segunda-feira, 27 de julho de 2015

USO DAS NANOPARTÍCULAS NA LIMPEZA AMBIENTAL

ALÔ PESSOAL!!!!
Estamos em clima de novidades!!!
Aqui um texto, da Nature Chemistry, onde mostra como as nanopartículas podem ser usadas para a despoluição ambiental, principalmente água.


NANOPARTÍCULAS E A LIMPEZA AMBIENTAL


A nanotecnologia pode oferecer soluções rápidas e eficazes para a limpeza ambiental. Nisto, copolímeros dibloco anfifílicos ( – copolímeros contém duas ou mais unidades diferentes que se repetem) são usados ​​para desenvolver uma plataforma de nanopartículas fotossensíveis com núcleo e camadas. A irradiação com luz ultravioleta remove a camada protetora responsável pela estabilidade coloidal; como resultado, as nanopartículas são rapidamente e irreversivelmente convertida em agregados macroscópicos. A separação de fases permite que a medição associado a partição de moléculas pequenas entre a fase aquosa e nanopartículas; dados sugerem que as interacções são melhoradas diminuindo a dimensão das partículas. Adsorção em nanopartículas pode ser explorado para remover eficientemente poluentes hidrofóbicos de água e solo contaminado. Preliminares experiências in vivo sugerem que o tratamento com nanopartículas fotocliváveis ​​pode reduzir significativamente a teratogenicidade de bisfenol A, o triclosan e 17α-etinilestradiol, obviamente, sem gerar subprodutos tóxicos. Experiências-piloto em pequena escala sobre águas residuais, papel de impressão térmica e solos contaminados demonstrar a aplicabilidade da abordagem.

A exposição a certos produtos químicos, como bifenilos policlorados , pesticidas e certos compostos desreguladores endócrinos está associada com maior predisposição ao câncer , diabetes , obesidade, infertilidade e outras perturbações endócrinas.  Embora o impacto preciso destes produtos químicos sobre a prevalência de doenças ainda é desconhecida a precaução para minimizar a libertação de produtos químicos no meio ambiente são recomendados . Enquanto prevenção dos resíduos e a gestão adequada dos fluxos de resíduos estariam entre as práticas mais sustentáveis ​​, a alta prevalência de águas e solos contaminados exige o desenvolvimento de novas estratégias para a despoluição.

A nanotecnologia pode oferecer soluções rápidas e eficazes para a limpeza  ambiental.
Por exemplo, membranas nanoestruturadas com poros seletivos pode fornecer formas eficientes de separar solutos da água . Além de filtração, a remoção de contaminantes por sequestro (remediação e adsorção) ou degradação de produtos menos tóxicos (remediação reativa) pode representar uma alternativa eficaz. Os nanomateriais possuem uma grande relação de superfície/volume que favorece a interação com o seu ambiente. Por exemplo, os nanomateriais têm o potencial para adsorver eficazmente moléculas ou catalisar reações químicas na sua interface. Um exemplo importante de um material nanoestruturado capaz de remover contaminantes por sequestro é conhecido como monocamadas auto-montadas em suportes mesoporosos (SAMMS). SAMMS são formados por auto-montagem de surfactantes . A cerâmica mesoporosa tem  alta área de superfície que permite a extração eficiente de metais pesados ​​da parte aquosa e não aquosa. Para descontaminação de solos, suspensões coloidais de nanomateriais anfifílicos são preferidas porque permitem infiltração no sedimento. Em contraste com as micelas de tensioativo, nanopartículas poliméricas são estáveis ​​a todas as concentrações.

. A tecnologia mais avançada  baseando-se na degradação de contaminantes utiliza nanopartículas contendo ferro de valência zero ou magnésio 12. Estas nanopartículas são injetados em solos ou aquíferos; eles podem remediar bifenilas policloradas e outros compostos clorados por redução na interface água-metal. Duas preocupações possivelmente dificultam a aplicação desta tecnologia são a formação de produtos secundários potencialmente tóxicos . Tendo em conta os riscos para a saúde e ecológicos desconhecidos que esta tecnologia possa ter, encontrar meios eficazes para separar o nanomaterial da amostra tratada é de particular importância. Para permitir a separação, o uso de paramagnética Fe3O4 com  nanopartículas de TiO2 . A concha TiO2 atua como fotocatalisador para a degradação de poluentes orgânicos em água; o núcleo Fe3O4 permite a separação magnética da dispersão.
Resumindo:
. As nanopartículas são preparadas por auto-montagem de copolímeros anfifílicos de dibloco; o núcleo hidrofóbico das nanopartículas atua como "armadilha" de moléculas hidrofóbicas, enquanto a coroa hidrofílica estabiliza o sistema. Por irradiação com luz ultravioleta, as nanopartículas mudam a sua camada de estabilização, perder sua estabilidade coloidal e formam agregados macroscópicos. Estes agregados são enriquecidos com o poluente e pode ser facilmente separados (por exemplo, por sedimentação e decantação, centrifugação ou filtração). A irradiação com luz ultravioleta não é necessária para sequestrar o poluente; no entanto, fornece uma clareza na precipitação que permite explorar a estabilidade coloidal e grande área de superfície das nanopartículas em conjunto com a segurança e facilidade de manuseamento de materiais volumosos.


Photocleavable copolymers are used to prepare nanoparticles with inducible precipitation.


 


a) copolímeros fotocliváveis ​​PEG - b - PLA podem ser sintetizados utilizando um ligante fotolábil .
  b ) A clivagem induzida pela luz do polímero em cadeias mais pequenas pode ser seguida por cromatografia de permeação em gel .
 (c ) As nanopartículas podem ser preparadas utilizando diferentes razões de fotoclivável a copolímeros não cliváveis ​​. Por irradiação ultravioleta , estas nanopartículas de núcleo-revestimento perdem a sua coroa de PEG proporcionalmente à concentração do copolímero fotoclivável .
d ) Nanopartículas preparadas com copolímero fotoclivável pode ser rápida e eficientemente precipitada na presença de CaCl2 por irradiação ultravioleta .


texto traduzido pelo XQUIMICA  do original :


 

quinta-feira, 23 de julho de 2015

APLICAÇÃO DA LUMINESCÊNCIA - NOVO CAMINHO PARA DETECÇÃO DO CÂNCER

ALÔ PESSOAL!!
Essa notícia  tirei de um site muito bom:http://phys.org
Tem muita coisa interessante sobre vários assuntos e esse me chamou a atenção por tratar de luminescência .


APLICAÇÃO DA LUMINESCÊNCIA


Na biologia e na medicina, muitas vezes precisamos detectar moléculas biológicas . Por exemplo , no diagnóstico do câncer , os médicos precisam de meios rápidos e confiaveis ​​para saber se as células de tumor estão presentes no corpo do paciente .
Embora existam métodos de detecção , esses muitas vezes requerem uma grande quantidade de tempo, trabalho e dinheiro . Cientistas da EPFL tem utilizado quimicamente a enzima responsável pela luz dos vaga-lume para fazê-lo " farejar " as moléculas biológicas alvo e dar um sinal luminoso. O resultado é um sistema de detecção barato , simples e altamente preciso .
O trabalho, agora parte de uma startup EPFL , é publicado na Nature Communications
O laboratório de Kai Johnsson no EPFL, liderada por Alberto Schena e Rudolf Griss, foram capazes de adicionar uma marca química pequena na enzima luciferase, que produz a luz de vaga-lumes. A etiqueta detecta uma proteína alvo, e a luciferase emite um sinal de luz que pode ser visto com um olho nu.
A equipe tem experiência comprovada neste domínio: em 2014, eles desenvolveram uma molécula de monitorização do fármaco rápida e fácil que levou a formação de uma empresa:  Lucentix.


 “Pensando fora da caixa’, eles contornaram os problemas de engenharia de proteínas completamente: em vez de mudar a luciferase para torná-la sensível para uma proteína-alvo - o que exigiria enorme trabalho - eles simplesmente a conectaram a um tag química pequena.


 A tag age como um interruptor: ele bloqueia luciferase, impedindo-o de produzir luz. Quando a tag detecta sua proteína alvo,ela sai do bloco de lucifarase. Como resultado, a luciferase é livre para acender as luzes, que é o sinal de que o alvo foi encontrado. Em suma, os cientistas criaram uma solução química para um problema biológico.


Essa luz gerada pela luciferase é suficente para ser vista a olho nu.


Esse trabalho mostra como é possivel aplicar a quimica sintetica para criar biossensores sofisticados e que atendam determinadas especificações.
Obs- tradução do texto feita pelo blog XQUIMICA.


 


 

segunda-feira, 20 de julho de 2015

FIBRA DE CARBONO- O FUTURO PRESENTE

ALÔ PESSOAL!!!!
Carbono sempre terá um lugar especial para a química. Cada vez mais encontram-se novas aplicações, novas reações e composições.
Hoje o foco é a fibra de carbono, como é feita e onde é usada.
Vamos lá:
FIBRA DE CARBONO
de:   - tecmundo.com.br
 
Ela está nas aeronaves que vemos sobrevoando os céus de todo o mundo e também está nas bicicletas mais poderosas. Podemos ver as aplicações em acessórios para esportes — como tacos, raquetes e vários outros — e nos painéis dos carros. Você pode não saber como ele é feito e nem conhecer todas as aplicações possíveis, mas você certamente já ouviu falar deste material: fibra de carbono.
Sendo um material sintético, a fibra de carbono é composta por filamentos construídos majoritariamente de carbono, mas não apenas desse elemento — pois há outros utilizados para a produção dos filamentos e também para a sustentação das fibras. Entretanto, o que faz da fibra de carbono um material tão elogiado e utilizado em todo o mundo? Por que queremos que esteja cada dia mais presente?
A resposta para isso é relativamente simples, mas precisa de uma base que você vai conferir agora mesmo. Em resumo, a fibra de carbono é leve e forte, sendo uma excelente opção para o ferro. Como ela pode substituir outras ligas e por que isso tem sido muito importante nos últimos anos é o que você vai descobrir... Acredite, a fibra de carbono está mais presente na sua vida do que você imagina.

Como é feita esta fibra?

A principal matéria-prima das fibras de carbono é o polímero de poliacrilonitrila — um material obtido a partir da polimerização de uma variação do acrílico. A vantagem dessa fonte é a alta concentração de carbono, uma vez que mais de 90% dos átomos no material são justamente disso. Durante a produção, o polímero é esticado e se torna paralelo ao eixo das fibras, formando uma liga bem rígida e resistente.
Depois dessa etapa, ocorre uma oxidação em altas temperaturas (de 200 °C a 300 °C) para fazer com que os átomos de hidrogênio sejam removidos das chapas ou ligas — ao mesmo tempo em que o oxigênio é adicionado. Em seguida ocorre um novo aumento de temperatura até 2.500 °C para que ocorra uma total carbonização. Ao final de tudo isso ainda existe o dimensionamento. Este processo é o da moldagem, em que as fibras são tecidas (em fios com até 10 micrômetros de espessura) e depois resinadas para se unirem .
Resumindo... A produção das fibras de carbono é dividida em quatro etapas indispensáveis:
1) polimerização por pirólise (extração do carbono a partir do superaquecimento da poliacrilonitrila);
2) ciclização (método de esticamento dos polímeros para o eixo da fibra);
3) oxidação (extração do hidrogênio e adição do oxigênio);
4) adição de reagente (quando o epóxi será adicionado para a moldagem das placas de carbono).

Materiais possíveis

Como já dissemos, a pirólise de materiais ricos em carbono é a origem de polímeros dessa substância. Praticamente qualquer material orgânico pode ser utilizado para isso, mas a escolha é totalmente baseada na quantidade de carbono que existe em cada fonte. Em 1879, Thomas Edison conseguiu criar fibras a partir de algodão e bambu, mas hoje esse tipo de extração tornou-se menos viável.
Anos depois, na década de 1950, Roger Bacon realizou um processo diferente e conseguiu resultados similares a partir de seda artificial Raiom. Mas foi apenas na década de 1960 que as empresas japonesas começaram a utilizar a poliacrilonitrila (PAN). Não demorou muito para que todo o mercado se voltasse a esse mesmo procedimento, que mostra-se mais viável e barato em escala industrial.
Ainda existem outras fontes utilizadas ao redor do mundo, mas é preciso dizer que isso ocorre em escalas menores. Um exemplo disso é o carro Krestel, que foi produzido em 2010 e tem como base a fibra de carbono extraída a partir do cânhamo. Também há fibras produzidas a partir de algodão, linho e diversos outros materiais orgânicos.

A importância da cola

A fibra de carbono não seria nada sem a presença de uma cola tão resistente quanto ela. É claro que não podemos nos referir ao elemento de fixação como uma cola comum, mas sim como uma resina epóxi de alto desempenho. É ela que fará com que as chapas de fibra fiquem estabilizadas e aproximadas. Não é exagero dizer que, sem as resinas epóxi, fibras de carbono não teriam a resistência que permite a aplicação em tantos meios como acontece hoje.
Como o site ArsTechnica afirma: “A dureza e a leveza da fibra de carbono deriva de duas coisas. Primeiro estão os componentes que serão a base dos filamentos de carbono, aliados ao epóxi que moldará o elemento-base. A segunda coisa é a troca química entre dois elementos que fará com que o material se misture, permitindo que o epóxi seja realmente a sustentação de tudo”.

Compostos ou nada

Você não vai encontrar um produto no mercado que seja 100% carbono. As empresas utilizam o material em conjunto com outros elementos para que as fibras sejam aplicáveis em diversos processos. Isso é o que gera os materiais compostos reforçados por ligas plásticas ou metálicas, por exemplo.
Na indústria, uma das aplicações mais claras disso está no “Carbon Fiber Reinforced Plastic” (CFRP), que é utilizado em aviões e muitos outros bens de alto desempenho e que demandam durabilidade elevada. Este é outro momento em que se torna bem clara a importância vital dos epóxis de alta qualidade.

Por que usar?

Uma das principais vantagens que as fibras de carbono têm sobre o aço é a leveza do material. Sem o peso dos metais, as estruturas tornam-se mais leves — facilitando o transporte e também reduzindo custos no caso da produção de veículos —, ao mesmo tempo em que não ocorre a perda de resistência das ligas obtidas a partir da junção de fibras de carbono com epóxis e materiais plásticos.
No ramo da construção civil, o que torna os compostos carbonosos mais interessantes do que metais é a durabilidade. Por causa de sua estrutura não oxidável, a ação do tempo não confere corrosão aos materiais. Ou seja, ele pode ser mantido por muitos anos sem que ocorra qualquer dano por processos similares à “ferrugem”.

Usos e benefícios

Ligas baseadas em fibras de vidro são levadas para diversos mercados, sempre utilizadas para garantir leveza e resistência aos produtos em que são aplicadas. O CFRP utilizado em aviões é vital para que as aeronaves fiquem mais leves e economizem combustível, além de sofrer menos com a ação do tempo — o que aumenta a durabilidade.
Na Fórmula 1, carros criados com fibras de carbono atingem velocidades mais altas e protegem melhor os pilotos do que outras ligas. Indo para ambientes mais próximos de nós, as bicicletas “Carbon” vistas nas pistas profissionais conseguem oferecer desempenho sem igual — sendo também vistas nas corridas de estrada.
Ainda em relação aos esportes, é preciso dizer que a fibra de carbono pode ser vista em muitos locais diferentes. A empresa Zoltek afirma que a utilização do material pode ser vista em “tacos de golfe, raquetes de tênis, esquis, snowboards, tacos do hóquei e varas de pescar”. Isso sem falar da importância na indústria, em setores de pesquisa e desenvolvimento e também na construção civil.

Números concretos

Em 2012, um relatório publicado na Reinforced Plastics mostrou os usos da fibra de carbono em escala global. Na época, a maior utilização dos materiais era relacionada à produção das turbinas de vento para fins aeroespaciais e automobilísticos (23% do total). Em seguida, produtos para fins bélicos e construção aeronáutica somavam 18%, seguidos de perto por materiais esportivos (17%).
Outro caminho rentável é a produção de compostos e moldes diversos, algo que leva 12% de toda a fibra mundial. Apenas 6% da produção mundial é enviada para a construção civil, e a indústria automotiva também demanda a fibra de carbono e chega a 5% do uso total — lembrando que neste segmento a fibra de vidro é mais utilizada. Abaixo fotos de fibras:


quinta-feira, 16 de julho de 2015

HEXABORETO DE SAMÁRIO- UM SUPER CONDUTOR?

ALÔ PESSOAL!!!
Notícias do mundo químico: hexaboreto de samário SmB6
Condutor e isolante
Pesquisadores identificaram  que o material se comporta como um condutor elétrico e um isolante, ao mesmo tempo, o que contesta o entendimento atual de como os materiais se comportam, apontando para um novo tipo de estado da matéria.
Em um isolante, os elétrons são em grande parte "travados" em um lugar, enquanto em um condutor os elétrons fluem livremente.
Mas, rastreando o caminho que os elétrons seguem conforme se movem, a equipe descobriu que é possível que um único material apresente propriedades duplas - metal-isolante -, desobedecendo completamente as regras que governam os metais convencionais.
Embora não se saiba ainda o que está causando esse comportamento misterioso, uma possibilidade é a existência de uma terceira fase que não é nem nem isolante e nem condutora, da mesma forma que alguns materiais apresentam uma fase supercondutora, em que os elétrons fluem sem qualquer resistência.
O comportamento emergiu em temperaturas muito baixas - assim como ocorre com os supercondutores - no material chamado hexaboreto de samário (SmB6), um mineral exótico cogitado para uso em transistores quânticos.
Outros materiais foram recentemente descritos com esse comportamento anômalo, comportando-se tanto como um condutor quanto como um isolante, mas são materiais híbridos, estruturados como um sanduíche, de modo que a superfície comporta-se de modo diferente do interior - os chamados isolantes topológicos.
Mas, no SmB6, a própria massa do material apresenta esse comportamento, podendo ser tanto condutora quanto isolante simultaneamente.


Nova fase quântica
Os pesquisadores levantaram várias hipóteses para esse comportamento peculiar: ele poderia ser uma nova fase da matéria, nem isolante nem condutora; poderia estar flutuando entre os dois comportamentos; ou o SmB6 teria um "hiato" muito pequeno entre o isolamento e a condução, permitindo que os elétrons saltem essa lacuna.
"É na região do cruzamento entre duas fases diferentes - magnética e não magnética, por exemplo - que a física realmente interessante acontece," disse Suchitra Sebastian, da Universidade de Cambridge, no Reino Unido.
"Como este material está próximo à região de cruzamento entre isolante e condutor, descobrimos que ele exibe algumas propriedades realmente estranhas - nós estamos explorando a possibilidade de que esta seja uma nova fase quântica," concluiu ele.


um material estranho e iridescente que tem desafiado os cientistas há décadas e que  acaba de se revelar: trata-se de um estado exótico da matéria que pode abrir um novo caminho para os computadores quânticos e para uma nova geração da eletrônica.
Físicos descobriram várias propriedades do composto hexaboreto de samário que aumentam as esperanças de encontrar o "silício da era quântica".
Gang Li e seus colegas afirmam que seus resultados finalmente fecham a questão de como classificar o material - um mistério que vinha sido investigado desde o final da década de 1960."
O hexaboreto de samário - ou SmB6 - é um isolante topológico natural.
Mesmo tendo a mesma composição química em toda a sua extensão, os isolantes topológicos conduzem eletricidade como um metal em toda a sua superfície, mas bloqueiam o fluxo de corrente pelo seu interior como se fossem feitos de borracha.


A existência desses materiais foi prevista teoricamente em 2005, e as primeiras amostras de isolantes topológicos foram sintetizadas em laboratório pela primeira vez em 2008.


Transistores quânticos


Uma técnica chamada magnetometria de torque, usada para observar oscilações na resposta do material a um campo magnético externo, revelou que a superfície do hexaboreto de samário contém os raros elétrons de Dirac, partículas que podem ajudar a superar um dos maiores obstáculos da computação quântica - os elétrons de Dirac têm energia tão alta que estabelecem uma ponte entre a mecânica clássica e a mecânica quântica.
Segundo a equipe, o comportamento do SmB6 permite rotear o fluxo de corrente elétrica nos computadores quânticos da mesma forma que o silício faz na eletrônica atual - autênticos transistores quânticos.
As propriedades tão cobiçadas do hexaboreto de samário até agora só se revelaram em temperaturas ultrafrias. Contudo, vários tipos de qubits, incluindo átomos artificiais do tipo Bose-Einstein e qubits supercondutores, também exigem essas temperaturas criogênicas."




fonte:http://www.inovacaotecnologica.com.br
Mineral exótico abre caminho para transistores quânticos

quarta-feira, 15 de julho de 2015

REAÇÕES QUÍMICAS INTERATIVAS COM A BBC

ALÔ PESSOAL!!!
Agora teremos a ajuda da BBC para fazer reações interativas!
No vídeo abaixo, você escolhe os elementos que quer para a sua reação e verifica, no próprio vídeo o que vai dar!!
E a " brincadeira" é descobrir a reação mais explosiva!!!
 Quantas reações você acha que serão necessárias para encontrar a mais de todas???





Confira!!!!
( www.tecmundo.com.br)

segunda-feira, 29 de junho de 2015

DINHEIRO SUJO- NO SENTIDO CORRETO!

ALÔ PESSOAL!!!
Embora as cédulas de dinheiro estejam perdendo espaço para os cartões de débito automático, ainda é muito grande o volume que circula no País.
E a Revista Veja, através da Vejinha, em parceria com a Unicamp, foram coletadas 80 notas em quarenta estabelecimentos diferentes como igrejas, parques, escolas, restaurantes e os resultados das análises laboratoriais feitas foram assustadoras!!!!
Inclusive para a detecção de drogas, as cédulas forma submetidas a um moderno e caro equipamento chamado espectrômetro de massa, que detecta as moléculas da substancia em determinado ponto do papel.
 E pasmem, TODAS as cédulas tinham vestígios de cocaína.
Capa - dinheiro
espectrômetro de massa- fonte vejasp.abril.com.br
Alguns resultados são surpreendentes e preocupantes. Cerca de 70% delas carregavam bactérias ou fungos em quantidade superior ao limite aceitável por critérios de higiene. E todas (sim, todas) apresentaram vestígios de contato com a cocaína.
Alguns dos locais que registraram maior índice de contaminação das notas foram o Templo de Salomão, no Brás, o empório gastronômico Eataly, no Itaim, a feira livre do Pacaembu, às terças-feiras, na Praça Charles Miller, e o parque infantil Kidzania, no Shopping Eldorado. Entre as principais bactérias encontradas estão estafilococos, causadores de alergias e infecções de pele como piodermite e furúnculo, e bacilos, que provocam problemas gastrointestinais como diarreia, vômito e intoxicação alimentar. “Quem come logo após segurar dinheiro está sujeito a tudo isso”, explica o médico Ralcyon Teixeira, supervisor do pronto-socorro do Instituto de Infectologia Emílio Ribas. “Já os fungos podem produzir alergia, rinite e outras doenças respiratórias.”
Na maioria das situações, os microrganismos são deixados nos maços por pessoas que não lavam as mãos depois de ir ao banheiro. É simples assim.
 quadro torna-se mais crítico pela própria característica física da cédula, cuja porosidade faz dela uma esponja para todo tipo de imundície. Produzido em uma fábrica na cidade de Salto, a cerca de 100 quilômetros da capital, o papel usado como base da nota é composto de fibra de algodão, com textura mais firme e áspera que a do papel comum. Na Casa da Moeda, no Rio de Janeiro, ele passa por diferentes tipos de impressora, onde recebe elementos de segurança. Um deles é específico para as notas de 2 e 5 reais, as mais usuais. Trata-se de um verniz protetor que forma uma película de polímero sobre os dois lados da folha. Aplicado desde 2013, é transparente, imperceptível ao tato e não interfere no aspecto visual. Seu principal objetivo é dificultar a absorção de sujeira, aumentando a resistência e a durabilidade do material.
Tabela composição dinheiro
Depois de ler tudo isso, atenção para o dinheiro que você carrega: higienize as mãos sempre que utilizar as cédulas e NUNCA coma após ter mexido com dinheiro- e nem aceite que alguém faça isso com você !!!!
fonte da matéria:http://vejasp.abril.com.br

Arquivo do blog