terça-feira, 8 de julho de 2014

NOVAS TÉCNICAS DE ANÁLISE DA ÁGUA

OLÁ PESSOAL!!!!!
Bom, hoje é dia de jogo, mas vale pensar que os reservatórios estão vazios e haverá sim racionamento de água.
É só a Copa acabar....
Mas, para saber se a água é potável ou não, existem testes que são realizados, mas demorados.
Testes realizados hoje:
Relatório de Análise Bacteriológica da Água
Leia o texto abaixo sobre novas técnicas:
No estuário de Kiel, no norte da Alemanha, Ulrich e Erik recolhem as amostras de água do mar Báltico. Ambos trabalham num projeto europeu de investigação cujo objetivo é desenvolver testes universais para a água doce.
O controle da qualidade da água é uma questão de saúde pública e não apenas para os humanos. É o que explica Ulrich Breitenbach, biólogo marinho: “No verão, sobretudo nos lagos pode verificar-se um aumento da poluição. Surgem, por exemplo, cianobactérias que produzem diferentes toxinas. Por isso, é possível que os animais que vão beber ao lago tenham problemas de saúde.”
Depois de medir parâmetros como o vento, a temperatura e a salinidade, Ulrich regressa ao laboratório com 50 litros de água. Graças a um sistema inovador de filtros, reduz os 50 litros para um litro. As amostras são, depois, enviadas para os diferentes parceiros do projeto para análise.
“O projeto nasceu da necessidade de responder às questões urgentes ligadas à água. Cada ano, há mais de 150 mil mortes derivadas a doenças ligadas, direta ou indiretamente, aos patogéneos ou toxinas que contaminam a água”, descreve Orlando Gualerzi, coordenador do projeto.
A equipa desenvolveu um chip universal de “microarrays” para detetar micróbios que incluem bactérias, vírus e cianobactérias. O chip tem o tamanho de um selo e é feito em Berlim com uma máquina que funciona como uma impressora.
“Uma etapa-chave na preparação dos “microarrays” é imprimi-los. Aqui podemos imprimir centenas de pontos pequenos com menos de um milímetro de diâmetro”, explica o investigador Wilfried Weigel.
Os “microarrays” detetam micro-organismos ao reconhecer as sequências ARN e ADN. Ao usar bioindicadores, o biochip avalia a qualidade da água, muito mais rapidamente do que outros métodos.
“A grande vantagem deste método é conseguir uma resposta imediata. Podemos detetar num dia a presença de perto de 150 espécies diferentes. Em pouco tempo, temos uma resposta”, continua Wilfried Weigel.
Como são detetadas e analisadas as toxinas? Em Lugo, na Espanha, os investigadores elaboraram um método chamado Luminex, baseado em anticorpos para as detetar.
Amparo Alfonso Rancaño, investigador na Universidade de Santiago de Compostela, explica: “Estamos a fazer um mapa de águas provenientes de diversos pontos com o qual estudamos a presença de toxinas em diferentes países da Europa. Isto não significa que a água esteja contaminada para o consumidor. Estamos a falar de lagos, ou seja, água antes de ser processada para o consumo humano.”
Conhecer as toxinas permite saber em que altura do ano se deve ser mais prudente. Mas, de uma forma geral, as águas europeias não são perigosas.
Para conhecer melhor o projeto, consulte www.microaqua.eu.
http://amanatureza.com/projeto/wp-content/uploads/2007/04/natureza_rio.jpg
foto:amantureza.com.br

( Euronews)

quinta-feira, 3 de julho de 2014

VIDRO- SUA OBTENÇÃO E RECICLAGEM

OLÁ PESSOAL!!
Hoje vamos abordar um tema interessante: vidro!
Como é obtido? Ou seja, como se faz "vidro"?





O vidro é um material obtido pela fusão de compostos inorgânicos como areia, barilha, calcário e feldspato, a temperaturas da ordem de 1500°C. A sílica, SiO2 é o principal componente do vidro encontrada sob a forma de areia. Depois de fundido o vidro é moldado em formas metálicas e resfriado sob temperaturas escalonadas.
A temperatura de fusão do vidro varia de acordo com o tipo de vidro, entre 1000°C a 1500°C. Os tipos de vidro mais comuns são:
- vidro de soda-cal , vidro comum, mais fabricado
- vidro de borossilicato, componente essencial para a fabricação do pirex
- vidro de chumbo, que é o cristal, feito com óxido de chumbo
- vidros especiais, produzidos com fórmulas específicas, como os tipo blindex.



A indústria vidreira abastece o mercado com extensa linha de vasilhas para alimentos, como potes, garrafas, garrafões, copos, além de utensílios domésticos, incolores ou coloridos, brilhantes ou foscos, e recipientes resistentes ao choque térmico.
Podem ser reciclados garrafas de refrigerantes, cervejas, sucos, água mineral, vinho e outras bebidas alcoólicas; frascos de molho, condimentos, produtos alimentícios, remédio, perfume e produtos de limpeza.
Alguns objetos obtidos a partir do vidro apresentam dificuldades técnicas para reciclagem como espelhos, vidros de janela, box de banheiro, vidros de carros, potes de cristal lâmpadas, travessas e utensílios de vidro temperado.
A reciclagem do vidro se dá sem perdas de volume ou das propriedades: 1 kg de cacos de vidro pode ser transformado infinitas vezes em 1 kg de vidro.
O emprego de 1/3 de cacos de vidro na mistura , resulta em 20% de economia de energia, pois esse material recuperado necessita de menos calor para fundir do que a matéria prima. Nesse processo os cacos são reduzidos de tamanho, lavados e totalmente liberados de impurezas. Depois são adicionados à mistura de matérias primas, que é totalmente transformado em garrafas, potes e frascos novos.
O recipiente reciclado apresenta as mesmas propriedades do material produzido a partira da matéria virgem: continua impermeável, puro, inerte, nõ deixa sabor no conteúdo, não sofre restrições quanto ao uso e pode acondicionar alimentos, bebidas e medicamentos.
fonte: "Meio ambiente, poluição e reciclagem"- editora Blucher

 Vidro é sólido ou líquido?
Existem controvérsias quanto aos mecanismos de caracterização do vidro na transição do estado líquido para o sólido. Em meados da década de 1980 Plumb, R.C propôs que os vidros de antigas catedrais eram mais grossos na base, pois teriam escoado com o tempo[ . Essa ideia perdura até os dias de hoje, muito embora já tenha sido provada matematicamente falsa. Edgar D. Zanotto em 1998 publicou artigo na revista American Association of Physics, com um calculo a partir da seguinte equação:
τ = η / G
Onde τ é o tempo de relaxação, η é viscosidade (Pa·s) e G o Módulo de cisalhamento (Pa). Em 1999 foi publicada uma revisão do cálculo tomando como base o valor de viscosidade de equilíbrio do vidro na temperatura ambiente. O novo resultado foi de 10²³ anos  anos, ou seja bem mais que uns 2 nonilhões , sendo assim impossível qualquer escoamento perceptível nos poucos milhares de anos de uma catedral... ( Wikipédia)


VIDRO NATURAL: OBSIDIANA
Obsidiana é um tipo de vidro vulcânico, formado quando o magma solidifica rapidamente, por exemplo, arrefecendo sob água. Consiste em 70% ou mais de sílica (SiO2 - dióxido de silício). A obsidiana não é um mineral por não ser cristalino e, além disso, é muito similar na composição do aço, granito e riólito. É classificada às vezes como um mineralóide.


OBSIDIANA
fotos: Wikipédia



terça-feira, 24 de junho de 2014

SUPER BONDER - COMPOSIÇÃO

ALÔ PESSOAL!!!!!!!!!!!!
Brasil em clima de Copa do Mundo, meio desligado da vida ....
Mas, estamos aqui para mostrar a vocês os componentes da Super Bonder que serve para fechar partes de uma cirurgia, entre outras coisas.




"Você usa cola para fixar as figurinhas do seu álbum, para consertar a asa da xícara que você acabou de quebrar, para colar etiquetas em cadernos, livros ou para deixar recados no monitor de seu computador. Alguns profissionais usam cola para unir canos e impedir que a água vase pelas junções, para fixar carpetes ou para manter fixas as diferentes partes de um tênis ou sapato. Alguns produtos, como a fita adesiva (durex), o esparadrapo, os curativos adesivos do tipo band-aid, e os selos postais já vêm com cola. Mas, você já parou para pensar como a cola consegue colar?
Para começo de conversa, é bom saber que existem três tipos de cola: as colas baseadas em água (como a cola branca que você usa na escola e a cola que existe no verso do selo postal); as colas baseadas em solventes (como a cola usada pelos sapateiros); e as colas que reagem quimicamente em contato com o ar (como as colas do tipo superbonder). Apesar dessas diferenças, todas elas possuem algo em comum: usam a propriedade adesiva de certos polímeros (naturais ou sintéticos) para manter as coisas unidas. Estes polímeros se ligam uns aos outros e as partes que se deseja unir, colando-as.
Polímeros são moléculas grandes formadas pela ligação de poucos tipos de moléculas menores. O amido de milho, por exemplo, é formado pela ligação de milhares de moléculas menores, chamadas de glicose.
As colas com base em água são formuladas com polímeros, naturais (goma arábica, presente na borda de envelopes e no verso de selos) ou sintéticos (acetato de polivinila, ou PVA, o componente encontrado na cola escolar), dissolvidos em água. Elas devem ser usadas apenas na superfície de materiais porosos (como papel, tecido e madeira), pois não atuam em materiais não porosos (como vidros e plásticos). Na presença da água, os polímeros interagem pouco entre si, e a cola permanece líquida. Entretanto, quando aplicada sobre uma superfície porosa, a cola, além de permanecer entre as duas partes que deve colar, também penetra nos poros existentes na superfície destes materiais. Com o tempo, a água evapora lentamente, e os polímeros começam a interagir entre si e com o material sobre o qual foram aplicados, unindo as duas partes que estavam em contato. As colas com base aquosa são laváveis e perdem sua capacidade de aderência quando expostas à água, pois os polímeros responsáveis pela aderência se dissolvem neste meio.
As colas com base em solvente (como a cola de sapateiro e as colas acrílicas) são formuladas com polímeros sintéticos (acrílico, policarbonato, poliestireno, policloropreno) que não são solúveis em água. Por isso, eles são dissolvidos em um solvente orgânico. Estas colas são capazes de unir superfícies com baixa porosidade, como plásticos, e vidros. Por causa do solvente, estas colas secam rapidamente, mas devem ser usadas apenas por adultos, pois os solventes de sua composição geralmente são tóxicos. Pelo fato de os polímeros que constituem estas colas não serem solúveis em água, elas não descolam quando são molhadas.
As colas “químicas”, do tipo superbonder são formuladas com compostos que reagem quimicamente e formam polímeros em contato com a umidade do ar. Como o cianoacrilato O polímero formado enrijece rapidamente, colando fortemente as partes que se queria unir. Esta cola deve ser manuseada com cuidado, e apenas por adultos, pois além de colar papel, vidro, couro, plástico, cerâmica e metal ela também cola tecidos vivos, como a pele. Esta propriedade faz com que colas químicas formuladas com cianoacrilatos modificados sejam usadas em procedimentos cirúrgicos, substituindo os pontos superficiais para o fechamento da pele de perfurações da córnea.
 AS PAREDES DO RECIPIENTE QUE GUARDA A COLA NÃO SE COLAM :
Porque dentro do recipiente não há umidade, que é justamente o incentivo que o componente da Super Bonder precisa para COLAR!
A base química do produto é o cianoacrilato, resina acrílica que seca instantaneamente. Segundo Victoria Bastian, gerente de marketing da marca, esse componente entra em reação em contato com a umidade, o que faz com que a cola seque e endureça. Quando a Super Bonder está dentro da embalagem, esse contato não existe. Com isso, as moléculas dele permanecem separadas, e a cola continua líquida. “Por isso, aconselhamos a fechar a embalagem de forma apropriada e a não deixá-la aberta por muito tempo”, diz Victoria.
 O problema é quando você fecha e nunca mais consegue abrir de novo porque está tudo grudado –
fonte: http://chc.cienciahoje.uol.com.br

terça-feira, 3 de junho de 2014

BREAKING BAD - A QUÍMICA REINVENTADA EM ALGUNS EPISÓDIOS

ALÔ PESSOAL!!!!!
Estava vendo a série "Breaking Bad" e algumas coisas me deixaram na dúvida.
Pesquisando, achei essas explicações super, que mostram que é possível reproduzir o que o prof. White fez!!!!


1-  Os efeitos nocivos da Ricina
Mr. White mostra pra gente várias formas de matar alguém, uma delas é usando Ricina, uma proteína presente nas sementes da mamona. Em seres humanos, as proteínas desse grupo são capazes de entrar nas células e se ligar a ribossomos, paralisando a síntese de proteínas e causando morte da célula. Uma semente de mamona contém ricina suficiente para levar uma criança à morte. Não existe nenhum teste confiável para confirmar a exposição à ricina. Os sintomas de envenenamento por ricina podem aparecer de 6 a 8 horas após a exposição. Também não existe um tratamento, o envenenamento por ricina é tratado com cuidados médicos de apoio, tais como auxílio para respirar, administração de líquidos por via intravenosa e medicamentos para tratar o inchaço. Sintomas incluem febre, dor de cabeça, dor muscular, tosse seca, vômitos e diarreia.  Fontes: Wikipedia e UOL ciência.






2- Sacos de explosivos
Mr. White chega com um saco que parece conter drogas. Mas não! Ele quase explode gangsters/ajudantes, o Tuco e ele mesmo. O saco continha Fulminato de mercúrio, um sensível explosivo que pode demolir uma casa
Única incoerência seria a aparência dele, na série ele se mostra como cristais grandes. Feito dessa forma seria MUITO instável, seria mais preciso com a realidade se o Walt usasse em alguma textura que lembrasse um pó. Fonte: BBC.


3-- Funcionamento de baterias
Mr. Walt faz uma bateria caseira galvânica usando para o polo negativo (ânodo): metal galvanizado (zinco) coletado com moedas e algumas partes metálicas (parafusos, roscas, etc); e para o polo positivo (cátodo), ele usa grafite e óxido de mercúrio, coletado do freio do veículo. Para eletrólito ele molha uma esponja em hidróxido de potássio. Tá certinho, mas talvez a energia gerada não seja suficiente pra fazer o carro pegar. Mais sobre a bateria que o Mr. Walt fez :



4- Como derreter fechaduras
A reação de thermite que o Mr. Walt mostra dá pra fazer, você mistura um óxido de metal, por exemplo o óxido de ferro com um pó de metal reativo, por exemplo, o de alumínio e forma-se o óxido de alumínio e o ferro. Essa reação é super quente e pode derreter uma fechadura (fonte: BBC). Usando em uma grande quantidade dá pra derreter um carro. A reação de thermite é três vezes mais quente que lava
.
E aí, gostaram?
XQUIMICA agrade ao Uol e garotas geeks, pela pesquisa e vídeos!

quarta-feira, 28 de maio de 2014

QUÍMICA AMBIENTAL

ALÔ PESSOAL!!!!!
Em tempos de quase ENEM, um dos assuntos que mais "caem" desde a primeira edição é a Química Ambiental.
Pense bem: no início da humanidade não havia influências como poluição, desmatamento, áreas de preservação, lixo, radioatividade... e tantos outros assuntos que forma crescendo de acordo com a evolução do ser humano e sua invasão pelo mundo afora.
Claro que a medicina evoluiu e deu condições para que o homem tivesse uma duração de vida maior e com maior qualidade.
Doenças foram erradicadas, outras surgiram. A geografia mundial mudou, lugares foram devastados, o meio ambiente está poluído e o lixo se espalha de maneira assustadora. Novos itens são criados, novas embalagens, novas técnicas de agricultura e pecuária, que geram mais e mais resíduos que ficam por conta da natureza.
Só que não há mais lugar para estocar tanta coisa.
Nós mesmos nos entupimos de descartáveis que vão desde a roupa da moda , passa pelo carro e segue em frente.
E para tentar mudar, arrumar,desembaralhar tudo isso?
A Química não trabalha sozinha.
Ela precisa se unir à Biologia, Geografia, Geologia, Física, Matemática, para tentar estabelecer novos parâmetros que possibilitem uma sobrevida para a Terra, planeta que vivemos.
Tratar do aquecimento global, da poluição, do descarte de resíduos de toda natureza, da fome, doença e pobreza, dos recursos naturais que não são renováveis é responsabilidade da Química Ambiental.
Portanto, se você quiser seguir essa carreira, saiba que tem um enorme desafio pela frente: não menos interessante, mas muito trabalhoso e talvez, recompensador.
ILHAS DE LIXO NO PACÍFICO

MONTANHAS DE PLÁSTICOS
COMIDA NO LIXO


Sugestões não faltam: por onde começar???

quarta-feira, 21 de maio de 2014

COMPOSIÇÃO DA PASTA DE DENTES

ALÔ PESSOAL!!!!
Escovar os dentes é necessário após as refeições, antes de dormir, ao acordar... mas isso você já sabe!
Tem pasta clareadora, pasta para dentes sensíveis, pasta contra placa bacteriana, e outros mais...
E a composição?
O que tem naquele tubo misterioso?
E se você engolir a pasta ? Tem problema?

COMPOSIÇÃO:
Flúor
O que seria de um bom creme dental sem a adição de flúor para prevenir as cáries? Este ingrediente essencial se incorpora ao esmalte dos dentes, tornando-os mais resistentes à ação de ácidos presentes nos alimentos ou da placa bacteriana.
Fluoreto de sódio: além do seu uso na prevenção de cáries, ele também é empregado na fabricação de inseticidas, preservantes de madeira e fluoretação da água potável. Quando ingerido em grandes quantidades, pode ser fatal.


Espessantes

Estes são os compostos que deixam a pasta de dentes com a textura de gel que conhecemos, fazendo com que o creme tenha um aspecto espesso e viscoso. São eles:
Carbômero 956: uma das matérias-primas mais utilizadas pela indústria de cosméticos, também é empregado na fabricação de gel para os cabelos, protetores solares, cremes e antissépticos;
Carregenina: faz parte da família dos polissacarídeos e é obtida a partir do extrato de algas vermelhas;
Carboximetilcelulose de sódio: é um polímero derivado da celulose muito solúvel em água e fisiologicamente inerte, que também é utilizado como cola de origamis.

Detergentes
 Para que os cremes dentais façam espuma, é necessário adicionar uma série de produtos à sua formulação:
Lauril sulfato de sódio: provavelmente o mais comum dos detergentes, também pode ser usado na fabricação de shampoos, géis de banho, cremes de barbear e em algumas aspirinas solúveis. Entretanto, pode causar aftas em pessoas mais susceptíveis.

Abrasivos

São minúsculos cristais adicionados à composição do creme dental que funcionam como uma espécie de lixa sobre os nossos dentes, removendo pequenas manchas e impurezas, além de “polir” a superfície. Os mais comuns são:
Sílica hidratada: derivada do dióxido de silicone, também pode ser encontrada na forma de areia ou quartzo; tem a aparência de um gel transparente;
Mica: é um filossilicato também usado na fabricação de capacitores de radiofrequência e isolantes elétricos. 


Colorantes
Imagine o que seria dos cremes dentais sem os colorantes? Com tantos produtos químicos utilizados na fabricação das pastas, sua coloração seria provavelmente bem bizarra e desagradável.
D&C Amarelo 10 e D&C Vermelho 30: são colorantes sintéticos provenientes do petróleo ou anilina, apresentando um cheiro parecido com o da naftalina.
Azul brilhante FCP: colorante sintético derivado do petróleo e muito usado na indústria alimentícia;
Dióxido de titânio: é ele que deixa a pasta de dentes branquinha. 


Umectantes
São eles que dão ao creme dental sua textura e evitam que se resseque. Confira alguns deles:
Propilenoglicol: derivado animal de aparência oleosa, este composto é incolor, além de não apresentar odor ou sabor. Também é usado como fixador de perfumes, anticongelante e lubrificante íntimo, podendo causar alergias e urticária.
Polietilenoglicol 8 e 12: polímero formado a partir do etileno glicol que, além de prevenir que a pasta perca água, também age como um estabilizante; tem o seu uso controlado por poder apresentar muitas impurezas. 


Preservantes
As pastas de dentes, por ficarem expostas por um considerável período de tempo e não precisarem ser guardadas na geladeira, necessitam de preservantes para evitar a proliferação de micro-organismos.
Benzoato de sódio: é um pó branco de sabor adocicado e levemente adstringente que, além de conservante, pode ser usado como bactericida e fungicida. Se misturado à vitamina C, pode formar o benzeno, que é um composto cancerígeno. 


Emulsificantes São compostos químicos que permitem que todos os ingredientes utilizados na fabricação da pasta de dentes se misturem de forma uniforme, evitando que se separem. Alguns dos mais usados são:
Glicerol: composto de origem animal de sabor adocicado, ele não deixa que a pasta de dentes seque e ajuda a preservar o produto;
Cocamidopropil betaína: ingrediente derivado do óleo de coco, ele ajuda a manter a consistência e sabor da pasta.


Sabor
No fim das contas, a maioria de nós opta por uma ou outra marca de creme dental principalmente pelo sabor. Depois da lista de ingredientes que você acabou de ler, imagine que sabor a sua pasta de dentes favorita teria se não fossem os adoçantes e agentes de sabor. Confira alguns deles:
Sacarina sódica: deixa o creme dental com um sabor adocicado, além de ser um conhecido adoçante artificial muito utilizado na indústria alimentícia;
Sorbitol: além de manter a consistência do creme dental, esta substância é um poderoso adoçante que não provoca cáries; também é empregada na fabricação de laxantes e diuréticos.
Hidróxido de sódio: também conhecido como soda cáustica, pode ser usado na fabricação de papel, tecidos, biodisel e alimentos. Na pasta de dentes, é usado para neutralizar o pH dos outros ingredientes.

objeto, escova de dentes, fio dental, creme dental
E AÍ, VAMOS ESCOVAR OS DENTES????

fonte:http://www.tecmundo.com.br

quarta-feira, 14 de maio de 2014

OS GASES MAIS TÓXICOS

ALÔ PESSOAL!!!!!!!!!
Nesses tempos de total seca, parece que SP virou o Nordeste, o mapa está e cabeça para baixo!!!!!!!!!!!
Nunca as represas estiveram com tão pouca água!!!!!!!
E, se não chove, como fica o ar?????
Então vamos ver alguns gases tóxicos????


Esta é uma relação com alguns dos gases mais perigosos e mortais para os trabalhadores envolvidos com esses compostos. Os limites de exposição ocupacional foram retirados dos sites da Occupational Safety and Health Administration (OSHA), National Institute for Occupational Safety and Health (NIOSH), American Conference of Industrial Hygienists (ACGIH) e do portal do Ministério do trabalho e emprego (MTE).  É apresentado ainda os limites IPVS (imediatamente perigoso a vida e a saúde) de exposição para cada gás alvo da lista, ou Immediately Dangerous To Life or Health Concentrations (IDLH). São comentados as características gerais desses gases, como por exemplo a densidade de cada um em relação ao ar atmosférico, odor, cor, inflamabilidade e condições de desprendimento ou liberação dos mesmo. A densidade relativa é uma característica interessante pois mostra como o gás se comporta na atmosfera, se é mais leve ou mais pesado que o ar atmosférico. Isso é importante para saber se em caso de vazamento, esse gás permanece próximo ao chão ou se se dissipa rapidamente.




AMÔNIA:
A amônia é um gás alcalino, oxidante e tóxico. Sua densidade é quase metade da densidade do ar e tem um odor característico. O nível de segurança máxima é 25 ppm (ACGIH) e 20 ppm pela NR 15 e, a sua alcalinidade torna altamente reativos com os gases ácidos e o cloro e, a sua presença em atmosferas contendo outros gases é frequentemente mascarado por este. O nível imediatamente perigoso a vida e a saúde (IPVS) para o gás amônia é de 300 ppm (IDLH).

A amônia é inflamável com um
limite inferior de explosividade (LIE/LEL) de 15%. Ele é produzido em grandes quantidades em todo o mundo para fornecer fertilizantes, ureia para resinas, explosivos e fibras (como nylon). É também usado como um gás refrigerante e essa aplicação tem aumentado com o desaparecimento dos CFCs.
Geralmente se utiliza sensores eletroquímicos para detectar esse gás mas também pode ser utilizado detectores por fotoionização (PID).

Limites de exposição ocupacional
NIOSH REL: 25 ppm / TWA, 35 ppm STELOSHA PEL: 50 ppm (35 mg/m3) TWAIPVS / IDLH: 300 ppmNR 15: 20 ppm (jornada de 48 horas / semana)


ARSINA


Arsina é um gás incolor, inflamável e altamente tóxico. Possui um odor semelhante ao de alho ou de peixe que pode ser detectado em concentrações acima de 0,5 ppm. Como a arsina não é irritante e não produz sintomas imediatos, pessoas expostas a níveis perigosos podem não estar cientes de sua presença. É geralmente fornecido em cilindros como um gás comprimido liquefeito. O gás arsina é gerado quando metais ou minérios em estado bruto contendo impurezas de arsênio são tratados com ácido. O gás arsina é também usado na indústria de semicondutores para a fabricação de microchips.

Limites de exposição ocupacional
OSHA (PEL): 0.2 mg/m3 TWA
ACGIH (TLV): 0.005 ppm, TWA
NIOSH (REL): 0.002 mg/m3 Ceiling (15 min); Potencialmente carcinogênico.
IPVS / IDLH: 3 ppm
NR 15: 0,04 ppm (jornada de 48 horas / semana)










BROMO
O Bromo é usado para a fabricação de uma variedade de compostos ​​na indústria e na agricultura. O bromo é também utilizado na fabricação de fumigantes, agentes à prova de chama, compostos para purificação de água, corantes, medicamentos, desinfetantes, brometos inorgânicos para a fotografia, etc.
O bromo é usado para fazer óleo vegetal bromado, o qual é usado como emulsionante em muitos refrigerantes aromatizados com citrinos.
O bromo elementar é um elemento muito irritante quando em forma concentrada, irá produzir bolhas dolorosas na pele e mucosas caso ocorra exposição dessas partes. Mesmo em baixas concentrações, o vapor de bromo (≤ 10 ppm) pode afetar a respiração, e a inalação de quantidades significativas de bromo pode danificar seriamente o sistema respiratório. Possui cor marrom-avermelhado escuro, é um líquido fumegante e sufocante e sua fumaça é irritante.

Limites de exposição ocupacional
NIOSH REL: 0.1 ppm TWA, 0.3 ppm STEL
OSHA PEL: 0.1 ppm (0.7 mg/m3) TWA
IPVS / IDLH: 3 ppm
NR 15: 0,08 ppm (jornada de 48 horas / semana

DIÓXIDO DE CARBONO








Apesar de expiramos o dióxido de carbono e que o mesmo está presente na atmosfera, em cerca de 400 ppm, o nível de segurança máxima é 5000 ppm (0,5%) e 3900 ppm (NR 15). É produzido durante a combustão e na fabricação da cerveja, destilação e outros processos de fermentação, e é um dos principais constituintes, junto com o metano, de gases de aterro sanitário e de biodigestores. O CO2 apresenta um risco significativo na indústria cervejeira, sobretudo porque o gás é mais pesado que o ar e acumula em níveis baixos. Não tem cor, nem cheiro e não é inflamável. Há algum grau de risco, em lugares lotados, mal ventilados, e este problema é muitas vezes agravado pela deficiência de oxigênio. O CO2 também é utilizado para aumentar o crescimento da planta por meio da elevação dos níveis normais em estufas.
É inodoro e incolor, e difícil de medir na faixa de ppm. Absorção de infravermelho é a técnica de detecção de costume adotada mas também são utilizados detectores óticos de chama (ótica flame detector).

Limites de exposição ocupacional
NIOSH REL: 5,000 ppm TWA, 30,000 ppm STEL
OSHA PEL: 5,000 ppm TWA
IPVS / IDLH: 50,000 ppm
NR 15: 3900 ppm (jornada de 48 horas / semana)


MONÓXIDO DE CARBONO


O monóxido de carbono é incolor e inodoro e o gás tóxico mais abundante. Tendo uma densidade semelhante à do ar, mistura-se com facilidade e é facilmente inalado. Ele é conhecido como "assassino silencioso", em ambientes domésticos.  Comparativamente, o CO se liga muito mais fortemente à hemoglobina do que o oxigênio (O2) e faz dele um gás extremamente tóxico e letal.
Qualquer processo onde não há combustão incompleta de combustível orgânico é susceptível a produzir o monóxido de carbono como produto (indesejável). A queima de gasolina, diesel, caldeiras de carvão, gás natural e outros derivados de petróleo, e até mesmo o cigarro produzem CO quando a queima do combustível é pobre em oxigênio. A sua presença em minas é devido à combustão lenta de carvão.
 Também é utilizado em grandes quantidades como um agente redutor químico barato, por exemplo, na produção de aço e noutros processos de refinação de metais e de tratamento térmico, e na produção de metanol por meio de reação com hidrogênio.
Geralmente se utiliza sensores eletroquímicos para a detecção desse gás (CO).

Limite de exposição ocupacional
OSHA (PEL):50 ppm TWA
ACGIH (TLV): 25 ppm TWA
NIOSH (REL): 35 ppm,  TWA: 200 ppm
NR 15: 39 ppm (jornada de 48 horas / semana)
IPVS / IDLH: 1500 ppm

CLORO









O cloro tem cheiro pungente, corrosivo e um líquido verde / gás amarelo. O uso mais conhecido é na purificação de água para abastecimento doméstico e em piscinas. É usado para fazer os compostos clorados, tais como o PVC, e para o branqueamento de papel e tecidos. É um gás muito pesado e é facilmente absorvido pela maioria dos materiais.
O comportamento de cloro faz dele um gás muito difícil de detectar (tão difícil que ainda requer técnicas especiais de calibração).
Geralmente se utiliza sensores eletroquímicos para a detecção desse gás (Cl2).

Limites de exposição ocupacional
NR 15: 0,8 ppm
ACGIH TLV-TWA – 8 h: 1 ppm
OSHA PEL: 1 ppm
IPVS / IDLH: 300 ppm
fonte:http://www.protecaorespiratoria.com

segunda-feira, 12 de maio de 2014

OXIGÊNIO - NA TERRA E NO AR

ALÔ PESSOAL!!!!
Vimos que o elemento em maior quantidade na crosta terrestre é o oxigênio.
Que tal saber mais sobre ele?
Sabia que, logo após o Big Bang não havia oxigênio na Terra?
Segundo a maioria dos cientistas ele começou  a se formar quando as células fotossintetizantes apareceram. Essas formas de vida unicelulares, sem núcleo, extraiam o hidrogênio da água utilizando o dióxido de carbono e construíam seus próprios carboidratos . O oxigênio era um poluente que favorecia uma forma de vida diferente e começou a oxidar o ferro presente nos mares, formando grandes depósitos de óxido de ferro.
A concentração do oxigênio começou a aumentar quando todo o ferro foi oxidado.








 ciclo do oxigênio


 
 O oxigênio tem duas formas alotrópicas O2 e O3 .
Quando falamos em oxigênio estamos nos referindo ao dioxigênio, O2, que é a forma mais abundante que o ozônio.
É um gás incolor, insípido, inodor, formado por moléculas de O2, que se condensa a - 183°C , produzindo um líquido azul pálido, e se congela a - 218°C.
É pouco solúvel em água,  mas mesmo em pequenas quantidades é indispensável à vida aquatica.
Tem uma propriedade incomum: é magnético.
MÉTODOS DE PREPARAÇÃO:
comercialmente é obtido através do fracionamento do ar .
Em laboratório pode ser preparado pela decomposição termíca do perclorato de maetais alcalinos, como o perclorato de potássio:
2 KClO3 ( s )  ----------> 2 KCl(s)  + 3 O2 (g) 
A maior parte do oxigênio na atmosfera vem da fotossíntese:
.


fontes: Química- Integral-

segunda-feira, 5 de maio de 2014

RESUMO DE PILHAS DE DANIELL

CÁLCULO DA DDP EM UMA PILHA DE DANIELL

ALÔ PESSOAL!!!!!!!!!!
Acabaram os feriados ( por enquanto!), então vamos  atualizar  nossos conhecimentos!
Para se calcular a DDP de uma pilha é necessário que as duas equações estejam na mesma forma: oxidação ou redução.
Se uma delas estiver invertida, é necessário colocá-la na mesma forma que a outra.
 A capacidade de sofrer redução é chamada de Potencial de Redução (Ered). Visto que esse valor depende da pressão, temperatura e concentração da solução, determinou-se um potencial-padrão (ou normal, em 25°C, pressão de 1atm, e concentração de 1,0 mol/L) que é identificado pelo símbolo E0. O contrário também é verdadeiro, existe o Potencial de Oxidação (Eóxi).
Em uma pilha, a espécie que apresenta maior E0 red sofre redução e a outra espécie, de maior E0 óxi, sofre oxidação.

A força eletromotriz ( FEM) pode ser expressa em termos de potencial de redução ou de oxidação. É importante lembrar que esses potenciais têm o mesmo valor, porém possuem sinais contrários.
Para calcularmos a voltagem de uma pilha no estado padrão, usamos a seguinte expressão:

∆E0 =  E0red (cátodo)  -  E0 red (ânodo)

ou
                                             ∆E0 =  E0oxi (ânodo) -  E0 oxi (cátodo)Exemplo:
Zn2+(aq) + 2 e- ↔  Zn( s)                Ered = - 0,76 V
Cu2+(aq) + 2 e- ↔  Cu( s)                  Ered = + 0,34 V

Cálculo da ddp:

∆E0 = E0red (maior) - E0 red (menor)
∆E0 = Ered Cu2+ - Ered Zn2+
∆E0 = + 0,34 – (- 0,76)
∆E0 = + 1,10 V
 Veja que as duas equações são semi reações de redução.
Quando o valor da ddp é positivo a pilha pode ser montada.
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http://www.portalsaofrancisco.com.br

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