segunda-feira, 25 de junho de 2018

CRUZADA QUÍMICA - DESAFIO!

ALÔ PESSOAL!!
vamos tentar resolver essa cruzada?
onde tem os números não são escritas letras!


NA PRÓXIMA POSTAGEM TEM A SOLUÇÃO!!!!

segunda-feira, 18 de junho de 2018

OLIVINAS - PEDRAS QUE JORRAM DO KILAUEA

ALÔ PESSOAL!




O vulcão Kilauea, no Havaí, fez estragos nesse último mês e agora "cospe" pedras consideradas  preciosas- as olivinas.


O vulcão
A erupção do Kilauea tem preocupado moradores da ilha. Desde o início da erupção, há mais de um mês, o fenômeno já destruiu 600 casa e deslocou mais de 2,5 mil pessoas.
Além disso, a erupção evaporou um lago inteiro. Considerado o maior lago de água doce, o Green Lake evaporou em menos de duas horas após ser atingido pela lava quente.









Em erupção desde a primeira semana de maio, o vulcão Kilauea, no Havaí, não trouxe apenas devastação para a região, mas também um “presente” curioso. Considerado o maior desastre recente na área, ele passou a expelir, além de lava, jóias.
As pedras transparentes, de tom verde oliva, são olivinas — um dos minerais mais comuns e conhecidos. A existência delas não se restringe ao fundo da cratera, ocorrendo também na Lua e até em Marte.
Moradores da região que não foram afetados pela lava passaram a encontrar as pedras nos arredores e fizeram registros em redes sociais.
Apesar de ser tratada por jóia, a olivina possui um valor baixo de venda: uma pedrinha pode custar R$ 20.
Olivina é um grupo de minerais da família dos nesossilicatos cujos membros são constituídos por silicatos de magnésio e ferro, com fórmula química (Mg,Fe)2SiO4, formando uma solução sólida em que a razão Fe/Mg varia entre dois extremos constituídos pela forsterite (Mg2SiO4) e a faialite (Fe2SiO4). Este mineral dá ainda o nome a um grupo de minerais com estrutura semelhante (o grupo da olivina) que inclui os minerais monticellite e kirschsteinite. Os minerais do grupo da olivina cristalizam no sistema ortorrômbico, e são nesossilicatos.
É um dos minerais mais comuns na Terra, tendo também sido encontrada em rochas lunares, em meteoritos e inclusive em rochas de Marte.
A olivina apresenta-se geralmente com cor verde-oliva (daí o seu nome) ou amarelo-claro, apesar de poder apresentar uma cor avermelhada devido à oxidação do ferro.
A sua dureza é igual a 6.5-7, com peso específico 3.27-3.37 e aspecto vítreo.
 Pensa-se que a cor verde seja devida à presença de pequenas quantidades de níquel. A forma das olivinas é normalmente granular e maciço.
A olivina transparente é por vezes usada como gema em joalheria, sendo geralmente designada como peridoto ou, por vezes, crisólito. As melhores amostras de olivina de qualidade gemológica têm sido obtidas de um jazigo constituído por rochas do manto, na ilha Zabargad, no Mar Vermelho.
A olivina ocorre em rochas ígneas  e ainda como mineral primário em algumas rochas metamórficas pois cristaliza a partir de magma rico em magnésio e pobre em sílica.
Abaixo, olivina, antes e depois de lapidada.






fontes: https://www.geocaching.com
Wikipédia
Yahoo https://br.yahoo.com


quarta-feira, 13 de junho de 2018

SERÁ QUE OS NOVOS ELEMENTOS ADICIONADOS NA TABELA PERIÓDICA FICAM ?

OLÁ PESSOAL!


Em uma recente postagem de maio de 2018 a revista Nature fala sobre o fato dos novos elementos adicionados à tabela Periódica.


" Quatro novos elementos foram adicionados em 2015 com grande alarde - mas alguns pesquisadores reclamam que o anúncio foi prematuro.
O clima no Castelo de Bäckaskog, no sul da Suécia, deveria ter sido otimista quando químicos e físicos se reuniram para um simpósio em maio de 2016. O encontro, patrocinado pela Fundação Nobel, ofereceu aos pesquisadores uma chance de fazer um balanço dos esforços globais para investigar os limites do nuclear. ciência e celebrar quatro novos elementos que haviam acrescentado à tabela periódica alguns meses antes. Os nomes dos elementos deveriam ser anunciados em poucos dias, uma grande honra para os pesquisadores e países responsáveis ​​pelas descobertas.
Embora muitos participantes da reunião tenham ficado entusiasmados com o desenvolvimento de seu campo - e as manchetes que estava gerando -, um número significativo estava preocupado. Eles temiam que houvesse falhas no processo de avaliação de alegações sobre novos elementos e estavam preocupados com o fato de que as resenhas das recentes descobertas tivessem sido insuficientes.
Alguns achavam que não havia provas suficientes para justificar a consagração dos elementos mais polêmicos, números 115 e 117. A integridade científica da tabela periódica estava em jogo.
No final da reunião, um cientista pediu que os participantes indicassem se deveriam ou não anunciar os nomes dos elementos conforme planejado. A questão expôs a profundidade de preocupação entre a multidão. A maioria dos pesquisadores votou pelo adiamento do anúncio, diz Walter Loveland, químico nuclear da Universidade do Estado de Oregon, em Corvallis. E isso desencadeou uma reação notável de alguns cientistas russos que lideraram esforços que resultaram em três dos elementos. "Eles apenas pisaram os pés e saíram", diz Loveland.
"Eu nunca vi isso em uma reunião científica."
Apesar das preocupações, os nomes dos elementos foram anunciados logo depois. Nihônio (número atômico 113), moscovium (115), tennessine (117) e oganesson (118) juntaram os 114 elementos previamente descobertos como adições permanentes à tabela periódica.
Quase 150 anos após Dmitri Mendeleev ter sonhado com essa estrutura organizacional, a sétima linha da tabela estava oficialmente completa.
No entanto, o modo como os eventos se desenrolaram perturbou profundamente alguns pesquisadores. Claes Fahlander, físico nuclear da Universidade de Lund, na Suécia, espera que os resultados experimentais apoiem ​​as reivindicações por moscovium e tennessine. No entanto, ele afirma que foi "prematuro" aprovar os elementos. "Somos cientistas", diz ele.
"Não acreditamos - queremos ver provas".
Enquanto o mundo se prepara para celebrar o Ano Internacional da Mesa Periódica em 2019, o debate sobre as quatro adições forçou reformas no processo de verificação de outros novos elementos no futuro. E a controvérsia lançou uma nuvem de incerteza sobre a linha inferior dos elementos: é possível que os órgãos diretivos da mesa reavaliem algumas das mais recentes descobertas.
Como se cria um novo elemento químico:


maiores informações:
 

O 4° ELEMENTO DA TABELA PERIÓDICA A TER PROPRIEDADES MAGNÉTICAS - Ru

ALÔ PESSOAL!
Química sempre com novidades:
Leiam:




Um experimento realizado na Universidade de Minnesota nos Estados Unidos resultou na descoberta de um novo elemento magnético. A pesquisa comprovou que o rutênio (Ru) é o quarto elemento da tabela periódica a ter propriedades magnéticas em temperatura ambiente.
Um elemento como este pode colaborar para várias funções na sociedade, como a melhoria de sensores, dispositivos relacionados à memória de computadores e, claro, materiais magnéticos. Até o momento, apenas três elementos tinham esta capacidade: ferro, cobalto e o níquel. Outro, o gadolínio, também tem essa capacidade, mas não em temperatura ambiente. Aos 8ºC, o elemento já passa a não ter mais esta propriedade.
Atualmente, estes elementos são constantemente usados para a indústria de eletrônicos, sobretudo para funções relacionadas a eletromagnetismo — ou seja, a capacidade de criar correntes elétricas a partir da variação do campo magnético, por indução. Na indústria, são utilizados para aplicações como sensores, motores elétricos, geradores, HDs e, mais recentemente, memórias spintrônicas. Contudo, a grande colaboração do material se mantém para produção de novas tecnologias para armazenamento de dados.
"O magnetismo é sempre incrível. Ele se prova incrível novamente. Estamos empolgados e agradecidos por ser o primeiro grupo a demonstrar experimentalmente e adicionar o quarto elemento ferromagnético à temperatura ambiente à tabela periódica", disse Robert F. Hartmann, professor de eletricidade da Universidade de Minnesota. Ele é supervisor do projeto encabeçado pelo Ph.D Patrick Quatermann, da National Research Council (NRC).
A busca por novos elementos magnéticos é uma demanda da indústria de eletrônicos, que vê nas matérias-primas tradicionais como o ferro uma limitação para o desenvolvimento de novos aparelhos. A descoberta desta propriedade do rutênio abre um leque de novos caminhos para estudos relacionados a armazenamentos de dados.


fonte:https://canaltech.com.br



cristal de rutênio de alta pureza ( Wikipédia)


elemento químico de símbolo Ru de número atômico 44 (44 prótons e 44 elétrons) e de massa atómica igual a 101 u.m.a. À temperatura ambiente, o rutênio encontra-se no estado sólido. É um elemento do grupo do ferro (8 ou 8b) da classificação periódica dos elementos. É um metal de transição, pouco abundante, encontrado normalmente em minas de platina. É empregado como catalisador e em ligas metálicas de alta resistência com platina ou paládio. O rutênio foi descoberto por Karl Klaus em 1844.

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