quarta-feira, 16 de março de 2011

ELEMENTOS RADIOTIVOS DAS USINAS JAPONESAS

funcionamento de uma usina nuclear ( fonte:http://www.eletronuclear.gov.br)



ALÔ PESSOAL!

Ainda sob o efeito das notícias, fiquei curiosa ( se este é o termo ) em saber quais elementos radioativos foram usados nas usinas afetadas no Japão.
Mesmo porque esse dado é de total importância, uma vez que depende da análise dele as ações a serem tomadas.

O texto abaixo é da Eco Agencia Solidária de Noticias:

Por Sérgio Abranches, Ecopolítica
Há uma regra de outro para análise de risco de desastres e para a cobertura de desastres: desastre nunca segue o roteiro previsto ou imaginado. Sempre há o inesperado. No caso do Japão, o inesperado foi o grau de intensidade do terremoto, 8.9 ou 9.0 na escala Richter, a violência do tsunami que se seguiu, a decorrente perda de controle sobre os sistemas auxiliares de geração de energia e do sistema de refrigeração do núcleo do reator.São seis as usinas em perigo. A maior fonte de preocupação é a unidade 3 de Fukushima, que sofreu uma explosão de hidrogênio há algumas horas atrás. Ela tem uma mistura de óxido de plutônio e urânio (MOX), que segundo os cientistas que estudam processos em usinas nucleares de água leve agravam as consequências de acidentes severos nos quais grandes quantidades de gás radiativo e aerossóis são liberados no ambiente externo. Isso porque o combustível de tipo MOX contém maior quantidade de plutônio e outras substâncias, chamadas actinídeos, como o americio e o cúrio que têm alta rádio-toxicidade.O núcleo com material radiativo é resfriado a água, que deve cobrir inteiramente, o tempo todo, as barras com pastilhas de material nuclear. O que aconteceu é que a água na cápsula de segurança da unidade 3 baixou três metros, deixando as barras a descoberto, o que provoca aquecimento muito perigoso. Eles bombearam água do mar na cápsula, o que é uma medida extrema, porque ela é corrosiva e pode destruir o reator. Mas o medidor indicou que a água parou de subir e deixou 2 metros das barras a descoberto. Eles não sabem se é erro de medição ou se água realmente não subiu e as barras estão expostas. A queda no nível de água ocorreu mais de uma vez. Risco muito alto. O maior perigo é uma reação nuclear fora de controle, que poderia derreter a base de concreto da cápsula e produzir um grande desastre nuclear. Nesse momento não se pode descartar a possibilidade, embora a probabilidade seja baixa. Questão chave agora é saber se os operadores conseguem manter a cápsula de segurança intacta e controlar, isolar e conter o material radiativo, para evitar a dispersão de radioatividade pelo ambiente
.

Eventos catastróficos no Japão não podem ser descartados nas próximas horas, porque a situação numa central nuclear no país está fora de controle, disse Guenther Oettinger, chefe da comissão de Energia da União Europeia (UE).
"A unidade está efetivamente fora de controle", disse Oettinger a um comitê do Parlamento Europeu. "Nas próximas horas podem ocorrer mais eventos catastróficos que poderão colocar em risco a vida de pessoas na ilha". Ele afirmou ainda que as declarações da operadora da unidade afetada e do governo do Japão começam a divergir.
A Agência de Segurança Industrial e Nuclear do Japão informou hoje que a principal prioridade agora é jogar água nos reatores número 3 e 4 da usina Daiichi, em Fukushima, para impedir que o combustível nuclear desses reatores emita radiação. A água dentro dos dois reatores deve estar fervendo, como indica a nuvem branca, provavelmente de vapor, que sai do reator 3, disse a agência.
Se o combustível nuclear irradiado - que tende a ficar cada vez mais quente sem água para resfriar - esquentar muito, pode eventualmente derreter ou emitir radiação para o ar, segundo funcionários da agência.
A Tokyo Electric Power Co. (Tepco), operadora do complexo de Fukushima, estuda a possibilidade de usar um helicóptero para jogar água sobre o reator 3 se as condições forem seguras para a realização destas operações, disse um funcionário. As informações são da Dow Jones



terça-feira, 15 de março de 2011

EFEITOS DAS RADIAÇÕES NUCLEARES

ALÔ PESSOAL!
Cada vez que vejo o noticiário fico assustada!Hoje novas explosões ocorreram e o pânico já chegou à Tóquio, onde falta alimentos e as pessoas tentam fugir do país.
Apesar das contradições entre os informantes, o perigo das radiações existe e é muito sério.
Talvez o maior acidente nuclear desde Chernobyl.
O governo frances já indica 6 em uma escala de perigo de radiações que vai até 7.
O governo alemão desisitiu de colocar novas usinas em funcionamento e os americanos já fazem propaganda televisiva sobre como agir em situações como essa.
Mas será que alguém está preparado?
O Japão, a nação mais consciente, a mais disciplinada, com alta tecnologia na contrução de prédios que suportem um terremoto, não sabe o que fazer...
E, justo eles, que passaram por experiencias amargas com as bombas nucleares da segunda guerra mundial.
O enfoque nào é produzir mais medo, e sim, alertar.
Abaixo os possíveis efeitos das radiações, segundo a ANP/AFP:
Câncer, hemorragia, problemas digestivos, infecções ou doenças autoimunes: o impacto da radiação nuclear, potencialmente devastador, varia dependendo da dosagem.
Em grandes doses, existe uma relação direta entre a quantidade de radiação recebida e a patologia induzida. As contaminações brutais, como aquelas provocadas pelas bombas atômicas de Hiroshima e Nagasaki, podem causar problemas durante décadas.
Os efeitos biológicos variam também segundo a natureza da radiação e os órgãos atingidos (ovários ou testículos são considerados 20 vezes mais sensíveis do que a pele) pelo câncer ou pela via de absorção (oral ou cutânea) e a susceptibilidade individual (capacidade de reparar o DNA).
No Japão, nuvens invisíveis carregadas de elementos radioativos (iodo, césio) são expelidas pela usina nuclear danificada de Fukushima e se deslocam em função da meteorologia e do vento.
Para a população, exposta a uma contaminação por tais dejetos radioativos, o principal perigo é o de desenvolver câncer (leucemia, pulmonar, cólon...) com "um risco proporcional à dose recebida", destacou Patrick Gourmelon, diretor da radioproteção do homem no Instituto francês de Radioproteção e Segurança Nuclear (IRSN).
As distribuições de pastilhas de iodo têm como objetivo combater o câncer de tireoide, principalmente entre a população jovem (bebês, crianças, adolescentes, mulheres grávidas e assim por diante...). A finalidade é saturar a tireoide para evitar que o iodo radioativo se fixe na glândula.
Quanto ao césio 137 inalado, o organismo leva cerca de dois anos para o eliminar, mas ele persiste por décadas no meio ambiente, segundo Gourmelon.
"Atualmente, não há uma medida particular a ser tomada pelos habitantes de Tóquio", informou nesta terça-feira a professora Agnès Buzyn, hematologista do IRSN, desaconselhando o uso prematuro de pastilhas de iodo.
"Há um impacto ambiental e possivelmente na saúde das pessoas que habitam as redondezas da central", estimou a especialista, ainda que, por ora, a zona de evacuação de 20/30 km lhe pareça "suficiente".
"As pessoas que receberam doses fracas correm o risco de desenvolver cânceres (leucemia, pulmonar, cólon, esôfago, mama...), como foi em Hiroshima", notou Gourmelon.
"Estamos falando de doses fracas, abaixo dos 100 milisieverts (mSv)", acrescentou.
As doses de risco são calculadas e expressas em sievert (Sv) para câncer. A exposição máxima à radioativdade artificial admitida para o grande público é de um milisievert (mSv) por ano.
Além dos 100 mSv, o risco de câncer aumenta em 5,5% por sievert adicional, de acordo com a Comissão Internacional de Proteção Radiológica (CIPR), informou o professor Yves-Sébastien Cordoliani, especialista em radioproteção da companhia francesa de radiologia. No entanto, as "taxas" e o caráter homogêneo ou não da irradiação intervêm na avaliação do risco acidental.
"60 anos após as explosões das bombas atômicas no Japão, ainda há um leve excesso de câncer entre a população contaminada", revelou o professor Cordoliani. O pico de casos de leucemia foi registrado sete anos após Hiroshima, informou.
Em caso de um acidente, a irradiação pode atingir vários sieverts em pessoas próximas ao reator.
Quando há uma grande exposição a irradiação, as células da medula óssea, que fabricam os glóbulos vermelhos e brancos e as plaquetas sanguíneas, podem ser destruídas e a pessoa morre. As células do tubo digestivo são também muito sensíveis à radiação, segundo especialistas. Sem tratamento, um nível de 6 Sv de exposição é letal.
As consequências das doses baixas são pouco conhecidas. Elas podem influenciar no desenvolvimento de cataratas, um risco monitorado por profissionais de saúde expostos a radiologia (como cardiologistas, por exemplo).© ANP/AFP

É claro que as pessoas tem informações à respeito, sabem o básico, mas ninguém está realmente preparado para uma catástrofe dessas.
XQUIMICA NO AGUARDO DE BOAS NOTÍCIAS

segunda-feira, 14 de março de 2011

ALERTA DE EMISSÕES RADIOATIVAS NO JAPÃO

ALÔ PESSOAL!
Voltando de uma semana de descanso, vejo essas imagens ...
Difícil acreditar que o país mais preparado em termos de catástrofes, tenha sucumbido diante de um terremoto seguido de um tsunami, sem precedentes.
Um país que, sob os efeitos da descarga nuclear ocorrida na 2 Grande Guerra, soube fazer o caminho da prosperidade, invejada e copiada mundo afora.
Agora, mais do que nunca, serão necessários esforços reunidos ao longo da comunidade científica , para tentar barrar os efeitos radioativos das explosões ocorridas nas usinas nucleares.
O que houve?
Com o terremoto e posterior tsunami, a usina nuclear de Fukushima foi seriamente avariada.O elemento radioativo utilizado é o césio. Os reatores tem que ser, constantemente, resfriados, devido à alta temperatura causada pela energia nuclear . Isso controla o sistema. Mas com o corte de fornecimento de energia, a água deixou de ser bombeada, o que provocou o superaquecimento do reator e o provável vazamento de material radioativo.
É bom lembrar que um elemento radioativo não para de emitir radiações , e são elas o grande perigo.


Um terceiro reator da usina nuclear de Fukushima, no Japão, sofreu hoje, 14, uma pane no sistema de resfriamento, depois que problemas semelhantes causaram explosões em outros dois reatores. A Tokyo Electric Power informou que os técnicos estão adotando medidas como injetar água do mar no reator número 2 da usina para evitar o superaquecimento da instalação.Mais cedo, uma segunda explosão atingiu o reator número 3 de Fukushima, dois dias depois de um incidente semelhante envolvendo o reator número 1. Segundo a agência de segurança nuclear do Japão, a explosão foi causada por um acúmulo de hidrogênio. O incidente deixou onze feridos, um deles em estado grave.Autoridades afirmaram, entretanto, que o reator número 3 resistiu ao impacto. O núcleo da estrutura permaneceu intacto e os níveis de radiação, abaixo dos limites considerados legalmente perigosos. Ainda assim, dezenas de milhares de pessoas foram evacuadas das proximidades da instalação e 22 estão sob tratamento por exposição à radiação.O governo informou que o sistema de bombeamento de água do mar para os reatores permanece em operação apesar da última explosão. No fim de semana, técnicos trabalharam para resfriar os três reatores da usina Fukushima que tiveram problemas no sistema de resfriamento após o terremoto e o tsunami registrados na última sexta-feira, 11.O porta-voz do governo japonês, Yukio Edano, afirmou que há baixa possibilidade de contaminação por radiação por causa da última explosão. Especialistas creem que é improvável uma repetição do desastre nuclear das proporções de Chernobyl, em 1986, porque os reatores atuais são construídos com padrões mais elevados e sob medidas de segurança mais rigorosas.
fonte: Agência Brasil

De acordo com o porta-voz do governo japonês, Yukio Edano, o prédio de concreto onde está o reator número 1 da usina desabou, mas o contêiner de metal, onde está o reator, não foi danificado. Os índices de radiação em volta da usina, que estavam elevados, caíram após a explosão. O primeiro-ministro do Japão, Naoto Kan, declarou estado de emergência nas usinas Fukushima 1 e 2, enquanto os engenheiros tentam confirmar se houve derretimento em um dos reatores de uma das usinas.
Um terceiro reator da usina (de número 2) apresentou problemas de refrigeração mais cedo, depois de duas explosões que ocorreram por causa do acúmulo de hidrogênio. A Tepco informou que foi detectada uma queda do nível de água desse reator, embora tenha relatado que não deixou descobertas suas barras de combustível. Por causa disso, água do mar está sendo injetada diretamente no reator, para controlar a temperatura.(http://www.portaldepaulinia.com.br)
E fica a questão: quando realmente saberemos o que se passou?
A radiação será dissipada para o Pacífico, ou vai se encaminhar para o lado Europeu?
XQUIMICA NO AGUARDO DE NOTÍCIAS!

MAGDALENA, A TARTARUGA



Isso é no mínimo, inusitado... mas fica a questão: até onde essa condição genética foi afetada pelo meio?

segunda-feira, 7 de março de 2011

ESTATINAS



ALÔ PESSOAL!!!!!!!!
Como estão?
Olhando uns exames antigos de sangue, comecei a ficar curiosa com o colesterol.
Tudo bem, sei que tem o bom colesterol e o colesterol ruim (aliás quase todo mundo sabe!).
Sei que o ruim entope as artérias e pode causar uma série de problemas.
Mas, como ele se forma?
E como combater? Já ouviu falar de "estatinas?"
Lançadas comercialmente em meados da década de 80, as estatinas causaram uma revolução na prevenção e no tratamento do colesterol alto, um dos piores inimigos do coração. Até então, a única arma eficaz contra esse problema era a combinação de dieta balanceada com exercícios físicos – uma receita que não funcionava para todo mundo, já que a quantidade de colesterol no organismo tem um forte componente genético.

Para entender como elas agem, é preciso conhecer um pouco o inimigo contra o qual as estatinas se lançam ferozmente: o colesterol. Essencial ao bom funcionamento do organismo, 60% dele são produzidos principalmente no fígado. Os outros 40% vêm dos alimentos de origem animal. O colesterol é usado na formação das membranas da célula, na produção da vitamina D e na síntese de vários hormônios. Colesterol é sintetizado pelo fígado, em um processo regulado por um sistema compensatório: quanto maior for a ingestão de colesterol vindo dos alimentos, menor é a quantidade sintetizada pelo fígado .Há dois tipos de colesterol: o HDL e LDL. O primeiro é o "colesterol bom", que remove o excesso de gordura da circulação sanguínea. O outro é o "colesterol ruim", que deposita gordura na parede das artérias, o primeiro passo para o entupimento delas. Na tentativa de se livrar dessas placas, o sistema imunológico organiza um contra-ataque, o que desencadeia um processo inflamatório. Quanto mais inflamada, maiores são os riscos de a placa explodir e obstruir uma artéria.
As estatinas atuam em várias frentes. Inibem a ação de uma enzima essencial à produção de colesterol, o que acaba por reduzir os níveis de LDL no sangue. Elas aumentam ainda o descarte do colesterol ruim pelo fígado. Além disso, o remédio funciona como antiinflamatório, evitando o rompimento das placas de gordura. ( fonte:http://lenzafarm.com.br)
Não esqueça que o depósito e a explosão de uma placa de gordura é um sério risco cardio vascular podendo terminar em um enfarte, angina ou AVC.

E como medicina e química estão mais que unidas, a fórmula estrutural da estatina ( no caso artorvastina) está aí para voce ver!
XQUIMICA orgânica total!!!!!!
(foto:universofarmaceutico.blogspot.com)

quarta-feira, 2 de março de 2011

CIMENTO QUE SUGA O CO2

OLÁ PESSOAL!!!!!!!
Dando uma olhada no site da Super, encontrei essa matéria sobre uma forma de sequestrar CO2 da atmosfera através do cimento!
Leia:
O cimento que suga gás carbônico
É um prédio, mas ele faz troca de gás carbônico. Igual a uma árvore.
por Alexandre Versignassi
Imagine um prédio que suga carbono do ar enquanto cresce, como se fosse uma árvore. De certa forma, isso já existe. De certa forma porque não é exatamente o prédio que tira gás carbônico da atmosfera, mas um novo processo de fabricação de
cimento. A ideia é do biólogo americano Brent Constantz: forrar a chaminé de usinas termelétricas com cálcio. Esse elemento se liga com o CO2, formando carbonato de cálcio. E o carbonato pode ser usado para fazer cimento. Nisso dá pra matar dois coelhos (e salvar uns ursos): você consegue cimento a partir de fumaça e o carbono que iria para a atmosfera acaba nas paredes dos prédios. O sistema já está em testes em uma usina na Califórnia. E vai bem, olha só: 550 toneladas de CO2 sequestradas por dia. 1 100 toneladas de cimento produzidas por dia.
(SUPERVERDE)
XQUIMICA na pegada verde!!!!!!!!!

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

ÓSMIO - FAMÍLIA 8B


OLÁ PESSOAL!!!!!!
Então vamos para o ósmio?
Até que o metal ao lado é bem simpático, não?
mas tem idéia para que serve, onde é encontrado?
Por isso o XQUÍMICA está aqui! Para tirar suas dúvidas e saciar sua sede de conhecimento! ( ah!)
O ósmio é um elemento químico, símbolo Os , de número atômico 76 (76 prótons e 76 elétrons), com massa atómica 190,2 u está situado no grupo 8 da classificação periódica dos elementos. Trata-se de um metal de transição classificado no grupo da platina. À temperatura ambiente o ósmio encontra-se no estado sólido.
É empregado em algumas ligas com a platina e irídio. Uma liga de ósmio-irídio é usado em implantes cirúrgicos. O seu óxido é usado como oxidante e catalisador em sínteses químicas, e como fixador biológico de corantes para a visualização microscópica de tecidos.
Foi descoberto em 1803 por Smithson Tennant analisando resíduos de platina.
Na sua forma metálica o ósmio é muito denso, branco azulado, frágil, duro e brilhante, inclusive a altas temperaturas, mesmo sendo difícil encontra-lo nesta forma. É mais fácil obter o ósmio na forma de pó, mesmo que exposto ao ar tende a formação do tetróxido de ósmio, OsO4. O tetróxido de ósmio é tóxico (perigoso para os olhos), oxidante energético e volátil com um forte odor.
O ósmio tem uma densidade muito alta, similar ao irídio.
Devido à extrema toxicidade do seu óxido, o ósmio raramente é usado na forma pura, frequentemente é usado aliado com outros metais, tais como irídio e platina, em aplicações nas quais é necessária uma grande dureza e durabilidade. As ligas de ósmio são quase que inteiramente empregadas em penas de canetas do tipo tinteiro, agulhas de toca-discos, agulhas de bússolas, eixos de diversos instrumentos e em contatos elétricos.
Uma liga de platina-ósmio contendo 10% de ósmio é usado em implantes cirúrgicos como marcapassos e válvulas pulmonares artificiais.
A abundância do ósmio na crosta terrestre é estimada em 10-3 ppm. Os principais depósitos de ósmio são encontrados na Rússia, Estados Unidos, Canadá, Colômbia e Japão.
(fonte: Wikipédia )

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

LAGO VOSTOK- O MISTÉRIO


OLÁ PESSOAL!!!!!!!!!!!
Faz uma semana que não coloco postagem no blog! saudades, viu????????
Mas li uma matéria mega interessante a respeito do Lago Vostok e como é totalmente ambiental, químico e global, vou contar para voces!
Acima duas imagens: à esquerda um desenho de como se supõe que seja o lago. À direita a estação russa que está exatamente acima dele.
Como disse Fernando Reinach , no Estado de São Paulo, de 17/ fevereiro/2011: Um lago realmente oculto!
Peço licença a ele para reproduzir partes do seu texto:
Em 6 de fevereiro de 2011 os cientistas tiveram que abandonar a estação russa de Vostok, a 1,3 mil km do Polo Sul, o local mais frio do planeta- em 21 de julho de 1983 a temperatura chegou a 89°C NEGATIVOS!
Um polêmico experimento vem sendo conduzido desde 2009, mas planejada há mais de 20 anos: atingir o lago com uma sonda.
O Lago Vostok talvez seja o último grande ecossistema inexplorado .
No século XIX um cientista russo imaginou que talvez existissem lagos com águas líquida por baixo da calota polar. Em 1970 radares que penetraram o gelo confirmaram a presença de água líquida: o lago Vostok estava descoberto o que foi reafirmado por satélites em 1991. É um lago enorme tem 250 km de comprimento, 50 km de largura e profundidade média de 300 metros cobrindo uma área de 15.6690 km2.
Lá existem ilhas, lagos periféricos e possivelmente vida.
Deesde 1991 cientistas tentam chegar até o lago.No dia 6 a perfuração foi interrompida quando faltavam algumas dezenas de metros.
Estudos geológicos demonstram que o lago se formou há 50 milhões de anos, está coberto há 35 milhões de anos, isolado do bioma da Terra há 15 milhões de anos.
Por causa da alta pressão do gelo, a quantidade de oxigênio e nitrogênio na água é 50 vezes maior que na atmosfera.
A água também é renovada continuamente: à medida que o gelo é compactado na superfície as camadas mais externas derretem e se misturam, o excesso de água vira gelo.
O grande perigo é a contaminação do lago através da sonda, por gases da atmosfera ou componentes químicos .
E se a atividade humana destruir os seres vivos, intocados,que talvez habitem esse lago?
Fiquem de olho que a idéia é atingir o lago nesse verão!!!!!!!
XQUIMICA NA MIRA DO AMBIENTE DESCONHECIDO!
( imagens: i1.r7.com )

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

ISOPOR E ACETONA



veja que coisa mais bacaninha:o isopor, formado pela injeção de ar, quando em contato com a acetona libera o ar aprisionado e volta a ser o polímero inicial!!!!!!
ESFEROVITE EM PORTUGAL É O NOSSO ISOPOR!!!!!!!!

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

QUANTO PESA UM QUILO?

OLÁ PESSOAL!!!!!!!!!
Devem achar que a pergunta acima é totalmente "tolinha"para dizer o mínimo!
Mas, nessa vida química e física, nem tudo é o que parece...
Ao lado está o prótotipo do quilo: feito em platina e irídio, no final do século 19, está no Bureau Internacional de pesos e medidas que fica em Sèvres, França.
Usado para medir todos os demais quilogramas, está em um cofre subterrâneo, em condições controladas, que só pode ser aberto com tres chaves diferentes, em poder de tres pessoas distintas.
O que ocorreu?
Foi descoberta uma alteração no prótotipo da ordem de 5 mg, quando foi comparado com suas cópias oficiais.Por quê?
Ninguém sabe!!!!!!!!!
Agora chegou a hora de procurar uma nova forma de calcular o quilo!
A idéia é colocar uma constante física fundamental e nào um objeto inconstante...
As outras seis medidas internacionais- o metro, o segundo, o ampère, o kelvin, o mol e a candela ( ?) não tem mais como referência um objeto físico.
A nova proposta toma como base uma quantidade física conhecida como constate de Planck- mas fas décadas que meia dúzua de equipes, em todo o mundo, tenta medir essa constante!!!!
Em Outubro será realizada a Conferencia Geral sobre Pesos e Medidas. O rascunho de uma resolução deve ser avaliada e as definições de àmpere, mol e candela ( ? ) devem ser melhoradas.
Para se ter uma idéia será a maior alteração desde a apresentação do Sistema Métrico durante a Revolução Francesa!!
Protótipo do quilograma. Foto: AFP.

Achei o que é candela:
A candela (do latim vela) é a unidade de medida básica do Sistema Internacional de Unidades para a intensidade luminosa. Seu símbolo é cd.( bendita Wikipédia!)

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