segunda-feira, 4 de julho de 2016

BUBBLE GUM OU CHICLETES - COMO SE FAZ ??

ALÔ PESSOAL!
Que tal dar uma olhada nesse vídeo e saber como se faz o chiclete que você insiste em mascar na aula?
Vamos lá:


















GRAFENO- OBTENÇÃO E USOS

ALÔ PESSOAL!
Em mais uma postagem, novidades para o vestibular: grafeno e sua obtenção.








Esse vídeo mostra como é obtido o grafeno.
Agora vamos às suas aplicações, sempre surpreendentes:
O grafeno é visto por muita gente como uma das maiores invenções científicas dos últimos tempos.
Trata-se de um material muito leve, fino, transparente e mais resistente do que o aço — além disso, ele é um excelente condutor de calor e eletricidade, o que o torna perfeito para a fabricação de semicondutores (ou seja, chips para eletrônicos).
 Não é à toa que cientistas preveem a substituição do silício por grafeno em um futuro próximo.
O que você provavelmente não sabe é o quão difícil é produzir grafeno em um laboratório. Assistindo ao vídeo abaixo (uma cortesia do canal Science Channel), você pode ter uma breve ideia sobre como funciona esse processo tão trabalhoso. Primeiramente, uma folha de cobre (protegida por uma cápsula) é trancada dentro de uma fornalha, e gás argônio é utilizado para retirar todo o oxigênio do recipiente.
Isso causa uma reação que deposita grafeno sobre o cobre.
 A folha recebe algumas gotas de plástico líquido e é posicionada em uma máquina capaz de girar a 3 mil rotações por minuto (com isso, o plástico se espalha pelo cobre e seca com agilidade).
 Agora é preciso separar o plástico com grafeno da folha metálica, aplicando o “sanduíche” na água com a ajuda de pinças elétricas (que criam bolhas no líquido para que o grafeno flutue).
Como se não fosse o suficiente, o material passa por uma série de soluções químicas que garantem a sua pureza antes de ser separado do plástico.
 O processo para aplicar o grafeno em um chip é igualmente complexo, envolvendo a proteção dos circuitos com ouro e a aplicação de outro gás para eliminar o excesso. O ouro, no fim das contas, é descartado, deixando somente o grafeno colado aos circuitos para transmitir eletricidade.
( percebe a complexidade do processo?)
fonte: http://www.tecmundo.com.br


segunda-feira, 20 de junho de 2016

A QUÍMICA DO CHAMPANHE

ALÔ PESSOAL!!
Que tal saber a química do champanhe?


Afinal, como é uma bebida alcoólica tem suas características.
O que mais encanta no champagne, além do sabor?
Suas bolhas!
imagem:sonoticiaboa.com.br




O componente químico básico para o surgimento das bolhas é o gás carbônico, originado a partir do processo de fermentação. Aliás, se tem algo que distingue o champanhe de outros vinhos é o fato de que ele passa por dois processos de fermentação: o primeiro acontece antes do engarrafamento, enquanto que o segundo ocorre dentro da garrafa. É a segunda fermentação que cria o gás carbônico e o etanol, dando o toque final ao champanhe.
Em média, uma garrafa de 750 gramas de champanhe contém 7,5 gramas de gás carbônico dissolvido. Apesar de parecer pouco, cerca de 5 litros de gás carbônico são liberados caso você deixe a bebida repousar e as bolhas subirem até se esgotarem. A cada 0,1 litro de champanhe, surgem cerca de 20 milhões de bolhas de gás carbônico.


Formação e importância das bolhas


Ao comerem açúcar, as leveduras responsáveis pelo processo de fermentação produzem álcool e liberam gás carbônico, responsável pelas pequenas bolhas da champanhe. Porém, a maior parte das bolhas de uma taça são formadas por causa de impurezas, como minúsculas fibras de celulose que se agarram às taças, vindas do ar ou de toalhas usadas para secá-las.


Essas fibras têm a forma de uma flauta, ou seja, cilindros ocos com uma abertura. Os gás carbônico então atravessa essas minúsculas câmeras e escapa em forma de bolha. No passado, era costume riscar as taças para aumentar o número de bolhas. Hoje, pesquisadores acreditam que os riscos facilitavam a aderência dessas fibras e, por isso, tornava o visual do champanhe mais atraente.
Além de todo o apelo estético, as bolhas também influenciam na degustação da bebida, visto que levam para a superfície da taça alguns compostos do vinho, liberando-os no ar.
Cientistas analisaram e classificaram centenas de compostos como esses. Alguns exemplos são:
  • gama-decatalctona: aroma de frutas, em especial o de pêssego;image:wtt-pro.nist.gov
       metil dihidrojasmonato: aroma doce, frutado ou de flores;
image:wikimedia.org
  • ácido dodecanóico: notas secas e metálicas;
image:quimitube.com
  • ácido decanóico: aroma ácido e torrado;
 image: upload.wikipedia.org


  • dihidrovomifoliol: contribui para o aroma frutado;
image:chemfaces.com
  • etil miristato: aroma doce e um pouco parafinado;
image:structuresearch.merck
  • ácido palmítico: aroma de creme e cera;
image: userscontent2.emaze.com


  • ácido palmitoleico: aroma oleoso e de cera.
image:oleosessencias.org


fontes:http://www.hojeaprendi.com
Wikipédia

terça-feira, 7 de junho de 2016

PROPRIEDADES COLIGATIVAS- TEORIA

ALÔ PESSOAL!!!
Pensando nos exames que vem pela frente, vamos fazer uma revisão de propriedades coligativas.

Propriedades coligativas são as propriedades das soluções que dependem do número de partículas dispersas e independem da natureza das partículas do soluto.
Os efeitos dos solutos nas propriedades físicas da água podem ser vistos em algumas situações comuns , por exemplo, como impedir o congelamento da água dos radiadores de carros em lugares muito frios; por que o açúcar acelera a cicatrização de feridas; por que adicionamos sal à carne a fim de conservá-la.
Os solutos são classificados em iônicos e moleculares.
( Se  você tiver dúvida sobre esse assunto, veja a postagem anterior que fala sobre isso)
 Os solutos iônicos são aqueles que possuem ligações iônicas como por exemplo o sal de cozinha, NaCl. Neste caso há uma dissociação dos íons e os mesmos ficam dispersos na solução.
Já os solutos moleculares possuem ligações covalentes e neste caso não há dissociação, mas as moléculas se dispõem isoladamente na solução. Um exemplo de soluto molecular é o açúcar (sacarose) C12H22O11.


fonte: alunosonline.uol.com.br




As propriedades coligativas se dividem em:

Ebulioscopia ou Ebuliometria

Este fenômeno ocorre por exemplo quando adicionamos açúcar na água do café que estava prestes a entrar em ebulição e ele retarda este ponto de ebulição devido a interação com o solvente. Em outras palavras, a ebulioscopia consiste no aumento da temperatura de ebulição, ou mais especificamente no aumento da variação da temperatura de ebulição devido à presença de partículas de soluto não-voláteis. A fórmula usada para o cálculo é:
ΔTe = Te2 – Te
Onde:
  • Te = temperatura de ebulição da solução
  • Te2 = temperatura de ebulição do solvente
fonte:image.slidesharecdn.com


Tonoscopia ou Tonometria

Este processo pode ser também chamado de tonometria e consiste no abaixamento da pressão máxima de vapor de um solvente quando adicionado um soluto que não evapora.
Vale lembrar que a pressão máxima de vapor ocorre quando as velocidades de condensação e evaporação se tornam iguais e atinge-se um equilíbrio dinâmico. Esse processo ocorre quando adicionamos iodo (soluto não-volátil) à agua (solvente) por exemplo. A fórmula para o cálculo da Tonoscopia é:
Δp = P2 – P
Onde:
  • P = pressão de vapor da solução
  • fonte: image.slidesharecden.com
  • P2 = pressão de vapor do solvente.


Crioscopia

Este fenômeno pode ser também chamado de criometria e é a razão pela qual consegue-se evitar o congelamento da água dos radiadores. Nos países muito frios as pessoas adicionam à água dos radiadores aditivos especiais que elevam o ponto de ebulição da água e também diminuem o seu ponto de solidificação ou congelamento. E quanto maior for a concentração desse aditivo na água, menor será a temperatura de congelamento. A fórmula que permite calcular essa propriedade é:
ΔTc = Tc2 - Tc
Onde:
  • Tc = temperatura de congelamento da solução
  • Tc2 = temperatura de congelamento do solvente
fonte:alunosonline.uol.com.br


Pressão osmótica

Primeiro devemos definir o fenômeno da osmose, que é a passagem de solvente da solução menos concentrada para a mais concentrada através de uma membrana semipermeável. Isso ocorre por exemplo quando deixamos feijão de molho antes do cozimento. Podemos notar que os grãos do feijão ficam inchados. A pressão osmótica é a pressão que deve ser exercida sobre a solução a fim de barrar ou dificultar a passagem de solvente. A equação para seu cálculo é:


π = M.R.T

π .V = n.R.T

Onde:
  • M= molaridade e n = número de mols = m1/Massa Molar
  • R = constante dos gases
  • T= temperatura em Kelvin
    π= pressão osmótica


fonte: 2.bp.blogspot.com



fonte do texto: www.infoescola.com

terça-feira, 31 de maio de 2016

AS DIFERENÇAS ENTRE SUBSTANCIAS MOLECULARES E IÔNICAS

ALÔ PESSOAL!!!
Quando se estuda concentrações, cálculo estequiométrico e propriedades coligativas, saber a diferença de comportamento das substancias moleculares e iônicas é muito importante.


Princípios:
Substancias moleculares
Os arranjos entre moléculas formam substâncias moleculares ou compostos moleculares. Essas substâncias se encontram à temperatura ambiente nos três estados físicos: sólido, líquido e gasoso.
A molécula de água é formada pela ligação entre dois átomos de hidrogênio (H) e um átomo de oxigênio (O). Essa molécula se encontra no estado líquido e é representada pela fórmula H2O:
H ― O ― H
A molécula de metano é formada pela ligação entre um átomo de carbono (C) e quatro átomos de hidrogênio, é representada pela fórmula CH4 (ver figura acima):
A água e o metano são substâncias moleculares, pois são formadas por moléculas. Além dessas, podemos citar como exemplos de substâncias moleculares: o açúcar (estado sólido), o álcool (estado líquido) e os gases em geral (estado gasoso).
Propriedades das substâncias moleculares:
Força intermolecular: a temperatura de ebulição (T.E.) de uma molécula é influenciada pela interação entre seus átomos (forças de atração intermoleculares): quanto mais intensa for a atração entre as moléculas, maior será a temperatura de ebulição.
Tamanho das moléculas: o tamanho de um composto molecular também influencia no seu ponto de ebulição. Quanto maior for a substância maior será sua superfície de contato, devido ao aumento das interações entre as moléculas, consequentemente a temperatura de ebulição irá aumentar.

Soluções moleculares
Soluções moleculares: são aquelas formadas por moléculas dissolvidas. São também chamadas de não eletrolíticas, pois não conduzem corrente elétrica. Por exemplo, se fizermos uma solução de água com açúcar (C12H22O11) , perceberemos (de acordo com a equação abaixo) que não há separação do soluto, portanto, trata-se de uma solução constituída por moléculas dissolvidas, molecular.
solucoes moleculares


Substancias iônicas:
Íons são átomos em desequilíbrio elétrico e apresentam carga positiva ou negativa.
Arranjos entre compostos iônicos formam substâncias iônicas, também chamadas de compostos iônicos. A união entre os íons acontece em consequência das forças de atração eletrostática, elas ocorrem a todo o momento ao nosso redor, onde existem cargas elétricas de sinais opostos se atraindo.
A atração entre os íons produz aglomerados com formas geométricas definidas que recebem o nome de retículos cristalinos. Nesse retículo, cada ânion atrai simultaneamente vários cátions e cada cátion também atrai simultaneamente vários ânions.
O cloreto de sódio (o sal de cozinha) é um exemplo de substância iônica, formada por inúmeros aglomerados iônicos. O arranjo entre os cátions sódio (Na+) e os ânions cloreto (Cl-) se atraem fortemente por terem cargas contrárias, e formam a substância cloreto de sódio, que é um retículo cristalino de formato geométrico cúbico. Os sais e outros grupos de minerais possuem íons que formam compostos iônicos e, consequentemente, substâncias iônicas.
As principais características desses compostos se devem à existência do retículo iônico.
Propriedades das substâncias iônicas:
• Apresentam alto ponto de fusão (PF) e ponto de ebulição (PE).
• São sólidas à temperatura ambiente (25°C) e apresentam forma definida.
• Quebram-se facilmente quando são submetidas a impactos, e produzem faces planas, são, portanto, cristais duros e quebradiços.
• O melhor solvente dessas substâncias é a água.
• Conduzem corrente elétrica no estado líquido (fundido) e quando estão dissolvidas em água. Essa propriedade é devido à existência de íons com liberdade de movimento.

Soluções iônicas:
as soluções capazes de conduzir corrente elétrica são chamadas de soluções eletrolíticas ou soluções iônicas, pois a condutibilidade deve-se à presença de íons no meio.
Esses íons podem ser provenientes de dois processos:
* Dissociação iônica: ocorre quando é dissolvido um composto iônico. Por exemplo, o sal de cozinha (NaCl – cloreto de sódio) é formado por íons sódio (Na+) e cloreto (Cl-), que são unidos por uma ligação iônica, ou seja, eles ligaram-se por uma transferência de elétrons que fez com que os átomos transformassem-se em íons (o sódio perdeu um elétron, ficando com carga +1, e o cloro ganhou um elétron, ficando com carga -1).
Mas quando o cloreto de sódio é adicionado à água, a parte positiva das moléculas de água atrai o Cl-, e a parte negativa da água atrai o Na+, separando-os. Dessa forma, esses íons ficam dispersos na solução.

Dissociação iônica do sal na água
 
* Ionização: Ocorre quando um soluto molecular reage com a água e formam-se íons que não existiam antes no composto.
Por exemplo, o HCl é formado por uma ligação covalente (compartilhamento de um par de elétrons), portanto, é molecular. Mas ao ser colocado na água, ele é separado e forma os íons H+ e Cl-.


Agora que você já sabe a diferença entre cada uma das soluções, imagine a mesma quantidade de soluto que contenha em um frasco, açúcar, e em outro frasco, sal de cozinha.
Como vimos o açúcar não ioniza, mas o sal de cozinha sim. E isso faz muita diferença se você estiver trabalhando com número de mols dissolvidos na solução.
Em uma solução molecular, a quantidade de mol/litro que é colocada no inicio, permanece quando está em solução: 10 mol/ litro de açúcar em água serão 10 mol/ litro de açúcar em solução.
Mas o pensamento é diferente quando se trata de íons.
Quando colocamos 10 mol/ litro de sal de cozinha em água, teremos 20 mol/ litro de sal ionizado, o que aumenta a interação dos íons com a água influenciando as propriedades coligativas e o cálculo estequiométrico.( Na+   +  Cl-   = 2 íons)
Quanto maior o número de íons dissolvidos, em relação à solução molecular, teremos menor pressão de vapor, maior temperatura de ebulição, menor temperatura de congelamento.
Claro, que a quantidade de moléculas, dentro da solução molecular também faz diferença: se no TOTAL, for em quantidade maior, ela será a que provocará os efeitos coligativos.
Tudo depende da quantidade de soluto que está dentro do solvente e da temperatura.


Exemplos de íons dissolvidos:


Soluto
Concentração, mol.L-1
Cada molécula corresponde a
Total de partículas dispersas
NaCl
0,01
2 íons (Na + (sol)) + Cl -(sol))
2 x 0,01 x 6,02x1023
NaCl
0,1
2 íons (Na + (sol)) + Cl -(sol))
2 x 0,1 x 6,02x1023
MgCl2
0,01  
3 íons (Mg 2+ (sol)) +2 Cl -(sol))     
3 x 0,01 x 6,02x1023
MgCl2
0,1
3 íons (Mg 2+(sol)) +2 Cl -(sol))
3 x 0,1 x 6,02x1023


Exemplos de moléculas dissolvidas:


Soluto
Concentração, mol.L-1
Cada molécula corresponde a
Total de partículas dispersas
Glicose
0,01
1 partícula
1 x 0,01 x 6,02x1023
Glicose
0,1
1 partícula
1 x 0,1 x 6,02x1023
Etilenoglicol
0,01
1 partícula
1 x 0,01 x 6,02x1023
Etilenoglicol
0,1
1 partícula
1 x 0,1 x 6,02x1023


fontes: http://educacao.uol.com.
http://infoescola.com.


Pense agora: se você tiver 1 litro com 2,0 mol/ litro de sacarose e 1 litro com 1,0 mol / litro de nitrato de alumínio, qual das duas substancias provocará o maior abaixamento da pressão de vapor?





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