segunda-feira, 5 de maio de 2014
CÁLCULO DA DDP EM UMA PILHA DE DANIELL
ALÔ PESSOAL!!!!!!!!!!
Acabaram os feriados ( por enquanto!), então vamos atualizar nossos conhecimentos!
Para se calcular a DDP de uma pilha é necessário que as duas equações estejam na mesma forma: oxidação ou redução.
Se uma delas estiver invertida, é necessário colocá-la na mesma forma que a outra.
A capacidade de sofrer redução é chamada de Potencial de Redução (Ered). Visto que esse valor depende da pressão, temperatura e concentração da solução, determinou-se um potencial-padrão (ou normal, em 25°C, pressão de 1atm, e concentração de 1,0 mol/L) que é identificado pelo símbolo E0. O contrário também é verdadeiro, existe o Potencial de Oxidação (Eóxi).
Em uma pilha, a espécie que apresenta maior E0 red sofre redução e a outra espécie, de maior E0 óxi, sofre oxidação.
A força eletromotriz ( FEM) pode ser expressa em termos de potencial de redução ou de oxidação. É importante lembrar que esses potenciais têm o mesmo valor, porém possuem sinais contrários.
Para calcularmos a voltagem de uma pilha no estado padrão, usamos a seguinte expressão:
Zn2+(aq) + 2 e- ↔ Zn( s) Ered = - 0,76 V
Cu2+(aq) + 2 e- ↔ Cu( s) Ered = + 0,34 V
Cálculo da ddp:
Veja que as duas equações são semi reações de redução.
Quando o valor da ddp é positivo a pilha pode ser montada.
clique neste endereço e faça a simulação de uma pilha de Daniell !
http://www.portalsaofrancisco.com.br
Acabaram os feriados ( por enquanto!), então vamos atualizar nossos conhecimentos!
Para se calcular a DDP de uma pilha é necessário que as duas equações estejam na mesma forma: oxidação ou redução.
Se uma delas estiver invertida, é necessário colocá-la na mesma forma que a outra.
A capacidade de sofrer redução é chamada de Potencial de Redução (Ered). Visto que esse valor depende da pressão, temperatura e concentração da solução, determinou-se um potencial-padrão (ou normal, em 25°C, pressão de 1atm, e concentração de 1,0 mol/L) que é identificado pelo símbolo E0. O contrário também é verdadeiro, existe o Potencial de Oxidação (Eóxi).
Em uma pilha, a espécie que apresenta maior E0 red sofre redução e a outra espécie, de maior E0 óxi, sofre oxidação.
A força eletromotriz ( FEM) pode ser expressa em termos de potencial de redução ou de oxidação. É importante lembrar que esses potenciais têm o mesmo valor, porém possuem sinais contrários.
Para calcularmos a voltagem de uma pilha no estado padrão, usamos a seguinte expressão:
| ∆E0 = E0red (cátodo) - E0 red (ânodo) |
ou
∆E0 = E0oxi (ânodo) - E0 oxi (cátodo)Exemplo:Zn2+(aq) + 2 e- ↔ Zn( s) Ered = - 0,76 V
Cu2+(aq) + 2 e- ↔ Cu( s) Ered = + 0,34 V
Cálculo da ddp:
∆E0 = E0red (maior) - E0 red (menor)
∆E0 = Ered Cu2+ - Ered Zn2+
∆E0 = + 0,34 – (- 0,76) ∆E0 = + 1,10 V
∆E0 = Ered Cu2+ - Ered Zn2+
∆E0 = + 0,34 – (- 0,76) ∆E0 = + 1,10 V
Quando o valor da ddp é positivo a pilha pode ser montada.
clique neste endereço e faça a simulação de uma pilha de Daniell !
http://www.portalsaofrancisco.com.br
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quarta-feira, 30 de abril de 2014
A QUÍMICA DA INVESTIGAÇÃO CRIMINAL
ALÔ PESSOAL!!!
Nesses tempos de "Breaking Bad" onde a produção de substancias ilícitas é explicada e totalmente analisada, vamos à química da investigação criminal.
Como????

Para os apaixonados das séries policiais na TV, a importância da química na investigação criminal não é uma surpresa. Mas hoje vamos falar da ciência por detrás da ficção!
A verdade é que um cientista forense é frequentemente um químico! E isto porque a análise dos resíduos de pólvora, fios de cabelo ou vestígios de sangue podem ligar um suspeito ao local do crime. É acima de tudo um processo que utiliza as técnicas da química, os instrumentos desenvolvidos para a química e os métodos de resolução de problemas dos químicos!
De fato, a moderna investigação criminal põe à prova os limites e as capacidades da chamada Química Analítica: um ramo da química que se dedica a identificar as quantidades de substâncias presentes numa amostra.
Damos um exemplo: se você já leu o rótulo de uma garrafa de água para saber quantos miligramas de cálcio, sódio ou potássio essa água contem, então já usufruiu dos resultados da química analítica.
E as análises ao sangue?
Química analítica!
Os desenvolvimentos da química analítica permitem detectar a presença de substâncias em quantidades ínfimas através de uma série de técnicas capazes de reconhecer as características específicas de cada substância.
Por exemplo, com a cromatografia (uma técnica que permite separar os diversos componentes de uma amostra) é possível detectar quantidades de amostra muito pequenas, da ordem dos nanogramas por mililitro!
E quanto é isso? Menos do que um pacote de açúcar dissolvido numa piscina olímpica!
No caso dos metais, podemos ir 10 vezes mais longe. Utilizando uma técnica de vaporização da amostra a 10 mil graus Celsius, é possível, por exemplo, detectar a presença de um metal tóxico num fio de cabelo numa proporção equivalente a apenas um grama do metal em 4 piscinas olímpicas.
Mas o grande desafio da química analítica aplicada à investigação criminal vai para além da identificação da presença de drogas, explosivos ou venenos.
Trata-se de caracterizar os materiais encontrados no local do crime e identificar a sua origem.
De fato, a composição de materiais como fragmentos de vidro, vestígios de tinta, fibras têxteis, papel ou a própria tinta usada para escrever uma carta pode fornecer pistas muito relevantes na investigação de um crime.
A utilização de técnicas analíticas combinadas permite, inclusive, identificar a origem geográfica ou a data de fabrico de muitos materiais!
E embora as populares séries de televisão exagerem às vezes as capacidades das técnicas ao alcance dos investigadores, a verdade é que o contínuo desenvolvimento da química analítica está, cada vez mais, próxima da realidade.
fonte:http://www.aquimicadascoisas.org
Nesses tempos de "Breaking Bad" onde a produção de substancias ilícitas é explicada e totalmente analisada, vamos à química da investigação criminal.
Como????
Para os apaixonados das séries policiais na TV, a importância da química na investigação criminal não é uma surpresa. Mas hoje vamos falar da ciência por detrás da ficção!
A verdade é que um cientista forense é frequentemente um químico! E isto porque a análise dos resíduos de pólvora, fios de cabelo ou vestígios de sangue podem ligar um suspeito ao local do crime. É acima de tudo um processo que utiliza as técnicas da química, os instrumentos desenvolvidos para a química e os métodos de resolução de problemas dos químicos!
De fato, a moderna investigação criminal põe à prova os limites e as capacidades da chamada Química Analítica: um ramo da química que se dedica a identificar as quantidades de substâncias presentes numa amostra.
Damos um exemplo: se você já leu o rótulo de uma garrafa de água para saber quantos miligramas de cálcio, sódio ou potássio essa água contem, então já usufruiu dos resultados da química analítica.
E as análises ao sangue?
Química analítica!
Os desenvolvimentos da química analítica permitem detectar a presença de substâncias em quantidades ínfimas através de uma série de técnicas capazes de reconhecer as características específicas de cada substância.
Por exemplo, com a cromatografia (uma técnica que permite separar os diversos componentes de uma amostra) é possível detectar quantidades de amostra muito pequenas, da ordem dos nanogramas por mililitro!
E quanto é isso? Menos do que um pacote de açúcar dissolvido numa piscina olímpica!
No caso dos metais, podemos ir 10 vezes mais longe. Utilizando uma técnica de vaporização da amostra a 10 mil graus Celsius, é possível, por exemplo, detectar a presença de um metal tóxico num fio de cabelo numa proporção equivalente a apenas um grama do metal em 4 piscinas olímpicas.
Mas o grande desafio da química analítica aplicada à investigação criminal vai para além da identificação da presença de drogas, explosivos ou venenos.
Trata-se de caracterizar os materiais encontrados no local do crime e identificar a sua origem.
De fato, a composição de materiais como fragmentos de vidro, vestígios de tinta, fibras têxteis, papel ou a própria tinta usada para escrever uma carta pode fornecer pistas muito relevantes na investigação de um crime.
A utilização de técnicas analíticas combinadas permite, inclusive, identificar a origem geográfica ou a data de fabrico de muitos materiais!
E embora as populares séries de televisão exagerem às vezes as capacidades das técnicas ao alcance dos investigadores, a verdade é que o contínuo desenvolvimento da química analítica está, cada vez mais, próxima da realidade.
fonte:http://www.aquimicadascoisas.org
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sexta-feira, 18 de abril de 2014
CERA DE CARRO- O QUE CONTÉM???
ALÔ PESSOAL!!!
Como vamos de feriado de Páscoa???
vai aproveitar e dar um trato naquele seu carro?
afinal, feriado também serve para fazer o carrão brilhar!!!!
E a cera de carro, você sabe o que contém? E que é preciso cuidado para usá-la ?
PROTEGE - Cera de carnaúba
Extraída das folhas da carnaubeira, palmeira típica do Nordeste brasileiro, é a cera mais dura que existe - só derrete acima de 80 ºC. Além de proteger a pintura contra sol e chuva, ela dá brilho à lataria. Também é usada para dar lustro à casca de maçãs. Sim, em pequenas quantidades, a cera é comestível (em grandes, dá diarreia).
CONSERVA - Parafina
Nos carros ela funciona como nas pranchas de surfe: preenche os poros da pintura, formando um filme que impermeabiliza a superfície. Em vez de escorrer pela lataria, a água da chuva se transforma em pequenas gotículas, favorecendo a conservação da pintura. A função é parecida com a da cera de carnaúba, mas a parafina entra para baratear a mistura.
DÁ BRILHO - Fluido Silicone
Mais um ingrediente para ajudar no quesito brilho. É derivado do silício, ou seja, areia. E é isso que o torna um ingrediente polêmico: alguns fabricantes alegam que, com o tempo, ele pode riscar a pintura do carro. Mas a história não é comprovada. Com alto poder lubrificante, o silicone é usado em outros 5 mil produtos: de cosmético para cabelo a próteses para turbinar os seios.
DISSOLVE - Solvente alifático

A função desse derivado do petróleo é dissolver os ingredientes da cera, deixando o produto mais fluido e fácil de ser aplicado. Quando a cera é passada sobre o carro, o solvente evapora, deixando aquela pasta seca, mais fácil de ser polida. Antes disso, é altamente inflamável. Por isso, o aviso: "Mantenha afastado do calor e de chamas"
.LIXA - Silicato de alumínio
Genericamente chamado de "mineral", os minúsculos grãos de silicato funcionam como uma lixa, limpando a pintura oxidada e realçando a cor que está por baixo da tinta velha. Por isso, a estopa pode ficar com a cor do carro. E é por isso também que não dá pra abusar desse ingrediente: cada vez que ele é aplicado, a pintura fica um pouco mais fina.
INTOXICA - Hidróxido de amônio
Derivado da amônia, um gás incolor tóxico e corrosivo. Com a parte corrosiva não precisa se preocupar: a quantidade presente na cera não vai estragar a lataria. Mas com o fator tóxico, sim. Tanto que se recomenda usar óculos, luvas e lavar as mãos após o uso. O risco compensa: o hidróxido controla a acidez da cera, fundamental para a sua conservação.
Se vai encerar o seu carro, cuide-se!!!
Como vamos de feriado de Páscoa???
vai aproveitar e dar um trato naquele seu carro?
afinal, feriado também serve para fazer o carrão brilhar!!!!
E a cera de carro, você sabe o que contém? E que é preciso cuidado para usá-la ?
PROTEGE - Cera de carnaúba
| http://blogdajor72.wordpress.com |
Extraída das folhas da carnaubeira, palmeira típica do Nordeste brasileiro, é a cera mais dura que existe - só derrete acima de 80 ºC. Além de proteger a pintura contra sol e chuva, ela dá brilho à lataria. Também é usada para dar lustro à casca de maçãs. Sim, em pequenas quantidades, a cera é comestível (em grandes, dá diarreia).
CONSERVA - Parafina
| http://www.restaurarconservar.com |
Nos carros ela funciona como nas pranchas de surfe: preenche os poros da pintura, formando um filme que impermeabiliza a superfície. Em vez de escorrer pela lataria, a água da chuva se transforma em pequenas gotículas, favorecendo a conservação da pintura. A função é parecida com a da cera de carnaúba, mas a parafina entra para baratear a mistura.
DÁ BRILHO - Fluido Silicone
| http://www.silaex.com.br |
Mais um ingrediente para ajudar no quesito brilho. É derivado do silício, ou seja, areia. E é isso que o torna um ingrediente polêmico: alguns fabricantes alegam que, com o tempo, ele pode riscar a pintura do carro. Mas a história não é comprovada. Com alto poder lubrificante, o silicone é usado em outros 5 mil produtos: de cosmético para cabelo a próteses para turbinar os seios.
DISSOLVE - Solvente alifático
A função desse derivado do petróleo é dissolver os ingredientes da cera, deixando o produto mais fluido e fácil de ser aplicado. Quando a cera é passada sobre o carro, o solvente evapora, deixando aquela pasta seca, mais fácil de ser polida. Antes disso, é altamente inflamável. Por isso, o aviso: "Mantenha afastado do calor e de chamas"
.LIXA - Silicato de alumínio
| http://tribar.es |
Genericamente chamado de "mineral", os minúsculos grãos de silicato funcionam como uma lixa, limpando a pintura oxidada e realçando a cor que está por baixo da tinta velha. Por isso, a estopa pode ficar com a cor do carro. E é por isso também que não dá pra abusar desse ingrediente: cada vez que ele é aplicado, a pintura fica um pouco mais fina.
INTOXICA - Hidróxido de amônio
| http://raulmaiden.blogspot.com.br |
Derivado da amônia, um gás incolor tóxico e corrosivo. Com a parte corrosiva não precisa se preocupar: a quantidade presente na cera não vai estragar a lataria. Mas com o fator tóxico, sim. Tanto que se recomenda usar óculos, luvas e lavar as mãos após o uso. O risco compensa: o hidróxido controla a acidez da cera, fundamental para a sua conservação.
Se vai encerar o seu carro, cuide-se!!!
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sexta-feira, 4 de abril de 2014
OS LUGARES MAIS POLUIDOS DO PLANETA!
ALÔ PESSOAL!!!!
Todos sabemos alguma coisa sobre poluiçõa, afinal é palavra da moda e de ordem pública.
mas será que temos noção de quanto um lugar pode estar poluído?
Leia essa reportagem da SUPER e se surpreenda com capacidade dos seres humanos em destruir!
Os moradores de São Paulo sabem uma coisa ou duas sobre poluição, é verdade, mas – ainda bem! – estão longe das situações extremas encontradas em locais em que a poluição é resultante de problemas que vão desde a crescente quantidade de lixo eletrônico produzido até a produção de armas químicas. Em parceria com a Cruz Verde Internacional, o Instituto Blacksmith estudou a situação de mais de 2 mil focos de poluição em 49 países na última década – e o que descobriram não é nada legal: a poluição tóxica ameaça a saúde de mais de 200 milhões de pessoas no planeta e poluentes industriais já afetam mais pessoas do que a malária.
Os dados levantados pela instituição também apontam para outro fato importante: apesar dos dez lugares mais poluídos não se encontrarem em nações ricas, elas não estão livre da culpa. Isso porque grande parte da poluição encontrada em países pobres está ligada ao estilo de vida dos mais ricos – uma fábrica em Bangladesh, por exemplo, fornece couro para calçados feitos na Itália e vendidos em Nova York ou Zurique; em Agbogbloshie, Gana, os moradores sofrem com o impacto do lixo eletrônico dos aparelhos eletrônicos usados em países do ocidente. A população local nessas áreas “está muitas vezes poluindo o ambiente não por que acham divertido, mas por uma questão de sobrevivência”, apontou Stephan Robinson, da Cruz Verde Suíça, durante a conferência de apresentação dos dados levantados.
Confira quais são os 10 lugares mais poluídos do mundo, segundo levantamento do Instituto Blacksmith:
1- Agbogbloshie ( Gana)

É a segunda maior área de processamento de lixo eletrônico da África Ocidental, chegando a importar cerca de 215 mil toneladas de resíduos oriundos da Europa. Por lá, a situação é séria: devido à composição heterogênea dos materiais coletados, reciclá-los de forma segura é um processo complexo que requer grande habilidade e tecnologia adequada – coisas que não são aplicadas no aterro. São várias as atividades irregulares que causam impacto ambiental na região – em uma das etapas mais nocivas, por exemplo, os recicladores queimam o plástico que envolve fios de cobre, muitas vezes usando isopor. O resultado é a liberação de metais pesados presentes nos cabos, que contaminam as residências e o solo.
2. Chernobyl (Ucrânia)

A cidade de Chernobyl, na Ucrânia, ainda está longe de se recuperar da tragédia ocorrida em 25 de abril de 1986 – na ocasião, um dos piores acidentes nucleares da história, a explosão de reatores liberou 100 vezes mais radioatividade que as bombas que atingiram Hiroshima e Nagasaki, afetando uma área de 150 mil quilômetros quadrados. O acidente é considerado responsável por mais de 4 mil casos de câncer de tireóide, e a estimativa é de que a radioatividade ainda presente na área coloque em risco entre 5 e 10 milhões de pessoas na Ucrânia, Rússia, Moldávia e Belarus.
3. Rio Citarum (Indonésia)

Cobrindo uma área de cerca de 13 milhões de quilômetros, o Rio Citarum fornece 80% da água consumida pela população local, irriga fazendas que produzem cerca de 5% do arroz cultivado no país e atende 2 mil fábricas da região. Estaria tudo certo não fosse por um “detalhe”: o Citarum está contaminado por dejetos industriais e domésticos e, em testes realizados pelo Instituto Blacksmith, foram encontrados níveis de chumbo mil vezes maiores que o aceito internacionalmente, e níveis de magnésio quatro vezes superiores ao recomendado. Ao longo dos próximos 15 anos, o governo indonésio pretende investir cerca de 3,5 bilhões de dólares na revitalização do rio com o qual 9 milhões de pessoas têm contato
4. Dzerzhinsk (Rússia)
Em 2007, o Livro Guinness de Recordes citou Dzerzhinsk como a cidade mais poluída do mundo. A menção estava longe de ser gratuita: amostragens de água coletadas na cidade apresentaram níveis de dioxinas e de fenol mil vezes acima do recomendado. A alta concentração de toxinas causou o aumento de doenças como câncer dos olhos, pulmões e rins e fez a expectativa de vida na região cair drasticamente – em 2006, a esperança média de vida em Dzerzhinsk era 47 anos para as mulheres e apenas de 42 para os homens. A contaminação tem origem antiga: durante todo o período soviético, Dzerzhinsk foi responsável pela maior parte da fabricação de produtos químicos, incluindo armas. Entre 1930 e 1998, cerca de 300 mil toneladas de resíduos foram despejados incorretamente na cidade, contaminando os lençóis freáticos com mais de 190 substâncias. Atualmente, a região ainda é um centro significativo da indústria química russa, mas, ao longo dos últimos anos, esforços têm sido feitos para fechar instalações obsoletas e recuperar o solo contaminado.
5. Hazaribagh (Bangladesh)

Do total de 270 curtumes registrados em Bangladesh, quase 90% estão localizados em Hazaribagh e empregam mais de 10 mil trabalhadores, que são expostos a condições de trabalho extremamente perigosas: todos os dias, as fábricas descartam 22 mil litros cúbicos de resíduos tóxicos cancerígenos. O resultado você já pode imaginar: além de câncer, a população enfrenta uma série de problemas de saúde, como doenças respiratórias, queimaduras ácidas, erupções cutâneas, dores, tonturas e náuseas. Para piorar, as casas dos trabalhadores estão localizadas ao lado de córregos, lagoas e canais contaminados. A indústria do couro ainda provoca outros impactos na região: recicladores informais queimam restos de couro para produzir uma série de produtos de consumo, contribuindo também para poluição do ar.
( publicação em dezembro de 2013)
Todos sabemos alguma coisa sobre poluiçõa, afinal é palavra da moda e de ordem pública.
mas será que temos noção de quanto um lugar pode estar poluído?
Leia essa reportagem da SUPER e se surpreenda com capacidade dos seres humanos em destruir!
Os moradores de São Paulo sabem uma coisa ou duas sobre poluição, é verdade, mas – ainda bem! – estão longe das situações extremas encontradas em locais em que a poluição é resultante de problemas que vão desde a crescente quantidade de lixo eletrônico produzido até a produção de armas químicas. Em parceria com a Cruz Verde Internacional, o Instituto Blacksmith estudou a situação de mais de 2 mil focos de poluição em 49 países na última década – e o que descobriram não é nada legal: a poluição tóxica ameaça a saúde de mais de 200 milhões de pessoas no planeta e poluentes industriais já afetam mais pessoas do que a malária.
Os dados levantados pela instituição também apontam para outro fato importante: apesar dos dez lugares mais poluídos não se encontrarem em nações ricas, elas não estão livre da culpa. Isso porque grande parte da poluição encontrada em países pobres está ligada ao estilo de vida dos mais ricos – uma fábrica em Bangladesh, por exemplo, fornece couro para calçados feitos na Itália e vendidos em Nova York ou Zurique; em Agbogbloshie, Gana, os moradores sofrem com o impacto do lixo eletrônico dos aparelhos eletrônicos usados em países do ocidente. A população local nessas áreas “está muitas vezes poluindo o ambiente não por que acham divertido, mas por uma questão de sobrevivência”, apontou Stephan Robinson, da Cruz Verde Suíça, durante a conferência de apresentação dos dados levantados.
Confira quais são os 10 lugares mais poluídos do mundo, segundo levantamento do Instituto Blacksmith:
1- Agbogbloshie ( Gana)
É a segunda maior área de processamento de lixo eletrônico da África Ocidental, chegando a importar cerca de 215 mil toneladas de resíduos oriundos da Europa. Por lá, a situação é séria: devido à composição heterogênea dos materiais coletados, reciclá-los de forma segura é um processo complexo que requer grande habilidade e tecnologia adequada – coisas que não são aplicadas no aterro. São várias as atividades irregulares que causam impacto ambiental na região – em uma das etapas mais nocivas, por exemplo, os recicladores queimam o plástico que envolve fios de cobre, muitas vezes usando isopor. O resultado é a liberação de metais pesados presentes nos cabos, que contaminam as residências e o solo.
2. Chernobyl (Ucrânia)
A cidade de Chernobyl, na Ucrânia, ainda está longe de se recuperar da tragédia ocorrida em 25 de abril de 1986 – na ocasião, um dos piores acidentes nucleares da história, a explosão de reatores liberou 100 vezes mais radioatividade que as bombas que atingiram Hiroshima e Nagasaki, afetando uma área de 150 mil quilômetros quadrados. O acidente é considerado responsável por mais de 4 mil casos de câncer de tireóide, e a estimativa é de que a radioatividade ainda presente na área coloque em risco entre 5 e 10 milhões de pessoas na Ucrânia, Rússia, Moldávia e Belarus.
3. Rio Citarum (Indonésia)
Cobrindo uma área de cerca de 13 milhões de quilômetros, o Rio Citarum fornece 80% da água consumida pela população local, irriga fazendas que produzem cerca de 5% do arroz cultivado no país e atende 2 mil fábricas da região. Estaria tudo certo não fosse por um “detalhe”: o Citarum está contaminado por dejetos industriais e domésticos e, em testes realizados pelo Instituto Blacksmith, foram encontrados níveis de chumbo mil vezes maiores que o aceito internacionalmente, e níveis de magnésio quatro vezes superiores ao recomendado. Ao longo dos próximos 15 anos, o governo indonésio pretende investir cerca de 3,5 bilhões de dólares na revitalização do rio com o qual 9 milhões de pessoas têm contato
4. Dzerzhinsk (Rússia)
5. Hazaribagh (Bangladesh)
Do total de 270 curtumes registrados em Bangladesh, quase 90% estão localizados em Hazaribagh e empregam mais de 10 mil trabalhadores, que são expostos a condições de trabalho extremamente perigosas: todos os dias, as fábricas descartam 22 mil litros cúbicos de resíduos tóxicos cancerígenos. O resultado você já pode imaginar: além de câncer, a população enfrenta uma série de problemas de saúde, como doenças respiratórias, queimaduras ácidas, erupções cutâneas, dores, tonturas e náuseas. Para piorar, as casas dos trabalhadores estão localizadas ao lado de córregos, lagoas e canais contaminados. A indústria do couro ainda provoca outros impactos na região: recicladores informais queimam restos de couro para produzir uma série de produtos de consumo, contribuindo também para poluição do ar.
( publicação em dezembro de 2013)
sexta-feira, 28 de março de 2014
OXIDAÇÃO E REDUÇÃO- AGENTE REDUTOR E AGENTE OXIDANTE
ALÔ PESSOAL!!!!
Entrando em assunto novo, vamos de oxidação e redução, lembrando os conceitos fundamentais:
Oxidação é o processo químico onde há perda de elétrons.
Dessa forma o número de oxidação aumenta.
Ex: Cu (s) ------> Cu +2 + 2 e -
nessa reação o cobre ( metal ) oxidou, perdendo dois elétrons e tornando-se íon cobre positivo.
No cobre metal o número de oxidação é zero. No íon cobre o numero de oxidação é +2.
Redução é o processo químico onde há ganho de elétrons, diminuindo o número de oxida
ção.
Ex: Ag +1 + 1 e- ----> Ag
nessa reação a prata ( íon) reduziu, ganhando um elétron e se tornando o metal prata .
No íon prata o número de oxidação é +1. No metal prata o número de oxidação é zero.
Agente redutor é a espécie química que contém o elemento que se oxida , no caso acima o agente redutor é o cobre.
Agente oxidante é a espécie química que contém o elemento que se reduz, no caso acima o agente oxidante é a prata.
As reações de oxidação e redução ocorrem juntas, sempre uma espécie vai perder elétrons e a outra vai adquiri-los.
Chamamos isso de reações de óxido redução.
Outro exemplo:


Na prática como isso ocorre:
Uma barra de zinco é colocada em uma solução de cobre:

o que ocorre?
o zinco se oxida , se "desfaz" e uma camada de cobre metálico começa a envolver a placa restante de zinco.
Entrando em assunto novo, vamos de oxidação e redução, lembrando os conceitos fundamentais:
Oxidação é o processo químico onde há perda de elétrons.
Dessa forma o número de oxidação aumenta.
Ex: Cu (s) ------> Cu +2 + 2 e -
nessa reação o cobre ( metal ) oxidou, perdendo dois elétrons e tornando-se íon cobre positivo.
No cobre metal o número de oxidação é zero. No íon cobre o numero de oxidação é +2.
Redução é o processo químico onde há ganho de elétrons, diminuindo o número de oxida
ção.
Ex: Ag +1 + 1 e- ----> Ag
nessa reação a prata ( íon) reduziu, ganhando um elétron e se tornando o metal prata .
No íon prata o número de oxidação é +1. No metal prata o número de oxidação é zero.
Agente redutor é a espécie química que contém o elemento que se oxida , no caso acima o agente redutor é o cobre.
Agente oxidante é a espécie química que contém o elemento que se reduz, no caso acima o agente oxidante é a prata.
As reações de oxidação e redução ocorrem juntas, sempre uma espécie vai perder elétrons e a outra vai adquiri-los.
Chamamos isso de reações de óxido redução.
Outro exemplo:
Na prática como isso ocorre:
Uma barra de zinco é colocada em uma solução de cobre:
o que ocorre?
o zinco se oxida , se "desfaz" e uma camada de cobre metálico começa a envolver a placa restante de zinco.
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segunda-feira, 24 de março de 2014
POR QUE TOMAR BANHO?
ALÔ PESSOAL!!!!
Então, como estamos de sujeira global?
O mundo já está muito poluído, não vá você também aderir!
Essa reportagem mostra bem como o sabão age na superfície de sua pele.
E, convenhamos, é melhor tomar banho !!!!
Todo dia, você acorda com péssimas notícias. Na sua boca, pode ter certeza, nasceu o embrião de uma cárie. Quanto à pele, não se iluda: milhões de bactérias aproveitaram a noite para um verdadeiro banquete à base de células descascadas, suor, gordura, um ou outro glóbulo sanguíneo e eventuais resíduos de pus, que são encontrados com fartura depois de várias horas sem lavagem. Os produtos dessa comilança irão inevitavelmente fermentar, causando mau cheiro, mais cedo ou mais tarde. Água, pura e simplesmente, não resolverá o problema. Para se garantir um bom dia, é preciso lançar mão dos ácidos graxos e aqui não se trata dos que estão presentes na gordura do leite e da manteiga no desjejum, mas dos componentes básicos de produtos como o sabonete, o xampu, o condicionador e a pasta de dentes.
Mas apenas os especialistas em Cosmetologia, área das Ciências Farmacêuticas que elabora essas poções perfumadas, sabem como a expectativa de cada um pode se transformar, ou não, em realidade diante do espelho pele macia, cabelos sedosos, sorriso mais branco, sem contar a sensação de frescor anunciada pelo desodorante. "É chocante mostrar a ciência que existe por trás de um mero banho", afirma a farmacêutica Maria Elisete Ribeiro, da Universidade de São Paulo, que há vinte anos estuda composições de cosméticos. "Isso porque as pessoas preferem acreditar que o produto pode fazer milagres. E ignoram as reações químicas disparadas na rotina de todas as manhãs.
"Quando você mergulha na banheira ou toma uma ducha, a água só consegue arrastar algumas partículas de sujeira, coladas na superfície do corpo. Pois todo tipo de poeira ou de germe, mal encosta na pele, fica grudado em uma película oleosa. Trata-se da melhor emulsão protetora de que se tem notícia a mistura do suor com a gordura secretada pelas glândulas sebáceas. O suor, como é ácido, dificulta a sobrevivência dos rnicroorganismos nocivos que, porventura, ousam se instalar na pele; já o sebo reveste a superfície, cobrindo certas brechas que poderiam servir de entrada para os germes. Ao longo das horas, porém, essa película engrossa, intercalando camadas de óleo e de sujeira. A pele fica cada vez mais pegajosa, e daí só tem um remédio o sabão!
As moléculas de sabão tem dois lados: um "gruda" na água , enquanto que o outro extremo " gruda" na gordura.
Em pleno banho, essas moléculas de sabão ficam cravadas em cada minúscula gota de água, deixando para fora a sua metade capaz de se ligar à gordura do corpo. Na realidade, ninguém molha o corpo por inteiro. Uma olhada pelo microscópio mostra que as gotículas de líquido se espalham distantes entre si sobre a pele. Mas tudo bem, porque as moléculas de sabão, alcalinas, atraem feito pequenos ímãs aquele sebo, que é ácido, com pH (índice de acidez) em torno de 4,5. Sequestrada, a sujeira oleosa é conduzida pela água, até escoar pelo ralo.Sabonetes, aliás, sempre são alcalinos. Se fosse possível fabricar um sabão realmente neutro, ele não ofereceria vantagens, porque não limparia direito.
É verdade que, quanto menos alcalino é o sabonete, menos ele irrita a pele. Essa qualidade dependerá da proporção de gorduras animais e vegetais utilizadas como matérias-primas. "O balanço desses ingredientes também faz um sabonete ser mais duro ou mais macio", diz a farmacêutica Maria Elisete. Assim, os óleos derivados de animais com sangue quente se dissolvem em temperaturas mais elevadas do que óleos vegetais. Estes, em princípio, precisam ficar solúveis em temperaturas mais baixas para serem consumidos como fonte de energia pelas plantas e, por isso, são usados em sabonetes que derretem com facilidade.Um dos óleos mais aplicados nos chamados sabonetes finos é o de coco. Nove em cada dez estrelas nas prateleiras das perfumarias contêm esse ingrediente, idêntico ao da popular barra de sabão branco, usada para lavar roupa. "O óleo de coco, com seus doze átomos de carbono, assegura muitas bolhinhas de sabão", explica Maria Elisete. Espuma, contudo, não é sinal de limpeza. "Podem-se ter sabonetes sem um pingo de espuma, cujo efeito é apenas psicológico", garante a farmacêutica.
À massa de sabão propriamente dita, os fabricantes acrescentam ainda corantes, essências de perfume e uma boa dose de óleo livre, isto é, que não passou pela saponificação. Sua função é besuntar novamente a área da qual acabou de se tirar o sebo. Pois sem a sua gordura natural, a camada externa da pele apareceria tal qual é um forro de células mortas e esturricadas. Fora o problema da aparência, a pele seca é muito mais suscetível a irritações. É por isso que alguns discutem se não faria mal tomar banho com sabonete mais de uma vez por dia, costume de muitos brasileiros.

Então, como estamos de sujeira global?
O mundo já está muito poluído, não vá você também aderir!
Essa reportagem mostra bem como o sabão age na superfície de sua pele.
E, convenhamos, é melhor tomar banho !!!!
Todo dia, você acorda com péssimas notícias. Na sua boca, pode ter certeza, nasceu o embrião de uma cárie. Quanto à pele, não se iluda: milhões de bactérias aproveitaram a noite para um verdadeiro banquete à base de células descascadas, suor, gordura, um ou outro glóbulo sanguíneo e eventuais resíduos de pus, que são encontrados com fartura depois de várias horas sem lavagem. Os produtos dessa comilança irão inevitavelmente fermentar, causando mau cheiro, mais cedo ou mais tarde. Água, pura e simplesmente, não resolverá o problema. Para se garantir um bom dia, é preciso lançar mão dos ácidos graxos e aqui não se trata dos que estão presentes na gordura do leite e da manteiga no desjejum, mas dos componentes básicos de produtos como o sabonete, o xampu, o condicionador e a pasta de dentes.
Mas apenas os especialistas em Cosmetologia, área das Ciências Farmacêuticas que elabora essas poções perfumadas, sabem como a expectativa de cada um pode se transformar, ou não, em realidade diante do espelho pele macia, cabelos sedosos, sorriso mais branco, sem contar a sensação de frescor anunciada pelo desodorante. "É chocante mostrar a ciência que existe por trás de um mero banho", afirma a farmacêutica Maria Elisete Ribeiro, da Universidade de São Paulo, que há vinte anos estuda composições de cosméticos. "Isso porque as pessoas preferem acreditar que o produto pode fazer milagres. E ignoram as reações químicas disparadas na rotina de todas as manhãs.
"Quando você mergulha na banheira ou toma uma ducha, a água só consegue arrastar algumas partículas de sujeira, coladas na superfície do corpo. Pois todo tipo de poeira ou de germe, mal encosta na pele, fica grudado em uma película oleosa. Trata-se da melhor emulsão protetora de que se tem notícia a mistura do suor com a gordura secretada pelas glândulas sebáceas. O suor, como é ácido, dificulta a sobrevivência dos rnicroorganismos nocivos que, porventura, ousam se instalar na pele; já o sebo reveste a superfície, cobrindo certas brechas que poderiam servir de entrada para os germes. Ao longo das horas, porém, essa película engrossa, intercalando camadas de óleo e de sujeira. A pele fica cada vez mais pegajosa, e daí só tem um remédio o sabão!
As moléculas de sabão tem dois lados: um "gruda" na água , enquanto que o outro extremo " gruda" na gordura.
Em pleno banho, essas moléculas de sabão ficam cravadas em cada minúscula gota de água, deixando para fora a sua metade capaz de se ligar à gordura do corpo. Na realidade, ninguém molha o corpo por inteiro. Uma olhada pelo microscópio mostra que as gotículas de líquido se espalham distantes entre si sobre a pele. Mas tudo bem, porque as moléculas de sabão, alcalinas, atraem feito pequenos ímãs aquele sebo, que é ácido, com pH (índice de acidez) em torno de 4,5. Sequestrada, a sujeira oleosa é conduzida pela água, até escoar pelo ralo.Sabonetes, aliás, sempre são alcalinos. Se fosse possível fabricar um sabão realmente neutro, ele não ofereceria vantagens, porque não limparia direito.
É verdade que, quanto menos alcalino é o sabonete, menos ele irrita a pele. Essa qualidade dependerá da proporção de gorduras animais e vegetais utilizadas como matérias-primas. "O balanço desses ingredientes também faz um sabonete ser mais duro ou mais macio", diz a farmacêutica Maria Elisete. Assim, os óleos derivados de animais com sangue quente se dissolvem em temperaturas mais elevadas do que óleos vegetais. Estes, em princípio, precisam ficar solúveis em temperaturas mais baixas para serem consumidos como fonte de energia pelas plantas e, por isso, são usados em sabonetes que derretem com facilidade.Um dos óleos mais aplicados nos chamados sabonetes finos é o de coco. Nove em cada dez estrelas nas prateleiras das perfumarias contêm esse ingrediente, idêntico ao da popular barra de sabão branco, usada para lavar roupa. "O óleo de coco, com seus doze átomos de carbono, assegura muitas bolhinhas de sabão", explica Maria Elisete. Espuma, contudo, não é sinal de limpeza. "Podem-se ter sabonetes sem um pingo de espuma, cujo efeito é apenas psicológico", garante a farmacêutica.
À massa de sabão propriamente dita, os fabricantes acrescentam ainda corantes, essências de perfume e uma boa dose de óleo livre, isto é, que não passou pela saponificação. Sua função é besuntar novamente a área da qual acabou de se tirar o sebo. Pois sem a sua gordura natural, a camada externa da pele apareceria tal qual é um forro de células mortas e esturricadas. Fora o problema da aparência, a pele seca é muito mais suscetível a irritações. É por isso que alguns discutem se não faria mal tomar banho com sabonete mais de uma vez por dia, costume de muitos brasileiros.
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quinta-feira, 20 de março de 2014
O QUE VAI PELO RALO?
ALÔ PESSOAL!!!!!
Já imaginaram a quantidade de coisas que podem ( e são!) encontradas nos ralos da vida?
Como sempre, a SUPER, fez uma bela matéria sobre o assunto que é , digamos, nojento!
Mas necessário você saber!
A falta de cuidados com o ambiente pode se voltar contra você. Essa afirmação pode parecer meio batida, mas é ainda mais verdadeira quando consideramos a infinidade de coisas que são jogadas no ralo das pias. Tem gente que não pensa duas vezes antes de atirar no ralo cotonetes, restos de comida ou a poeira varrida da casa. Com o tempo, essas coisas se transformam em obstruções nos encanamentos que podem provocar graves entupimentos na rede de esgotos ou em casa. No centro expandido de São Paulo, a Sabesp realiza cerca de 2 mil desentupimentos por mês. Isso acontece porque as redes de coleta e tratamento de esgoto têm tubulações mais estreitas que as galerias pluviais, nas ruas. Por isso, entopem com mais facilidade quando se acumulam restos de comida ou objetos no seu interior.
Um dos principais vilões que descem pelos ralos é o fio dental. Fabricado com materiais cada vez mais resistentes, seu acúmulo acaba formando uma rede que prende outros materiais, obstruindo as tubulações. O excesso de produtos químicos de limpeza é outro problema frequente, pois pode prejudicar o próprio sistema de tratamento dos esgotos, tornando-o ineficiente.
Nos locais onde não há tratamento de esgoto o descarte inadequado de produtos pelo ralo costuma agredir diretamente o ambiente. Isso porque os dejetos acabam sendo lançados nos rios, córregos e no mar, na maioria das vezes causando mau cheiro e a morte de animais e plantas.
ENTÃO, VAMOS LIMPAR O RALO!!!!!!!!!!!
Já imaginaram a quantidade de coisas que podem ( e são!) encontradas nos ralos da vida?
Como sempre, a SUPER, fez uma bela matéria sobre o assunto que é , digamos, nojento!
Mas necessário você saber!
| foto: http://tavaintalado.blogspot.com.br |
A falta de cuidados com o ambiente pode se voltar contra você. Essa afirmação pode parecer meio batida, mas é ainda mais verdadeira quando consideramos a infinidade de coisas que são jogadas no ralo das pias. Tem gente que não pensa duas vezes antes de atirar no ralo cotonetes, restos de comida ou a poeira varrida da casa. Com o tempo, essas coisas se transformam em obstruções nos encanamentos que podem provocar graves entupimentos na rede de esgotos ou em casa. No centro expandido de São Paulo, a Sabesp realiza cerca de 2 mil desentupimentos por mês. Isso acontece porque as redes de coleta e tratamento de esgoto têm tubulações mais estreitas que as galerias pluviais, nas ruas. Por isso, entopem com mais facilidade quando se acumulam restos de comida ou objetos no seu interior.
Um dos principais vilões que descem pelos ralos é o fio dental. Fabricado com materiais cada vez mais resistentes, seu acúmulo acaba formando uma rede que prende outros materiais, obstruindo as tubulações. O excesso de produtos químicos de limpeza é outro problema frequente, pois pode prejudicar o próprio sistema de tratamento dos esgotos, tornando-o ineficiente.
Nos locais onde não há tratamento de esgoto o descarte inadequado de produtos pelo ralo costuma agredir diretamente o ambiente. Isso porque os dejetos acabam sendo lançados nos rios, córregos e no mar, na maioria das vezes causando mau cheiro e a morte de animais e plantas.
No banheiro
Aquele fio dental que displicentemente você deixa cair no ralo da pia vem se tornando um grave transtorno para os esgotos de todo o mundo. Eles acabam ficando presos na rede de tubulações, onde, acumulados, formam uma teia que prende outros tipos de lixo. Resultado: entupimentos e transbordamentos na rua e dentro das casas, além de mais dificuldade para o tratamento dos resíduos. Outros produtos também costumam ser lançados no ralo ou no vaso sanitário. Entre eles estão fraldas descartáveis, absorventes, pontas de cigarro, cotonetes e preservativos. E, por favor, retire os fios de cabelo dos ralos do chuveiro e da pia. Eles também são um verdadeiro enrosco.
Na cozinha
De acordo com a Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp), 1 litro de óleo é responsável pela poluição de 1 milhão de litros de água. A companhia estima que uma família gera 1,5 litro de óleo de cozinha por mês. Os sistemas de tratamento de esgotos não são projetados para cuidar do óleo, e sim da sujeira que deveria estar no esgoto. O óleo volta aos rios, por ser mais leve, fica na superfície, impedindo a oxigenação das águas e causando a morte de micro-organismos e peixes. O que fazer então com o óleo? Reserve o óleo em garrafas pet e, quando tiver acumulado alguns litros, entregue-o a centros de coleta, que depois o usarão para fazer sabão. Consulte a prefeitura ou a empresa de saneamento básico da sua cidade para saber se esse serviço está disponível.
Na área de serviço
Pequenas peças de roupa, como meias ou lenços, acabam indo pelo ralo abaixo. Nesse caso, a solução é simples: colocar uma grade de proteção no ralo. Outro problema comum na área de serviço é o descarte de produtos tóxicos no tanque. O mais comum é a água sanitária, que deve ser usada sem abusos, pois tem grande potencial de poluir o ambiente. Pode ser substituída na limpeza da casa por misturas com bicarbonato de sódio, vinagre e suco de limão. Produtos de limpeza devem ser utilizados de acordo com a indicação do fabricante, com o consumo de todo o conteúdo das embalagens, sem despejá-los diretamente na pia. O uso de venenos e inseticidas deve ser evitado.
No quintal
Aqui, uma complicação frequente para os esgotos é a própria água da chuva. Algumas pessoas conectam a descarga das calhas à rede de esgotos, que, ao contrário da rede de águas pluviais, não está preparada para receber o excesso de água. O resultado é o transbordamento dos esgotos nas ruas e até mesmo o refluxo pelos ralos. A sujeira varrida de toda a casa deve ser recolhida com uma pá e jogada no lixo. Não jogue a poeira no ralo, pois aí ela tende a se acumular na parte de baixo dos encanamentos, vindo a provocar entupimentos. Também deve-se evitar que folhas e galhos caiam nos ralos.ENTÃO, VAMOS LIMPAR O RALO!!!!!!!!!!!
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quarta-feira, 19 de março de 2014
A HISTÓRIA DA SUA URINA
ALÔ PESSOAL!!!!
Começando mais uma postagem sobre fluidos corporais, onde a urina é um exemplo significativo.
Mas será que você sabe a importância desse líquido nas descobertas químicas?
Muitos cientistas acharam uma " graça" aquela aguinha amarela que sai de dentro de cada um de nós e resolveram fazer pesquisas, das mais bizarras, diga-se de passagem...
mas aí vai a história, retirada da revista SUPER:

Em 1669, o alquimista alemão Hennig Brandt começou a destilar urina humana. Ele tinha esperança de que o líquido fosse um remédio capaz de curar todas as enfermidades e que, por ser amarelo, pudesse conter ouro. Ferveu a urina e a deixou condensar, mas é claro que não encontrou nenhum metal precioso. Conseguiu apenas uma pasta branca que, quando esquentada, entrava em combustão. Brandt havia descoberto o elemento fósforo.
A urina é uma combinação de vários detritos do corpo. Entre eles estão substâncias orgânicas e fosfatos – compostos que pegam fogo facilmente quando em contato com carbono. Ao aquecer, as substâncias orgânicas se transformaram em carvão – que nada mais é do que carbono – e fizeram a mistura pegar fogo. Brandt percebeu que a descoberta era importante, mas ainda foi preciso muitas outras pesquisas antes que ela pudesse ter alguma função prática. Os palitos atuais, por exemplo, são feitos de uma massa com clorato de potássio, que reage com o fósforo presente na lixa da caixa e inicia o fogo.
A experiência de Brandt não foi, no entanto, a primeira a utilizar urina.
Essa substância é há milênios misturada a tintas para que elas consigam “pegar” melhor em tecidos e tornar as cores mais vivas. Algumas mulheres no Império Romano, por exemplo, pintavam o cabelo de amarelo com um extrato de folhas de verbasco misturado com urina. Essa propriedade começou a intrigar os cientistas no século XIX, quando foi preciso criar substâncias sintéticas que tivessem o mesmo efeito (afinal, não era fácil transportar centenas de barris de urina até as tinturarias). As pesquisas cumpriram seu objetivo e ainda trouxeram outros benefícios. Em uma das experiências, o químico alemão Adolph von Baeyer transformou o ácido úrico – um dos componentes da urina – em um novo composto, que ele chamou de ácido barbitúrico. A descoberta de Baeyer deu origem a uma série de derivados, os barbitúricos, que fizeram sucesso durante muito tempo como remédio para insônia e até hoje são usados como anestésicos em cirurgias.
A urina foi responsável por uma revolução ainda maior na química. Até o século XIX, acreditava-se que todos os materiais se dividiam em duas categorias: os inorgânicos, como rochas e metais, e os orgânicos, que eram produzidas por seres vivos e, segundo a crença da época, possuíam forças vitais que os tornavam impossíveis de serem copiados. Essa idéia caiu por terra em 1828, quando o químico alemão Friedrich Wohler misturou duas substâncias inorgânicas: cianato de prata e cloreto de amônio. A experiência resultou em cristais de uréia, um dos principais componentes da urina e que, por ser produzida por animais, era considerada uma substância orgânica. Wohler conseguiu assim mostrar que não existem diferenças entre substâncias sintéticas e naturais. A teoria da “força vital” estava derrubada, o que abriu a porta para a síntese de outras substâncias orgânicas, como vitaminas e fertilizantes. Lembre-se disso na próxima vez que for ao banheiro.
![urine[1]](https://lh3.googleusercontent.com/blogger_img_proxy/AEn0k_seIpfRdfaCZ8vsrA7pgPuL5s4TILABDMWUiW0MsABuus_Y4ugPu3m2XNfhFypBp1aGf35v-hM3purKtn3TbaYn_4J6XUiOJ4-shznTZ8w69M9BUQV_pk0nLeXnoa932tChgbk3RtxLMezu4dQXetaftIZLxTh0v5E=s0-d)
Começando mais uma postagem sobre fluidos corporais, onde a urina é um exemplo significativo.
Mas será que você sabe a importância desse líquido nas descobertas químicas?
Muitos cientistas acharam uma " graça" aquela aguinha amarela que sai de dentro de cada um de nós e resolveram fazer pesquisas, das mais bizarras, diga-se de passagem...
mas aí vai a história, retirada da revista SUPER:
Em 1669, o alquimista alemão Hennig Brandt começou a destilar urina humana. Ele tinha esperança de que o líquido fosse um remédio capaz de curar todas as enfermidades e que, por ser amarelo, pudesse conter ouro. Ferveu a urina e a deixou condensar, mas é claro que não encontrou nenhum metal precioso. Conseguiu apenas uma pasta branca que, quando esquentada, entrava em combustão. Brandt havia descoberto o elemento fósforo.
A urina é uma combinação de vários detritos do corpo. Entre eles estão substâncias orgânicas e fosfatos – compostos que pegam fogo facilmente quando em contato com carbono. Ao aquecer, as substâncias orgânicas se transformaram em carvão – que nada mais é do que carbono – e fizeram a mistura pegar fogo. Brandt percebeu que a descoberta era importante, mas ainda foi preciso muitas outras pesquisas antes que ela pudesse ter alguma função prática. Os palitos atuais, por exemplo, são feitos de uma massa com clorato de potássio, que reage com o fósforo presente na lixa da caixa e inicia o fogo.
A experiência de Brandt não foi, no entanto, a primeira a utilizar urina.
Essa substância é há milênios misturada a tintas para que elas consigam “pegar” melhor em tecidos e tornar as cores mais vivas. Algumas mulheres no Império Romano, por exemplo, pintavam o cabelo de amarelo com um extrato de folhas de verbasco misturado com urina. Essa propriedade começou a intrigar os cientistas no século XIX, quando foi preciso criar substâncias sintéticas que tivessem o mesmo efeito (afinal, não era fácil transportar centenas de barris de urina até as tinturarias). As pesquisas cumpriram seu objetivo e ainda trouxeram outros benefícios. Em uma das experiências, o químico alemão Adolph von Baeyer transformou o ácido úrico – um dos componentes da urina – em um novo composto, que ele chamou de ácido barbitúrico. A descoberta de Baeyer deu origem a uma série de derivados, os barbitúricos, que fizeram sucesso durante muito tempo como remédio para insônia e até hoje são usados como anestésicos em cirurgias.
A urina foi responsável por uma revolução ainda maior na química. Até o século XIX, acreditava-se que todos os materiais se dividiam em duas categorias: os inorgânicos, como rochas e metais, e os orgânicos, que eram produzidas por seres vivos e, segundo a crença da época, possuíam forças vitais que os tornavam impossíveis de serem copiados. Essa idéia caiu por terra em 1828, quando o químico alemão Friedrich Wohler misturou duas substâncias inorgânicas: cianato de prata e cloreto de amônio. A experiência resultou em cristais de uréia, um dos principais componentes da urina e que, por ser produzida por animais, era considerada uma substância orgânica. Wohler conseguiu assim mostrar que não existem diferenças entre substâncias sintéticas e naturais. A teoria da “força vital” estava derrubada, o que abriu a porta para a síntese de outras substâncias orgânicas, como vitaminas e fertilizantes. Lembre-se disso na próxima vez que for ao banheiro.
sexta-feira, 14 de março de 2014
BRONZEADOR INJETÁVEL!
ALÔ PESSOAL!!!!
Quem quer ficar com a " cor do verão" mas só consegue chegar no vermelho camarão, aí vem uma super novidade:
o bronzeador injetável!
Leia a matéria abaixo, da revista SUPERINTRESSANTE:
Esqueça as horas torrando na praia, os cremes autobronzeadores ou as sessões de bronzeamento artificial. A nova solução para pegar uma corzinha é outra: o bronzeador injetável. O produto, que se chama Scenesse e foi criado pela empresa americana Clinuvel, acaba de ser aprovado pela última fase de testes clínicos e deve chegar ao mercado este ano. Ele foi desenvolvido para tratar vítimas de porfiria (doença de base genética que provoca hipersensibilidade ao sol) e estimula a produção de melanina, substância que dá o aspecto bronzeado à pele. Inicialmente, o Scenesse só será vendido como medicamento para o tratamento da doença, mas seu uso estético já tem despertado interesse na comunidade médica, pois os efeitos colaterais são brandos (náuseas e dor de cabeça passageira após a aplicação). "Quem tem porfiria terá mais qualidade de vida. Já os indivíduos de pele saudável passarão por um bronzeamento", explica Valcinir Bedin, presidente da Sociedade Brasileira de Medicina Estética. A injeção é aplicada na região do quadril (área escolhida por conter mais gordura, o que torna a picada menos dolorosa) e o princípio ativo do remédio começa a agir. Após 48 horas, a pele de todo o corpo já está visivelmente escurecida, num efeito que dura dois meses. O medicamento consegue fazer isso porque contém uma substância chamada afamelanotide, versão sintética do hormônio que estimula a produção de melanina no organismo. A pele fica naturalmente morena, como se a pessoa tivesse tomado sol (sem o aspecto alaranjado dos cremes bronzeadores).
Quem quer ficar com a " cor do verão" mas só consegue chegar no vermelho camarão, aí vem uma super novidade:
o bronzeador injetável!
Leia a matéria abaixo, da revista SUPERINTRESSANTE:
Esqueça as horas torrando na praia, os cremes autobronzeadores ou as sessões de bronzeamento artificial. A nova solução para pegar uma corzinha é outra: o bronzeador injetável. O produto, que se chama Scenesse e foi criado pela empresa americana Clinuvel, acaba de ser aprovado pela última fase de testes clínicos e deve chegar ao mercado este ano. Ele foi desenvolvido para tratar vítimas de porfiria (doença de base genética que provoca hipersensibilidade ao sol) e estimula a produção de melanina, substância que dá o aspecto bronzeado à pele. Inicialmente, o Scenesse só será vendido como medicamento para o tratamento da doença, mas seu uso estético já tem despertado interesse na comunidade médica, pois os efeitos colaterais são brandos (náuseas e dor de cabeça passageira após a aplicação). "Quem tem porfiria terá mais qualidade de vida. Já os indivíduos de pele saudável passarão por um bronzeamento", explica Valcinir Bedin, presidente da Sociedade Brasileira de Medicina Estética. A injeção é aplicada na região do quadril (área escolhida por conter mais gordura, o que torna a picada menos dolorosa) e o princípio ativo do remédio começa a agir. Após 48 horas, a pele de todo o corpo já está visivelmente escurecida, num efeito que dura dois meses. O medicamento consegue fazer isso porque contém uma substância chamada afamelanotide, versão sintética do hormônio que estimula a produção de melanina no organismo. A pele fica naturalmente morena, como se a pessoa tivesse tomado sol (sem o aspecto alaranjado dos cremes bronzeadores).
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