancia organica mais abundante no mundo e bilhões de toneladas são produzidas por fotossíntese.

Na pesquisa por combustiveis alternativos utilizam-se enzimas para quebrar a celulose de residuos de biomassa, transformando-a em glicose que é fermentada para produzir etanol.

( fonte: Principios da Quimica - P. Atkins e L. Jones)

( fotos : wikipédia)

RESUMO DA NOSSA HISTÓRIA:

Tanto o amido como a celulose são provenientes da glicose!

sábado, 14 de maio de 2011

COQUE



ALÔ PESSOAL!!!!!!



Passei a "maior vergonha" na aula ,sexta feira 13! Uma aluna me perguntou o que era "coque" e me deu um " branco" total!!!!!!!!!! Fiquei com a consciência pesada e resolvi colocar um post sobre isso!

O coque é um tipo de combustível derivado do carvão betuminoso e é obtido pelo aquecimento da hulha (ou carvão betuminoso), sem combustão, num recipiente fechado. Pode ser utilizado na produção de ferro gusa (alto forno), sendo adicionado junto com a carga metalica.

O coque é obtido pelo processo de “coqueificação”, que consiste, em princípio, no aquecimento do carvão mineral a altas temperaturas, em câmaras hermeticamente fechadas, (exceto para saída de gases). No aquecimento às temperaturas de coqueificação e na ausência de ar, as moléculas orgânicas complexas que constituem o carvão mineral se dividem, produzindo gases e compostos orgânicos sólidos e líquidos de baixo peso molecular e um resíduo carbonáceo relativamente não volátil. Este resíduo resultante é o “coque”, que se apresenta como uma substância porosa, celular, heterogênea, sob os pontos de vista químico e físico. A qualidade do coque depende muito do carvão mineral do qual se origina, principalmente do seu teor de impurezas.
Trata-se de um processo químico, na medida em que envolve quebra de moléculas, cujas principais etapas são:
Perda de umidade: ocorre a temperaturas entre 100 °C e 120 °C e caracteriza-se pela liberação da umidade presente no carvão;
Desvolatização primária: é o primeiro estágio da coqueificação propriamente dita e ocorre entre temperaturas da ordem de 350 °C a 550 °C, com a liberação de hidrocarbonetos pesados e alcatrão;
Fluidez: ocorre entre 450 °C e 600 °C, quando o material se torna fluido e pastoso, devido ao rompimento das pontes de oxigênio presentes em sua estrutura química;
Inchamento: etapa que ocorre paralelamente à fluidez devido à pressão dos gases difundindo-se na estrutura de microporos do carvão. Assim sendo, a intensidade do inchamento será função da velocidade de liberação destes, através da massa fluida. É uma fase de grande importância, na medida em que deve ser devidamente controlada para evitar-se danos aos equipamentos da coqueria;
Resolidificação: ocorre em temperaturas próximas de 700 °C, formando o semi-coque. Determina em grande parte a qualidade do coque, uma vez que uma resolidificação sem formação de fissuras originará um produto de elevada resistência mecânica;
Desvolatização secundária: última fase do processo, ocorre na faixa situada entre 850 °C e 1300 °C com eliminação sobretudo de hidrogênio.
Como eu pude esquecer de alguma coisa tão química?


Ah! e o tal ferro gusa:


O gusa é o produto imediato da redução do minério de ferro pelo coque ou carvão e calcário num alto forno. O gusa normalmente contém até 5% de carbono, o que faz com que seja um material quebradiço e sem grande uso direto.
Geralmente nos processos industriais, o ferro gusa é considerado como uma liga de ferro e carbono, contendo de 2% a 5% de carbono e outros elementos ditos residuais como por exemplo: silício, manganês, fósforo e enxofre, dentre outros.

quinta-feira, 12 de maio de 2011

LAVAR RECICLÁVEIS?????



ALÔ PESSOAL!


Todos sabemos que a reciclagem é mais do que necessária nessa época em que vivemos.

Faço isso e sempre dou a "maior força" para quem tem essa atitude. Mas sabem o que me dá uma "angústia" danada? A lavagem dos recicláveis como latas, garrafas, vidros...Fico pensando na quantidade de água potável, que vai ralo abaixo, e na necessidade que temos de preservar essa água.

Mas lendo esse artigo de Lydia Cintra para a Super, começo a pensar diferente:


A maior parte das embalagens que usamos em casa, como uma garrafa de suco ou uma lata de creme de leite, acumula restos orgânicos. Essas sobras precisam ser retiradas antes do descarte. É importante que as embalagens estejam limpas, inclusive, para evitar mau cheiro e proliferação de insetos. Mas aí você pode questionar que, para lavar essas embalagens, há gasto de água – e, portanto, desperdício. Alguns argumentos mostram que não é bem assim.
A vazão de uma torneira é de aproximadamente 9 litros por minuto. Isso quer dizer que, se você ficar 2 minutos com a torneira aberta lavando os recicláveis, poderá gastar cerca de 20 litros. É bastante? Sim. Se você bebe 2 litros de água por dia, por exemplo, essa é a quantidade consumida ao longo de quase dez dias. Porém, a lógica se inverte se você decidir que deve abrir mão de lavar a embalagem reciclável para economizar água e tascá-la no lixo comum. Por quê?
Primeiro: ela vai ocupar um espaço que já está no limite. No Brasil, espaços destinados a aterros pedem socorro. Segundo a última Pesquisa Nacional de Saneamento Básico do IBGE, 50,8% dos municípios brasileiros destinam seus resíduos de forma incorreta em lixões – que devem deixar de existir no Brasil até 2015, de acordo com a Política Nacional dos Resíduos Sólidos (PNRS). A mudança desse quadro de esgotamento dos locais que recebem o lixo é estrutural e urgente, mas parte da solução também está na forma como consumimos. Quanto menos lixos nesses lugares, melhor.
Segundo: A água é um recurso natural consumido em todas as etapas da cadeia de produção de embalagens, que inclui extração de matéria-prima, desenvolvimento do produto, fabricação, transporte, distribuição, compra e uso pelo consumidor final. Por isso, a quantidade de água gasta para lavar a embalagem e descartá-la corretamente é bem menor do que a utilizada no seu processo de fabricação.
Terceiro: para cada embalagem que não é reciclada nem reutilizada, outra nova entra no mercado. Lançar no lixo comum objetos que podem ser reciclados é colocá-los na natureza sem direito a uma segunda chance de uso. Pior ainda quando sabemos que artigos como latas de alumínio demoram até 500 anos para se decompor e sacos e copos plásticos até 450 anos. Tempo demais!
E agora? Os argumentos são válidos, mas não vamos forçar a barra: lavar sim, mas com cuidado!

segunda-feira, 9 de maio de 2011

TINTA INVISÍVEL





ALÔ PESSOAL!!!!!!!


Aproveito o espaço para agradecer à revista Máxima, edição de maio, que publicou algumas dicas sobre o uso do papel alumínio,matéria da qual fiz parte.Obrigada pela possibilidade da parceria!


Agora vamos à tinta invisível: Pegue uma folha de papel branco e escreva com um pincel molhado em suco de limão.


Antes que seque totalmente, pinte tudo com iodo. O pael ficará meio arroxeado, mas o lugar onde estão escritas as letras não ficam e as palavras aparecem!


Que houve?
A vitamina C (- presente no limão- ) é uma molécula polar com quatro hidroxilas (OH), sendo que duas delas na posição C=C podem interagir entre si por ligações de hidrogênio, resultando
num aumento de acidez da vitamina C, que apresenta uma boa solubilidade em água.Quando o ácido ascórbico, ou vitamina C - entra em contato com o iodo há uma reação:C6 H8O6 + I2--> C6H6O6 + 2 HI , onde o iodo molecular é transformado em íon iodo.


Na presença de ácido, o iodo fica incolor e essa é a grande jogada da tinta!Também existe a possibilidade de escrever com leite, deixar secar, e depois passar o papel com ferro: as letras escritas com o leite ficam marrons!


Vai dizer que química não é o máximo!!!!!!!!


(foto-chc.cienciahoje.uol.com.br)



quarta-feira, 4 de maio de 2011

ROLHAS DE CORTIÇA

ALÔ PESSOAL!!!!!!!!
Hoje recebi uma pergunta bem interessante: o que tem de química em uma rolha de cortiça?
Bem, olhando a rolha aí do lado, fica difícil imaginar, mas que tem química isso tem!
Primeiro vamos ver de onde ela vem: Portugal é o maior produtor mundial de rolhas de cortiça, isso porque é lá que estão as árvores de onde elas são retiradas.
Essa árvore chama-se sobreiro:
A cortiça é um produto 100% natural, totalmente renovável, extraída da casca do sobreiro - Quercus Suber L -, uma árvore singular cujo habitat natural é a bacia Ocidental do Mediterrâneo. O sobreiro constitui a base de um sistema ecológico único no mundo, contribuindo para a sobrevivência de muitas espécies de fauna e flora e para a prevenção da desertificação de zonas sensíveis, sendo fundamental no meio ambiente. Entre as várias características que distinguem o sobreiro das restantes árvores da sua espécie, sobressai a capacidade de se regenerar naturalmente após cada extração da sua casca, a cortiça. Um sobreiro apresenta um tempo de vida entre os 170 e os 200 anos de idade, podendo durante este período ser descortiçado cerca de 15 a 18 vezes.
Então agora que já se sabe de onde vem a cortiça vamos à sua composição química:

O segredo do desempenho da matéria-prima cortiça está na sua estrutura celular. O interior da cortiça é composto por uma colmeia de pequenas células de suberina, um ácido complexo, preenchidas com uma mistura gasosa quase idêntica à do ar. Cada centímetro cúbico de cortiça contém, em média, 40 milhões de células, existindo numa rolha de cortiça cerca de 800 milhões de células.
Composição química da cortiça:
suberina (45%) - principal componente das paredes das células, responsável pela elasticidade da cortiça;
lenhina (27%) - composto isolante;
polissacáridos (12%) - componentes das paredes das células que ajudam a definir a textura da cortiça;
taninos (6%) - compostos polifenólicos responsáveis pela cor;
ceróides (5%) - compostos hidrofóbicos que asseguram a impermeabilidade da cortiça.
Haja química!!!!!!
(f0t0:cogir.blogspot.com) (pesquisa: www.amorim.com)

segunda-feira, 2 de maio de 2011

RECURSOS RENOVÁVEIS E NÃO RENOVÁVEIS




ALÔ PESSOAL!!!!!!!


Como vai a vida?



E esse tempinho? Bem outono!



Bom, falar de reciclagem já virou um "cult". Agora, precisamos entender qual a função dessa reciclagem, por que ela deve existir.



E isso tem a ver com os recursos naturais.



Tudo o que o mundo oferece como água, ar, solo, ventos, florestas, animais são recursos naturais

Mas à medida em que vão sendo utilizados, esses recursos diminuem de uma forma que não conseguem ser repostos na mesma velocidade do consumo humano

Mesmo a água, que tem um ciclo infinito ( evapora, condensa ) não está sobrando, aliás, falta água tratada em todo o planeta.

Veja a diferença: água tem , mas para os humanos, precisa ser potável , passar por processos de purificação. Só que a velocidade de consumo é maior .

Os minerais,o petróleo, o gás natural, o carvão, levam milhares de anos para se formarem.

Podemos dizer que são recursos não renováveis, pelo menos, em centenas de anos.

Já radiação solar, ondas do mar, ventos, hidroeletricidade, a biomassa e a energia geotérmica são exemplos de recursos naturais renováveis.

Agora imagine a quantidade de espécies que estão em extinção: deveriam ser recursos naturais renováveis, mas com rapidez com que estão sendo dizimadas, entram em estad ode alerta.

O mesmo ocorre com florestas nativas e outros.

Assim a necessidade de reciclagem existe para tentar dar uma chance ao meio ambiente de se renovar, reconstruir os biomas, antes do alerta final.

Toda vez que se lembrar disso e agir no sentido da preservação, estará aumentando sua chance de sobreviver.
(foto:simaobotica.blogspot.com)

quarta-feira, 27 de abril de 2011

LIXO EM BARCELONA



ALÔ PESSOAL!!!!!!!
Esse video é muito bom!!!!!!Mostra como a civilização existe, as possibilidades são reais e como poderia ser o mundo se o dinheiro e a ganância não mandassem na maioria das pessoas...Olha, dá até uma inveja ...

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